"haver" poems
What would I do for you? There's lots of things, actually
I would spontaneously start speaking Hungarian for you...but it probably would sound like nonsense
and some Hungarian dude
Would be all like "Haver, nem beszél magyarul"
I would shrug, because
I don't know Hungarian...
But I'd still do it for you, if you wanted me to.
I would fly us to ancient Mayan burial grounds, where we could
Learn all about a lost culture
We would run into a cursed
Mayan Chief, but he'd actually be pretty cool
He would teach us how to do a rain dance,
Every once in awhile he'd look at you and say "kíichpan"
and I'd be like..."Dude, back off..."
He's like 2000 years old...
He's way too old for you.
I would carve you an Ice Sculpture in your likeness
Taking care to make sure that every detail was perfect and reflected
Your beauty
In every possible way.
I'm not too good at Ice Sculpting, though, so it might just end up looking
Like an oddly-shaped block of ice.
Sorry...
I hope you would like it anyway
For you, I would count to infinity
Which might not sound like a feat, at first
But then I would count back to zero
I'm pretty sure no one's done that before....
I won't be able to do it all in one day
So it might take awhile...
Hope you don't mind waiting for me
I would write poetry every day for you
Because I know that I would never run out of things
To write about
....Well, maybe every 'other' day.
Jan 2, 2012
Jan 2, 2012 at 2:55 PM UTC
Filha, filho, Filhos…
Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu…
No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu.
Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria.
Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém….
No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar…
Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma.
Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos…
O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força
Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos….
O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana.
Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo.
A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer…
Victor Marques
Sep 25, 2013
Sep 25, 2013 at 6:24 AM UTC
Vindima que sempre vem
Que regalo é ver estas lindas uvas que serão destinadas a ser pisadas por tantos pés generosos deste povo duriense que nas encostas trabuca com suor no rosto. Depois de tantas canseiras chega a hora da colheita para todos começarem em festa um processo que acabará nos melhores vinhos de Portugal e do mundo.
Para haver vindima temos de ter videiras bafejadas pelo sol, acolhidas pelo xisto e amadas pelo homem duriense que não se cansa de as amar e bajular. Este meu Douro é sem sombra de dúvida local privilegiado para a produção deste néctar abençoado por Deus.
A videira que Jesus tantas vezes enumerou me faz perceber o universo, a sua diversidade e porque não mesmo a vida depois da morte. Como simples podador o homem corta as vides na esperança de uma boa colheita. Que encanto ver durante seu ciclo o despertar constante de tantos sonhos adormecidos.
A videira delicia, rejuvenesce, cresce embalada pelo vento em socalcos e patamares e os rios são seus fiéis companheiros e a seu lado tantas árvores dão as azeitonas da paz e serviram de aconchego no Horto das Oliveiras para Jesus Cristo amar os homens e segredar a Deus seu Pai. Temos orgulho em nossos muros de pedreiros que esculpiram seu próprio fado, eles mudaram os olhares de um Douro mal-amado…
Victor Marques
Oct 6, 2013
Oct 6, 2013 at 2:11 PM UTC
Estava encostado, ao muro da escada,
Que me levava junto à velha casa,
Meditava ao som de uma doce balada,
Passarinhos cantavam música em brasa!
Despertou em mim, que estava ali especado,
Tamanhos sonhos, que dei um grande grito,
No pensamento, sentia o coração alargado,
Abram-se as portas, sem haver qualquer conflito!
É essa a viagem, a mais esperada e que procurei,
Senti ali a direcção, a um mundo muito nobre,
A frontalidade e a esperança, é agora, e eu achei,
É o mundo onde a minha presença não é pobre!
Ali vale a coragem e a dificuldade dos que tentam,
Vale a alma e a presença da aparência, não é sorte,
Todos se sentem belos, porque se vive sem morte,
Aquela morte passaporte, que na vida é mais forte!
Vi o que desejava ali naquela escada, mas nem sonhava,
Naquela velha casa, meu pai e minha mãe nos preparava,
Enquanto vagueava, pensei que o que eu sonhei, não realizava,
Mas mesmo naquela casa, estava tudo com que ambicionava!
O caminho pra o enxergar foi longo e demorado,
Mas vivi tão perto e durante anos não a alcançava!
Não foi em vão a viagem ganhei vida avantajada,
Tirei do pensamento maravilhas maiores doutro mundo!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2014.02.02.21.41.04.02
Feb 5, 2014
Feb 5, 2014 at 4:20 AM UTC
Was it a divine sign amongst the creation –
A revelation so lightsome and pregnant –
That a blanching feather’s unforeseen descent
Made my poetic soul blench for evocation?
Surely, t’was from some celestial spheres, –
Angelic wings of cherubs and seraphim –
So long been soaking in firmamental affairs
That human mental senses but morphine.
A feather if eatable, a matter of addiction –
Plucking and plucking without satiety –
If been drinkable, a matter of intoxication
Leading humans into ever inebriety.
---
O’ glorious feathers who hover with mystery –
Over skyey dreams and unearthly visions –
Which land on the earth with vice and misery,
Lending the haver only vain aspirations.
O’ one-time ornaments of the seven heavens –
Brightness and whiteness of all times –
Have you no shame on the dirt of your pens
Writing worldly prose and heretic rhymes?
By-the-way, your heaven is no heaven but a sky –
As well as not every brightening is holy –
Just as Icarus has fallen from and by your high
As others are mystified by your fake glory.
---
Whether art thou the sinister poker of Iblis –
Leading by a dancing feather in the hand –
Human arts like the one that let fall Ibn Idris
Calling with fair words to the Fallen’s land?
Whether divine inspirations in form of an aura –
Blown on the poor’s brow as enlightenment –
Art thou as the freshening science of soul and soma
Kindling the minds’ muscles as a tea of mint?
Oh, Only God knows of Ma’at’s Hall of gloom –
If one’s deeds worth a feather morrow –
So, I seek only Deus’ forgiving, life-giving plume
To pardon my feather on the mortal pillow.
Oct 5, 2019
Oct 5, 2019 at 1:13 AM UTC
Se eu fosse pintor o amor queria pintar
O pintaria com as cores de verde e azul
Azul seria representaria liberdade que dá o mar,
E no verde estaria o amor que ninguém calcule!
Se fosse matemático o amor seriam somas,
Seriam somas de sentimentos sempre bons,
E se a arte fosse a musica imitaria seus sons,
Entregar os sentimentos sem quaisquer retomas!
Como seria bom encarar todas as profissões,
Dedica-las ao amor e viver todas as emoções,
Construindo em cada dia coisas das boas vibrações,
Sentir cá dentro o carinho nos nossos corações!
Mas o que é isto que é o amor?
Qual a cor e qual o som que tem esse calor?
O amor é a dissolução de qualquer dor,
São cores e sons que se apresentem com glamour!
E assim, que em todos os corações haja um ninho,
Como o deva haver também dentro de qualquer lar,
Porque o ninho é pequenino e há grande bem-estar
Que o amor nos siga sempre por qualquer caminho!
Autor: António Benigno
Código de Autor: 2014.09.07.13.21.08.05@
Sep 7, 2014
Sep 7, 2014 at 8:45 AM UTC
lyset lyder som disse sarte vibrationer
og det hele ender i en babyblå
sproget skubber til loftet og det
krøllede papir vinder alt
mens det ligger der
mine arme kan
i dette øjeblik
vande tusinde haver
May 28, 2016
May 28, 2016 at 3:50 PM UTC
A whole entire human
A feeler of pain
A fighter of battles of the mind
A warrior
An owner of a heart, heartbeat, the kind you notice
A closeted non-binary
A mover, A dancer
A thinker of thoughts
A haver of things
A learner
An occupant of my home
A difference in someone's life
A feeler of emotions
A knower of truth
A heartbeat, a heart strain
that catches your attention
A chooser of paths
Incomplete
Mar 26, 2017
Mar 26, 2017 at 12:27 AM UTC
Borboleta do céu, da terra, do mar,
Nasceste para haver luar.
Determinada com asas para voar,
Borboleta linda e doce no olhar.
Pareces presdestinada no teu viver,
Me engrandeces e a vida fazes compreender,
Meu espírito se alegra e tudo quer amar,
Borboleta colorida nas profundas mudanças,
És portadora do bem e de poisar nas flores nunca te cansas.
Oh borboletinha amada e querida,
Sem perceber entraste na minha vida.
Possa eu ser sempre ser vivo ressuscitado,
E pelo teu amor ficar imortalizado,
Num horizonte alaranjado eu irei um dia sepultar,
Com borboletas coloridas sempre a voar.
Victor Marques
May 24, 2022
May 24, 2022 at 12:25 AM UTC
It was the glen of jabberwocky,
Deep within the twaddle mire.
The gobbledygook was being spewed
By the grand codswallop,
The tripe was drivel
And all manner of blethered haver
Did most piffle & bosh.
The great imperial hooey of guff-phooey
Visited with bunk,
There was to be a festivity of the tommyrot;
On the morrow we would dribble bull
Till the cobblers called tosh, **** cod,
And said their applesauce.
No malarkey here crosses their fingers,
For all the liars have bellywash
And work the flapdoodle with bunkum & bushwa.
All the poppycocks we laid out
For the celebration of the gibberish,
When mumbo jumbo hung a more,
Low & long.
On the fens of the balderdash,
At the mouth of the babble,
We sang the song of argle-bargle
By our native tongue jargon.
It was first rate flummery
By the standards of the order of palaver,
The prime wheedlers of gab & fanster.
Mar 1, 2025
Mar 1, 2025 at 10:01 AM UTC
i was that girl from alabama. denied the basics so you could have her. i was the spanish, the belgian, killing my brothers. i was in israel, seeing those brothers. i was american, forgetting those sisters. i was that man in alabama. denying the girl the basics so i could have her. treating her worse so i could have her. keeping her worse so men could have her. telling her worse so tv could haver her. hitting her worse so courts could have her. i was the portuguese, selling brunoise. i was the english, selling those brothers.
i was that girl from alabama
May 16, 2019
May 16, 2019 at 7:23 AM UTC
Deus criou o céu e a terra,
Para haver paz, não guerra!
O mar era escuro e profundo
O Espírito liberta o mundo.
Que a luz de Deus sempre exista no firmamento,
E ou o ame com meu pensamento!
Que a terra produza ervas e plantas,
E homens de boas aventurancas.
Que a noite e a beleza de seus astros se repita com alegria,
Esperando que o sol todos nos desperte
Com sua magia.
Que todos os seres sejam no mundo abençoados,
E nós homens pelo espírito de Deus libertados...
Sem complexidade e como pesada herança,
O Espírito de Deus nos criou à sua semelhança.
Nos deu absoluto poder para poder reinar,
Na terra, no céu e no mar.
Deus nos abençoou duma peculiar maneira,
Amai vos e povoai a terra inteira!
Vivei sem sombra do pecado,
Pois, o Espírito de Deus é Sagrado.
Dec 20, 2023
Dec 20, 2023 at 7:09 AM UTC
Muito me custa compreender este país onde vivo. Portugal precisa urgentemente de ordem, ideologia e patriotismo. Anos se passaram e tantos organismos criados, penso que com a finalidade de haver profissionalismo. Enfim, assistimos hoje a uma estúpida maneira de encarar a vida. As igrejas não espalham a fé, os hospitais não fazem o que poderiam fazer, a justiça é realmente cega, os políticos não sei para que servem e o que parece bonito não é a necessidade do povo, não é o benéfico do país. É urgente e necessário que quem comanda o país defina regras e é urgente que o patriotismo de cada cidadão seja um sentimento profundo de comunidade em cumprimento dessas regras definidas. As televisões não são tribunais, os senhores jornalistas não são juízes e a praça pública não é local de justiça. Envergonha-me viver num país com poucos homens e poucas mulheres dignas desse nome e que raramente ocupam os cargos que deviam. Não se vive de fachada com caras bonitas ou filhos de papás a ocupar cargos de relevo e liderança. O estado não deve ser um abrigo de preguiçosos em poleiros indevidos. Portugal é dos Portugueses e só os que merecem devem chegar ao topo, não pelas alavancas mas sim pelo talento. Aquilo que hoje se perdeu em Torre de Moncorvo na Serra do Reboredo, como em outras regiões do país não volta mais, mas esses granfinos iluminados com ideologias antagônicas à razão da existência humana preocupam-se em acabar com o bom do homem e criar ilusões desastrosas na forma como hoje se vive.🤡🤡🤡🤡
Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:09 AM UTC
Histórias
Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada.
A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê?
-Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico.
Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises.
Nem sempre ouço discórdia ou oposição.
Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia.
Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo.
O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença.
A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais.
Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando?
O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios.
Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca.
Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida.
Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência.
Autor: António Benigno
Código de autor: 2020081022300801
Aug 10, 2020
Aug 10, 2020 at 6:48 PM UTC