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"luta" poems
Mujhe tumse pyar hai, Ye dil tere liye hi beqarar hai, Jab nind se band ** jati meri aankhen, Es khubsurat sapno me bas tera hi intezar hai, Tujhe dekhlu ek bar yahi chahat hai meri, Tujhse pyar karun ji'h bhar ke yahi khawaish hai meri, Mang lu tujhe main rab se Kyoki tum to zindagi ** meri, Kitna hasin banaya tujhe us rab ne, ** gya *** deewana tera dekha tujhe maine jab se, Chand sa pyara chehra tera, Pariyon si teri muskan, na jana mujhe chhodkar, o hamsafar ban ke meri jaan, Es suni si duniya ko meri hasin bna do, Ban ke meri zindagi mujhe apna bna lo, Kah do ekbar mujhe ki "main tumse pyar karti *** Har waqt teri yaadon me kho kar "main tera hi intezar karti *** Luta denge apni sari khusi tujhpar, Main pyar karta *** tujhse yakin kar mujhpar, Yakin kar mujhpar.....
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Jun 15, 2015
Jun 15, 2015 at 11:55 AM UTC
CHAHAT TUJHE PANE KI....
Tu meri aakhiri abhilasha, Pyar karle tu mujhse jara sa, etna bhi mat ban anjan tu, waqt dede apna thora sa, Tu meri aakhiri abhilasha, Tu meri aakhiri abhilasha. ... wothon par meri muskan teri hain, **** me mere jaan teri hain, Dil to samjhta hain sirf pyar ki bhasha, Tu meri aakhiri abhilasha. .., Tere bin sari duniya suna sa, Rahne laga hoon main mra mra sa, Mud ke dekh lo sanam jara sa, tu meri aakhiri abhilasha, tu meri aakhiri abhilasha.. .. .. Jab se tera main ** gya hoon, tere khawabo me kho gya hoon, Kyon khafa ** mujhse bata do zara sa, tu meri aakhiri abhilasha.. ., tere dard ko maine apna bna liya, apni sari khushi tujhpe luta diya, Kyoki do dilo ka milan hi hota hain pyar ki paribhasha, Tu meri aakhiri abhilasha, tu meri aakhiri abhilasha.. ..
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May 21, 2015
May 21, 2015 at 9:15 AM UTC
ABHILASHA
Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
Anathema's flag flies no more? Save at half-mast in the hearts of diehard's; forever, 'general-ly'. (lee) Will Kromantse (Cromatin) blood rise to salute this gesture? Will it change our children's future? Waged (media) war, whitewashing the ***** a creed of socio-economic greed. © Qwey.ku
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Jul 10, 2015
Jul 10, 2015 at 2:07 PM UTC
A Luta Continua
The poem is either a confession or a rifle It remains deadly regardless The disorder, the struggle, the heartbreak; the criminal record, the tears, the drugs, the breakdown, the music, the suicide attempt, the riot, the midnight, the fire, the comedown and the uprising The girl you spent nights awake over, writing poems you knew could never live up, who you were always afraid would ran like hell and never looked back if she ever saw through you, The night you got arrested, trying to spray paint a manifesto on a red brick wall because you didn't know how else to make them hear you, and you couldn't wipe your own tears through the handcuffs so you had to let your face tell everyone that you weren't as brave as you thought you were, The boy who died just months after his 18th birthday, who never wanted anything more than to disappear and finally got his wish except in your flashes of memory and dreams of a different life, The day you first stood in the street with your fists clenched tight around a sign you held high as God and twice as loud, and you felt ignited for the first time in your life like you could burn up everything that held the world down with a Bic lighter and unshakable conviction So this is where you find me, Somewhere between the personal and the political, From the needle in the groove to the back of the squad car From the drunken night to the show of solidarity From the "I can't go on anymore" to the "A luta continua" From the relapse to the rise, You'll find me in the poem, and I'll be fighting either way
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Dec 5, 2016
Dec 5, 2016 at 2:51 AM UTC
The poem and its purpose
The poem is either a confession or a rifle It remains deadly regardless The disorder, the struggle, the heartbreak; the criminal record, the tears, the drugs, the breakdown, the music, the suicide attempt, the riot, the midnight, the fire, the comedown and the uprising The girl you spent nights awake over, writing poems you knew could never live up, who you were always afraid would ran like hell and never looked back if she ever saw through you, The night you got arrested, trying to spray paint a manifesto on a red brick wall because you didn't know how else to make them hear you, and you couldn't wipe your own tears through the handcuffs so you had to let your face tell everyone that you weren't as brave as you thought you were, The boy who died just months after his 18th birthday, who never wanted anything more than to disappear and finally got his wish except in your flashes of memory and dreams of a different life, The day you first stood in the street with your fists clenched tight around a sign you held high as God and twice as loud, and you felt ignited for the first time in your life like you could burn up everything that held the world down with a Bic lighter and unshakable conviction So this is where you find me, Somewhere between the personal and the political, From the needle in the groove to the back of the squad car From the drunken night to the show of solidarity From the "I can't go on anymore" to the "A luta continua" From the relapse to the rise, You'll find me in the poem, and I'll be fighting either way
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na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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"Uma corte recheada de incertezas. Diz o mestre: - A todos vocês condeno essas correntes ventrais. Condeno essa pressão cardíaca, essa confusão mental. Não desejeis vós que o sentimento profundo lhes fosse concedido? E quem há de me jurar que com ele não viria tremenda descordenação, tremendo derrocamento? Ouçam o bardo correndo louco entre as paredes de pedra. Ouçam o gondoleiro, barcarolando as canções de amor. Ouçam o basbaque som dos encantados, os afeiçoados e doados de coração. Eis a verdade, corte, corte de sentimentos. Jaz aqui o vento que me tragou a esta ilusão. Gritam altissonantes os mares, arriscai-vos corações, antes que o mar os leve a vossos esquifes, antes que seja muito tarde para arriscar. Porém que seja espúrioso o vosso amor. Pois é sentimento que se perde em lamentações, e para vive-lo, arriscar é necessário, não aja com esquivança, uma vez entrelaçado, o amor é mais que a promessa, é a eternidade, é um fado, é um facho, é imensurável, é imane, é ilibado, insinuante sinal de maravilhas, ofusca os olhos de quem sente, faz plenitude e traz saudade a quem não tem, mas ainda sim muito além, é uma reta paralela, e dele deve ser padrinho em solenidade, é um pardieiro implorando piedade, e nós somos a reconstrução. Então amem corte, mas paguem o preço, na labuta e na luta, pois o amor é um mestiço, meio amargo, meio doce, mas é nato em perfeição."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:38 PM UTC
Corte de Nautas I
A paz inexistente em mim Gaivotas voam como se em eterna harmonia, A paz é inexistente em mim, não tenho alegria, Milhões vivem em fedorenta Guerra, Desgraçados são os homens desta terra. A paz tenho no sono sem vontade, Tenho que tentar contra a realidade. Crianças com fome, Pais sem nome. A paz depende de ti meu companheiro, O pedinte pede o dia inteiro. Num mundo sem preconceitos, De malícia e obscuridade, Ingrato e sem verdade, A que paz estamos sujeitos? Seres maltratados e humilhados, Luta tu pela paz inexistente, Hoje amanhã e sempre… Victor Marques
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Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 11:30 AM UTC
A paz inexistente em mim
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Nada é fácil nessa vida. - Uma criança disse para mim; ''Se for pra escrever música de sofrência; prefiro ser feliz''. ''Enquanto, você tá chorando, a mulher que você ama tá com outro''. Como pode uma criança ter respostas para tudo? E a gente não ter respostas pra nada? A Lua já se pôs; E meia-melancolia; Foi-se embora com ela. O sangue ainda está no pulso; E a água da banheira; Está transbordando...
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Sep 24, 2017
Sep 24, 2017 at 5:10 AM UTC
Luta Perdida
The summer air still smells like you. Gentle breezes touch my skin with memories of you. Empty passenger seat, I wonder how you are. Your old workplace. Red light. Like clockwork you appear.. In the peryphery I see you laughing with a cigarette in your hand. I hear the voice I used to love, and I smile. You're the same, yet different. Thinner than I remember, more handsome than I wished to.. Light turns green. Nostalgic with an aching heart, I have to leave you behind. Shadows from the sun cast reflections of us. Open wide road. Through an open window I breathe our memories. I whisper to the gentle breeze, hoping you'll hear it. "Dias de luta, dias de gloria."
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Jun 28, 2019
Jun 28, 2019 at 3:25 PM UTC
Breezes of you
ser resistente, de luta, sempre presente. existente. resiliente. sou preto. sou de luta, resistente. existente. resiliência tá sempre presente. sou gay. sou ser existente de luta presente assim me faço resistente e resiliente sou pobre sou de luta existente sempre presente e assim resistente resiliente. gay, preto, pobre. sou ser de luta presente, resiliente que existe e resiste sempre.
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:25 PM UTC
o que?
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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Mar 7, 2022
Mar 7, 2022 at 4:51 PM UTC
Dança Contemporânea
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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telefon her çaldığında damarlarımda yürüyen kan koşmaya başlıyor ve nabzım bir yarış atı gibi luta kalkarak gözlerimi hızla ekrana taşıyor.. "meleğim" arıyor kaydı olmadığında bungee jumping’in ipi kopmuşçasına hızla bir boşluğa düşüyorum.. intihara meyilli kalp çakram akordu bozuk bir gitar gibi devasa kolonların tweeter’larını birer birer patlatmasının ardından büyük fırtına sonrası sessizliğimin fermuarını yavaş yavaş, yukarı çekiyor.. bu mastürbasyonel psikolojiyi günün belirli saatlerinde orgazmın eşiğinden dönen bir homosaphien gibi yaşamak acı verse de, versace saatlerin dolçe vita öpücükleri bir an da, olsa bohem ambiansların ambulansında sevişmelerimizi serum yoluyla beynimden yüz hatlarıma yayıyor benim olduğunu biliyorum ve birazdan.. "meleğim" arıyor yazacak neonlar yüzümde parladığında ve ben, bekliyor olacağım seni menekşelerin dansettiği cezayir sokağında.. ..
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Jul 5, 2019
Jul 5, 2019 at 10:32 AM UTC
Endişe Dokunur Birşey
se encontram no cruzamento de uma grande encruzilhada em cada canto uma paulada refletida em cada rua através uma mensagem crua e nua que no início não era tua mas que ecoou na tua mente até o tempo presente e agora eu sei que tu sente aquela sensação pendente na tua mente começou com uma frase e depois veio a emoção no fim do dia tu sabia e sentia tudo aquilo que fingia que não existia e agora é tu ali no meio daquelas ruas gritando aos 4 cantos se livrando dos teus mantos chegou em outra encruzilhada uma ainda não marcada pelas vozes mascaradas dentro dessa mente que ferve e emerge a todo tempo guria, pega tuas palavras e gruda elas nos ventos que te cercam eu sei que alguém vai ouvir e sem tu precisar pedir toda essa tua luta vai bater num grande espelho e logo vai refletir não te cala grita usa tua voz como tinta e pinta o tempo porque mais tarde bate um vento e aí pronto ecoou de ti pra outro
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:16 PM UTC
ecos.
De voz leiga, de olhar sereno e de ouvidos moucos eu digo o mundo mudou. Mudou a primavera que chegou mais cedo, mudaram-se as vontades e a tirania escutou o mundo. Sejam quais forem os desígnios ou as motivações dos acontecimentos, acredito que o Homem está posto há prova. Quem sabe se de uma gripezinha ligeira se trate, ou quem sabe que sufoco trará. Desafio todos a olhar à volta de casa e olhar para o que podem e não podem comer. Encheu-se o mundo de lixo. Um caminho que decidimos seguir. Erradamente esquecemos o contacto com a terra aquilo que a todo custo tentaremos evitar! O mundo mudou, e nós pelo menos paramos e agora pensamos noutra direcção. Será a certa, outra será certamente. Os nossos putos mais velhos, não só carregaram a cruz este tempo todo como fizeram também porque hoje tivessemos estes desvaneios. Não descurem a sua sabedoria e tentamos todos que nos premitam poder ouvir o que nos dizem. Porém podemos e eu acredito que se cada um se ocupar inteligentemente tornará mais fácil este luta. Talvez não fosse mal habituarmo-nos a este tempo encarar a coisa, agarra-la pelo sítio e não perder a fé sejam quais forem as dificuldades. Portugueses gente rija, gente de bem que por isso nos conhecam. Bem hajam. Autor: António Benigno Código de autor: 2020.03.29.22.08.03.03
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:02 AM UTC
O mundo mudou