Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"cai" poems
Todos me dizem que o seu coração é impenetrável O Castelo mais seguro perderia Não tenho códigos, chaves e nem força Tenho apenas palavras escritas Mas como também me dizem, palavras abrem portas E se portas podem ser abertas Seu coração também pode ser penetrado Por mais difícil que seja Leia o que eu escrevo Pode ser meio complicado pelas lágrimas que mancham o papel Nas palavras manchadas pelas lágrimas Finja que "amor" está escrito Por que com amor as coisas ficam mais bonitas Mais uma lagrima cai no papel Mais amor eu vejo nele É aconselhável eu parar por aqui Pode ser que o papel se rasgue E se meu papel se rasgar Ler isso você não vai E então  as portas continuaram fechadas Ficarei sem códigos, chaves, força e agora sem palavras Então o que você guarda ai dentro do seu coração não será desvendado Por toda a eternidade.
0
Oct 28, 2015
Oct 28, 2015 at 7:59 PM UTC
Numa folha de papel
"Por Tu Maldito Amor" El dia que te encontre me enamore Tu sabes que yo nunca lo e negado Con sana me lograste enloqueser Y yo cai en tu tramapa ilusionado De pronto todo aquello se acabo Faltaste a la promesa de adorarnos Me undiste en el olvido por creer Que a ti no llegarian jamas los anos Por tu maldito amor No puedo terminar con tantas penas Quisiera rebentarme hasta las venas Por tu maldito amor Por tu maldito amor Por tu maldito amor no logro acomodar mis sentimientos Y el alma se me sigue consumiendo Por tu maldito amor Por tu maldito amor Ahahahahahahaha Y ya para que quiero la tumba Si ya me enteraste en vida Ahaha ayi No quiero que regreses nunca no Prefiero la derota ente mis manos Si ayer tu nombre tanto pronuncie Hoy mirame rompiendome los labios Por tu maldito amor No puedo terminar con tantas penas Quisiera rebentarme hasta las venas Por tu maldito amor Por tu maldito amor Por tu maldito amor no logro acomodar mis sentimientos Y el alma se me sigue consumiendo Por tu maldito amor Por tu maldito amor Por tu bendito amor
0
May 31, 2015
May 31, 2015 at 11:52 PM UTC
Vicente Fernandez - Por Tu Maldito Amor
Un deseo a cumplir Realidad se cambio Mi camino es diferente Pero realise Que en esta noche Hay pura mentiras Sobre de mis suenos Cuando quise escapar No habia puertas Me dormi en la oscuridad En la bella noche Se me cai las lagrimas En la bella noche Se me va la esperanza En la bella noche Se me va la riza y la luz y compassion Se me va la felicidad En este mundo No te quise decir Que no existe maravillas No te queria llenar de desepcion Yo queria verte feliz En la bella noche Se me va las lagrimas En la bella noche Se me va la sonrisa En la bella noche Se me regresa el depression y angustia Veine todo mal En la bella noche Se me va la fantasia En la bella noche Se me va los deseos En la bella noche Se va mi juventud y esperanza No mas queda la realidad El noche esta lleno de estrellas Que llena el cielo con poquito de fe Pero se que todo esto es una mentira Para traparnos en una fantasia que no tiene nada de vida Cuando quise escapar Mis manos levantados Listo para tumbar todos los paredes No te quise lastimar Pero esto es la unica manera Para escapar de este mundo cruel No te quise hazer dano Pero ala mejor es mejor Que no recuerdas la verdad De este cruel mundo Y como nos mentio Llenando nos de mentiras Que deseos si se cumple La bella noche se va callendo Y nosotros somos que lo tumbo Con nuestras manos lo vamos a Destrozar Quemar Cambiar Vamos ser nuestra realidad En la bella noche Vamos a garar fe En la bella noche Vamos comer las estrella En la bella noche Vamos ser la luz que brilla para el futuro Y crear fantasias © Sofia Villagrana 2018
0
Sep 10, 2018
Sep 10, 2018 at 11:05 AM UTC
Bella Noche
Un deseo a cumplir Realidad se cambio Mi camino es diferente Pero realise Que en esta noche Hay pura mentiras Sobre de mis suenos Cuando quise escapar No habia puertas Me dormi en la oscuridad En la bella noche Se me cai las lagrimas En la bella noche Se me va la esperanza En la bella noche Se me va la riza y la luz y compassion Se me va la felicidad En este mundo No te quise decir Que no existe maravillas No te queria llenar de desepcion Yo queria verte feliz En la bella noche Se me va las lagrimas En la bella noche Se me va la sonrisa En la bella noche Se me regresa el depression y angustia Veine todo mal En la bella noche Se me va la fantasia En la bella noche Se me va los deseos En la bella noche Se va mi juventud y esperanza No mas queda la realidad El noche esta lleno de estrellas Que llena el cielo con poquito de fe Pero se que todo esto es una mentira Para traparnos en una fantasia que no tiene nada de vida Cuando quise escapar Mis manos levantados Listo para tumbar todos los paredes No te quise lastimar Pero esto es la unica manera Para escapar de este mundo cruel No te quise hazer dano Pero ala mejor es mejor Que no recuerdas la verdad De este cruel mundo Y como nos mentio Llenando nos de mentiras Que deseos si se cumple La bella noche se va callendo Y nosotros somos que lo tumbo Con nuestras manos lo vamos a Destrozar Quemar Cambiar Vamos ser nuestra realidad En la bella noche Vamos a garar fe En la bella noche Vamos comer las estrella En la bella noche Vamos ser la luz que brilla para el futuro Y crear fantasias © Sofia Villagrana 2018
Continue reading...
68
Uma casca solta, prisioneira de uma falha perfeita, Perfeitos são o mitos, aos olhos de gente fechada, Explicações são fraquezas, de acções de fachada. Não sei mais quantas vezes eu repetirei, a ceita! O peixe escorregadio, que vadio desaguou do mar, Se esconde na toca do Coelho, que é toca desafeita, Num segredo moribundo, de computador de aldeães, Segundo um mito motar de um braço partido ao luar! Essa vaquinha que pastou, pintada de vermelho corado, Desfeita tantas vezes no pasto, moribundo da praia vazia, Era apenas um segredo, pintado nas veias do tal marado, Que mais ligada que a mentira à realidade, produzida, diria! Que se fodam os mitos, que se lixe o correto, porque certo? Estou eu, e eu, segundo os mitos que considero correctos, Não tiro nem ponho, continuo caminho fora, boquiaberto, Enquanto penso, na esperteza dos enxames concretos! Na sementeira alheia, vanguardeira cairá tão perto, Seu ***** espaço de terra, de um vazio moribundo, E eu cumprida a missão, estarei bem melhor decerto, Porque tudo como nada, tem um preço de vinda ao mundo! Escolhas guardadas comigo, desde o dia que nasci, Cabe ao meu cérebro processar o dia, é costume, Que de tão leve vive meu lume, que ela não teme, Limpeza de água, que cai e faz fumo, e aprendeu! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.25.02.10
0
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
Esta é a utopia
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
0
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
Do vazio é que tens medo. E da pedra que cai e ecoa num mundo cheio de nadas, salas vazias onde uma vez já habitou uma alma quase bem amada. É isso que te aperreia que aperta, te sufoca, tanto espaço pra tanta falta. Sabes da aflição de não ter pra onde correr quando estiver assustada com medo, ansiosa, Então tentes buscar um sentido e entender que isso só se deu porque tentastes apalpar e sentir, e apreciar aquilo que não é real, que não aquece, não preenche E a alma sente E você Vazia.
0
Dec 19, 2015
Dec 19, 2015 at 4:04 PM UTC
Meu eco surdo.
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
0
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo. Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim. Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa. Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos. Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
0
May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Nada mais existia.
A chuva Chove intensamente esta noite na penedia, Escuto e interiorizo melodia… A noite está muito sonolenta e escura, Eu vagueio em vales de ternura. Chuva miudinha que nem molhais, Regas vinhas, oliveiras de meus pais. Pões escorregadios durienses rochedos, Chuva de amor e seus segredos. Chuva de um Verão com toque de Outono, Cão vadio sem senhor e seu trono. Chuva torrencial de águas paradas, Chuva de contos e fadas… Chuva que esbate em frente na pobre janela, Cores de um arco-íris feito Cinderela. Ritmo parecido com o toque do sino, Chuva que cai ao desatino…. Victor Marques
0
Oct 1, 2013
Oct 1, 2013 at 12:08 PM UTC
Chuva
Fim de tarde um dia ido A cascata do tempo não pára desfile lento desfile de uma vida apressada. A noite cai lá fora na mesa, no meio da quieta agitação dos livros a escuridão é ainda maior. Silencioso entrego-me ao “saber “ Respiro o desespero Ambiciono parar o tempo e partir para lado algum Deixo-me vaguear por entre a escuridão
0
Apr 14, 2014
Apr 14, 2014 at 3:48 PM UTC
tempo
E nesta tarde em que a chuva cai madura Pego nesta folha e neste lápis de carvão Rascunho esta tua suave pintura Com a subtileza desta minha mão. Quem desenha sou eu, feito alquimista Que em ti sempre viu algo especial Com estes meus olhos de artista E esta minha sensibilidade radical. Estou simplesmente apaixonado por ti E p´ró papel, eu te levo p’ra te ter P’ra sempre ficarás junto de mim Nesta pintura que de ti estou a fazer. E em teus olhos eu vejo acalento Um brilho especial e muita alegria Um dia destes chegará o momento Em que ficaremos junto o dia-a-dia. Este singelo papel é agora um tesouro Porque nele está desenhada a tua imagem És a face dum anjo que vale mais que ouro Por mim criado em tua homenagem. Venero-te com sublime fervor Agora que és o meu quadro principal Para sempre te darei o meu amor Minha filha, minha princesa real.
0
Jun 6, 2013
Jun 6, 2013 at 5:43 AM UTC
Katy Song
E estas palavras que escorrem na vidraça ensanguentada, numa tarde em que a chuva cai tumultuosa. E estas palavras que escorrem junto com estas lágrimas, p’la face carregadas de um sentimento obscuro. E estas palavras que escorrem com o suor do nosso corpo, numa noite em que corpos ardem de paixão. E estas palavras que escorrem com o orvalho, num amanhecer em que o sol raia esplendoroso. E estas palavras que escorrem junto com o sangue, que corre nas nossas veias, numa violência interior. E estas palavras que escorrem com a tinta do pintor, pela tela que brota das suas mãos diabólicas. E estas palavras que escorrem nas ondas, que embatem violentamente nas rochas das praias. E estas palavras que escorrem como o álcool, e que inunda a alma pejada de medo e tristeza. E estas palavras que cheiram a **** e que o tempo impregnou nas páginas da vida. . . . São palavras que profiro em silêncio, são palavras em que eu te imploro, para que pares essa tua raiva mórbida e doentia que te leva à demente violência e me deteriora.
0
Jan 3, 2014
Jan 3, 2014 at 7:12 AM UTC
violência
Small Tales by Michael R. Burch When Artur and Cai and Bedwyr were but scrawny lads they had many a ***** adventure in the still glades of Gwynedd. When the sun beat down like an oven upon the kiln-hot hills and the scorched shores of Carmarthen, they went searching and found Manawydan, the son of Llyr. They fought a day and a night with Cath Pulag (or a screeching kitten), rousted Pen Palach, then drank a beer and told quite a talltale or two, "till thems wasn’t so shore which’un’s tails wus true." And these have been passed down to me, and to you. According to legend, Arthur and Kay grew up together in Ector’s court, Kay being a few years older than Arthur. Borrowing from Mary Stewart, I am assuming that Bedwyr (later Anglicized to Bedivere) might have befriended Arthur at an early age. By some accounts, Bedwyr was the original Lancelot. In any case, imagine the adventures these young heroes might have pursued (or dreamed up, to excuse tardiness or “lost” homework assignments). Manawydan and Llyr were ancient Welsh gods. Cath Pulag was a monstrous, clawing cat. (“Sorry teach! My theme paper on Homer was torn up by a cat bigger than a dragon! And meaner, too!”) Pen Palach is more or less a mystery, or perhaps just another old drinking buddy with a few good beery-bleary tales of his own. This poem assumes that many of the more outlandish Arthurian legends began more or less as “small tales,” little white lies which simply got larger and larger with each retelling. It also assumes that most of these tales came about just as the lads reached that age when boys fancy themselves men, and spend much of their free time drinking and puking! Keywords/Tags: King Arthur, boy, boyhood, ***** drinking, beer, ale, tall tales, Wales
0
Apr 18, 2020
Apr 18, 2020 at 12:50 AM UTC
Small Tales
Small Tales by Michael R. Burch When Artur and Cai and Bedwyr were but scrawny lads they had many a ***** adventure in the still glades of Gwynedd. When the sun beat down like an oven upon the kiln-hot hills and the scorched shores of Carmarthen, they went searching and found Manawydan, the son of Llyr. They fought a day and a night with Cath Pulag (or a screeching kitten), rousted Pen Palach, then drank a beer and told quite a talltale or two, "till thems wasn’t so shore which’un’s tails wus true." And these have been passed down to me, and to you. According to legend, Arthur and Kay grew up together in Ector’s court, Kay being a few years older than Arthur. Borrowing from Mary Stewart, I am assuming that Bedwyr (later Anglicized to Bedivere) might have befriended Arthur at an early age. By some accounts, Bedwyr was the original Lancelot. In any case, imagine the adventures these young heroes might have pursued (or dreamed up, to excuse tardiness or “lost” homework assignments). Manawydan and Llyr were ancient Welsh gods. Cath Pulag was a monstrous, clawing cat. (“Sorry teach! My theme paper on Homer was torn up by a cat bigger than a dragon! And meaner, too!”) Pen Palach is more or less a mystery, or perhaps just another old drinking buddy with a few good beery-bleary tales of his own. This poem assumes that many of the more outlandish Arthurian legends began more or less as “small tales,” little white lies which simply got larger and larger with each retelling. It also assumes that most of these tales came about just as the lads reached that age when boys fancy themselves men, and spend much of their free time drinking and puking! Keywords/Tags: King Arthur, boy, boyhood, ***** drinking, beer, ale, tall tales, Wales
Continue reading...
19
Alice, Alice Sempre reclamava alice: -Como não me amar? -Porque ter de ir embora? -Posso eu ser pequena por fora e grande por dentro? Pare de perguntas alice, me disseram que você andava feliz.. - Sim, eu andava, mas ele me fez encolher de novo Ah minha querida, isso é passageiro, já já vem outro e você crescerá e sua alma se elevará. - Como tens certeza disso? Ja te disse Alice, não perguntes, apenas acredite. - Acredite, acredite.... Que frieza minha, achar que seria só meu. - Como pude querer possessão? Fácil, foi o ego, ele não iria suportar o fato concreto da perda, então, se colocou a frente, fazendo-a acreditar que se a possessão não existisse você iria por água a baixo ou melhor dizendo, por buraco abaixo, mas entenda minha querida alice, que.... A alma flutua, e se estivermos na direção errada ela irá se afundar,como se estivesse caindo num fundo buraco, só que enquanto você cai vai percebendo que quanto mais ela naufraga, mais ela emerge,e continua flutuando, como num equilíbrio poético, sem ter direção,sem ser julgada como errada ou certa, pois a vida é igual a chuva, ela cai e continua caindo, mas como num ciclo ela evapora e se transforma , se renovando, se equilibrando.
0
Oct 1, 2014
Oct 1, 2014 at 10:51 PM UTC
Untitled
A chuva cai, o corpo esfria. A neblina sobe ao cair do dia O vento nos carrega, sem norte a vida nos entrega à nossa própria sorte. Sozinhos no mar, Meu rosto disforme encontrou o seu O enigma daquele olhar entreaberto como uma porta fumei um pouco do amarelo, bebi um gole de azul Minha mente anoiteceu verde de alegria e meus olhos vermelhos como a lua cheia daquele dia O sol fugiu pra um céu estrelado deixou você ao meu lado e quando voltou nos encontrou dançando na chuva
0
Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 5:56 PM UTC
Sorte
Juntos navegamos para o objectivo final. desvio monto o meu corcel cavalguei milhas paragem segui viagem retorno às origens De novo na minha cabana aí fora guerras sem sangue travam-se entre os aristocratas Usurpação dos poderes procura constante Idiotas um deserto já sem cor ao fundo uma vida Migalha de vida Um jardim flores Músicos tocam flauta Cai o pano apagam as luzes Acabou a peça acabou tudo Até a vida É O FIM.
0
Feb 3, 2014
Feb 3, 2014 at 3:34 PM UTC
a peça
Cai-me o silêncio na mente, uma mescla de nostalgia e solidão invade-me a alma, vozes silenciosas em vão suplicam o perdão. Corpos acorrentados à r e a l i d a d e , olhos molhados de lágrimas perdidas, tormento e ódio, amor, perdão. Na vigília da noite uma luz ténue surge lá no fundo, gestos provocantes pairam na silhueta do mundo, ventos tempestuosos derrotam quimeras distantes, hoje pintadas de c i n z e n t o . Sociedade imunda, profanada por cultos ignorantes que hoje se abrigam sob um manto de fantasias enubladas. Águas mansas de um lago, onde cisnes se banham, águas de lágrimas vertidas pelos tempos. Ouço tua voz na brisa dos pinhais, onde minha alma vagueia... porquê?
0
Mar 17, 2014
Mar 17, 2014 at 7:33 PM UTC
nostalgia do sequeso
A noite cai lá fora na mesa, à volta dos livros a escuridão. Estou sentado, uma cama, um telefone tentei telefonar-te a linha estava ocupada estará a dormir talvez doente Não! O telefone está cortado não pagou a conta. De novo à mesa recomecei o livro entrei na noite.
0
Jan 8, 2014
Jan 8, 2014 at 2:56 AM UTC
a chamada
transpiro o medo que em mim habita se alastra e me consome faz frio uma lágrima aflita cai no tempo e emana em mim uma dor cruel o sangue procura uma saída e escorre ímpio pela minha boca fria procuro paralisado no tempo o que ainda resta desta vida onde nestas entranhas jaz imóvel o meu coração e a vida é bela
0
Jun 12, 2015
Jun 12, 2015 at 5:35 AM UTC
A vida é bela
Mostardemais para manchar minha blusa só de susto, me lambuzo, molho e sujo Picadoendo, agulha sangrando, molho e tempero tempo e erro Salta da minha boca e cai no chão (falar pra quê?) espatifando o reflexo no chão e matéria deforma Se informa
0
Jun 24, 2017
Jun 24, 2017 at 11:49 AM UTC
Mostardemais
O manto ***** da noite cai sobre a cidade, o vento sopra por entre o vazio das ruas. Lá longe a silhueta da pessoa que amo desaparece tal e qual o fumo, e eu continuo só por entre as muralhas da vida.
0
Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 4:04 PM UTC
negra noite
cai a noite. estou só, desamparado nesta estranha tristeza, e na melancolia da solidão deste espaço sinto o cansaço. tento encontrar conforto nas rimas das palavras que aqui escrevo. sinto preguiça. e na ira desta fobia, refugio-me na poesia.
0
Apr 15, 2015
Apr 15, 2015 at 3:30 PM UTC
Um antídoto chamado poesia
Tongues of fire stab the sky;                 fiery discharge from the mouths of serried bells                               Thunder rumbles through still air;                 death’s express trained on someone’s nowhere.                             Dark clouds roil in the distance;                                 destruction’s twisted smoke.                                        A shrill bird sings.                          The pockmarked face of mother earth                          recoils at the touch of invading ghosts.                     Foot follows foot through mud and tall grass.                                      Torment is a green maze.                             Turn, twist, walk in paranoid silence;                                          nightmare topiary.                                                 No exit,                                          only a door to Hell                               Lives rush past terror-filled eyes;                                        spirits leak into the earth.                                            There is no requiem—                                only keening women to pipe us on.
0
Jan 19, 2015
Jan 19, 2015 at 10:49 AM UTC
Dien Cai Dau (Crazy in the Head)
Tongues of fire stab the sky;                 fiery discharge from the mouths of serried bells                               Thunder rumbles through still air;                 death’s express trained on someone’s nowhere.                             Dark clouds roil in the distance;                                 destruction’s twisted smoke.                                        A shrill bird sings.                          The pockmarked face of mother earth                          recoils at the touch of invading ghosts.                     Foot follows foot through mud and tall grass.                                      Torment is a green maze.                             Turn, twist, walk in paranoid silence;                                          nightmare topiary.                                                 No exit,                                          only a door to Hell                               Lives rush past terror-filled eyes;                                        spirits leak into the earth.                                            There is no requiem—                                only keening women to pipe us on.
Continue reading...
19
a noite cai sobre a floresta. as estrelas brilham, revelando as sombras do passado das almas mortas, em voo.
0
Aug 17, 2015
Aug 17, 2015 at 6:29 AM UTC
Almas
a chuva cai suavemente sobre o teu rosto. a chuva cai suavemente sobre o teu cabelo, e toca-te os lábios sedentos de um beijo. a chuva cai suavemente do céu, e permite que a minha alma flutue sobre o ar, levando-me para um lugar mágico.
0
Aug 17, 2015
Aug 17, 2015 at 6:33 AM UTC
Aquele dia