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"conseguir" poems
Se que las palabras no bastan Hay que completar con acciones Porque decir te amo no es suficiente El amor es un verbo ¿Habrá algún momento en el que deje de pensar en ti? Querer verte cada vez mas Con que me hables seria feliz No se en que terminará esto Pero quiero saberlo Estar solo contigo Aunque sea por un momento Que me cuentes lo que haces Que desahogues lo que quieras Ser el motivo de tu alegría Y que solo para ti yo escriba "buenos días" La admiración esta desbordada Desde mi perspectiva A veces me asusto Pero he sido meloso toda esta vida Esta situación es incomoda Porque dispongo de todo Tu no das nada Y crean sueños rotos Llegas de repente Por acto del destino Pregunto si es una oportunidad O una experiencia que irá al vacío Pero como decía antes No todo son palabras Hacen falta más acciones Mas sorpresas inesperadas Quizás es lo que falta Para armar esta pieza O un motivo más Para que tu digas "no me interesa" Pero no creo que tu esperes una Porque ellas te esperan a ti Tu vida a mi parecer es un tesoro Y yo lo quiero conseguir Estoy aprendiendo como...
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Apr 16, 2015
Apr 16, 2015 at 9:13 PM UTC
El amor es un verbo.
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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May 27, 2014
May 27, 2014 at 1:05 PM UTC
Escrever sobre o amor
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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Salpicar o teu rosto com farinha, enquanto preparassemos juntos o teu bolo favorito Dar-te os beijos que me apetecesse, com os olhos, sempre que estivesses distraido a apreciar o "flowering tea", que te desse a escolher Sentar-me no teu colo e ver-te desenhar Fazer de ti a manta que me aconchega, entrelaçar os meus dedos nos teus e ver um filme até adormecer Levar-te o pequeno almoço à cama e acordar-te com um beijo de bom dia. Ser... a única a conseguir te arrancar aquele sorriso nos piores momentos... a bateria desenfreada a bater dentro do teu peito... a tua melhor amiga... quem faz valer cada acordar teu. Que fosses a excepção que acreditei que eras, o porto seguro por quem vale a pena esperar para partilhar a vida. Por ti... por nós... mudei, ignorei medos e arrisquei... Não deste valor... desacreditei.
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Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 5:03 PM UTC
Era isto ∞
Eu acordo e coloco as mãos na cabeça. É desesperador o fato de não conseguir entender porque acordei, Ou porquê não acordei do seu lado. Mas acredito que as coisas não podem ser tão certas. Se coisas assim fossem simples não daria certo. Por enquanto, me afogo em pensamentos, de coisas que eu deveria ter dito. Se não fosse por você, não teria nem dormido.
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Aug 25, 2012
Aug 25, 2012 at 8:56 AM UTC
Não é culpa de ninguém.
A vida, há não sei dizer quanto tempo, Tem-se mostrado uma interminável batalha. Conseguir ouvir a razão sem abafar o sentir Conseguir sentir sem por ele ser consumida Inteiramente. Não quero mais escrever poesia de guerra Nem fazer da poesia uma guerra de amor Só vale o que eu deixar que valha. E escrevo-o aqui, as desculpas de merda não valem Nem valeriam se fossem desculpas muitíssimo boas Se estou a perder a cabeça vou atrás dela e Encaixo-a de novo no pescoço e Bato com ela nas paredes até tornar a funcionar Não a ajudo a ir. Não. Não quero continuar a perguntar-me à noite O que raio é que estou a fazer Que vida é esta que escolho e não vivo Que não vivo por a escolher incessantemente. Não se pode querer paz e respostas E por ambas querer nenhuma tenho Só a mim e ao silêncio que não deixo existir. Não quero. Não sei o que quero mas Não quero isto. Querer isto não Me deixa querer mais nada. Nem a mim. Especialmente a mim. E tenho que me querer a mim Antes de querer qualquer outra coisa.
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Jun 14, 2017
Jun 14, 2017 at 10:27 AM UTC
Poesia de Guerra
Si para recobrar lo recobrado debí perder primero lo perdido, si para conseguir lo conseguido tuve que soportar lo soportado, si para estar ahora enamorado fue menester haber estado herido, tengo por bien sufrido lo sufrido, tengo por bien llorado lo llorado. Porque después de todo he comprobado que no se goza bien de lo gozado sino después de haberlo padecido. Porque después de todo he comprendido por lo que el árbol tiene de florido vive de lo que tiene sepultado.
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Untitled
Tanto tiempo inmovil, esperando sin esperanza que algun día apareciera. Hoy, ya tarde. poco a poco se desvanece la ilusion, que nos mantuvo despierto por tanto tiempo. Mientras más me acerco, más te alejas. Pero tal vez, solo tal vez mañana no será tarde. La ilusión brilla esmeralda en mis amaneceres oscuros; mientras, sus brazos rodean tu desnudo cuerpo. El calor de la ciega pasión calienta tu alma en decadencia. Me sigo alejando sin conseguir una respuesta, pues la distancia se vuelve verdugo del deseo. Esperando el tiempo yaciera congelado eternamente, nuestros cuerpos marchitaron, la llama se apago y el calor se volvió frío. Sólo me queda esperar, cómo tu ya lo haz hecho.
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Oct 21, 2015
Oct 21, 2015 at 3:06 PM UTC
La respuesta
suas palavras me dão espasmos o jeito que você canta feito um gatinho miando seus olhos me cercando por todos os lados sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio atingindo-me no meio do peito feito uma lança que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
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Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
I want you
Cadê o meu pedaço de bolo? Não me faça de tolo Meu coração queima como fogo Eu não desistirei sem diálogo Não me vire às costas e nem rosto Eu sei que fui puro desgosto Que fui canalha, safado e traste Que transformei sua vida num desgaste Não mereço nenhuma consideração Nem um pouco de sua admiração Sei que a minha presença nesta festa Não vai conseguir nenhuma fresta Nesse coração que tanto machuquei Eu que por muito tempo lágrimas chorei Arrependido por tê-la abandonado Dai esse pedaço de bolo Que para mim será apenas um consolo De tê-la imensamente magoado Será o pagamento de um amor não devotado Meu grande pedido de perdão Meu ingresso para a solidão!
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:31 PM UTC
Pedaço de bolo
Talvez se escrever o sono venha Cansada do excesso de cansaço Nas alturas menos certas Creio que há 2 horas que devia estar a dormir Se pudesse Mas embora o cansaço esteja presente Nos meus músculos, olhos Não chegou ainda à base. Talvez o meu cérebro seja notivago. Chego a estas conclusões na exaustão da noite Quando, por desespero, pego num lápis E desacredito-me ainda mais. Mas passo a explicar: Durante todo o dia sinto-me dormente Ah, para quê falinhas mansas? Sinto-me burra, sem conseguir pensar Mas na chegada da noite Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite Tudo se liga e se ilumina E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso E mais certezas tenho de que sou burra Não que tenha pensamentos burros, não! Mas por que raio tê-los agora e De forma tão agressiva e exaustiva Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente Para escrever alguma coisa de jeito Ou para me fazer cair para o lado Suficiente apenas para uma mais noite em branco Talvez nunca tenha acordado.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
insónias
Pienso en ti (se eleva mi cuerpo) Esa tu bendita esencia, que me hace tanta falta en tu ausencia, esa manera en que me resucitas cuando en ti pienso, esa manera en que excitas cada espacio de mi desvaído cuerpo, ese, tu fuego fugaz que exalta mis lugares impávidos, que corta mi respiración entre tantos gemidos, que me eleva al éxtasis más exquisito... esa pasión desatada, rebosada entre respiros de una prisión pasional que quiere liberarse contigo. Son eternas las ganas en tu ausencia, se desbordan mis ríos de impaciencia, queriendo entregarte ¡mi exquisitez y delicadeza! Queriendo comerme las ansias de estar contigo-yo vivo, susurrando entre leves suspiros tu bendito nombre, hasta conseguir agitar mi orgullo, que se rinde ante el delirio que se manifiesta cuando tu nombre pronuncio y te invoco y te digo en voz baja, después un poco más alta, que me tomes, que me grites, que me alces, me alivies de este deseo que solo tú sabes saciar con tus labios, con tus sedosas manos, con tu ojos de marineros desafiando mi cuerpo, contorsionándolo a tu antojo hasta doblegarme en tu ego al saber que solo en tus brazos libero mis deseos. De pronto despierto de ese trance, y me doy cuenta que no estás conmigo, vuelvo de nuevo a evocarte en una descarga que llegue hasta tu nido. Con esa telepatía que nos junta a pesar de esta lejanía, y descargo, y me desprendo, y me rindo ante todo este deseo, y mis sábanas rojas evidencian esos anhelos de esa pasión que despierta en este alejamiento y que se aquieta solo cuando regresas a nuestro domicilio….., sea llamándote a lo lejos o cuando finalmente se juntan nuestros cuerpos……...
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Oct 16, 2017
Oct 16, 2017 at 11:13 AM UTC
Pienso en ti (se eleva mi cuerpo)
Pienso en ti (se eleva mi cuerpo) Esa tu bendita esencia, que me hace tanta falta en tu ausencia, esa manera en que me resucitas cuando en ti pienso, esa manera en que excitas cada espacio de mi desvaído cuerpo, ese, tu fuego fugaz que exalta mis lugares impávidos, que corta mi respiración entre tantos gemidos, que me eleva al éxtasis más exquisito... esa pasión desatada, rebosada entre respiros de una prisión pasional que quiere liberarse contigo. Son eternas las ganas en tu ausencia, se desbordan mis ríos de impaciencia, queriendo entregarte ¡mi exquisitez y delicadeza! Queriendo comerme las ansias de estar contigo-yo vivo, susurrando entre leves suspiros tu bendito nombre, hasta conseguir agitar mi orgullo, que se rinde ante el delirio que se manifiesta cuando tu nombre pronuncio y te invoco y te digo en voz baja, después un poco más alta, que me tomes, que me grites, que me alces, me alivies de este deseo que solo tú sabes saciar con tus labios, con tus sedosas manos, con tu ojos de marineros desafiando mi cuerpo, contorsionándolo a tu antojo hasta doblegarme en tu ego al saber que solo en tus brazos libero mis deseos. De pronto despierto de ese trance, y me doy cuenta que no estás conmigo, vuelvo de nuevo a evocarte en una descarga que llegue hasta tu nido. Con esa telepatía que nos junta a pesar de esta lejanía, y descargo, y me desprendo, y me rindo ante todo este deseo, y mis sábanas rojas evidencian esos anhelos de esa pasión que despierta en este alejamiento y que se aquieta solo cuando regresas a nuestro domicilio….., sea llamándote a lo lejos o cuando finalmente se juntan nuestros cuerpos……...
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Diré cómo nacisteis, placeres prohibidos, Como nace un deseo sobre torres de espanto, Amenazadores barrotes, hiel descolorida, Noche petrificada a fuerza de puños, Ante todos, incluso el más rebelde, Apto solamente en la vida sin muros. Corazas infranqueables, lanzas o puñales, Todo es bueno si deforma un cuerpo; Tu deseo es beber esas hojas lascivas O dormir en esa agua acariciadora. No importa; Ya declaran tu espíritu impuro. No importa la pureza, los dones que un destino Levantó hacia las aves con manos imperecederas; No importa la juventud, sueño más que hombre, La sonrisa tan noble, playa de seda bajo la tempestad De un régimen caído. Placeres prohibidos, planetas terrenales, Miembros de mármol con sabor de estío, Jugo de esponjas abandonadas por el mar, Flores de hierro, resonantes como el pecho de un hombre. Soledades altivas, coronas derribadas, Libertades memorables, manto de juventudes; Quien insulta esos frutos, tinieblas en la lengua, Es vil como un rey, como sombra de rey Arrastrándose a los pies de la tierra Para conseguir un trozo de vida. No sabía los límites impuestos, Límites de metal o papel, Ya que el azar le hizo abrir los ojos bajo una luz tan alta, Adonde no llegan realidades vacías, Leyes hediondas, códigos, ratas de paisajes derruidos. Extender entonces una mano Es hallar una montaña que prohíbe, Un bosque impenetrable que niega, Un mar que traga adolescentes rebeldes. Pero si la ira, el ultraje, el oprobio y la muerte, Ávidos dientes sin carne todavía, Amenazan abriendo sus torrentes, De otro lado vosotros, placeres prohibidos, Bronce de orgullo, blasfemia que nada precipita, Tendéis en una mano el misterio. Sabor que ninguna amargura corrompe, Cielos, cielos relampagueantes que aniquilan. Abajo, estatuas anónimas, Sombras de sombras, miseria, preceptos de niebla; Una chispa de aquellos placeres Brilla en la hora vengativa. Su fulgor puede destruir vuestro mundo.
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Diré cómo nacisteis
Diré cómo nacisteis, placeres prohibidos, Como nace un deseo sobre torres de espanto, Amenazadores barrotes, hiel descolorida, Noche petrificada a fuerza de puños, Ante todos, incluso el más rebelde, Apto solamente en la vida sin muros. Corazas infranqueables, lanzas o puñales, Todo es bueno si deforma un cuerpo; Tu deseo es beber esas hojas lascivas O dormir en esa agua acariciadora. No importa; Ya declaran tu espíritu impuro. No importa la pureza, los dones que un destino Levantó hacia las aves con manos imperecederas; No importa la juventud, sueño más que hombre, La sonrisa tan noble, playa de seda bajo la tempestad De un régimen caído. Placeres prohibidos, planetas terrenales, Miembros de mármol con sabor de estío, Jugo de esponjas abandonadas por el mar, Flores de hierro, resonantes como el pecho de un hombre. Soledades altivas, coronas derribadas, Libertades memorables, manto de juventudes; Quien insulta esos frutos, tinieblas en la lengua, Es vil como un rey, como sombra de rey Arrastrándose a los pies de la tierra Para conseguir un trozo de vida. No sabía los límites impuestos, Límites de metal o papel, Ya que el azar le hizo abrir los ojos bajo una luz tan alta, Adonde no llegan realidades vacías, Leyes hediondas, códigos, ratas de paisajes derruidos. Extender entonces una mano Es hallar una montaña que prohíbe, Un bosque impenetrable que niega, Un mar que traga adolescentes rebeldes. Pero si la ira, el ultraje, el oprobio y la muerte, Ávidos dientes sin carne todavía, Amenazan abriendo sus torrentes, De otro lado vosotros, placeres prohibidos, Bronce de orgullo, blasfemia que nada precipita, Tendéis en una mano el misterio. Sabor que ninguna amargura corrompe, Cielos, cielos relampagueantes que aniquilan. Abajo, estatuas anónimas, Sombras de sombras, miseria, preceptos de niebla; Una chispa de aquellos placeres Brilla en la hora vengativa. Su fulgor puede destruir vuestro mundo.
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Sacar lo que hay tan adentro de mi es algo tan sencillo de decir pero en veces tan difícil de conseguir Por eso que hay en ti y que siento que falta en mi me es tan difícil decidir La vida que quiero vivir ya se quedó tan atrás de mi y llegó el momento de seguir aunque te quiero junto a mi Todo eso que me fui sin decir te lo vengo a escribir porque las palabras fluyen en mi y sé que hacen eco en ti Entiendo bien que no quieras escuchar pero llegó tu momento de aceptar que amor como el mío no vas a encontrar aunque gastes mil vidas en buscar.
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Jun 18, 2013
Jun 18, 2013 at 1:14 AM UTC
Mil Vidas
Lo que siento por ti es algo demente Me mantiene despierta en las noches, no logro encontrarme en mi propia mente Mi sangre es caliente como el motor de los coches Tu beso es mi café del día Admiro tu piel suave y bronceada Dices que mis obras son una maravilla Tus greñas en mi oreja me causan una carcajada Meterme en problemas ya es una costumbre contigo Entiende que todo tiene un significado Piérdete en el sendero conmigo Ya ni sé cuántas veces he pecado Mis pensamientos hacia ti no se pueden comparar He aprendido la diferencia entre pedir y conseguir Tus ausencias me han enseñado a llorar Y con los años te he dejado ir Tus recuerdos se quedaron grabados en mi ser Duele ver las fotos Y te he dejado de querer Ahora todo lo veo como uno de mis grandes sucesos tontos Meterme en problemas ya es una costumbre conmigo Entiende que todo ha cambiada Al amor ya no le veo sentido Y no me arrepiento de haberte dejado Mis pensamientos hacia ti no se pueden comparar He aprendido la diferencia entre perder y dejar ir Tus ausencias me han enseñado a avanzar Y con los años he vuelto a sonreír Lo mejor que uno puede hacer es ser feliz Probando nuevas bocas Ahora te desvaneces como el anís Con mi presencia ya no te enfocas Las horas me enseñaron a ser fuerte Ya no me hace falta de tu calor He aprendido a detenerte Y ya ni siento ningún dolor Meterme en problemas, eso ya no lo persigo Entiendo que el camino está cerrado El amor ya no le visto Y no me arrepiento de haber progresado Mis pensamientos hacia ti ya no los puedo imaginar He aprendido la diferencia de ser feliz y consumir Tus ausencias me han enseñado a superar Y con los años dejé de sentir En fin, con esto te agradezco por darme una lección Te puede traicionar la persona que más amas Pero es tu decisión si quieres que sea tu nueva adicción No tengas tus expectativas altas - Andrea Serment Ch.
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Feb 20, 2017
Feb 20, 2017 at 8:43 PM UTC
Desvaneces lentamente
Lo que siento por ti es algo demente Me mantiene despierta en las noches, no logro encontrarme en mi propia mente Mi sangre es caliente como el motor de los coches Tu beso es mi café del día Admiro tu piel suave y bronceada Dices que mis obras son una maravilla Tus greñas en mi oreja me causan una carcajada Meterme en problemas ya es una costumbre contigo Entiende que todo tiene un significado Piérdete en el sendero conmigo Ya ni sé cuántas veces he pecado Mis pensamientos hacia ti no se pueden comparar He aprendido la diferencia entre pedir y conseguir Tus ausencias me han enseñado a llorar Y con los años te he dejado ir Tus recuerdos se quedaron grabados en mi ser Duele ver las fotos Y te he dejado de querer Ahora todo lo veo como uno de mis grandes sucesos tontos Meterme en problemas ya es una costumbre conmigo Entiende que todo ha cambiada Al amor ya no le veo sentido Y no me arrepiento de haberte dejado Mis pensamientos hacia ti no se pueden comparar He aprendido la diferencia entre perder y dejar ir Tus ausencias me han enseñado a avanzar Y con los años he vuelto a sonreír Lo mejor que uno puede hacer es ser feliz Probando nuevas bocas Ahora te desvaneces como el anís Con mi presencia ya no te enfocas Las horas me enseñaron a ser fuerte Ya no me hace falta de tu calor He aprendido a detenerte Y ya ni siento ningún dolor Meterme en problemas, eso ya no lo persigo Entiendo que el camino está cerrado El amor ya no le visto Y no me arrepiento de haber progresado Mis pensamientos hacia ti ya no los puedo imaginar He aprendido la diferencia de ser feliz y consumir Tus ausencias me han enseñado a superar Y con los años dejé de sentir En fin, con esto te agradezco por darme una lección Te puede traicionar la persona que más amas Pero es tu decisión si quieres que sea tu nueva adicción No tengas tus expectativas altas - Andrea Serment Ch.
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Páro para pensar que me soam iguais todos os poemas Tal como esta inquietação em pouco difere da anterior Nem a compreendo para a pôr em palavras Vai e vem e refugio-me aqui. Estou claramente descompensada Pela falta de químicos dentro de mim Respiro fundo e abraço-me pois é sem químicos que sou eu Por muito assustador que sempre tenha sido ser eu Descobrirei com isto que posso sentir Sem nenhuma consequência avassaladora Sentir de forma avassaladora, sim, E amar as sensações como as amo quando pairam apenas Tenho sobretudo fé. Se tão rápido vivo e amo viver Quanto desconheço qualquer sentido em ser Abraçarei ambos os eixos e o que carregam entre si Abraçá-los-ei pois são meus e a minha realidade sensatorial é esta E estive já fugida por suficiente tempo Para me faltar e a querer perto. E a conseguir perto Conseguir e querer-me perto. Tudo o resto vem por consequente.
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Feb 21, 2017
Feb 21, 2017 at 4:01 AM UTC
15/11/2016
Já são tantos desencontros que não me encontro mais, estou perdido sem você para me guiar Quanto tempo a gente não se vê Talvez falta de sorte Ou talvez falte esforço de ambas as partes E assim sendo, eu vou te buscar Não sou triste nem feliz Apenas vivo em um estado de Homeostase constante Talvez aja algo maior, mas sou frio Demais para perceber E cansado de não conseguir o que almejo Sempre falando que vou me Esforçar, mas nunca é bastante Me sinto um perdedor são tempos difíceis Não é preciso dizer que sonhei com você E assim sendo, eu vou te buscar. Eu sou agua, você fogo, Eu sou garoa, você furacão Eu sou calmaria, você vulcão.
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Nov 20, 2015
Nov 20, 2015 at 11:36 PM UTC
Eu vou te buscar
Tanto perceber que quando existo, vivo embriagado pela natureza excelsa que me justifica . Tanto perceber o odor de todas as plantas, o constante movimentos de todos os seres por mais insignificantes que a todos possam parecer.. Contemplo tudo como se fosse sempre a primeira e ultima vez.. pois a saudade existe e eu me perco em sempre entender a perfeição deste mundo divinamente criado . Todos os lugares tentam iluminar e alguma coisa nos querer dizer. O poder de uma criação que fui sublime justifica em pleno a nossa existência como seres humanos aptos para tudo amar e na natureza encontrar deleites e perfeição em tudo que quer ser e nao ser... Na solidao encontro inspiração e conforto para minha existência. Tantas maravilhas num universo infinito que cabe ao homem tentar descobrir... Quem olha os vales sonolentos nunca vai conseguir dormir sem de dia ou de noite os sempre beijar com beijos de bem querer. Por ser e existir e amando tudo que a natureza tem para oferecer me deixo embalar com sinfonias de passarinhos que tanto com isso nos querem dizer, pois louvando tudo com alma e pensamento a Deus criador minha existência quero sempre agradecer ... Victor Marques
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May 21, 2019
May 21, 2019 at 8:16 AM UTC
Com a natureza vivo e existo....
¿Imaginas acaso la amargura que hay en no convivir los episodios de tu vida pura? Me está vedado conseguir que el viento y la llovizna sean comedidos con tu pelo castaño. Me está vedado oír en los latidos de tu paciente corazón (sagrario de dolor y clemencia), la fórmula escondida de mi propia existencia. Me está vedado, cuando te fatigas y se fatiga hasta tu mismo traje, tomarte en brazos, como quien levanta a su propia ilusión incorruptible hecha fantasma que renuncia al viaje. Despertarás una mañana gris y verás, en la luna de tu armario, desdibujarse un puño esquelético, y ante el funerario aviso, gritarás las cinco letras de mi nombre, con voz pávida y floja, ¡Y yo me hallaré ausente de tu final congoja! ¿Imaginas acaso mi amargura impotente? Me estás vedada tú... Soy un fracaso de confesor y médico que siente perder a la mejor de sus enfermas y a su más efusiva penitente.
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Me estás vedada tú
Me vi parada, sem conseguir andar Encalhada em um momento do tempo em que não conseguia, mesmo que tentasse, prosseguir ou retornar. Parei. Não por escolha, não por desejo Eu precisei parar Aquele momento em que voce está meio perdido, Meio lá meio cá E praticamente pela primeira vez sem interferencia, voce pode observar sua vida como um todo O que foi aquilo? O que e por que havia feito? Quem eram aqueles? Por que não estão aqui? O que será daqui para frente? Continuaremos juntos? Perderemos tudo? E nessa chatice de pensamentos percebemos que talvez nem tudo seja discutível Mas tudo podendo, com a possibilidade de ser vivido Se tornar inesquecível
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Mar 17, 2015
Mar 17, 2015 at 10:11 PM UTC
Untitled
Mire por la ventana mi vida acelerada cada disparo sin conseguir nada. Me siento de calavera hoy no estoy para verla; cuerda oxidada, polvo de estrella, inhalando vida, proponer retirada. Sigo viendo por la ventana soy el narrador a la vigía observador del tiempo centinela de de los sueños.
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Apr 2, 2018
Apr 2, 2018 at 2:47 PM UTC
II (abril)
Llamaste. Eran las 9,10,11,4,5,6, Colgué el teléfono, No logro conseguir el sueño, “Tu padre está triste,” Por favor, ya no llames más, “Se entrecorta la llamada,” Tu madre no deja de pensar en ti, “Voy bajo un túnel.”
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Feb 22, 2021
Feb 22, 2021 at 9:19 PM UTC
Colgué el teléfono
Volvieron a encontrarse después de muchos años; El, como si evocara tiempos dichosos, y ella Tal cual hilo de plata perdido en los castaños Cabellos, triste y pálida, mas como siempre bella. Como dos alas fueron de una ilusión amada, Pero después la vida los separó inclemente... Se levantan dos olas en una misma rada, Y van, con sus rumores, a playa diferente. Fue en verano, en el parque, frente al mar. La alameda De pinos, como entonces. En vagas lejanías Velas blancas; la tarde con suavidad de seda... Y en un banco sentáronse... el banco de otros días. (Sonaba un organillo bajo la doble fila De árboles rumorosos en vesperal concierto, Y entre el oro y las rosas de la rada tranquila Volaban las gaviotas en la quietud del puerto). «Me encontrarás cambiada», dijo triste. «Conmigo Dura ha sido la vida... muy dura. De nosotros Fue distinta la suerte, que es a veces castigo, Felicidad de unos, y lágrimas dé otros». Y continuó: «La mía... cual tantas... Ilusiones Con su coro de ensueños... tú sabes... sabes cuándo. Promesas, esperanzas, primeras emociones, Después... un alma sola que se quedó esperando». Y él dijo: «Si nacimos para sufrir, si en calma Solamente hay instantes en que el dolor se olvida, ¿Porqué en esos instantes no concentrar el alma Para que alumbren ellos las sombras de la vida?» «¿Recordar?» ella dijo. «¿Qué conseguir podremos De lo que ya no existe, de una ilusión borrada? Si los ojos cerramos, un paraíso vemos, Mas los ojos abrimos, y todo es sombra... y nada». (De nuevo el organillo se oyó. Vals de otros días Conocido por ambos).                                         Bajó los ojos ella, Y dijo melancólica: «Tus manos en las mías.... ¿Te acuerdas?   Una tarde... viéndonos una estrella». «¡Ya lo ves!   ¡El recuerdo!... Tú misma te desdices; Al pasado ¿tu alma no sientes atraída? Evocas lo lejano, dulces tiempos felices, ¡Y niegas que el recuerdo siempre será la vida!» (Sonaba el vals, sonaba, y en la tarde radiosa Iban, bajo los pinos, parejas enlazadas; Y ella y él, recordando su juventud dichosa, Como en risueños días, cruzaron las miradas). Y al separarse, él dijo: «Hay siempre nueva vida, Y el tronco guarda savia por más hojas que pierda». «Tal vez»… ella repuso, «más feliz quien olvida»... Y él dijo pensativo: «Dichoso el que recuerda».
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La romanza del vals
Volvieron a encontrarse después de muchos años; El, como si evocara tiempos dichosos, y ella Tal cual hilo de plata perdido en los castaños Cabellos, triste y pálida, mas como siempre bella. Como dos alas fueron de una ilusión amada, Pero después la vida los separó inclemente... Se levantan dos olas en una misma rada, Y van, con sus rumores, a playa diferente. Fue en verano, en el parque, frente al mar. La alameda De pinos, como entonces. En vagas lejanías Velas blancas; la tarde con suavidad de seda... Y en un banco sentáronse... el banco de otros días. (Sonaba un organillo bajo la doble fila De árboles rumorosos en vesperal concierto, Y entre el oro y las rosas de la rada tranquila Volaban las gaviotas en la quietud del puerto). «Me encontrarás cambiada», dijo triste. «Conmigo Dura ha sido la vida... muy dura. De nosotros Fue distinta la suerte, que es a veces castigo, Felicidad de unos, y lágrimas dé otros». Y continuó: «La mía... cual tantas... Ilusiones Con su coro de ensueños... tú sabes... sabes cuándo. Promesas, esperanzas, primeras emociones, Después... un alma sola que se quedó esperando». Y él dijo: «Si nacimos para sufrir, si en calma Solamente hay instantes en que el dolor se olvida, ¿Porqué en esos instantes no concentrar el alma Para que alumbren ellos las sombras de la vida?» «¿Recordar?» ella dijo. «¿Qué conseguir podremos De lo que ya no existe, de una ilusión borrada? Si los ojos cerramos, un paraíso vemos, Mas los ojos abrimos, y todo es sombra... y nada». (De nuevo el organillo se oyó. Vals de otros días Conocido por ambos).                                         Bajó los ojos ella, Y dijo melancólica: «Tus manos en las mías.... ¿Te acuerdas?   Una tarde... viéndonos una estrella». «¡Ya lo ves!   ¡El recuerdo!... Tú misma te desdices; Al pasado ¿tu alma no sientes atraída? Evocas lo lejano, dulces tiempos felices, ¡Y niegas que el recuerdo siempre será la vida!» (Sonaba el vals, sonaba, y en la tarde radiosa Iban, bajo los pinos, parejas enlazadas; Y ella y él, recordando su juventud dichosa, Como en risueños días, cruzaron las miradas). Y al separarse, él dijo: «Hay siempre nueva vida, Y el tronco guarda savia por más hojas que pierda». «Tal vez»… ella repuso, «más feliz quien olvida»... Y él dijo pensativo: «Dichoso el que recuerda».
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mientras encerrado en celda de aislamiento mío, un serafín vino y me salvó, del infierno de barro mío, y mientras ella me salvó, y me sacó del pozo de la mina ..... me di cuenta de que estaba allí todo el tiempo ... como su Quedo a la espera para mí venir conseguir ... ( Spanish tongue) (English tongue) Whilst locked away,in mine isolation cell, a seraphim came and saved me, from mine miry hell, and whilst she saved me, and pulled me from mine pit..... I realized she was there all along... as her I await for me to come get...
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Jul 2, 2015
Jul 2, 2015 at 1:17 PM UTC
En la célula ( In the cell) spanish tongue
sam dale no quería dormir solo con sus sudores y a la madre le dijo "madre búscame novia entre los odios del día" así creció perseguido por olor que nunca supo conseguir la madre madrecía cada noche pero no había caso "ah" decía sam dale al final de su chaleco hermoso como un secretario general "novia mía ¿porqué no venís? novia mía ¿qué suelo ató tus sienes?" la novia de sam dormía y hacía amanecer de sus dos pies salía el sol la luz y era bella como los pies de Dios atados siempre siempre a tanto dolor atados pero no Dios sino el grande amor duerme atado a profunda claridad no lo despierten hijos que duerma duerma duerma a menos que le den de comer él duerme porque no le darían de comer y duerme hermoso hermoso como la novia de los yules verdes como la novia del amor primero ella está muerte y yo la quiero pero sam dale ni nada él pedía a la madre por la esposa del río la esposica estaba en el río vestida de amarillo haciendo una cama grande con las aguas corinas con los pájaros para que entre la mañana cantando y aún la muerte cuando debiera entrar peor sam dale vigilaba la puerta y Dios no entra por ahí así que viuda tora marinera se le murió la camisa y la enterró ya tarde ya tardísimo y manzanitas de oro había en las ramas ¡gracia que tiene lo perro! ¡ah muérdanos la cara para despertar! a sam dale lo pusieron en una copa de vidrio "¡ah tripa dolorosa!" decía hablando del corazón la flor de su camisa tapo o mundo celéstese sam dale cuándo despertaremos mi dios novia dormía hermosa hermosa con un lunar de amor y un ruiseñor que le cantaba enemigos sam dale cruzó Alabama como un fuego dejó en herencia una mañana que las gallinas picotearon y del costado le caían señoras acabaditas de nacer ¡ah sam dale te tomaron el alma en mitad del arenal! no debiera dormir mal ahora a las tres de la tarde tu entierro pasó al pie de tu retrato ella se arrodilló pobre con una cuna blanca sola
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Lamento por la camisa de sam dale
sam dale no quería dormir solo con sus sudores y a la madre le dijo "madre búscame novia entre los odios del día" así creció perseguido por olor que nunca supo conseguir la madre madrecía cada noche pero no había caso "ah" decía sam dale al final de su chaleco hermoso como un secretario general "novia mía ¿porqué no venís? novia mía ¿qué suelo ató tus sienes?" la novia de sam dormía y hacía amanecer de sus dos pies salía el sol la luz y era bella como los pies de Dios atados siempre siempre a tanto dolor atados pero no Dios sino el grande amor duerme atado a profunda claridad no lo despierten hijos que duerma duerma duerma a menos que le den de comer él duerme porque no le darían de comer y duerme hermoso hermoso como la novia de los yules verdes como la novia del amor primero ella está muerte y yo la quiero pero sam dale ni nada él pedía a la madre por la esposa del río la esposica estaba en el río vestida de amarillo haciendo una cama grande con las aguas corinas con los pájaros para que entre la mañana cantando y aún la muerte cuando debiera entrar peor sam dale vigilaba la puerta y Dios no entra por ahí así que viuda tora marinera se le murió la camisa y la enterró ya tarde ya tardísimo y manzanitas de oro había en las ramas ¡gracia que tiene lo perro! ¡ah muérdanos la cara para despertar! a sam dale lo pusieron en una copa de vidrio "¡ah tripa dolorosa!" decía hablando del corazón la flor de su camisa tapo o mundo celéstese sam dale cuándo despertaremos mi dios novia dormía hermosa hermosa con un lunar de amor y un ruiseñor que le cantaba enemigos sam dale cruzó Alabama como un fuego dejó en herencia una mañana que las gallinas picotearon y del costado le caían señoras acabaditas de nacer ¡ah sam dale te tomaron el alma en mitad del arenal! no debiera dormir mal ahora a las tres de la tarde tu entierro pasó al pie de tu retrato ella se arrodilló pobre con una cuna blanca sola
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habría un par de cosas que decir/ que nadie la lee mucho/ que esos nadie son pocos/ que todo el mundo está con el asunto de la crisis mundial/ y con el asunto de comer cada día/se trata de un asunto importante/recuerdo cuando murió de hambre el tío juan/ decía que ni se acordaba de comer y que no había problema/ pero el problema fue después/ no había plata para el cajón/ y cuando finalmente pasó el camión municipal a llevárselo el tío juan parecía un pajarito/ los de la municipalidad lo miraron con desprecio o desdén/ murmuraban que siempre los están molestando/ que ellos eran hombres y enterraban hombres/y no pajaritos como el tío juan/especialmente porque el tío estuvo cantando pío-pío todo el viaje hasta el crematorio municipal/ y a ellos les pareció un irrespeto y estaban muy ofendidos/ y cuando le daban un palmetazo para que se callara la boca/ el pío-pío volaba por la cabina del camión y ellos sentían que les hacía pío-pío en la cabeza/el tío juan era así/le gustaba cantar/ y no veía por qué la muerte era motivo para no cantar/ entró al horno cantando pío-pío/salieron sus cenizas y piaron un rato/ y los compañeros municipales se miraron los zapatos grises de vergüenza/pero volviendo a la poesía/ los poetas ahora la pasan bastante mal/ nadie los lee mucho/esos nadie son pocos/ el oficio perdió prestigio/para un poeta es cada día más difícil conseguir el amor de una muchacha/ ser candidato a presidente/que algún almacenero le fíe/ que un guerrero haga hazañas para que él las cante/ que un rey le pague cada verso con tres monedas de oro/ y nadie sabe si eso ocurre porque se terminaron las muchachas/los almaceneros/los guerreros/los reyes/ o simplemente los poetas/ o pasaron las dos cosas y es inútil romperse la cabeza pensando en la cuestión/ lo lindo es saber que uno puede cantar pío-pío en las más raras circunstancias/ tío juan después de muerto/yo ahora para que me quierás/
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Sobre la poesía
habría un par de cosas que decir/ que nadie la lee mucho/ que esos nadie son pocos/ que todo el mundo está con el asunto de la crisis mundial/ y con el asunto de comer cada día/se trata de un asunto importante/recuerdo cuando murió de hambre el tío juan/ decía que ni se acordaba de comer y que no había problema/ pero el problema fue después/ no había plata para el cajón/ y cuando finalmente pasó el camión municipal a llevárselo el tío juan parecía un pajarito/ los de la municipalidad lo miraron con desprecio o desdén/ murmuraban que siempre los están molestando/ que ellos eran hombres y enterraban hombres/y no pajaritos como el tío juan/especialmente porque el tío estuvo cantando pío-pío todo el viaje hasta el crematorio municipal/ y a ellos les pareció un irrespeto y estaban muy ofendidos/ y cuando le daban un palmetazo para que se callara la boca/ el pío-pío volaba por la cabina del camión y ellos sentían que les hacía pío-pío en la cabeza/el tío juan era así/le gustaba cantar/ y no veía por qué la muerte era motivo para no cantar/ entró al horno cantando pío-pío/salieron sus cenizas y piaron un rato/ y los compañeros municipales se miraron los zapatos grises de vergüenza/pero volviendo a la poesía/ los poetas ahora la pasan bastante mal/ nadie los lee mucho/esos nadie son pocos/ el oficio perdió prestigio/para un poeta es cada día más difícil conseguir el amor de una muchacha/ ser candidato a presidente/que algún almacenero le fíe/ que un guerrero haga hazañas para que él las cante/ que un rey le pague cada verso con tres monedas de oro/ y nadie sabe si eso ocurre porque se terminaron las muchachas/los almaceneros/los guerreros/los reyes/ o simplemente los poetas/ o pasaron las dos cosas y es inútil romperse la cabeza pensando en la cuestión/ lo lindo es saber que uno puede cantar pío-pío en las más raras circunstancias/ tío juan después de muerto/yo ahora para que me quierás/
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