"estes" poems
Packed into
holiday traffic
on Christmas Eve,
I recall a story
told by my mother
of a snow blown pass
in the Rockies
near Estes Park
and the searing glow
of cougar eyes
just beyond
the high beams
her rear wheels whined
the engine sputtered
and the snow
kept falling
Sep 16, 2012
Sep 16, 2012 at 12:51 PM UTC
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo;
Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta -
O Outono já não tarda a chegar.
Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure.
Dói-me ser.
Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas,
Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar;
Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos
E fazer do sentir uma viagem infinda,
Um caminho ascendente em direção a Deus.
Pudesse eu sentir como sinto,
Como sinto tudo -
Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo -
Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda.
Soubesse eu olhar as flores
E amá-las como amo enquanto as olho
Sem que se me partisse irreparavelmente o coração
Quando não as pudesse olhar mais.
Dói-me ser
Quando parece que tudo o que sou
É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente.
Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu.
Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e
Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e
Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito -
Que bate furioso por não o saber ter?
Pensado em mim,
Não me imaginaria ser como sou;
Pensando em mim,
Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas,
Pensado em mim,
O que sou é uma mentira mal contada.
E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante.
Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante.
O que sinto ser é um transbordar de Ser e
Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si.
Dói-me ser se o que sou é sentir.
Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta.
Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever -
A personalidade, o pensar, o Ser...
Dói.
Dói.
Dói....
Sep 17, 2017
Sep 17, 2017 at 1:28 PM UTC
I was in a
dreamy state
as we drove through the
mountains,
the bright
Colorado sun reflecting
almost too bright
off of the frozen creek.
The ridges of the
giant turf were
a little too brown for what
I had expected this time
of year,
but the snow had not been
as bountiful as
winters past.
My cell phone lost
service as we glided
along a windy
highway,
so I was left to nothing but
my earbuds and
the thoughts I had avoided.
I felt a strange sensation
of relief as
I realized I didn't have to
speak to anyone,
how I could be left alone
in the midst of a wide expanse of nature,
perhaps the humble surroundings
I needed to
recollect myself.
In the company of
my loving family and
in the presence of
my grandfather's wisdom,
I was bound to find some
sort of peace,
gain some sort of clarity,
for if you couldn't find
serenity in the
Rocky Mountains,
surely something was wrong with you.
I spotted elk in the far
distance beyond the car windows,
and, despite the frigid
single-degree-weather that enveloped them,
I was weirdly envious of
their tranquil presence in the snow,
their freedom to be lost in the wilderness,
their security in the pack that accompanied them.
In that moment,
I wanted to be one of the elk,
running free
into a realm of wild openness,
running free
in the mountains and valleys.
In that moment,
I wanted to be
free.
Feb 8, 2015
Feb 8, 2015 at 1:26 AM UTC
O Douro na sua plenitude
Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera. Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e encanto. Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.
Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar. Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar. Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia, complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar.
Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio Douro que se embala num Rabelo de outrora.
As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa. Que beleza sentir e amar um Deus vivo que bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume, permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras, sobreiros, torgas e giestas coabitam.
Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ...
Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.
O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces. Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes.
O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado.
Victor Marques
Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Explicar a minha descendência
Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.
Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência. O Pelourinho centenário que venera minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....
Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.
As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte.
A este pensamento de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade. A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras.
A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.
Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda, seus descendentes, seus antepassados....!
Eu vou receber sempre na minha memória, esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu.
Que coisa bonita , que encanto, que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .
Victor Marques
Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Our dog, Hannah and I wended our way
across the Moraine highway
that winds west toward the park.
The front range, rising to our right
and Lumpy Ridge to our left
were shrouded in the post-dawn mist.
A short walkway through speckled fields
of Asters, Mexican Hats and Gallardia
led us to the tall gray slat fence
that lines the path down the hill
to the Big Thompson River Walk.
Hannah and I took copious notes
each in our own way as we took in
the sounds and sights along the trail.
The morning lights danced over
rock-strewn rocks and riffles tumbling down
from the mountain rains and melting snows
and the sweet music of the river
assured us that tranquility exists even
amongst the jagged rocks of a troubled world.
Estes Park, August, 2016
Aug 8, 2016
Aug 8, 2016 at 11:02 AM UTC
Minha filha Victória,
Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes.
Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios.
Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração.
Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio.
Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor.
Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem.
Adoro-te filha
Victor Marques
May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Hace poco aprendí que la vida se define en lo poco que uno sabe sobre uno, y lo mucho que uno quiere saber sobre el mundo. Las lecciones que la vida nos obliga a enfrentar no son más que el reflejo de nosotros en el mundo. Al resarcirse, al cambiar; también cambia el mundo. También aprendí que el momento para vivir no es más que ayer, ni menos que ahora. Cuando uno no quiere más vivir y acepta morir se da cuenta de que lo que antes valía mucho, ahora vale menos que nada. Es un largo camino de vuelta a la normalidad. Talvez si la vida diera vueltas y el corazon retornara a su color inicial todo esto cambiaría. Talvez yo cambiaría.
Hace poco aprendí que los ojos no lloran por nada. Las lágrimas tienen un propósito y un fin, que espero que ambos, seas siempre tú. Los ojos en blanco y las miradas vacias significan más para mi de lo que te podrías imaginar. Mientras menos es más para mí, más acumulo estas ganas inmensas de todo. Digo todo, por que explicar lo que me haces sentir en una insignificante combinación de 26 letras, no te valen. Me gusta sentir tus ojos sobre mí, asi no me estes mirando. Cuando piensas en todo menos en mí. Mirarte mientras vives es para mí equivalente a todo lo bueno en este mundo. Vuelvo a la normalidad cuando te encuentro y me voy, me pierdo, cuando no.
Podría decirse que la dependencia es mala, frivola. Pero miremosla de otra forma, como todo en esta vida, se amolda a nuestras necesidades. Fría. Sin sentidos. Así me dejas desde el momento en el que nuestros dedos se cruzan y meramente encuentran. Puedo sentir la adversidad del mundo en ellos, puedo sentirlo todo. Con las manos heladas y el pecho frío, pero contigo.
Si talvez algún día no este ni para mi, talvez un día camines por la calle y me encuentres perdida. Cuando yo ya no habite en mí. Cuando las lágrimas dejen de secarse por ti y más por el tiempo que pasa sobre la gota que de mi lloré, dejando su camino sobre mi rostro, aquel que alguna vez miraste. Puedo asegurarte que para ese día mirarte todavía será mi deporte favorito, con ojos muertos y miradas vacias.
No existe mucho cambio entre hoy y lo que describo. Los ojos muertos me sientan bien, no necesitan de maquillaje alguno. Se dice que iluminan mi rostro al llorar. Diría sonreir pero no creo que una sonrisa me encuentre perdida en el mar de miradas en el que me encuentro, almenos que sea la tuya. En ese caso, sonríe, porfavor.
May 3, 2014
May 3, 2014 at 3:28 PM UTC
Je vous envoye un bouquet que ma main
Vient de trier de ces fleurs épanies,
Qui ne les eust à ce vespre cuillies,
Cheutes à terre elles fussent demain.
Cela vous soit un exemple certain
Que vos beautés, bien qu'elles soient fleuries,
En peu de tems cherront toutes flétries,
Et comme fleurs, periront tout soudain.
Le tems s'en va, le tems s'en va, ma Dame,
Las ! le tems non, mais nous nous en allons,
Et tost serons estendus sous la lame :
Et des amours desquelles nous parlons,
Quand serons morts, n'en sera plus nouvelle :
Pour-ce aimés moy, ce-pendant qu'estes belle.
1.3k
Penso eu, que a plenitude de uma vida,
Não é ir ao mercado e comprar felicidade,
É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida,
Não cobrável, muito menos reembolsável!
Os meus planos eram meramente vagos,
Seguia um caminho longo, sem ambição,
Pouco mais do que sobreviver meu coração,
Não havia muito sentido para estes lados!
Contudo, e porque eu agora acredito no destino,
Estes anos todos me preparei como homem,
Para que agora, sem contar, visse o céu divino,
Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem!
Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais,
Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti,
Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi,
O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais!
Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença,
Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo,
Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo,
Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença!
E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão,
Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança,
Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão,
É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança!
O preço dos meus sonhos, da minha felicidade,
Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade,
És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade,
Te prometo agora amar, pela nossa eternidade.
Autor: António Benigno
Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
Yo no paro hasta que todos mueran
Los ultimos que cuedan
Del satanas tienen que murir
Todos esos malvados tienen que sufrir
El machete, con un balazo en el cachete
Los mando pa su muerte la tumba
Los ahogo con una funda en silencio
Se mueren despacio dia tras dia cayendo
Estos cobardes les buelo la mazeta
Como el rey azteca, les saco el corazon
Por ser culo mamon, el pendejo cabron
Soy un maestro chingon, estes mi canton
Para siempre sera, hoy y manana lo veras
Te lo puedo comprovar no soy esclavo
Pero si un bago, so ponte a un lado
Porque estas bien lejos del clavo
Hechate para tras porque te dejo enterrado
Por dejabo, ah carrajo eres un pinchi chango
Vete a comer un mango, pinchi tango caprisun, you better run and go have some fun, before I lay your *** out with this laser gun, leave you fast asleep, you should listen to your peeps, porfavor hasme el favor
Cuitate la a chingada, ya me encabronastes
Mi mente me corruptistes y borastes
Mucha intelligencia que cargaba guardada
Pero te voy a lanzar con la plebada
Lista y armada, para una buena chingisa
Te den un buen banio, y buena vaniada
May 19, 2015
May 19, 2015 at 3:13 PM UTC
Sinto o meu corpo voar como um passarinho,
Nos teus braços, sinto conforto do nosso ninho!
Os teus olhos, são a alegria do meu caminho,
E quando chego a ti, sinto mesmo o teu carinho!
Sinto-me a planar no ar como uma pena,
A energia que vem de ti, me é tão amena,
O teu perfume cor de energia tão plena,
Teu abraço único é meu, querida Liliana!
Nada é igual a ti, à tua doce presença,
Tua imagem, sempre uma boa lembrança,
Respiro melhor, estes sonhos de criança,
A vida contigo, é agora a melhor aliança!
Sinto-me tão grande no teu aconchego,
Sinto-me vaidoso da tua companhia,
Sinto a tua presença com muita alegria,
Beijo teu, eu vejo e logo de vontade, pego!
Esta noite eu vou deitar-me alucinado,
Descanso sobre a almofada apaixonado,
É tão leve minha consciência, abobadado,
Vénia pela noite a teu ser, por mim amado!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.07.23.02.08
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:57 AM UTC
Te busco en las esquinas del pueblo
Te busco en los ojos de los caballeros
Te busco como una niña perdida
busca a su madre
Con angustia, con miedo
Miedo a encontrarte entre otros brazos
Miedo de hallarte con otra boca
Pero aun asi tengo esperanzas
de encontrarte entero
porque de poder encontrar pedazos tuyos
eso si pude hacer
Encontre tus ojos mientras miraba el cielo estrellado
una noche oscura en el Beni
Halle tu sonrisa por ahi en el mar
azul de Brasil
Senti el rozo de tus dedos
Mientras el viento jugaba con mi pelo
en pleno Los Angeles
No te he perdido para siempre
Eso me sigo diciendo
Y sigo viajando porque
te sigo buscando con esperanzas
de poder juntar todos los pedazos tuyos
y que formen el rompe cabezas
mas bien rompe corazones y mentes y almas
y que finalmente te pueda nuevamente ver
Deje mi corazon en tus manos hace mucho tiempo
y al irme, me lo quise llevar
termino en dos pedazos
yo con una mitad y tu con la otra
espero que al igual que yo estes buscando la otra mitad
Oct 27, 2014
Oct 27, 2014 at 4:24 AM UTC
Driving westward into Estes Park
Is like floating on air –
Snow-capped peaks ahead beckon us.
For a treasured interval,
The aches and struggles of the world
Fade beneath the call and glory of the mountains.
The long-awaited spring is at last among us
And the newly re-leafed trees sway in gratitude.
The sweet songs of waking birds
Blend with the crunch of hiking poles
As the resplendent Rockies
Welcome legions of rejuvenating hikers,
Who have come to bask in the beauty
Of our pristine trails, streams and lakes.
We hear sermons in the distant thunder
And rush of a gentle shower
Teaching us we are in the presence
Of glory beyond all comprehension -
Glory that precedes and follows us
Throughout the eternal march of years.
May 23, 2022
May 23, 2022 at 7:50 PM UTC
Este amor apasionado, anda todo alborotado , por volver.
voy camino a la locura y aunque todo me tortura, se querer.
Nos dejamos hace tiempo pero me llego el momento de perder
tu tenias mucha razon, le hago caso al corazon y me muero
por volver
'Y volver volver, volver a tus brazos otra vez, llegare hasta donde estes
yo se perder,yo se perder, quiero volver, volver, volver.'
Nos dejamso hace tiempo pero me llego el momento de perder
tu tenias mucha razon, le hago caso al corazon y me muero por volver.
'Y volver volver, volver a tus brazos otra vez, llegare hasta donde estes
yo se perder, yo se perder, quiero volver, volver, volver.
May 31, 2015
May 31, 2015 at 11:51 PM UTC
E nesta tarde em que a chuva cai madura
Pego nesta folha e neste lápis de carvão
Rascunho esta tua suave pintura
Com a subtileza desta minha mão.
Quem desenha sou eu, feito alquimista
Que em ti sempre viu algo especial
Com estes meus olhos de artista
E esta minha sensibilidade radical.
Estou simplesmente apaixonado por ti
E p´ró papel, eu te levo p’ra te ter
P’ra sempre ficarás junto de mim
Nesta pintura que de ti estou a fazer.
E em teus olhos eu vejo acalento
Um brilho especial e muita alegria
Um dia destes chegará o momento
Em que ficaremos junto o dia-a-dia.
Este singelo papel é agora um tesouro
Porque nele está desenhada a tua imagem
És a face dum anjo que vale mais que ouro
Por mim criado em tua homenagem.
Venero-te com sublime fervor
Agora que és o meu quadro principal
Para sempre te darei o meu amor
Minha filha, minha princesa real.
Jun 6, 2013
Jun 6, 2013 at 5:43 AM UTC
On a stage too vast for frame or shutter
an alabaster sphere trails the fading sun
reflected on the waves and troughs of Estes Lake,
and reigns supreme above the snow-capped Rockies.
Two white globes - one of gas the other rock
softly dance around a bluish one.
March, 2012
Mar 3, 2015
Mar 3, 2015 at 1:31 PM UTC
Vejam todos esses Cristãos,
Se orgulham tanto de ir à Igreja,
E não enxergam o próprio irmão.
Que por aí ainda passando fome,
Com medo, com frio e sem nome,
Mais um excluído da sociedade.
Vejam todos esses Cristãos,
Celebrando o Natal com presentes,
Se esquecendo do verdadeiro motivo,
Da existência do Natal.
Gastam, gastam, gastam,
E esquecem que pelo mundo à fora,
Muita gente queria só amor no Natal.
Vejam estes cristãos, egocêntricos,
Que são alguém na Igreja,
E fora dela mudam tanto.
Estes Cristãos perderam o amor,
Perderam Jesus.
Já não amam mais ao seu Deus,
Mas sim a sua religião,
Estão obcecados por uma instituição:
A Igreja!
Dec 25, 2012
Dec 25, 2012 at 8:48 AM UTC
Cientos de estrellas contamos juntos cuando era niña
y jamas imagine que un dia te buscaria en cada una de ellas
Tu ausencia hoy me acaricia como la brisa de aquellas noches
en las que llena de historias me dormia junto a ti
Tus memorias son aventuras que se vuelven mi refugio
Tus dulces palabras, la unica melodia que me hace sentir bien
Se que el tiempo jamas podra curar el dolor de tu partida
Pero se que tu sonrisa me dara las fuerzas para continuar
Donde estes, te extraño, te pienso, te amo Papa.
Jan 16, 2019
Jan 16, 2019 at 1:18 PM UTC
Bebe os segredos proibídos dos meus lábios
Como se de uma confissão se tratasse
Arruína-me esta vontade inquieta
Destrói-me este desejo de ser livre
E concretiza a vontade de pertencer
Perdoa-me qualquer avanço suave e brusco
Não tenciono deixar-te ir no sentido contrário
Sorri cada vez que este vermelho surge no meu rosto
É a consequência deste sentimento que me provocas
Tu fazes para me relembrar quão bom é ter-te aqui
Porque apesar de os sonhos que me inquetam durante a noite
Serem os mais puros desejos concretizados fantasiosamente
Não passam disso, fantasias inconcretizadas
Há espera de serem materializadas
Exigo levemente mas afintadamente que não partirás sem mim
Ajuda esta mente inquieta a suavizar estes incontrolos
Completamente ansiosos cansados de ansiar por mais
Incontrolos inteiramente controlados pelo consciente
Com o inconsciente gritando para se descontrolarem
Jun 19, 2014
Jun 19, 2014 at 9:09 AM UTC
Poema de: Anonymous Poet
Nunca digas amo-te se não te interessa.
Nunca fales sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toques numa vida se não pretendes romper um coração.
Nunca olhes nos olhos de alguém se não que queres vê-los derramar em lágrimas por causa de ti.
A mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por ti quando tu não pretendes mesmo...
May 14, 2017
May 14, 2017 at 12:47 PM UTC
Tenho ao meu lado o metro dos Restauradores
E um cigarro na mão
Em frente ao Hotel Avenida Palace põe se o dia
Em frente a mim que o vi a nascer.
A cidade corre por entre mim, vejo-a
Os pés apressados e quase serenos rostos
Que reparam por vezes também em mim
Tão exatos e certos os movimentos
E sei que nenhuns outros corpos poderiam ter por mim passado
Que não estes.
O céu escurece sobre os prédios
Estou posicionada de modo a ver todos os Ângulos certos
Dos telhados sob o quase ***** azul
Estamos em meados de novembro e não chove quase nunca
Os dias claros e as noites geladas
Mas não há frio algum nesta noite criança
E o cigarro vai-se rápido (certa que não irá nunca
Para sempre em mim como o melhor cigarro que já fumei
Pois, como tudo o resto que vi e escrevi, não podia ser mais certo)
Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:12 PM UTC
Prendo-me a estes versos
Uma vez mais.
Não sei ser em ti, ainda,
Quando tudo o que vejo
Quando te vejo
De olhos presos a ti
É um poema por escrever, ainda,
Mas com ser e espírito por si só.
Há uma imensidão em ti que não identifico
Então fujo e escondo-me porque
Tenho medo. Não sou um poema
Ou um verso sequer.
Mais um candeeiro de luz fusca
Ao lado do teu todo céu estrelado
Que não sei ler.
Uma enorme ânsia por ti quando estás,
Quando não estás. Sinto
E sinto apenas.
E talvez estejamos
(o que é que estamos?)
Só para que te possa ver toda esta beleza
E senti-la e nada mais.
Escrever-te num poema.
Nada mais.
Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:18 PM UTC
Confused in Estes.
Slipping low.
How it felt.
Didn't know.
You're still warm.
Garrett Johnson.
Sep 2, 2020
Sep 2, 2020 at 5:05 PM UTC