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Elizabeth Apr 2019
Came at five the fates for tea
I set five cups, five plates, five chairs
I asked why and they didn't answer
I asked why and they just laughed
They leave at six, they will come tomorrow
I wash four cups, four plates, oh dear
They will come tomorrow but no for tea
They will say goodbye to me
This one is not finished, i probably will rewrite it at some point but i didn't want to forget the idea, so here, tell me what you think and what you would change, have a good day!
Girard Tournesol Dec 2018
She comes the blankness between stars
Nothingness strawn through enlightenment
Death has always been a when for Now
Yet like the universe, we persist
Dayanne Mendes Sep 2018
Quando eu era pequena, eu via a morte, com uma capa preta e uma foice, e uma expressão melancólica no rosto, sombria por vezes, de quem já havia levado muitas vidas.
O peso, em suas vestes, das almas corrompidas, que não queriam partir, o sangue da sua foice, onde também haviam lágrimas de quem ficava.
Com o tempo, eu passei a ter medo dela.
A vi como má.
Injusta.
Insensível.
“Como pôde Dona Morte, levar aqueles que eu amava?” Eu perguntava.
Mas a morte é só uma passagem.
Eu demorei a entender.
A aceitar.
É como se a Dona Morte fosse uma guia turística, que vem nos buscar rumo às nossas férias eternas.
Ela vem, nos despimos de qualquer bagagem, a passagem, é a nossa vida. Esse é o preço.
E então embarcamos no trem.
Rumo ao desconhecido.
Mas ao eterno.
Domtwo Mar 2018
Portami giù Diletta
Prendi le mie mani e diventa mia
Prendi il mio cuore e distruggilo
È questo ciò che voglio.

Solo per un momento
Diventa veleno e ingoiero' ogni tua goccia
Così non sentirò più niente.

Solo per un momento
Lasciati stringere e lasciami morire
Così ti sentiro' vicino per sempre.
Serafeim Blazej Jun 2017
Chame os guerreiros,
Nós vamos à batalha!
A guerra clama por nós.
Chame os guerreiros,
Nós vamos lutar!
Os inimigos fogem à visão.
Chame os guerreiros,
Nós vamos vencer!
Derramaremos nossos corações no campo de batalha
E terminaremos com essa maldita guerra.
Chame os guerreiros,
É hora de parar o combate!
Chame os guerreiros,
É nossa última morte
E todos vamos cair juntos.
04/02/2017.
Serafeim Blazej Dec 2016
Marinheiro, marinheiro
Você sente o cheiro?
A morte chegou afinal

Marinheiro, marinheiro
Você sente o medo?
Seus companheiros se foram afinal

Marinheiro, marinheiro
Você sente o peso?
A escuridão abraçou você afinal

Marinheiro, marinheiro
Você sente o desespero?
Você quebrou afinal

Marinheiro, marinheiro
Você sente a floresta?
Foi lá que você morreu

Marinheiro, marinheiro
Você sente o mar?
É onde você nunca mais irá

Marinheiro, marinheiro
Se você é a própria morte
Por que você está morto afinal?
Poema e canção (como sempre).
Era parte de uma história (como sempre).

("Sailor, sailor, do you feel?")

Escrito em 08/11/16.
Leal Knowone Apr 2016
The house that wind, and time tear down  
Watch the stories fall down
It changes every time we come around
Echos
Rich dirt buried our memories
We were once  the seed
were we once laid down
little toys for something sweet
and then beaten down to her knees
Invoke the spirit onto this place
Running in just to run away
Beauty hidden in a shattered display
This hole were the stoners play
Casa Dela Morte
The farmers dark secret is crippling
the sadness left by the offspring
Dancing with your ***** doll
Every structure soon will fall
Bringing out your demons within
Question this was created from what sin

Farmers shattered dark secret demons question crippling sin
Invoke sweet toys. Rich dirt seed laid down. Echos every time we come around. memories sadness left by offspring. Every structure soon will fall. ****** to death against the wall.

The shadows dance to distract from malevolent beast.
To think  this place is no more
The'll be No more morbid rituals and stoner feast.

The house that wind, and time tear down  
Watch the stories fall down
It changes every time we come around
Echos
house dead houseofthedead Casa Morte CasaDelaMorte farmers shattered dark secret demons question crippling sin invoke sweet toys rich dirt seed laid down echos every time we come around memories sadness left by offspring every structure soon will fall ****** to death against the wall shadows wind malevolent rituals
Sabbathius Apr 2015
Um barco na areia encalhado
De um inf’liz já quase acabado
Pela tempestade levado
Submetido a tão triste fado

Por maus caminhos de Proteu
Sem os conselhos de Nereu
O rumo traçado perdeu
Três mil e uma injúrias sofreu

Pelo o oceano ambos cuspidos
Conjuntamente destruídos
Ossos e madeira partidos
Rochedos e areal tingidos

Um último olhar para o mar
Já sem muito mais para dar
E menos em que acreditar
Assim um grito faz soar:

“Será só isto que consegue!?
Este corpo jamais se ergue
Vinde lá a onda que se segue
E que no profundo me entregue!"

Arrastado p’la margem fora
Que puxa-o a corrente agora
Para o além se vai embora
Destino Estige, sem demora


*Rumo ao Inesperado by João Massada is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Wörziech May 2013
Amigos queridos,
sem faces e sem nomes.

Retiradas foram suas vísceras,
logo antes de seus corpos imergirem
em um exacerbadamente denso volume de sangue
grotesca e plenamente apreciado
pelos algozes responsáveis,
certos irreconhecíveis demônios.

Vieram dos céus os tais tiranos,
visíveis, mas imateriais,
enquanto esperávamos
inconscientes e inevitavelmente despreparados
para uma luta justa.

Sobre os indiferentes, distantes,
mas ainda amigáveis e queridos companheiros,
ainda recordo de alguma ordem:

O primeiro não sentiu dor alguma,
bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio.
O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas,
tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal;

Dos outros, três ou quatro,
somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis;
uma junção entre suspiros e soluços
de uma morte nada convidativa e próxima.

Foram todos rostos sem faces perdidos
na espera do desconhecido fatalmente promulgado
pelas minhas ânsias.

O ultimo vivo me induziu à única ação possível:
pude cair meus quinhentos intermináveis metros;
deslizando, enquanto tentava me segurar,
por um material recoberto de farpas
que transpassavam minhas mãos,
as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro;
me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.

— The End —