"topo" poems
Sonha em se vestir com as nuvens
Cantar para uma platéia no topo da montanha mais alta
Sentir a luz do sol infiltrando seu corpo
Compartilhando o brilho entre si.
Beijar sem machucar
Divertir sem causar alvoroço
Ver sem precisar matar
nem correr para qualquer pescoço.
Beber um licor no bar mais caro
Flertar com os bonitões
Um volume a mais em suas calças
Escapando-lhes os botões.
A única platéia daquelas asas pretas,
aveludadas
Era o limo da gruta
Não corria, nem se assustava
Batia palmas quando ela cantava.
Se apaixonara.
Como poderia dar certo?
Ela queria o mundo
Saia todo dia por um segundo
Queimando-se
Por um breve trinfo.
Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 7:09 PM UTC
A lo fugaz perpetuo
y sus hipoteseres
a la deriva al vértigo
al sublatir al máximo las reverberalíbido
al desensueño al alba a los cornubios dime sin titilar por ímpetu de bumerang de encelo
de gravitante acólito de tanto móvil tránsfuga cocoterráqueo efímero
y otros ripios del tránsito
meditaturbio exóvulo
espiritado en Virgo en decúbito en trance en aluvión de incógnitas
con más de un muerto huésped rondando la infraniebla del dédalo encefálico
junto a precoces ceros esterosentes dime al codeleite mudo del mimo mimo mixto
al desmelar los senos
o al trasvestirme de ola de sótano de ausencia de caminos de pájaros que lindan con la infancia
animamantemente me di por dar por tara por vocación de dado
por hacer noche solo entre amantes fogatas desinhalar lo hueco y encontrarme inhallable
hora tras otra lacra más y más cavernoso
menos volátil paria
más total seudo apoeta con esqueleto topo y suspensivas nueces de apetencias atávicas
al azar dime al gusto a las adultas menguas a las escleropsiquis
al romo tedio al pasmo al exprimir las equis a la veinteava esencia
y degustar los filtros del desencantamiento
o revertir mi arena en clepsidras sexuadas
y sincopar la cópula
me di me doy me he dado donde lleva la sangre
prostitutivamente
por puro pleno pánico de adherir a lo inmóvil
del yacer sin orillas
sin fe sin mí sin pauta sin sosías sin lastre sin máscara de espera
ni levitarme en busca del muy Señor nuestro ausente en todo
caso y tiempo y modo y **** y verbo que fecundó el vacío
obnubilado
inserto en el dislate cosmos, a todo todo dime alirrampantemente
para abusar del aire del sueño de lo vivo y redarme y masdarme
hasta el último dengue
y entorpecer la nada
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Sabe, sei que fui contemplado com algo horrível, também sei que talvez tudo isso foi culpa minha, quando você é um idiota por muito tempo sempre acha alguém esperto demais para te amar, mas mesmo assim ela vai te amar, e tudo isso vai acabar de uma maneira podre e dolorosa, e eu irei acabar em um bar qualquer em uma rua qualquer dando risada sobre uma piada ou qualquer outra coisa estupida.
E nesse momento enquanto dou um gole na cerveja e sinto sua fria espuma tocando meu lábio eu sou sugado para fora do presente, e lá em um campo verde vejo uma fileira imensa de lapides e distantes de todas as outras, no topo de uma montanha vejo uma arvore aparentemente morta, mas mesmo naquele estado tenebroso ainda me rende uma sensação de segurança, e ao chegar lá que percebo: a brisa ainda está fresca, as palmeiras ainda verdes e eu ainda estou aqui.
Eu ainda estou aqui.
Dec 2, 2015
Dec 2, 2015 at 5:44 PM UTC
topo chico clinking in the backseat
reminds me of when i found the
empty something-else in your recycling
(sheesh)
driving me bonkers
that i still crave to kiss you
it’s the little things
that help me not miss you
bought me the wrong kind of candy for a late valentine’s
and maybe i shouldn’t care as much as i do
but i couldn't help the eerie feeling creeping inside
that things wouldn’t ever be what they used to
Dec 23, 2022
Dec 23, 2022 at 1:13 PM UTC
Eu vou te achar em todo lugar.
Mesmo quando as gotas da chuva
Caírem para cima.
Nenhum lugar é seguro
Longe do seu acalento,
Da sua pele macia
Da doçura dos seus lábios.
Aug 23, 2012
Aug 23, 2012 at 3:55 PM UTC
meus pés se aconchegavam entre a grama verde,
e vinda de longe, ouvia-se uma canção,
a canção do poente.
e no topo das montanhas,
o vento soprava e me dizia o mistério do mundo
a natureza cantava doce pra mim,
a maresia me trazia um sentimento novo
e me fazia nascer de novo.
Apr 1, 2014
Apr 1, 2014 at 5:05 PM UTC
Ay mi más mimo mío
mi bisvidita te ando
sí toda
así
te tato y topo tumbo y te arpo
y libo y libo tu halo
ah la piel cal de luna de tu trascielo mío que me levitabisma
mi tan todita lumbre
cátame tu evapulpo
sé sed sé sed
sé liana
anuda más
más nudo de musgo de entremuslos de seda que me ceden
tu muy corola mía
oh su rocío
qué limbo
ízala tú mi tumba
así
ya en ti mi tea
toda mi llama tuya
destiérrame
aletea
lava ya emana el alma
te hisopo
toda mía
ay
entremuero
vida
me cremas
te edenizo.
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Muito me custa compreender este país onde vivo. Portugal precisa urgentemente de ordem, ideologia e patriotismo. Anos se passaram e tantos organismos criados, penso que com a finalidade de haver profissionalismo. Enfim, assistimos hoje a uma estúpida maneira de encarar a vida. As igrejas não espalham a fé, os hospitais não fazem o que poderiam fazer, a justiça é realmente cega, os políticos não sei para que servem e o que parece bonito não é a necessidade do povo, não é o benéfico do país. É urgente e necessário que quem comanda o país defina regras e é urgente que o patriotismo de cada cidadão seja um sentimento profundo de comunidade em cumprimento dessas regras definidas. As televisões não são tribunais, os senhores jornalistas não são juízes e a praça pública não é local de justiça. Envergonha-me viver num país com poucos homens e poucas mulheres dignas desse nome e que raramente ocupam os cargos que deviam. Não se vive de fachada com caras bonitas ou filhos de papás a ocupar cargos de relevo e liderança. O estado não deve ser um abrigo de preguiçosos em poleiros indevidos. Portugal é dos Portugueses e só os que merecem devem chegar ao topo, não pelas alavancas mas sim pelo talento. Aquilo que hoje se perdeu em Torre de Moncorvo na Serra do Reboredo, como em outras regiões do país não volta mais, mas esses granfinos iluminados com ideologias antagônicas à razão da existência humana preocupam-se em acabar com o bom do homem e criar ilusões desastrosas na forma como hoje se vive.🤡🤡🤡🤡
Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:09 AM UTC