Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"cair" poems
ia telah berusaha menjadi sesuatu yang berguna bagi orang-orang terdekatnya ia membasuh kepalanya yang penuh dengan keringat dan menuangkannya di sebuah mangkuk, dan ia menyuruh orang yang ia sayangi untuk meminumnya ia meminum air kebahagiaan, sebuah benda cair yang sangat ia tunggu. ia kembali pergi untuk melakukan tugasnya menemukan logika dan akal pikiran. ia akhirnya temukan di tengah lautan. ia lepaskan jangkarnya kedalam air. ia melompat dari perahu kecilnya, menyelam ke dalam lautan jiwa. dari jauh ia temukan sebuah cahaya kecil. cahaya tersebut tersenyum. ia yang bersemangat berenang semakin cepat. hingga akhirnya ia temukan logika dan akal pikirannya hanya sebuah…. cinta.
0
Mar 29, 2012
Mar 29, 2012 at 10:41 AM UTC
Selami Logika
My bed is empty. I count the seconds down until you appear: 1...2...3 times you've asked me to leave you alone. Leave you alone? How can I let you be so cruel, so uncaring, and so completely and totally near to my voice. I can't. It's not who you are in this world-we call reality sets in and I grab my **** as the black of guilt sets in. Black. Gray. White. What room am I in? There's ten feet of tile by ten feet heaven bound. The claw foot tub grips at the **** stained floor, fighting gravity's nagging whine. It's all too real. All too fictitiously crisp. All too false. The ivory room slips into the field as the brown drains from the vomitorium. Bathhouses, **** me. Lesioned tricks, **** me. Loneliness, **** off-off to Cair Paravel. I'm an ice cube in an ocean. Don’t drown, don't go, just come. Rhythm stops and I study the damage. Laying alone on my bed, skin burning with the genocide of my seed spilt for you, I realize you are gone. With the revival of my senses I realize: You are a dream. A fabrication of lust and desire. But this moment, these feelings are ever changing. This moment is real. This time it's you. Tomorrow night: Tommy Anders, Brent Everett, Mr. Corrigan! Pornstars extraordinaire. That's all I get nowadays.
0
Mar 4, 2012
Mar 4, 2012 at 3:02 AM UTC
A Tiled Room
Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
0
May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
0
Sep 25, 2013
Sep 25, 2013 at 6:24 AM UTC
Filha,filho , Filhas
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
Continue reading...
14
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
0
Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Re
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
Continue reading...
53
Tuas parcas impressões não me comovem Irrito-me a cada interrupção gentil que tu fazes e Devoro a mim mesmo em lúgubre fome, A lamentar o que de bom poderia ter feito Se e se Mas Às três da tarde Apodreço numa cadeira áspera Quase tão fétido quanto a fruta do vômito Passada do ponto de colheita Às cinco da tarde Eu já sou molho estragado Setenta por cento aglomerado literal de leucócitos degenerados Pus integral Ao cair do sol, Sou um alface hidropônico Pronto para ser vendido, lavado e comido por ti Interruptor imbecil. Voltar-me-ei ao mar Ao esgoto Num estado de paz surda A solidão é um inspirar sufocado Sufoca Oxida as ideias É tortura comodamente induzida Se hoje fervilho, é sorte Pura boa-aventurança; Pois do profundo cócito Fui e voltei E cá estou Inteiro Longe dos dentes de Deus.
0
Sep 28, 2014
Sep 28, 2014 at 5:16 AM UTC
Motivos empáticos
Every one tells me I'm smart  But I'm not  I am not intelligent I'm just observant  I see why X=Y  I see why America faught in wwII  I see why people make fun of me  And I remember all the **** you've said to me No I'm not a genius  but I'm smart enough to see though you You thank your better than me  Keep on thinking your fashion makes you better  Keep on thinking that your life is more than mine I'm smart enough to see that when you rag on me You alwow your self to believe if you diss me That the you see in me The you that you hate to see would not be thair I can see all the hate in you I see all the pain in you  Say all that **** about me Make it seem that I'm the imperfect one I use to be like you Constantly denying who I am  Never allowing me to be Always thinking what they think of me  Only knowing what they known of me Only cairing what they wishted for me But I'm not like that any more I see who I am Not what people cair  to see  But who I am Who I want to be Every aspect I hid befor All that i wished for no one to know I do not deny them eny more I am not who any one thanks I am I am not what people want me to be I am not even what I want to be I am me  Nouthing more nouthing less I am who I am No reson to deny this And just like I am who i am You are who you are  No mater if you deny it No mater if you hide it Fact is you was made to be who you are  No amount of friends can change that fact And you will see this like I did You will make friends that do not size you up No mater how ****** up you seem to be  They will be their for you It's just a mater of time before you see who you are
0
Mar 14, 2012
Mar 14, 2012 at 11:30 AM UTC
X=Y
Every one tells me I'm smart  But I'm not  I am not intelligent I'm just observant  I see why X=Y  I see why America faught in wwII  I see why people make fun of me  And I remember all the **** you've said to me No I'm not a genius  but I'm smart enough to see though you You thank your better than me  Keep on thinking your fashion makes you better  Keep on thinking that your life is more than mine I'm smart enough to see that when you rag on me You alwow your self to believe if you diss me That the you see in me The you that you hate to see would not be thair I can see all the hate in you I see all the pain in you  Say all that **** about me Make it seem that I'm the imperfect one I use to be like you Constantly denying who I am  Never allowing me to be Always thinking what they think of me  Only knowing what they known of me Only cairing what they wishted for me But I'm not like that any more I see who I am Not what people cair  to see  But who I am Who I want to be Every aspect I hid befor All that i wished for no one to know I do not deny them eny more I am not who any one thanks I am I am not what people want me to be I am not even what I want to be I am me  Nouthing more nouthing less I am who I am No reson to deny this And just like I am who i am You are who you are  No mater if you deny it No mater if you hide it Fact is you was made to be who you are  No amount of friends can change that fact And you will see this like I did You will make friends that do not size you up No mater how ****** up you seem to be  They will be their for you It's just a mater of time before you see who you are
Continue reading...
50
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
0
Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
Continue reading...
25
Pedaços de Vida A vida é boa enquanto não acaba, A vida é muito larga, Viver é bom, um pouco imprudente, Viver é vencer e cair de repente. Viver é o dia-a-dia somente, A vida é bela mas amarga. A vida tem uma beleza eterna e sublime, Viver é ser sempre firme. A vida faz-se do erro, da desilusão, A vida o amor e a devoção. Que tristeza eu enfrento, Frutos do meu pranto. A simples escrita dum poema, Lume com e sem chama, A vida é de quem ama. Victor Marques
0
Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 10:58 AM UTC
Pedaços de Vida
Cataratas Elas são vaidosas, Nas montanhas rochosas, O seu legado é eterno, Fáceis de descer puro engano. A sua beleza não é minha, Pedras jazem desfeitas, A água que salpica, Estranha farsa, A água de cair não se farta, Ritmo que incita. A natureza posa por amor, Que belas e exuberantes, Assustam o mais temível conquistador, E deliciam as nossas mentes. Victor Marques
0
Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 11:56 AM UTC
Cataratas
Não é hoje o momento de escrever coisas bonitas, Nem é hoje o dia de cair no sofrimento, Não é hora, hoje de te trazer as cavalitas, Hoje é dia de procurar novo alento! É agora que decidi viver intensamente, Pois agora mesmo descobri que respiro, Que o sufoco que ficou, partiu arduamente, E luz se colocou diante do agulheiro! É agora a hora de decidir se ficar ou partir, É hora de mudar a trajectória deste trem, Que me conduz à viagem, vou-me divertir, Quando olhar em frente e levar outro alguém! Alguém existe de verdade, não é fantasia, E este, novo destino que quero perseguir, Faz-me feliz, como tinto de malvasia, Colorido, e aromaticamente de distinguir! Nem consigo olhar para trás ver o que restou, Nem quero repensar e mudar o que falhou, Porque eu acredito que de nada que me calhou, O importante é que para ti nunca estou! Autor: António Benigno Objectivo, de animar quem fantasiou!
0
Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Rosa negra
Talvez se escrever o sono venha Cansada do excesso de cansaço Nas alturas menos certas Creio que há 2 horas que devia estar a dormir Se pudesse Mas embora o cansaço esteja presente Nos meus músculos, olhos Não chegou ainda à base. Talvez o meu cérebro seja notivago. Chego a estas conclusões na exaustão da noite Quando, por desespero, pego num lápis E desacredito-me ainda mais. Mas passo a explicar: Durante todo o dia sinto-me dormente Ah, para quê falinhas mansas? Sinto-me burra, sem conseguir pensar Mas na chegada da noite Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite Tudo se liga e se ilumina E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso E mais certezas tenho de que sou burra Não que tenha pensamentos burros, não! Mas por que raio tê-los agora e De forma tão agressiva e exaustiva Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente Para escrever alguma coisa de jeito Ou para me fazer cair para o lado Suficiente apenas para uma mais noite em branco Talvez nunca tenha acordado.
0
Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
insónias
It approaches  That's all that matters It comes ever closer  With a speed that none are clear of But none can live with out knowing the result  Death is coming And I feel her hands grasping for my neck I see her coming  Not a threat  But a promise from reality She is hear to make the balance  Her presents scatters all But I wait for her  My life I wish was worth more But because of my own mind I never allow my self To clim To aprouch the heart of my existence I sat never grasping  As death Grasp for me She is hear and it's all my falt I have allowed my life pass me by Just let the sand seep though my hand I have forgotten the reson I'm hear  Never venturing Never gaining  Just waiting for her to come To clame what is hers But as she grasp my through she stops "why do u not fear me" She said this to my emotionless face "all Flea befor me and yet you stair at me As if  You could cair less if I came" "I do not fear you  Since I knew you would come I do not reglet leveling this place For I got nothing for me" She grasped my hand  She looked in my lifeless eyes Her eyes was not like mine But the opposite  Thouse eyes showed me what I missed The crush I alow to flote by The people I pushed away She showed me what could of been That crush becoming more Her braking my heart My frainds pick the peaces up And me continuing my life "I will be back one day"  She said as her eyes reflected what I could be But not because of you I will come for what you owe But not now" She left me  My complete oppiset And I cried  Hear I am seeing nouthing but love and life And all I cared about was the death The heartache But she grasped the reality of life Death knowing more of life  Than the living The morning after I cleaned my wound  Life seemed just the same But I still herd deth in my head Tell Me to live And so I did I coted my wounds with a jacket  And seeked what I could not see With out death
0
Mar 8, 2012
Mar 8, 2012 at 2:24 AM UTC
The creation of rangzona (unedited)
It approaches  That's all that matters It comes ever closer  With a speed that none are clear of But none can live with out knowing the result  Death is coming And I feel her hands grasping for my neck I see her coming  Not a threat  But a promise from reality She is hear to make the balance  Her presents scatters all But I wait for her  My life I wish was worth more But because of my own mind I never allow my self To clim To aprouch the heart of my existence I sat never grasping  As death Grasp for me She is hear and it's all my falt I have allowed my life pass me by Just let the sand seep though my hand I have forgotten the reson I'm hear  Never venturing Never gaining  Just waiting for her to come To clame what is hers But as she grasp my through she stops "why do u not fear me" She said this to my emotionless face "all Flea befor me and yet you stair at me As if  You could cair less if I came" "I do not fear you  Since I knew you would come I do not reglet leveling this place For I got nothing for me" She grasped my hand  She looked in my lifeless eyes Her eyes was not like mine But the opposite  Thouse eyes showed me what I missed The crush I alow to flote by The people I pushed away She showed me what could of been That crush becoming more Her braking my heart My frainds pick the peaces up And me continuing my life "I will be back one day"  She said as her eyes reflected what I could be But not because of you I will come for what you owe But not now" She left me  My complete oppiset And I cried  Hear I am seeing nouthing but love and life And all I cared about was the death The heartache But she grasped the reality of life Death knowing more of life  Than the living The morning after I cleaned my wound  Life seemed just the same But I still herd deth in my head Tell Me to live And so I did I coted my wounds with a jacket  And seeked what I could not see With out death
Continue reading...
70
"medo: emoção que se sente face a um perigo ou ameaça; temor; receio" "amor: sentimento de afeto muito grande; paixão; inclinação" "caos: grande confusão; desordem" "inútil: que não serve para nada; desnecessário; que não produz qualquer resultado" "feio: desagradável à vista; que não tem beleza; vergonhoso; indecente" "morrer: deixar de viver; falecer; expirar; extinguir-se; acabar; cair no esquecimento"
0
Aug 9, 2013
Aug 9, 2013 at 7:23 PM UTC
"vida"
nós somos pássaros desajeitados e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo como diz o ditado chinês estamos no chão cercados pelas folhas e pelos predadores nós fomos derrubados do ninho ninguém se importa mas não vamos ficar aqui vamos voar mais e mais alto e muito, muito distante nós somos pássaros desajeitados e nós sempre voamos ao amanhecer para que ninguém possa nos ver cair e se isso acontecer que eles vejam que estamos dando o nosso melhor e o chão está ficando mais distante e o céu mais perto e podemos tocar as nuvens e não vamos voltar porque nós somos pássaros desajeitados e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo como diz o ditado chinês vocês viram, irmãos e irmãs? nós somos os pássaros desajeitados e nós estamos voando
0
Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 9:04 AM UTC
Pássaros Desajeitados
Chame os guerreiros, Nós vamos à batalha! A guerra clama por nós. Chame os guerreiros, Nós vamos lutar! Os inimigos fogem à visão. Chame os guerreiros, Nós vamos vencer! Derramaremos nossos corações no campo de batalha E terminaremos com essa maldita guerra. Chame os guerreiros, É hora de parar o combate! Chame os guerreiros, É nossa última morte E todos vamos cair juntos.
0
Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 5:04 PM UTC
Chame os guerreiros!
We should be finished by next fall. Last autumn was a good time and I hear history repeats itself. Sleeping under trees, smoking Lucky Strikes and tending to our hobbies. Lackadaisically bent over antediluvian scrapbooks, I hear this winter's to melt into a flood. The ark is under way, we should be finished by next fall. It was something in the calm drift of the clouds or the tick-tick of the water meter. There was us and then there was them. We were flushed, the world was bluffing. There was us: Deep breath. We were the lost children roaming 'round Cair Paravel; the boxed kit youth unboxing on a caravel watching hypnotic YouTube videos and firing fire out of firewood; that was when I fell. Beside the flames under cover of conversation of God and Hell and all the proper nouns that we fear so much. But fires burn out, so let's be civil. We should be finished by next fall. But how can I be civil when I hope that your spit flies back in your face; that when you flick your wrist, your muscles tear because I've torn too. It's torn past the heart into my legs, immobile, and my arms, useless. These hands are cramped and shredded; scraps and pieces and bits, drill bits carving their way in. You carved your way in. They say an animal in a tailor-made niche is an animal in a found home. So carve away, carver, we should be finished by next fall.
0
May 10, 2013
May 10, 2013 at 6:37 PM UTC
Next Fall
A chuva cai, o corpo esfria. A neblina sobe ao cair do dia O vento nos carrega, sem norte a vida nos entrega à nossa própria sorte. Sozinhos no mar, Meu rosto disforme encontrou o seu O enigma daquele olhar entreaberto como uma porta fumei um pouco do amarelo, bebi um gole de azul Minha mente anoiteceu verde de alegria e meus olhos vermelhos como a lua cheia daquele dia O sol fugiu pra um céu estrelado deixou você ao meu lado e quando voltou nos encontrou dançando na chuva
0
Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 5:56 PM UTC
Sorte
Seja um bom moço E talvez, não terminará como um esboço Seja um bom cidadão, porque tu pode não cair na solidão Seja parco e sereno, que tu vai se sentir assim muito menos Seja incólume, que o âmago ardera menos Um pouco mais frugal e terá que tergiversar e perscrutar um pouco menos
0
Oct 29, 2015
Oct 29, 2015 at 5:50 PM UTC
Seja menos você
Sinto uma pressão que puxa A cabeça que roda parado Uma flor que quando cresce murcha A vontade de cair mesmo deitado Vi-me feliz E uma outra vez aceitei Não mudarei o que fiz Eu sei que não errei Mas a dúvida é dor Esperar é ficar parado Esperar por amor Esperança de não ser destroçado A alma em fraqueza Parte-se o coração Não tenho sequer certeza Porque sofro tanto então? Sofro em antecipação De um mundo escuro Imaginado a pior situação Mas tenho esperança para o futuro Ondulo como ondas do mar E por mais que tente navegar Ou chego à costa e posso respirar Ou acabo por me afogar
0
Feb 11, 2019
Feb 11, 2019 at 9:22 AM UTC
Navegar
A lua apresenta-se como dia Para confundir a escuridão À meia noite o sol resplandece O olhar se volta para o alto O corpo espreita o abismo Esperança é desespero, e Desespero é esperança O calor está esfriando a alma A água incendeia-se em chamas E faz nevar A luz que ilumina Esconde em si a eterna noite O abismo esconde o infinito Ou a morte eterna... O louco arrisca tudo no destino incerto.... Já se esqueceu de seu corpo Já se livrou da morte chamando-a para si Mas o verdadeiro louco... Sequer sabe do abismo Seus olhos são apenas estrelas Seu alvo é apenas o céu Não sabe que vai cair...
0
Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:54 AM UTC
0 ou XXI ou XXII
Me pareço com uma videira alaranjada, Eu sou tudo,  eu sou nada. Folhas que escrevi por amor, Rosados os olhos cheios de solidão, Seja eu comboio , seja flor, A primeira ou última estação. Eu sou como as estações do ano, Doce, calmo sem ser sereno. A vitalidade do cair da folha sem querer, Deixar de ser Verão ao amanhecer. Queria ser Outono rapidamente, Para ser vida ser semente. Com o Outono tudo parace querer morrer, Com a Primavera tudo quer nascer...! No Inverno com o lagarto a hibernar, Sol de Verão que parece escaldar. Parece que os ciclos estão comprometidos Com os amores, com os sonhos vividos. Estações do ano que tudo consagrais, Os rios, os mares, os salgueirais. Movimentos acelarados do universo eu quero agradecer, Pelo mundo , pela vida, pela existência do meu ser.
0
Sep 22, 2022
Sep 22, 2022 at 6:20 AM UTC
Eu sou como as estações
na cadeira do velho relvado, chá com sol, leituras de romance em romance. até o sol cair como uma moeda na fenda da terra. lembra-me o verão pirâmide de luz corpos amarrados queimavam ao sol laranja escondendo os halos com a pele gretada destes lábios. figuras a fumar fecha os olhos parte.
0
Mar 17, 2015
Mar 17, 2015 at 5:36 PM UTC
001
caio quando fecho os olhos não sei o acontecerá quando aterrar. não vejo o fundo deste buraco imenso, mas também não o temo. aliás, anseio-o. tenho a cabeça crua. já não sei se caio para o chão ou do chao, ou para cima. posso cair de diversas maneiras e faço-as todas ao mesmo tempo. sou um só com o buraco ***** que me engole. talvez até seja eu a engoli-lo. vou ficar com uma indigestão. quando penso que vou parar, escorrego mais fundo para o estômago do vazio e o vazio desce-me pelo esófago. se fechar os olhos adormeço ou acordo? vou tentar.
0
Mar 2, 2018
Mar 2, 2018 at 2:42 PM UTC
indigestão
São quatro e vinte da madrugada E o fraco ainda resiste. O dia nasce não tarda E continua a sina daquele triste. Será ele um poeta, Um que se viu de alma abandonada Ou um cuja profissão é a mais antiga que existe? O seu coração pinga solidão, que se tenta encobrir, Fundida pela malfadada escuridão que o rodeia E que goza do ferir. O vagabundo olha à volta como se tivesse casa cheia E ouve, gota a gota, a gota, abusadamente, cair. Repete-se todas as noites a ladainha No aconchego de sua cama quentinha. Para este fraco, viver é ousadia. Limita-se a existir e até isso é um ultraje. Vê o sol que na janela luzia; Vai ao espelho ver se este lhe traz Aquele brilho que outrora o seduzia E que há muito não o via. Depara-se com o rotineiro: O pesar do vazio corriqueiro Que em forma de sombra breu Sobre si subtilmente desceu. Fatalidade que o destino por si escolheu. É este o tal fado De quem não se sente satisfeito Nem é valorizado P'las cicatrizes que carrega ao peito. Dizem que tem vida de vadio. Terminará o triste por rir De quem um dia dele se riu? É esta a "pseudoprofecia" Que o acompanha noite e dia. É só mais um que não vive o ultraje que é existir.
0
May 1, 2018
May 1, 2018 at 4:15 PM UTC
O ultraje que é existir