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"colo" poems
N'chosi bashana co tyu raitiko Sa lawa K'foga to yasho m'koko A'wari Manala potesy sko'ma N'gesi, Nigosi, Namasi choma Amali tokr'rme dun'krenksi gawet Dol'trenti moraki alkanti un'get To yasho potesy salaka colo N'chosi sa lawa n'gesi d'yro Know what I'm saying?
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Mar 7, 2014
Mar 7, 2014 at 7:44 AM UTC
I Created a Language Today
No rosto leproso da noite, ventos giram cartas como quem não quer nada/ Ou talvez vultos guardam melancolia no quarto branco/ Oh! tão bom beber hálito gelado da lua junto aos antepassados, lá se vão fugidios das estrelas; sete são. Os mais jovens, no rio, colhem cristais & dançam ( ritual veludo puro, sombra azul circula)/ Rápido, múltiplas festas ecoam do infinito, este cínico pastor poda asas feridas; mãos sagradas dos mortos & dos mitos/ Bebemos & cantamos, no colo floresta desnuda/ Neste banquete vermelho, virgens dão o toque úmido & todos os santos saboreiam o útero/ Sob o aconchego do delírio a loucura desfila, santa de todos os dias!
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 4:28 PM UTC
noite
Salpicar o teu rosto com farinha, enquanto preparassemos juntos o teu bolo favorito Dar-te os beijos que me apetecesse, com os olhos, sempre que estivesses distraido a apreciar o "flowering tea", que te desse a escolher Sentar-me no teu colo e ver-te desenhar Fazer de ti a manta que me aconchega, entrelaçar os meus dedos nos teus e ver um filme até adormecer Levar-te o pequeno almoço à cama e acordar-te com um beijo de bom dia. Ser... a única a conseguir te arrancar aquele sorriso nos piores momentos... a bateria desenfreada a bater dentro do teu peito... a tua melhor amiga... quem faz valer cada acordar teu. Que fosses a excepção que acreditei que eras, o porto seguro por quem vale a pena esperar para partilhar a vida. Por ti... por nós... mudei, ignorei medos e arrisquei... Não deste valor... desacreditei.
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Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 5:03 PM UTC
Era isto ∞
there is comfort in living in black the devoid of color makes life seem more meaningful as if pain has got it's bludgening purpose but then you came along sprouted from the ground petals in pastels and colors all around and my god i'll keep my eyes open forever if it means the black has gone to color and you promise me that you'll never find any other
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Jun 3, 2015
Jun 3, 2015 at 6:03 PM UTC
colo(u)rs
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:12 AM UTC
Quarto crescente
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Parte do tempo percebemos que somos perfeito A maior parte não paramos de falar Eu seguro sua mão, você dá um sorriso A gente se beija no meio fio Meu corpo se mexe pra trás e pra frente Aqui está pra prefeitura, aqui está o bar que nos vende tequila Somos tão esquisitos que daria certo Os cartões de crédito dela me perdoaram Os cabelos enrolados me perdoaram Por que você não pode me perdoar? Somos tão esquisitos que daria certo O garoto de óculos escuros me deu um gole daquela ***** barata Você me deixou colocar a cabeça no seu ombro Quando fomos embora você me seguro no colo Somos tão esquisitos que daria certo Esquerda, direita, cima e baixo Só porque não temos joguinhos não quer dizer que não é certo Você vive dizendo que quer me ver Amo essa mescla de felicidade e receio Quando fico triste você faz uma dança engraçada Somos tão esquisitos que fica perfeito
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 1:35 AM UTC
Amantes Esquisitos
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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unlike some psychadelic advocacy concerning chimps... how about "hunting" for chanterelle or honigpilz and then pickling them? no good? well... my idea of an evolved chimp, or taking psychedelics... wrapping a leather belt, over your eyes... beckoning the absolute night... that the simple, silk, or cotton blindfold of the Versailles court, simply can't, replicate... no latex... no condoms... leather belt, prior to a boxing glove hiding the knuckles in st. Andrew's X... but then... over the eyes... leather... and yet... people ingest psychedelics... yet... do not feel inclined to pay secular respect of: NOT HAVING TO ******* WRITE ABOUT THEIR EXPERIENCE! having read what was or wasn't said? let them pass the needle... i'm pirate ******* happy with a bottle of ***** no... my psychedelic experience? wrapping a leather belt on my head and over my eyes... now... oh my, oh my my my... i'm starting to see the lost excess of colo(u)r! i'm seeing it! i must have been a Daltonist all along! given: how can you actually add... to the given colours? i've seen one sadist give an LSD tab to a cat... i'd love to give such an example of a "human"... the mad cow disease virus... just to see him break-dance, and find himself... with a few broken extensions, should he survive... my idea of psychedelic drugs? a leather belt, strapped to my head, heavily over my eyes... preventing me to blink... given... that i see the world in colour... my absolute psychedelic experiment? pitch-black, and then... a return to: alice in wonderland eyesight.
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Aug 1, 2018
Aug 1, 2018 at 11:18 PM UTC
unlike some psychadelic advocacy concerning chimps
unlike some psychadelic advocacy concerning chimps... how about "hunting" for chanterelle or honigpilz and then pickling them? no good? well... my idea of an evolved chimp, or taking psychedelics... wrapping a leather belt, over your eyes... beckoning the absolute night... that the simple, silk, or cotton blindfold of the Versailles court, simply can't, replicate... no latex... no condoms... leather belt, prior to a boxing glove hiding the knuckles in st. Andrew's X... but then... over the eyes... leather... and yet... people ingest psychedelics... yet... do not feel inclined to pay secular respect of: NOT HAVING TO ******* WRITE ABOUT THEIR EXPERIENCE! having read what was or wasn't said? let them pass the needle... i'm pirate ******* happy with a bottle of ***** no... my psychedelic experience? wrapping a leather belt on my head and over my eyes... now... oh my, oh my my my... i'm starting to see the lost excess of colo(u)r! i'm seeing it! i must have been a Daltonist all along! given: how can you actually add... to the given colours? i've seen one sadist give an LSD tab to a cat... i'd love to give such an example of a "human"... the mad cow disease virus... just to see him break-dance, and find himself... with a few broken extensions, should he survive... my idea of psychedelic drugs? a leather belt, strapped to my head, heavily over my eyes... preventing me to blink... given... that i see the world in colour... my absolute psychedelic experiment? pitch-black, and then... a return to: alice in wonderland eyesight.
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. o f hu man thin gs: ma ny doin g, thing s human are more n eatly couth i n Into-Dust co ats of polite var nish and their ha ats hang at precise their teeth ivory and the smell of their colo gne catches back at the throat wearing finest silk s (but time, time looks bru tally through their and prim shoes and trousers. knees sag eyes hang instantly languor w ears them like cheap perfume and laughter unsuddenly from nowhere crisps the cheeks of everywaiting sou l creeks with soon to be dirt bones and amongst them sprouts something gener ous. Less close to nearly dead, and has (l ike a frond has) demure sturdy waifish. its timber is clothed in blonde lips and eyes lik e waking almost never(no like daffodils; yes l ike more them) only daffodils, they are not so b right, nor as agile, i think but who knows i was o nly a boy who, from across the street noticed, a girl pressed between death, laughing like a *****
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Sep 19, 2012
Sep 19, 2012 at 2:36 AM UTC
of human things many
Esperava docemente uma brisa de ar quente, Peguei-te na mão e levei-te, tirei-te os pés do solo, Aproveitei e senti o teu cheiro suave e fluente, Admiração vinda dos teus olhos, em mim ao colo! Levar-te-ei sempre comigo, seja qual for teu peso, Nem que sejas leve como passarinho livre de dor, Nem que teu fardo seja tão pesado, duro e coeso, Minhas forças se unirão, confortando-te de amor! Serenamente provar-te-ei um dia mais distante, Contemplando teus cabelos brancos grisalhos, Vendo tuas rugas da cara e das mãos, ofegante, Beijando-te a alma e o chão sobre teus olhos! Um gostar, amar, suspiro de amigo e de amado, Serei sempre companheiro, do teu movimento, Adepto cativado, pela tua voz e teu ar atento, Seriam dúzias de verdades, de amor adequado! Que nunca precises de um beijo e não te dê dois, Que nunca te faça bem rir e eu te não conte piada, Seja a noite de abraços e os dias verdes logo depois, Seja o vento numa tarde de calor, refresco, amada! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.13.02.16
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Te desejo hoje e agora
My hear(t), lik(e) pots a(n)d pa(n)s on a suburban street at m(i)d(n)ight, quiv(e)rs up into my collarbon(e). (I)t is heavy with the wei(ght) of carrying you into the new year. That ki(s)s, that kiss of d(e)ath, dies a slow and (ve)xed death. E(n)ough to paralyze but not **** My (s)k(i)n still tingles where the fuzz of your face ta(x)ied my cheek. Screaming sensation, — a surrendering of sorts. The sequin top loses it's beading and the paper hat gets bent, But like my (f)avor(i)te every season sweater, I'll ne(ve)r outgrow you. Even i(f) I d(o) have to hold my breath to keep yo(u) in, you a(r)e (th)e colo(r)s I s(ee) when I close my eyes. You wan(t)ed and you got. And I still (w)ant what I didn't get. Maybe this (o)ne. Maybe the next (one).
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Sep 26, 2014
Sep 26, 2014 at 10:16 AM UTC
Carrying You Into the New Year
deitada ao lado do meu desassossego apaziguado fá-lo-ei colo silêncio paz
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Dec 10, 2016
Dec 10, 2016 at 10:32 AM UTC
deitada ao lado do meu desassossego
uh im rude like awakening knock those out who fakin' flakin' like they frosted i leave ya exhausted hard to see me when them black ants crawlin' over eye visions cuz my visions dehydrate your precisions stingin' ya harder the bees like wind to breeze ya cant slow me yall haters below me bring force like kinobi just show me yo head so i can fill it with led down goes yo bread tears in the hearts of families fatalities bring joy to me emcees beware ya in for a scare no truth or dare pause ya like ya in a stare first glare ya see im in ya shadows check my plateau ruthless as Don Vito evils we see no remorse for those who try to show **out they *** we never chased the cash** we burned out like brass true with me class yall dont want no clash dancin' with the titan fast as lightening strike so compellin' enticin' frightening no late night news can fused or abuse our images we mass murderers lowerin' percentages of those in advantage we bringin' mo' carnage than the average savage live in havoc dont thread the best unless ya wanna die like the rest ease my stress with totes of canibus while yall diss im chillin' like maximus full potential we never been bought out chips just sought out takin' over islands reestablish demands with illegal contrabands one man stand dont need no fan feel me i be the straight loco true colo *** hole by nature too a few bites from forbidden manzana** makin' miracles like ana from lyrical content bites critics like piranhas sound the black madonna whos gonna? **stop me once i began the tears so ***** *** commentators beware**
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Feb 25, 2017
Feb 25, 2017 at 1:19 PM UTC
Beware of Me
uh im rude like awakening knock those out who fakin' flakin' like they frosted i leave ya exhausted hard to see me when them black ants crawlin' over eye visions cuz my visions dehydrate your precisions stingin' ya harder the bees like wind to breeze ya cant slow me yall haters below me bring force like kinobi just show me yo head so i can fill it with led down goes yo bread tears in the hearts of families fatalities bring joy to me emcees beware ya in for a scare no truth or dare pause ya like ya in a stare first glare ya see im in ya shadows check my plateau ruthless as Don Vito evils we see no remorse for those who try to show **out they *** we never chased the cash** we burned out like brass true with me class yall dont want no clash dancin' with the titan fast as lightening strike so compellin' enticin' frightening no late night news can fused or abuse our images we mass murderers lowerin' percentages of those in advantage we bringin' mo' carnage than the average savage live in havoc dont thread the best unless ya wanna die like the rest ease my stress with totes of canibus while yall diss im chillin' like maximus full potential we never been bought out chips just sought out takin' over islands reestablish demands with illegal contrabands one man stand dont need no fan feel me i be the straight loco true colo *** hole by nature too a few bites from forbidden manzana** makin' miracles like ana from lyrical content bites critics like piranhas sound the black madonna whos gonna? **stop me once i began the tears so ***** *** commentators beware**
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Vamos matar o presidente; Vamos enterrar o João Goulart; Porque o mundo está confuso; E está sem estrada pra caminhar. Estou aqui desde às 19:00 de ontem; Só escrevendo como você me machucou; E de como não consigo me submergir; Dos seus olhos castanhos. Preferia, continuar escrevendo sobre a Kampf; Pelo menos, era uma paixão; Que apenas iria acontecer no Dia de São Nunca. Já você; É uma paixão confusa e promíscua; Que irá voltar; Com os dois filhos no colo; Reclamando: Falta de amor. E quando eu disser ''sim''; Você será um poema que não vou saber mais escrever.
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Sep 13, 2017
Sep 13, 2017 at 12:05 PM UTC
Construção
uh im rude like awakening knock those out who fakin' flakin' like they frosted i leave ya exhaushted hard to see me when them black ants crawlin' over eye visions cuz my visions dehydrate your precisions stingin' ya harder the bees like wind to breeze ya cant slow me yall haters below me bring force like kinobi just show me yo head so i can fill it with led down goes yo bread tears in the hearts of families fatalities bring joy to me emcees beware ya in for a scare no truth or dare pause ya like a stare first glare ya see im in ya shadows check my plateau ruthless as Don Vito evils we see no remorse for those who try to show out they *** we never chased the cash we burned out like brass true with me class yall dont want clash dancin' with the titan fast as lightening strike so compellin' enticin' frightening no late night news can fused or abuse our images we mass murderers lowerin' percentages of those in advantage we bringin' mo' carnage than the average savage live in havoc dont thread the best unless ya wanna die like the rest ease my stress with totes of canibus while yall diss im chillin' like maximus full potential we never bought out chips just sought out takin' over islands reestablish demands with illegal contrabands one man stand dont need no fan feel me i be the straight loco true colo *** hole by nature too a few bites from forbidden manzana makin' miracles like ana from lyrical content bites critics like piranhas sound the black madonna whos gonna? stop me once i began the tears so you imitators commentators beware
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Apr 22, 2017
Apr 22, 2017 at 2:43 AM UTC
Careful
uh im rude like awakening knock those out who fakin' flakin' like they frosted i leave ya exhaushted hard to see me when them black ants crawlin' over eye visions cuz my visions dehydrate your precisions stingin' ya harder the bees like wind to breeze ya cant slow me yall haters below me bring force like kinobi just show me yo head so i can fill it with led down goes yo bread tears in the hearts of families fatalities bring joy to me emcees beware ya in for a scare no truth or dare pause ya like a stare first glare ya see im in ya shadows check my plateau ruthless as Don Vito evils we see no remorse for those who try to show out they *** we never chased the cash we burned out like brass true with me class yall dont want clash dancin' with the titan fast as lightening strike so compellin' enticin' frightening no late night news can fused or abuse our images we mass murderers lowerin' percentages of those in advantage we bringin' mo' carnage than the average savage live in havoc dont thread the best unless ya wanna die like the rest ease my stress with totes of canibus while yall diss im chillin' like maximus full potential we never bought out chips just sought out takin' over islands reestablish demands with illegal contrabands one man stand dont need no fan feel me i be the straight loco true colo *** hole by nature too a few bites from forbidden manzana makin' miracles like ana from lyrical content bites critics like piranhas sound the black madonna whos gonna? stop me once i began the tears so you imitators commentators beware
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I went to the Bookstore today     (can't do tablets or laptops     when smoking cigars     and     ...also hate tv...don't like     the way it makes me feel     or other people look) In downtown Boulder, Colo Which, if you've never been Displays fresh prints of Dave Eggers And Edward Abbey     In an 1899 erected structure         That formerly hosted             Ballroom dances                 Orchestras                     And secret societies It's not Powells in Portland, Ore     (old school state abbreviations...     deal with it) But it's better for me     Because I'm here And it was a beautiful day Even after losing at chess     to a brilliant fool     just outside I couldn't help myself     From browsing the poetry section         In its entirety (Only here for the $3.75 copy of the Poetry Foundation's monthly) And I noticed an increase     In fresh copies of Hafiz     Same for Bukowski     And Ginsberg Keats was nowhere to be found Typically, Shakespeare, Whitman,     Wordsworth...are everywhere I wondered if the American compilation     by Garrison Keillor     is worhwhile There were dozens     And dozens         Of masters             That I have not spent time with Not "spent time" Perhaps read a bit     But not, connected with enough     that I could say...I got it     Not a fully aligned get     But an education         And appreciation             To one who has pushed the craft             in their own way Or left me weeping     at brilliance of love and language But I resisted said temptation     Of rampant reckless bookbuying         And got my magazine But on my drive home     In the far East reaches of the county         (Boulder's real estate no longer         grants us commons much access)     I stopped at tiny used book shop         Bought an old copy of             D. H. Lawrence poetry                 for a few bucks And by the time I got home To take inventory of tea     Of coffee         Of wine and cigars I was rather pleased     Pleased with myself For I looked forward     To the read         To the sky         To living soul free             Once again
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May 29, 2016
May 29, 2016 at 7:19 PM UTC
Soul Free
I went to the Bookstore today     (can't do tablets or laptops     when smoking cigars     and     ...also hate tv...don't like     the way it makes me feel     or other people look) In downtown Boulder, Colo Which, if you've never been Displays fresh prints of Dave Eggers And Edward Abbey     In an 1899 erected structure         That formerly hosted             Ballroom dances                 Orchestras                     And secret societies It's not Powells in Portland, Ore     (old school state abbreviations...     deal with it) But it's better for me     Because I'm here And it was a beautiful day Even after losing at chess     to a brilliant fool     just outside I couldn't help myself     From browsing the poetry section         In its entirety (Only here for the $3.75 copy of the Poetry Foundation's monthly) And I noticed an increase     In fresh copies of Hafiz     Same for Bukowski     And Ginsberg Keats was nowhere to be found Typically, Shakespeare, Whitman,     Wordsworth...are everywhere I wondered if the American compilation     by Garrison Keillor     is worhwhile There were dozens     And dozens         Of masters             That I have not spent time with Not "spent time" Perhaps read a bit     But not, connected with enough     that I could say...I got it     Not a fully aligned get     But an education         And appreciation             To one who has pushed the craft             in their own way Or left me weeping     at brilliance of love and language But I resisted said temptation     Of rampant reckless bookbuying         And got my magazine But on my drive home     In the far East reaches of the county         (Boulder's real estate no longer         grants us commons much access)     I stopped at tiny used book shop         Bought an old copy of             D. H. Lawrence poetry                 for a few bucks And by the time I got home To take inventory of tea     Of coffee         Of wine and cigars I was rather pleased     Pleased with myself For I looked forward     To the read         To the sky         To living soul free             Once again
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não pode ser justo que eu tenha nascido nesse mundo com a culpa de uma vida inteira que ainda nem vivi que antes de ter chegado meus olhos já tivessem visto tudo o mais que eu não pudesse suportar e carregado tanto peso em minhas costas pequenas costas de criança com medo sem nem saber o que tanto carregava era o peso de uma mulher pesada que não tinha medo pois tinha conhecido o abandono e ele ocupava todo o espaço era também a ironia de que aquilo que eu mais temia a mulher pesada que me tinha em seu colo era também o que eu mais viria a precisar desde o leite empedrado a mulher pesada aquilo que eu mais temia a que me tinha pendurada em seu seio era também o que eu viria a me tornar sem escapatória sem saber que eu já havia me tornado muito antes de existir e a culpa tão grande a culpa desde o leite e da pedra
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May 12, 2019
May 12, 2019 at 10:21 AM UTC
I
eu costumava sonhar em me tornar o mar imenso e vasto como tal, com a mesma selvageria caótica que é viva e dissemina a calmaria e se eu puder ser mar receber-te-ei como um dos meus que banham-se em meu colo enquanto se libertam das âncoras mundanas às pressas de escapar desse não-lugar onde me esconderam me vi na areia, em mutação preto no branco gritando e a natureza fundindo eu me vi fruto da miscigenação eu me tornei mar e agora tenho um amante que queima em meu horizonte mas se esconde ao anoitecer na manhã ele retorna e logo põe-se a iluminar todas as almas pretas que ainda procuram um lar escapei do esconderijo que era um tipo de prisão pra que ninguém mais seja preso longe da escuridão por isso enquanto eu for mar te deixarei livre, na leveza de existir te emprestarei meu amante pois sei da tua vontade vai ter calor no teu corpo em todo amanhecer felizmente hoje eu sou mar então recebo-te como um dos meus e lhe convido a nadar
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Jun 17, 2018
Jun 17, 2018 at 8:37 PM UTC
ser mar.
a criança chorando em seu colo não pesava mais que o leite empedrado em seu peito a maternidade era só mais uma ferida aberta nas suas partes secretas pra não deixá-la esquecer que ela não era ninguém além do rombo em seu ventre
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May 12, 2019
May 12, 2019 at 10:18 AM UTC
III
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:02 PM UTC
caibro
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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