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"estes" poems
Packed into holiday traffic on Christmas Eve, I recall a story told by my mother of a snow blown pass in the Rockies near Estes Park and the searing glow of cougar eyes just beyond the high beams her rear wheels whined the engine sputtered and the snow kept falling
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Sep 16, 2012
Sep 16, 2012 at 12:51 PM UTC
Blizzard
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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Sep 17, 2017
Sep 17, 2017 at 1:28 PM UTC
Dói-me Ser - 17/09/17
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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I was in a dreamy state as we drove through the mountains, the bright Colorado sun reflecting almost too bright off of the frozen creek. The ridges of the giant turf were a little too brown for what I had expected this time of year, but the snow had not been as bountiful as winters past. My cell phone lost service as we glided along a windy highway, so I was left to nothing but my earbuds and the thoughts I had avoided. I felt a strange sensation of relief as I realized I didn't have to speak to anyone, how I could be left alone in the midst of a wide expanse of nature, perhaps the humble surroundings I needed to recollect myself. In the company of my loving family and in the presence of my grandfather's wisdom, I was bound to find some sort of peace, gain some sort of clarity, for if you couldn't find serenity in the Rocky Mountains, surely something was wrong with you. I spotted elk in the far distance beyond the car windows, and, despite the frigid single-degree-weather that enveloped them, I was weirdly envious of their tranquil presence in the snow, their freedom to be lost in the wilderness, their security in the pack that accompanied them. In that moment, I wanted to be one of the elk, running free into a realm of wild openness, running free in the mountains and valleys. In that moment, I wanted to be free.
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Feb 8, 2015
Feb 8, 2015 at 1:26 AM UTC
Estes Park
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Our dog, Hannah and I wended our way     across the Moraine highway that winds west toward the park. The front range, rising to our right     and Lumpy Ridge to our left were shrouded in the post-dawn mist. A short walkway through speckled fields     of Asters, Mexican Hats and Gallardia led us to the tall gray slat fence      that lines the path down the hill to the Big Thompson River Walk. Hannah and I took copious notes       each in our own way as we took in the sounds and sights along the trail.       The morning lights danced over rock-strewn rocks and riffles tumbling down       from the mountain rains and melting snows and the sweet music of the river      assured us that tranquility exists even amongst the jagged rocks of a troubled world. Estes Park, August, 2016
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Aug 8, 2016
Aug 8, 2016 at 11:02 AM UTC
Big Thompson River Walk
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Minha filha Victória
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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Hace poco aprendí que la vida se define en lo poco que uno sabe sobre uno, y lo mucho que uno quiere saber sobre el mundo. Las lecciones que la vida nos obliga a enfrentar no son más que el reflejo de nosotros en el mundo. Al resarcirse, al cambiar; también cambia el mundo. También aprendí que el momento para vivir no es más que ayer, ni menos que ahora. Cuando uno no quiere más vivir y acepta morir se da cuenta de que lo que antes valía mucho, ahora vale menos que nada. Es un largo camino de vuelta a la normalidad. Talvez si la vida diera vueltas y el corazon retornara a su color inicial todo esto cambiaría. Talvez yo cambiaría. Hace poco aprendí que los ojos no lloran por nada. Las lágrimas tienen un propósito y un fin, que espero que ambos, seas siempre tú. Los ojos en blanco y las miradas vacias significan más para mi de lo que te podrías imaginar. Mientras menos es más para mí, más acumulo estas ganas inmensas de todo. Digo todo, por que explicar lo que me haces sentir en una insignificante combinación de 26 letras, no te valen. Me gusta sentir tus ojos sobre mí, asi no me estes mirando. Cuando piensas en todo menos en mí. Mirarte mientras vives es para mí equivalente a todo lo bueno en este mundo. Vuelvo a la normalidad cuando te encuentro y me voy, me pierdo, cuando no. Podría decirse que la dependencia es mala, frivola. Pero miremosla de otra forma, como todo en esta vida, se amolda a nuestras necesidades. Fría. Sin sentidos. Así me dejas desde el momento en el que nuestros dedos se cruzan y meramente encuentran. Puedo sentir la adversidad del mundo en ellos, puedo sentirlo todo. Con las manos heladas y el pecho frío, pero contigo. Si talvez algún día no este ni para mi, talvez un día camines por la calle y me encuentres perdida. Cuando yo ya no habite en mí. Cuando las lágrimas dejen de secarse por ti y más por el tiempo que pasa sobre la gota que de mi lloré, dejando su camino sobre mi rostro, aquel que alguna vez miraste. Puedo asegurarte que para ese día mirarte todavía será mi deporte favorito, con ojos muertos y miradas vacias. No existe mucho cambio entre hoy y lo que describo. Los ojos muertos me sientan bien, no necesitan de maquillaje alguno. Se dice que iluminan mi rostro al llorar. Diría sonreir pero no creo que una sonrisa me encuentre perdida en el mar de miradas en el que me encuentro, almenos que sea la tuya. En ese caso, sonríe, porfavor.
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May 3, 2014
May 3, 2014 at 3:28 PM UTC
Miradas (spanish)
Hace poco aprendí que la vida se define en lo poco que uno sabe sobre uno, y lo mucho que uno quiere saber sobre el mundo. Las lecciones que la vida nos obliga a enfrentar no son más que el reflejo de nosotros en el mundo. Al resarcirse, al cambiar; también cambia el mundo. También aprendí que el momento para vivir no es más que ayer, ni menos que ahora. Cuando uno no quiere más vivir y acepta morir se da cuenta de que lo que antes valía mucho, ahora vale menos que nada. Es un largo camino de vuelta a la normalidad. Talvez si la vida diera vueltas y el corazon retornara a su color inicial todo esto cambiaría. Talvez yo cambiaría. Hace poco aprendí que los ojos no lloran por nada. Las lágrimas tienen un propósito y un fin, que espero que ambos, seas siempre tú. Los ojos en blanco y las miradas vacias significan más para mi de lo que te podrías imaginar. Mientras menos es más para mí, más acumulo estas ganas inmensas de todo. Digo todo, por que explicar lo que me haces sentir en una insignificante combinación de 26 letras, no te valen. Me gusta sentir tus ojos sobre mí, asi no me estes mirando. Cuando piensas en todo menos en mí. Mirarte mientras vives es para mí equivalente a todo lo bueno en este mundo. Vuelvo a la normalidad cuando te encuentro y me voy, me pierdo, cuando no. Podría decirse que la dependencia es mala, frivola. Pero miremosla de otra forma, como todo en esta vida, se amolda a nuestras necesidades. Fría. Sin sentidos. Así me dejas desde el momento en el que nuestros dedos se cruzan y meramente encuentran. Puedo sentir la adversidad del mundo en ellos, puedo sentirlo todo. Con las manos heladas y el pecho frío, pero contigo. Si talvez algún día no este ni para mi, talvez un día camines por la calle y me encuentres perdida. Cuando yo ya no habite en mí. Cuando las lágrimas dejen de secarse por ti y más por el tiempo que pasa sobre la gota que de mi lloré, dejando su camino sobre mi rostro, aquel que alguna vez miraste. Puedo asegurarte que para ese día mirarte todavía será mi deporte favorito, con ojos muertos y miradas vacias. No existe mucho cambio entre hoy y lo que describo. Los ojos muertos me sientan bien, no necesitan de maquillaje alguno. Se dice que iluminan mi rostro al llorar. Diría sonreir pero no creo que una sonrisa me encuentre perdida en el mar de miradas en el que me encuentro, almenos que sea la tuya. En ese caso, sonríe, porfavor.
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Je vous envoye un bouquet que ma main Vient de trier de ces fleurs épanies, Qui ne les eust à ce vespre cuillies, Cheutes à terre elles fussent demain. Cela vous soit un exemple certain Que vos beautés, bien qu'elles soient fleuries, En peu de tems cherront toutes flétries, Et comme fleurs, periront tout soudain. Le tems s'en va, le tems s'en va, ma Dame, Las ! le tems non, mais nous nous en allons, Et tost serons estendus sous la lame : Et des amours desquelles nous parlons, Quand serons morts, n'en sera plus nouvelle : Pour-ce aimés moy, ce-pendant qu'estes belle.
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Je vous envoye un bouquet que ma main
Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
Yo no paro hasta que todos mueran Los ultimos que cuedan Del satanas tienen que murir Todos esos malvados tienen que sufrir El machete, con un balazo en el cachete Los mando pa su muerte la tumba Los ahogo con una funda en silencio Se mueren despacio dia tras dia cayendo Estos cobardes les buelo la mazeta Como el rey azteca, les saco el corazon Por ser culo mamon, el pendejo cabron Soy un maestro chingon, estes mi canton Para siempre sera, hoy y manana lo veras Te lo puedo comprovar no soy esclavo Pero si un bago, so ponte a un lado Porque estas bien lejos del clavo Hechate para tras porque te dejo enterrado Por dejabo, ah carrajo eres un pinchi chango Vete a comer un mango, pinchi tango caprisun, you better run and go have some fun, before I lay your *** out with this laser gun, leave you fast asleep, you should listen to your peeps, porfavor hasme el favor Cuitate la a chingada, ya me encabronastes Mi mente me corruptistes y borastes Mucha intelligencia que cargaba guardada Pero te voy a lanzar con la plebada Lista y armada, para una buena chingisa Te den un buen banio, y buena vaniada
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May 19, 2015
May 19, 2015 at 3:13 PM UTC
Hasta Que Acabe Con Todos Mis Enemigos
Sinto o meu corpo voar como um passarinho, Nos teus braços, sinto conforto do nosso ninho! Os teus olhos, são a alegria do meu caminho, E quando chego a ti, sinto mesmo o teu carinho! Sinto-me a planar no ar como uma pena, A energia que vem de ti, me é tão amena, O teu perfume cor de energia tão plena, Teu abraço único é meu, querida Liliana! Nada é igual a ti, à tua doce presença, Tua imagem, sempre uma boa lembrança, Respiro melhor, estes sonhos de criança, A vida contigo, é agora a melhor aliança! Sinto-me tão grande no teu aconchego, Sinto-me vaidoso da tua companhia, Sinto a tua presença com muita alegria, Beijo teu, eu vejo e logo de vontade, pego! Esta noite eu vou deitar-me alucinado, Descanso sobre a almofada apaixonado, É tão leve minha consciência, abobadado, Vénia pela noite a teu ser, por mim amado! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.23.02.08
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:57 AM UTC
Os teus braços
Te busco en las esquinas del pueblo Te busco en los ojos de los caballeros Te busco como una niña perdida busca a su madre Con angustia, con miedo Miedo a encontrarte entre otros brazos Miedo de hallarte con otra boca Pero aun asi tengo esperanzas de encontrarte entero porque de poder encontrar pedazos tuyos eso si pude hacer Encontre tus ojos mientras miraba el cielo estrellado una noche oscura en el Beni Halle tu sonrisa por ahi en el mar azul de Brasil Senti el rozo de tus dedos Mientras el viento jugaba con mi pelo en pleno Los Angeles No te he perdido para siempre Eso me sigo diciendo Y sigo viajando porque te sigo buscando con esperanzas de poder juntar todos los pedazos tuyos y que formen el rompe cabezas mas bien rompe corazones y mentes y almas y que finalmente te pueda nuevamente ver Deje mi corazon en tus manos hace mucho tiempo y al irme, me lo quise llevar termino en dos pedazos yo con una mitad y tu con la otra espero que al igual que yo estes buscando la otra mitad
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Oct 27, 2014
Oct 27, 2014 at 4:24 AM UTC
Te busco
Driving westward into Estes Park Is like floating on air – Snow-capped peaks ahead beckon us. For a treasured interval, The aches and struggles of the world Fade beneath the call and glory of the mountains. The long-awaited spring is at last among us And the newly re-leafed trees sway in gratitude. The sweet songs of waking birds Blend with the crunch of hiking poles As the resplendent Rockies Welcome legions of rejuvenating hikers, Who have come to bask in the beauty Of our pristine trails, streams and lakes. We hear sermons in the distant thunder And rush of a gentle shower Teaching us we are in the presence Of glory beyond all comprehension - Glory that precedes and follows us Throughout the eternal march of years.
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May 23, 2022
May 23, 2022 at 7:50 PM UTC
Our Mountain Home
Este amor apasionado, anda todo alborotado , por volver. voy camino a la locura y aunque todo me tortura, se querer. Nos dejamos hace tiempo pero me llego el momento de perder tu tenias mucha razon, le hago caso al corazon y me muero por volver 'Y volver volver, volver a tus brazos otra vez, llegare hasta donde estes yo se perder,yo se perder, quiero volver, volver, volver.' Nos dejamso hace tiempo pero me llego el momento de perder tu tenias mucha razon, le hago caso al corazon y me muero por volver. 'Y volver volver, volver a tus brazos otra vez, llegare hasta donde estes yo se perder, yo se perder, quiero volver, volver, volver.
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May 31, 2015
May 31, 2015 at 11:51 PM UTC
Vicente Fernandez - Volver Volver
E nesta tarde em que a chuva cai madura Pego nesta folha e neste lápis de carvão Rascunho esta tua suave pintura Com a subtileza desta minha mão. Quem desenha sou eu, feito alquimista Que em ti sempre viu algo especial Com estes meus olhos de artista E esta minha sensibilidade radical. Estou simplesmente apaixonado por ti E p´ró papel, eu te levo p’ra te ter P’ra sempre ficarás junto de mim Nesta pintura que de ti estou a fazer. E em teus olhos eu vejo acalento Um brilho especial e muita alegria Um dia destes chegará o momento Em que ficaremos junto o dia-a-dia. Este singelo papel é agora um tesouro Porque nele está desenhada a tua imagem És a face dum anjo que vale mais que ouro Por mim criado em tua homenagem. Venero-te com sublime fervor Agora que és o meu quadro principal Para sempre te darei o meu amor Minha filha, minha princesa real.
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Jun 6, 2013
Jun 6, 2013 at 5:43 AM UTC
Katy Song
On a stage too vast for frame or shutter     an alabaster sphere trails the fading sun         reflected on the waves and troughs of Estes Lake,             and reigns supreme above the snow-capped Rockies. Two white globes - one of gas the other rock          softly dance around a bluish one. March, 2012
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Mar 3, 2015
Mar 3, 2015 at 1:31 PM UTC
Dusk in the Rockies
Vejam todos esses Cristãos, Se orgulham tanto de ir à Igreja, E não enxergam o próprio irmão. Que por aí ainda passando fome, Com medo, com frio e sem nome, Mais um excluído da sociedade. Vejam todos esses Cristãos, Celebrando o Natal com presentes, Se esquecendo do verdadeiro motivo, Da existência do Natal. Gastam, gastam, gastam, E esquecem que pelo mundo à fora, Muita gente queria só amor no Natal. Vejam estes cristãos, egocêntricos, Que são alguém na Igreja, E fora dela mudam tanto. Estes Cristãos perderam o amor, Perderam Jesus. Já não amam mais ao seu Deus, Mas sim a sua religião, Estão obcecados por uma instituição: A Igreja!
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Dec 25, 2012
Dec 25, 2012 at 8:48 AM UTC
Hipocrisia Cristã
Cientos de estrellas contamos juntos cuando era niña y jamas imagine que un dia te buscaria en cada una de ellas Tu ausencia hoy me acaricia como la brisa de aquellas noches en las que llena de historias me dormia junto a ti Tus memorias son aventuras que se vuelven mi refugio Tus dulces palabras, la unica melodia que me hace sentir bien Se que el tiempo jamas podra curar el dolor de tu partida Pero se que tu sonrisa me dara las fuerzas para continuar Donde estes, te extraño, te pienso, te amo Papa.
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Jan 16, 2019
Jan 16, 2019 at 1:18 PM UTC
1 Mes
Bebe os segredos proibídos dos meus lábios Como se de uma confissão se tratasse Arruína-me esta vontade inquieta Destrói-me este desejo de ser livre E concretiza a vontade de pertencer Perdoa-me qualquer avanço suave e brusco Não tenciono deixar-te ir no sentido contrário Sorri cada vez que este vermelho surge no meu rosto É a consequência deste sentimento que me provocas Tu fazes para me relembrar quão bom é ter-te aqui Porque apesar de os sonhos que me inquetam durante a noite Serem os mais puros desejos concretizados fantasiosamente Não passam disso, fantasias inconcretizadas Há espera de serem materializadas Exigo levemente mas afintadamente que não partirás sem mim Ajuda esta mente inquieta a suavizar estes incontrolos Completamente ansiosos cansados de ansiar por mais Incontrolos inteiramente controlados pelo consciente Com o inconsciente gritando para se descontrolarem
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Jun 19, 2014
Jun 19, 2014 at 9:09 AM UTC
Inconsciências conscientes
Poema de: Anonymous Poet Nunca digas amo-te se não te interessa. Nunca fales sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toques numa vida se não pretendes romper um coração. Nunca olhes nos olhos de alguém se não que queres vê-los derramar em lágrimas por causa de ti. A mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por ti quando tu não pretendes mesmo...
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May 14, 2017
May 14, 2017 at 12:47 PM UTC
Nunca digas amo-te
Tenho ao meu lado o metro dos Restauradores E um cigarro na mão Em frente ao Hotel Avenida Palace põe se o dia Em frente a mim que o vi a nascer. A cidade corre por entre mim, vejo-a Os pés apressados e quase serenos rostos Que reparam por vezes também em mim Tão exatos e certos os movimentos E sei que nenhuns outros corpos poderiam ter por mim passado Que não estes. O céu escurece sobre os prédios Estou posicionada de modo a ver todos os Ângulos certos Dos telhados sob o quase ***** azul Estamos em meados de novembro e não chove quase nunca Os dias claros e as noites geladas Mas não há frio algum nesta noite criança E o cigarro vai-se rápido (certa que não irá nunca Para sempre em mim como o melhor cigarro que já fumei Pois, como tudo o resto que vi e escrevi, não podia ser mais certo)
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:12 PM UTC
meados de novembro, anoitecer
Prendo-me a estes versos Uma vez mais. Não sei ser em ti, ainda, Quando tudo o que vejo Quando te vejo De olhos presos a ti É um poema por escrever, ainda, Mas com ser e espírito por si só. Há uma imensidão em ti que não identifico Então fujo e escondo-me porque Tenho medo. Não sou um poema Ou um verso sequer. Mais um candeeiro de luz fusca Ao lado do teu todo céu estrelado Que não sei ler. Uma enorme ânsia por ti quando estás, Quando não estás. Sinto E sinto apenas. E talvez estejamos (o que é que estamos?) Só para que te possa ver toda esta beleza E senti-la e nada mais. Escrever-te num poema. Nada mais.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:18 PM UTC
13-07-2016
Confused in Estes. Slipping low. How it felt. Didn't know. You're still warm. Garrett Johnson.
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Sep 2, 2020
Sep 2, 2020 at 5:05 PM UTC
Confused in Estes.