"leal" poems
To: You
From: Me
Open this letter when you feel like you have no more reason to stay alive~
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**Hey! Cheer up! It's just a bad moment, a really bad one. I know you can pass through it and later on you'll see that it wasn't that bad. I do know because I also have those moments, when I just want to break down and let go everything. So I know that right now it is that bad, with all those negative thoughts inside your head, with all those voices screaming that you're in pain, that you're not needed, that you want to get away from all this. Don't do that, don't get away from it, don't let those voices get to you, it's not your time yet, you have a lot that you should fight for. You have a lot of reasons to keep going and I'm one of them as you're one for me. And remember, I'm here with you. You're not alone in this.**
Sara Leal
24/01/18
Jan 24, 2018
Jan 24, 2018 at 6:02 AM UTC
It is cold, Ginger Tea.
Talk!
Nothing much, just
I like honest and modest people.
Leal?
He is not, yet?
Nov 29, 2021
Nov 29, 2021 at 10:22 PM UTC
Wilt thou love me, sweet, when my hair is grey
And my cheeks shall have lost their hue?
When the charms of youth shall have passed away,
Will your love as of old prove true?
For the looks may change, and the heart may range,
And the love be no longer fond;
Wilt thou love with truth in the years of youth
And away to the years beyond?
Oh, I love you, sweet, for your locks of brown
And the blush on your cheek that lies —
But I love you most for the kindly heart
That I see in your sweet blue eyes.
For the eyes are signs of the soul within,
Of the heart that is leal and true,
And mine own sweetheart, I shall love you still,
Just as long as your eyes are blue.
For the locks may bleach, and the cheeks of peach
May be reft of their golden hue;
But mine own sweetheart, I shall love you still,
Just as long as your eyes are blue.
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A estos peñascos rudos,
mudos testigos del dolor que siento
-que sólo siendo mudos
pudiera yo fiarles mi tormento,
si acaso de mis penas lo terrible
no infunde lengua y voz en lo insensible-,
quiero contar mis males,
si es que yo sé los males de que muero;
pues son mis penas tales,
que si contarlas por alivio quiero,
le son, una con otra atropellada,
dogal a la garganta, al pecho espada.
No envidio dicha ajena:
que el mal eterno que en mi pecho lidia,
hace incapaz mi pena
de que pueda tener tan alta envidia;
es tan mísero estado en el que peno,
que como dicha envidio el mal ajeno.
No pienso yo si hay glorias;
porque estoy de pensarlo tan distante,
que aun las dulces memorias
de mi pasado bien, tan ignorante
las mira de mi mal el desengaño,
que ignoro si fue bien, y sé que es daño.
Esténse allá en su esfera
los dichosos: que es cosa en mi sentido
tan remota, tan fuera
de mi imaginación, que sólo mido,
entre lo que padecen los mortales,
lo que distan sus males de mis males.
¡Quién tan dichosa fuera,
que de un agravio indigno se quejara!
¡Quién de un desdén llorara!
¡Quién un alto imposible pretendiera!
¡Quién negara, de ausencia o de mudanza,
casi a perder de vista la esperanza!
¡Quién en ajenos brazos
viera a su dueño, y con dolor rabioso
se arrancara a pedazos
del pecho ardiente el corazón celoso!
Pues fuera menor mal que mis desvelos,
el infierno insufrible de los celos.
Pues todos estos males
tienen consuelo o tienen esperanza,
y los más sin iguales
solicitan o animan la venganza;
y sólo de mi fiero mal se aleja
la esperanza, venganza, alivio y queja.
Porque ¿a quién sino al cielo,
que me robó mi dulce prenda amada,
podrá mi desconsuelo
dar sacrílega queja destemplada?
Y él, con sordas, rectísimas orejas,
a cuenta de blasfemias pondrá quejas.
Ni Fabio fue grosero
ni ingrato, ni traidor; antes, amante
con pecho verdadero,
nadie fue más leal ni más constante:
nadie más fino supo, en sus acciones,
finezas añadir a obligaciones.
Sólo el cielo, envidioso,
mi esposo me quitó; la Parca dura,
con ceño riguroso,
fue sólo autor de tanta desventura.
¡Oh Cielo riguroso, oh triste suerte,
que tantas muertes das con una muerte!
¡Ay dulce esposo amado!
¿Para qué te vi yo? ¿Por qué te quise,
y por qué tu cuidado
me hizo, con las venturas, infelice?
¡Oh dicha, fementida y lisonjera,
quién tus amargos fines conociera!
¿Qué vida es esta mía,
que rebelde resiste a dolor tanto?
¿Por qué, necia, porfía,
y en las amargas fuentes de mi llanto
atenuada, no acaba de extinguirse,
si no puede en mi fuego consumirse?
2.7k
A Nossa Existência como seres humanos
Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda.
Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.
Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.
Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.
Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes.
Abraço amigo
Victor Marques
Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
Sinto vontade de ver o meu País viver,
Como sinto vontade de ver as pessoas sonhar,
Desejo diariamente ver a submissão morrer,
E mais desejo que a perspicácia possa vingar!
Quero mesmo ver o meu país mudar,
Que todas as contas sejam transparentes,
Quero um país com cidadãos coerentes,
Sem rótulos, sem necessidade de catalogar!
Todos sejam cidadãos de primeira linha,
Que acordem em cada dia com vontade de vencer,
Que se veja o esforço de todos a aparecer,
Enfim, um Portugal digno que a todos convinha!
Que todos os angariados milhões sejam prosperidade,
Sejam semeados em benefício e para todos nós,
Se invista sobretudo nos valores da boa seriedade,
Na transparência leal de todos com todos nós!
António Benigno
Código de Autor: 2015012923340101
Jan 29, 2015
Jan 29, 2015 at 7:03 PM UTC
The friends I made have slipped and strayed,
And who's the one that cares?
A trifling lot and best forgot--
And that's my tale, and theirs.
Then if my friendships break and bend,
There's little need to cry
The while I know that every foe
Is faithful till I die.
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Falta-me progressiva consistência
que me tire desta constante inércia do recordar.
Permeiam-me contrarreações ilógicas do universo;
do meu universo.
Irrisório inaceitável tempo
que desfaleça minha imutável memória
atormentada por falsas angustiadas imagens.
Maldito brilho
que por vezes ofusca meu coeso e desejável
leal raciocínio.
Fatos agora estáveis foram,
por vezes,
acontecimentos importunos,
que propuseram ao meu bem estar uma obscuridade incontínua,
porém intransigível.
Embora uma situação não muito clara e nítida a mim mesmo,
pude perceber confessadamente o que de caótica maneira me ponderava
– e que talvez ainda o faça -
meu oneroso conivente dionisíaco.
Ainda não compreendo
porém,
se estou franqueado disto que mal posso interpretar;
que nem mesmo sei se ainda existe legitimamente.
É tudo inevitavelmente sobre eles,
os olhos que me acorrentam por anos em um relance de ódio freudiano;
a mais esplêndida e simplesmente bela face de todo e qualquer universo:
hei de conquistá-la em meus sonhos platônicos
ou tristemente afogá-la em minha morte
vividamente devotada em tê-la.
May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:09 PM UTC
Un dia orando le dije a mi Señor
tu el alfarero y yo el barro soy
moldea mi vida a tu parecer haz como tu
quieras asme un nuevo ser.
Coro
Me dijo no me gustas te voy a quebrantar
y en un vaso nuevo te voy a transformar
pero en el proceso te voy hacer llorar
porque pr el fuego te voy hacer pasar
Quiero una sonrisa cuando todo va mal
quiero una alabanza en lugar de
tu quejar, quiero tu confianza en la tempestad
y quiero que aprendas tambien a perdonar
Nov 3, 2015
Nov 3, 2015 at 3:23 AM UTC
Una espada,
una espada de hierro forjado en el frío del alba
una espada con runas
que nadie podrá desoír ni descifrar del todo,
Una espada que los poetas
igualarán al hielo y al fuego,
una espada que un rey dará a otro rey
y este rey a un sueño,
una espada que será leal
hasta una hora que ya sabe el Destino,
una espada que iluminará la batalla.
Una espada para la mano
que regirá la hermosa batalla, el tejido de hombres,
una espada para la mano
que enrojecerá los dientes del lobo
y el despiadado pico del cuervo,
una espada para la mano
que prodigará el oro rojo,
una espada para la mano
que dará muerte a la serpiente en su lecho de oro,
una espada para la mano
que ganará un reino y perderá un reino,
una espada para la mano
que derribará la selva de lanzas.
Una espada para la mano de Beowulf.
1k
If the mornings breath
e'er but takes you away
I shall linger in the sullen fields
and my voice shall graze the scarlet hues
that scratches upon the Dawn.
In that moment of disarray
This heart will fear its trembling beat
and all that once was warm, tender
shall cross this form in Icy hues
and frozen to all thought and form
shall linger e'er to die.
If in the days caressing form
the Sun shall no hold no light
and darkness to the weary Soul
shall be the guiding life,
No summer breeze nor crystal lake
No Flower in beauty arrayed
Would awaken that moments Joy
when within these arms you Laid.
The seagull's cry shall haunt my days
to the sadness that life befalls
the glory of the youthful times
when in love -Aye! It Grows.
Capture a picture, save the Soul
for those bitter days that shall fall
A lover's lament, the passing Tide
When ones love, to the Leal is gone.
Alisdaire O'Caoimph
Apr 2, 2011
Apr 2, 2011 at 6:33 AM UTC
Sí, yo he escrito estos Abrojos
tras largas penas y agravios,
ya con la risa en los labios,
ya con el llanto en los ojos.
Tu noble y leal corazón,
tu cariño, me alentaba
cuando entre los dos mediaba
la mesa de redacción.
Yo, haciendo versos, Manuel,
descocado, antimetódico,
en el margen de un periódico,
o en un trozo de papel.
Tú , aplaudiendo o censurando,
censurando o aplaudiendo
como crítico tremendo,
o como crítico blando.
Entonces, ambos a dos,
de mil ambiciones llenos,
con dos corazones buenos
y honrados, gracias a Dios,
hicimos dulces memorias,
trajimos gratos recuerdos,
y no nos hallamos lerdos
en ese asunto de glorias.
Y pensamos en ganarlas
paso a paso y poco a poco...
Y ya huyendo el tiempo loco
de nuestras amigas charlas,
nos confiamos los enojos,
las amarguras, los duelos,
los desengaños y anhelos...
y nacieron mis Abrojos.
Obra, sin luz ni donaire,
que al compañero constante
le dedica un fabricante
de castillos en el aire.
Obra sin luz, es verdad,
pues rebosa amarga pena;
y para toda alma buena
la pena es oscuridad.
Sin donaire, porque el chiste
no me buscó, ni yo a él;
ya tú bien sabes, Manuel,
que yo tengo el vino triste.Juntos hemos visto el mal
y en el mundano bullicio,
cómo para cada vicio,
se eleva un arco triunfal.
Vimos perlas en el lodo,
burla y baldón a destajo,
el delito por debajo
y la hipocresía en todo.
Bondad y hombría de bien,
como en el mar las espumas,
y palomas con las plumas
recortadas a cercén.
Mucho tigre carnicero,
bien enguantadas las uñas,
y muchísimas garduñas
con máscaras de cordero.
La poesía con anemia,
con tisis el ideal,
bajo la capa el puñal
y en la boca la blasfemia.
La envidia que desenrosca
su cuerpo y muerde con maña;
y en la tela de la araña
a cada paso la mosca...
¿Eres artista? Te afeo.
¿Vales algo? Te critico.
Te aborrezco si eres rico,
y si pobre, te apedreo.
Y de la honra haciendo el robo
e hiriendo cuanto se ve,
sale cierto lo de que
el hombre del hombre es lobo.No predico, no interrogo.
De un sermón ¡qué se diría!
Esto no es una homilía,
sino amargo desahogo.
Si hay versos de amores, son
las flores de un amor muerto
que brindo al cadáver yerto
de mi primera pasión.
Si entre esos íntimos versos
hay versos envenenados,
lean los hombres honrados
que son para los perversos.
Y tú, mi buen compañero,
toma el libro; que en verdad
de poeta y caballero,
con mis Abrojos no hiero
las manos de la amistad.
985
Dear Father,
It is with an intoxicated, profound, and perhaps misled familial respect and gratitude
That I write you and I ask of you
That you assess your cavalier attitude
On your own life and widespread dissidence you feel
For when your recklessness kills you and I am to serve you leal
I would be disingenuous to gaze upon the eyes of all your peers
And not deliver an encomium weighted by your grievances and jeers
So if you must die, please give me explicit instruction that you have cured your lover's quarrel with life and it's inhabitants
If you cannot I will stress the points of your plight with an unrelenting adamance
With love,
M. Whit
Dec 29, 2016
Dec 29, 2016 at 10:53 PM UTC
Sueño con un antiguo rey. De hierro
es la corona y muerta la mirada.
Ya no hay caras así. La firme espada
lo acatará, leal como su perro.
No sé si es de Nortumbria o de Noruega.
Sé que es del Norte. La cerrada y roja
barba le cubre el pecho. No me arroja
una mirada su mirada ciega.
¿De qué apagado espejo, de qué nave
de los mares que fueron su aventura,
habrá surgido el hombre gris y grave
que me impone su antaño y su amargura?
Sé que me sueña y que me juzga, erguido.
El día entra en la noche. No se ha ido.
862
De vosotros,
los jóvenes,
espero
no menos cosas grandes que las que realizaron
vuestros antepasados.
Os entrego
una herencia grandiosa:
sostenedla.
Amparad ese río
de sangre,
sujetad con segura
mano
el tronco de caballos
viejísimos,
pero aún poderosos,
que arrastran con pujanza
el fardo de los siglos
pasados.
Nosotros somos estos
que aquí estamos reunidos,
y los demás no importan.
Tú, Piedra,
hijo de Pedro, nieto
de Piedra
y biznieto de Pedro,
esfuérzate
para ser siempre piedra mientras vivas,
para ser Pedro Petrificado Piedra Blanca,
para no tolerar el movimiento
para asfixiar en moldes apretados
todo lo que respira o que palpita.
A ti,
mi leal amigo,
compañero de armas,
escudero,
sostén de nuestra gloria,
joven alférez de mis escuadrones
de arcángeles vestidos de aceituna,
sé que no es necesario amonestarte:
con seguir siendo fuego y hierro,
basta.
Fuego para quemar lo que florece.
Hierro para aplastar lo que se alza.
Y finalmente,
tú, dueño
del oro y de la tierra
poderoso impulsor de nuestra vida,
no nos faltes jamás.
Sé generoso
con aquéllos a los que necesitas,
pero guarda,
expulsa de tu reino,
mantenlos más allá de tus fronteras,
déjalos que se mueran,
si es preciso,
a los que sueñan,
a los que no buscan
más que luz y verdad,
a los que deberían ser humildes
y a veces no lo son, así es la vida.
Si alguno de vosotros
pensase
yo le diría: no pienses.
Pero no es necesario.
Seguid así,
hijos míos,
y yo os prometo
paz y patria feliz,
orden,
silencio.
849
READ BETWEEN THE LINES
THERE'S SO MUCH MORE TO LIFE THAN THIS
OPEN UP YOUR EYES
SEE THE COLORS THAT DON'T EXIST
IF YOU CAN MAKE A FIST THEN YOU CAN FIGHT
DEATH WITH APPLAUSE & YOU KNOW ITS RIGHT
CLOUDS FILL THE AIR & I'M LOSING SITE
OF WHATS REALLY REAL & WHATS WRONG OR RIGHT
BROKEN TELEVISION
WITH MY REFLECTION ON THE SCREEN
CLEANSE YOUR INNER VISION
FILL THE SPACES IN BETWEEN
EXPAND REALITY
THEY BLIND FOLD YOU SO YOU CANT SEE
ITS SUCH HYPOCRISY
THEY PUSH IT ALL ON YOU AND ME
IF YOU CAN MAKE A FIST THEN YOU CAN FIGHT
DEATH WITH APPLAUSE & YOU KNOW ITS RIGHT
CLOUDS FILL THE AIR & I'M LOSING SITE
OF WHATS REALLY REAL & WHATS WRONG OR RIGHT
Apr 30, 2016
Apr 30, 2016 at 5:31 AM UTC
Sobre el muro de Zamora; vide un caballero erguido;
al real de los castellanos da con grande grito:
-¡Guarte, guarte, rey don Sancho, no digas que no te aviso,
que del cerco de Zamora un traidor había salido;
Vellido Dolfos se llama, hijo de Dolfos Vellido,
si gran traidor fue su padre, mayor traidor es el hijo;
cuatro traiciones ha hecho, y con ésta serán cinco!
Si te engaña, rey don Sancho, no digas que no te aviso.
Gritos dan en el real: ¡A don Sancho han mal herido!
¡Muerto le ha Vellido Dolfos; gran traición ha cometido!
Desque le tuviera muerto, metióse por un postigo,
por las calle de Zamora va dando voces y gritos:
-¡Tiempo era, doña Urraca, de cumplir lo prometido!
747
Your beautiful mind is shrouded by our abyssmal surrounding
The jarring ruckus composed of voices with nothing to say, comitting lustful and spiteful acts just as confounding
You buzz around the gun shots in the night from the heated exchanges of the afternoon, and relish spreading the news in the morning
Yet we all hate the mourning
Your thoughts float along a tributary of violence, carrying too much weight not to be dragged under by the venomous current
And you love it
If only one ambition I could bring to fruition, if only one purpose I would be a leal servant
It would be to abruptly uproot you from this concrete savannah,
this rolling plain of debauchery,
this collaboration of skullduggery,
this tundra of treacherous trollops
And replant you firmly in view of the sun,
Nov 29, 2016
Nov 29, 2016 at 11:39 AM UTC
Gaspar, si enfermo está mi bien, decidle
que yo tengo de amor el alma enferma,
y en esta soledad desierta y yerma,
lo que sabéis que paso persuadilde.
Y para que el rigor temple, advertilde
que el médico también tal vez enferma,
y que segura de mi ausencia duerma,
que soy leal cuanto presente humilde.
Y advertilde también, si el mal porfía,
que trueque mi salud y su accidente,
que la tengo el alma se la envía.
Decilde que del trueco se contente,
mas ¿para qué le ofrezco salud mía?
Que no tiene salud quien está ausente.
620
Don’t touch the soul! It is alive!
It can remember a great deal!
Its memories are like a hive.
Don’t touch the soul! It is too leal!
Don’t worm into the soul rudely
Like in a thicket, breaking twigs.
Just listen, how it's drawly groaning!
Attend to its so silent pleas!
The soul is tortured! Please, don't touch it!
If you can’t love, just pass it by!
Don’t touch the soul! I pray, don’t break it!
The soul hurts! Don’t let it die!
May 16, 2025
May 16, 2025 at 3:53 PM UTC
Tarde de lluvia en que se agravan
al par que una íntima tristeza
un desdén manso de las cosas
y una emoción sutil y contrita que reza.
Noble delicia desdeñar
con un desdén que no se mide,
bajo el equívoco nublado:
alba que se insinúa, tarde que se despide.
Sólo tú no eres desdeñada,
pálida que al arrimo de la turbia vidriera,
tejes en paz en la hora gris
tejiendo los minutos de inmemorial espera.
Llueve con quedo sonsonete,
nos da el relámpago luz de oro
y entra un suspiro, en vuelo de ave fragante y húmeda,
a buscar tu regazo, que es refugio y decoro.
¡Oh, yo podría poner mis manos
sobre tus hombros de novicia
y sacudirte en loco vértigo
por lograr que cayese sobre mí tu caricia,
cual se sacude el árbol prócer
(que preside las gracias floridas de un vergel)
por arrancarle la primicia
de sus hojas provectas y sus frutos de miel!
Pero pareces balbucir,
toda callada y elocuente:
«Soy un frágil otoño que teme maltratarse»
e infiltras una casta quietud convaleciente
y se te ama en una tutela suave y leal,
como a una párvula enfermiza
hallada por el bosque un día de vendaval.
Tejedora: teje en tu hilo
la inercia de mi sueño y tu ilusión confiada;
teje el silencio; teje la sílaba medrosa
que cruza nuestros labios y que no dice nada;
teje la fluida voz del Ángelus
con el crujido de las puertas;
teje la sístole y la diástole
de los penados corazones
que en la penumbra están alertas.
Divago entre quimeras difuntas y entre sueños
nacientes, y propenso a un llanto sin motivo,
voy, con el ánima dispersa
en el atardecer brumoso y efusivo,
contemplándote, Amor, a través de una niebla
de pésame, a través de una cortina ideal
de lágrimas, en tanto que tejes dicha y luto
en un limbo sentimental.
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Your jurisdiction ends over my veil
You are nobody to rule on my zeal
This limited sovereignty is mine
Where I am free to cry or peal
Don't let your dubiety ask me
If I am leal to your creel.
May 21, 2020
May 21, 2020 at 6:56 PM UTC
Nos separamos ambos de mal humor. ¿Por qué?
Y después de que tanto prometimos un día
Amarnos siempre, pero... la culpa no fue mía,
Y aunque insistas, no puedes decir que yo empecé.
Fuiste tú. Tú empezaste. Tal vez ambos... Tú... yo...
Mas te confieso, no
Fuiste tú. ¿Me has oído? Ni yo... Franco seré.
Él sólo responsable de todo el amor fue.
Y saliste enojada. Tu adiós me sonó mal,
Y cambiamos palabras duras en el umbral.
Hizo explosión mi orgullo, que tanto tiempo, tanto,
Contuve, y reprimías en los ojos el llanto.
Extraño es, pero cierto. Desde que nos unimos
Parece, así lo creo, que odiándonos vivimos.
Y la culpa no es tuya. Tampoco culpa mía.
Me quieres. No lo niego. Negarlo no podría,
Y te he amado. Y te amo con afecto leal.
Mas tal vez las disputas, del carácter igual
Que tenemos, dependen; de que siempre nos vemos,
Y quizás de que mucho los dos nos conocemos.
Así nuestros defectos se muestran con frecuencia,
Sin que haya en nuestras almas un poco de indulgencia.
Comprenderse de sobra no es nunca conveniente,
Porque viene el análisis al punto. Y a la mente
La incertidumbre llega fatal. Y no tenemos
En el amor confianza, pues de él siempre tememos
El vernos traicionados. Mira: un momento hacía
Que tú y yo nos amábamos. Pero ambos pretendemos,
Como extraña manía,
Amarnos en la vida de modo extraordinario,
Y, viéndolo bien, eso no es nunca lo ordinario.
Y nos atormentamos. Ya amarnos con locura
Es difícil. Mas oye. Juzgo que la cordura
Exige, de nosotros que menos nos veamos.
Cierto es que nos amamos,
Mas de hablar de eso siempre se cansa uno y se irrita.
Y para estar tranquilos nuestra alma necesita
No vernos con frecuencia. Y esto no es un capricho.
Verás que cuando vuelvas, muchas cosas tendremos
Para decirnos, cosas que no nos hemos dicho,
Y entonces, sí, felices, muy felices seremos.
Vamos a amarnos mucho, mucho nos amaremos.
Pensar en dichas nuevas no es esperanza vana,
Estoy de ello seguro. Lo verás, sí, tesoro
De mi vida. ¡Te adoro!...
Y trata de que vuelvas más temprano mañana.
738
Just look at the stars when you feel blue.
Hold the lightning like a streak of burning flames.
On the cold and darkness of endless space.
A beam of sun light will brighten up your day.
Never forget to think of him or to pray.
Loneliness is just a word.
Each day will be brighter.
All things will be better.
Let it not get to you any further.
Oct 1, 2014
Oct 1, 2014 at 2:33 PM UTC