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"povo" poems
Rio Tua Olho o rio que corre suavemente, Nobre povo, paisagem estonteante, Castanheiro terra singular, Janela aberta para te comtemplar. As montanhas descem para ti rio tua, Imagem linda sem igual, Pareces não ser rio, ser o mais lindo postal, Rio maltratado pelas gentes de Portugal. Quando me levanto te olho com amor, Encontro Deus nosso Senhor. Os melros e pintassilgos entoam afinadas melodias, E tu rio Tua te abandonas junto às penedias. Grande Abraço. Victor Marques
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Jun 18, 2012
Jun 18, 2012 at 7:14 AM UTC
Rio Tua
António teu nome, Agricultor, vitivicultor. Apaixonado pela terra, Pelo Douro, pelos Montes. Aquele amor que não se encerra, Dorme na colina, na serra. Colheu tristeza na Guerra Colonial, Amou o Douro e Portugal. Semeou a terra que alegrias lhe traria, Amou seus filhos e sua esposa Maria. Plantou videiras que olhavam o céu estrelado, Fez vinho com amor imaculado. As uvas são um amor para toda a vida, Deus nos ama até na despedida. Olhou para o Rio Douro eTua , E na memória de um povo com glória, Com aquela lágrima que eu sinto agora. Me conforto no horizonte duriense, Hoje, amanhã e sempre. Victor Marques
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Oct 18, 2010
Oct 18, 2010 at 6:47 AM UTC
Última Lágrima....para meu Pai
Vindima que sempre vem Que regalo é ver estas lindas uvas que serão destinadas a ser pisadas por tantos pés generosos deste povo duriense que nas encostas trabuca com suor no rosto. Depois de tantas canseiras chega a hora da colheita para todos começarem em festa um processo que acabará nos melhores vinhos de Portugal e do mundo. Para haver vindima temos de ter videiras bafejadas pelo sol, acolhidas pelo xisto e amadas pelo homem duriense que não se cansa de as amar e bajular. Este meu Douro é sem sombra de dúvida local privilegiado para a produção deste néctar abençoado por Deus. A videira que Jesus tantas vezes enumerou me faz perceber o universo, a sua diversidade e porque não mesmo a vida depois da morte. Como simples podador o homem corta as vides na esperança de uma boa colheita. Que encanto ver durante seu ciclo o despertar constante de tantos sonhos adormecidos. A videira delicia, rejuvenesce, cresce embalada pelo vento em socalcos e patamares e os rios são seus fiéis companheiros e a seu lado tantas árvores dão as azeitonas da paz e serviram de aconchego no Horto das Oliveiras para Jesus Cristo amar os homens e segredar a Deus seu Pai. Temos orgulho em nossos muros de pedreiros que esculpiram seu próprio fado, eles mudaram os olhares de um Douro mal-amado… Victor Marques
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Oct 6, 2013
Oct 6, 2013 at 2:11 PM UTC
Vindima que sempre vem
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
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Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
O Emigrante Português Partes e deixas tua terra Natal, O teu mundo é Portugal. Deixas família também, Partes sem ninguém. Emigrante meu descendente, És sempre um navegante, Todos se orgulham de ser Português, Feitos heróicos que seu povo fez. Trabalhas noite e dia, A tua revolta se esvazia. Por estranha que até pareça, O lume da fogueira que te aqueça. Esforço e muito suor, Vaso cheio de amor, Lágrimas que alguém chora, Saudades que não vão embora. Victor Marques
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Dec 14, 2011
Dec 14, 2011 at 10:50 AM UTC
Emigrante Português
Percorrer caminhos sem destino,Bradar ás janelas fechadas, abertas.Escrever palavras erradas, certas?Amar Portugal e seu Hino...Simpatia única e sem igual,Parar em qualquer lugar,Gastronomia singular,Povo de Portugal.Gente simples de bem querer,Com exemplos de lealdade,A história nos adormece em saudade,Portugal até morrer...Descobriste mares sem ter idade,Fomentaste a globalidade.Somos povo, somos nação.Portugal do meu coração.Vic Alex
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Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:09 AM UTC
Meu Portugal
O Comunismo cai Polónia com fé na igreja católica, Rússia comunista acabou por fim, Jugoslávia insatisfeita com sua história, Caíram os muros de Berlim. Líderes com ideias ultrapassadas, Caíram nas próprias emboscadas, Dia 22 de Agosto em Moscovo, O vencedor foi o povo. Sonhos de um povo que tanto sofreram, Epidemia da Rússia doentia, Liberdade que o povo queria, A foice e o martelo padeceram. O regime foi derrotado, Moscovo renegou o passado, Hinos cantados com alegria, O comunismo e a democracia. Sabrosa 23 de Agosto de1991 Victor Marques
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Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:25 AM UTC
O Comunismo cai
You can tell by a pale shadow of former self And  shape of the scattered pieces You can tell , From the pieces of the once bread basket of Africa That someone is slowly And artistically looting the store  I can see, The trailing blood and the aura of warmth That there was once, Electrical pulse of the heart As povo cry, For broad-based   and inclusive Dialogue to rescue, Yes! I could hear,increasing  calls  for  precipice And wails to  avert further  implosion    And the winds of memory floating by The crescendo in the calls for sound talks Yes sound dialogue, In the wake of an  increasingly restless citizenry struggles Still dustbin  of a golden history You can sense from the tremble of the chambers The undying pulse and the scent of a beloved That the heart once danced to a dreamers' beats To them tears are, The horse pipes they use to water their worth To multitudes,tears are words the heart can’t express As the black cloud  sheds  rays  of hope   Still leaves “imminent light” behind As the mass bank hope In our eternal message of hope Ushered by Martin Luther King, Jr.   "One day  dawn will come". I can see  traceable  traces Of corrupt foot prints And  traceable track record Of 'prominent' looting finger prints As the influential turn aside the needy from justice, Rob the poor Chimanimani people of their right, Making widows  their spoil, And willy-nilly  making the fatherless their prey! Dear LORD! Why  your wrath  upsets not these moral monsters? Who are by no means worthy of following Those that deprive the afflicted Those who because of their  hard and impenitent hearts Attract your necessary reaction to objective moral ill Dear Lord why has your  wrath not fallen On rightful  time? How can hell be just?
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Apr 22, 2019
Apr 22, 2019 at 6:07 AM UTC
PALE SHADOW
You can tell by a pale shadow of former self And  shape of the scattered pieces You can tell , From the pieces of the once bread basket of Africa That someone is slowly And artistically looting the store  I can see, The trailing blood and the aura of warmth That there was once, Electrical pulse of the heart As povo cry, For broad-based   and inclusive Dialogue to rescue, Yes! I could hear,increasing  calls  for  precipice And wails to  avert further  implosion    And the winds of memory floating by The crescendo in the calls for sound talks Yes sound dialogue, In the wake of an  increasingly restless citizenry struggles Still dustbin  of a golden history You can sense from the tremble of the chambers The undying pulse and the scent of a beloved That the heart once danced to a dreamers' beats To them tears are, The horse pipes they use to water their worth To multitudes,tears are words the heart can’t express As the black cloud  sheds  rays  of hope   Still leaves “imminent light” behind As the mass bank hope In our eternal message of hope Ushered by Martin Luther King, Jr.   "One day  dawn will come". I can see  traceable  traces Of corrupt foot prints And  traceable track record Of 'prominent' looting finger prints As the influential turn aside the needy from justice, Rob the poor Chimanimani people of their right, Making widows  their spoil, And willy-nilly  making the fatherless their prey! Dear LORD! Why  your wrath  upsets not these moral monsters? Who are by no means worthy of following Those that deprive the afflicted Those who because of their  hard and impenitent hearts Attract your necessary reaction to objective moral ill Dear Lord why has your  wrath not fallen On rightful  time? How can hell be just?
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S. Martinho Os sonhos que se sonham acordados, Altares de santos beatificados. Amargos de boca, leitos maltratados, S. Martinho quero beber o vinho com prazer, De manhã até ao anoitecer, Afogar mágoas e pecados. Desde pequeno que ouço falar de Ti, Com bom vinho o povo ri…! Vinho maduro por Ti e DEUS abençoado, Vinho da mesa de Jesus crucificado… Paixão de degustar e bem apreciar, Perder – me no encanto de o decantar. Castanhas e vinho todo bebido, S. Martinho alegre e divertido. Victor Marques
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Nov 6, 2012
Nov 6, 2012 at 2:18 PM UTC
S. Martinho
The day was long and greedily waited, in near unspoken secret - like a thing delightfully and enchantingly wicked. We are reunited - simpatico - my love, lover and I. We ravish each other and lavish each other with flattery, endearments and entire pleasure. We live sweet centuries in those tight hours. Happiness changes the tenor of things. Rains of feeling combine in torrents, like the tinkling notes of a harp make symphony. Our minutest nerves are instruments of joy. Mornings start with exquisite excitement and the dense reel and stagger of intoxication - because we’re drunk with the fullness of life. Leaves on trees called chestnut, linden and hazel, stir gently in the breeze - those faint shoos and rustles, times nature’s fractal design - blare, in effect, like terrific trumpets. At night, as we walk together under cooling summer skies, the stars in the far-flung firmaments, seem to huddle together and whisper, like sisters, of life and the mysteries of earthy love. We are the dust of those constellations - are we but spies? . . Songs for this: Thank You My Angel by Over the Rhine Perfect Day by Povo Goodbye Sunday by Everything But the Girl
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Aug 31, 2025
Aug 31, 2025 at 12:52 PM UTC
the dust of constellations
Padroeira do Brasil e Mãe de todos nós, Senhora dos pobres e dos que vivem sós, Teu manto é puro e divinal, Mãe Rainha sem igual. Deus da vida, do amor, Liberta nosso povo sofredor, Senhora que aqui em Portugal, Tens devoção sem igual. Na noite e no dia Deus é harmonia, Tu Senhora a nossa alegria. Parece que Deus aqui te quer consagrar, Pois tens tanto amor para nós dar. As sementes parece que ressuscitam do nada, Sempre te vejo Mãe Imaculada. Mesmo com a luz apagada, Me ajudas na caminhada. Victor Marques
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Nov 10, 2013
Nov 10, 2013 at 2:36 PM UTC
Nossa Senhora da Aparecida ano 2013
O olhar mais sóbrio, sobre este quotidiano, Revela uma série de desvios, incontroláveis, Ter responsabilidades é hábito mediano, Centram-se nas necessidades, emergíeis! Mostra-se o leme, entregue nas mãos sujas, Se entendes o que digo, talvez até tu fujas, Ouve-se as mais diversas, doentias, calamidades, Entregues todos, ao antro, de irresponsabilidades! Entremos no mundo diferente, sem valores, Máquinas, controlam actividade dos motores, Máquinas de desavinho, nas vidas dos condutores, A central que comanda, é jogo só de bastidores! Desgovernado povo, sem sítio para suas míticas cores, Muda-se o tom de gentes, sem quaisquer pudores, Escolheres lugares, ou gentes, iguais aos modeladores, Em tempo professores de culto, hoje sem valores! Senhor prior, que nos ensina vivacidade e alerta, Que nos prece segue, não é exemplo de galhardia, É sim antro de filosofia e a porta não é mais aberta, É convite de solidão, de gente sem luz do seu dia! Completamente desorientadas e inapropriadas, São hoje lei de exaustão, prisão e escuridão, Esforços desajustados para fugas de milhão, Povo sem tostão e governam maravilhados! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.01.02.13
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 7:12 AM UTC
As diversas mudanças
lá fora o povo indiferente, está completamente perdido, seguindo de mãos vazias, por um caminho sem sentido. sobre lençóis imaculados, as oferendas da alegria, numa noite tumultuosa, que findou já era dia. seu corpo sofre em loucura, e de coração fora do peito, doce exílio dos espíritos, que no seu corpo vêem deleite. tentando de corpo e alma, vencer a trágica existência, lá vai a megera indiferente. são dois mundos tão diferentes, que uma fina linha separa.
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Aug 24, 2015
Aug 24, 2015 at 3:03 PM UTC
Megera
Parti à procura, percorri todos os bares da cidade drogas, alucinações, **** debati-me com o povo fui aprisionado pelo poderio das massas. Guardas olham-me à passagem vociferam um dialecto desconhecido. Nesta tumba estou . . . livre. Aqui, eu sou eu discípulo da verdade e dos prazeres. Depois fui para a ilha indígenas novamente - **** bebidas, drogas. E assim passaram dois anos. Percorro agora esta avenida em procura do que ainda não encontrei. Eu, por min quem sabe, tomarei outro rumo para . . . o outro lado . . . para a terra. Era cá uma tripé mas eu amava-a mesmo assim. Estava preso era um fora-da-lei sem crimes, nem pecados apanhei um táxi e segui na noite rumo ao desconhecido.
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May 12, 2014
May 12, 2014 at 4:18 PM UTC
o desconhecido
Miki Féher Olho para o céu do Deus Infinito, Sorriso do menino com amor. Povo magiar e vermelha dor, Povos sem raça e com a mesma cor. Miki Féher este foi o teu grito… Sucumbiste for força dum apito, Deixaste o mundo sofredor. Tua juventude terna e grata, Sem ouro nem prata. Nosso Deus não maltrata, Empolgaste multidões, Para sempre em nossos corações… O nosso Deus te dá sossego no paraíso, Pois para se tornar a viver, morrer é preciso! O Benfica canta teu sublime fado, Pois o destino estava traçado. Cordiais Cumprimentos Victor Marques 28 de Janeiro 2004
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Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 8:06 AM UTC
Miki Féher
Nova Andradina, meu moinho Sua gente me recebeu com carinho Lembro-me de cada rua e praça Ali construí uma vida cheia de graça Domingos entre amigos e festas Passeios pelos seus rios e florestas Sábados aminados em seus bares Papeando com os tipos populares No caminho do trabalho aventuras garantidas Na “Escola Agrícola” se vai parte da minha vida Ali fiz amigos e tenho estudantes incríveis E aprendi com as mais situações horríveis Política, cultura, dia-dia e aventuras Aproximaram-me da vida dura Que esse povo forte e lutador Ostenta com graça e esplendor Aqui somente abri portas e janelas Aprendi o preço da liberdade Descobri a força da vida e da solidariedade Para sobreviver às contradições e querelas
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:39 PM UTC
Nova Andradina, meu moinho
Vem caminha agora na minha direcção segue a luz princesa do oriente entra agora na minha tenda saboreia os prazeres da vida gozai agora os prazeres nesta noite de luxúria saboreia o **** delicia-te mulher, forma de arte paixão fogosa olhai-me porque vieste? no obscuro corredor tempo olhai em teu redor as luzes feriam-me agora a retina tomai agora a minha bênção escrava quem és tu, sim, tu, mulher do povo
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Feb 5, 2014
Feb 5, 2014 at 2:47 PM UTC
mulher
no one this day shall say they stood aloof when the new rose first came into fresh flower and none dared crush the bloom beneath a hoof we would have faced a certain harsh reproof no long before but all changed in an hour no one this day shall say they stood aloof nor that the entire fabric warp and woof had stayed the same new blossom in each bower and none dared crush the bloom beneath a hoof for fear of learning just how great the goof would harm the doer dread would them devour no one this day shall say they stood aloof the acts are real we see that there's no spoof of change or meaning the old world we scour and none dared crush the bloom beneath a hoof today we saw the crowds from every roof acclaim as honour took the seat of power no one this day shall say they stood aloof and none dared crush the bloom beneath a hoof
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May 1, 2013
May 1, 2013 at 8:04 AM UTC
o povo é quem mais ordena
Enquanto sofre porta-voz dos desmazelos diz que povo está perdido e a modernidade em desespero Quando em mágoas pranteia os olhos e a Deus sem crer diz maldizeres Quando em desamores desgovernada mão em acidente indiferente assume o posto batendo uma ilusão Quer dizer de si mas diz de todos Assumindo como pública a voz da solidão e para si sem mais ninguém que a dor sem causa leva a crer engendrado num quarto sujo da sujeira de seu corpo e da imundície a sua alma faz ao mundo o seu retrato
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Aug 25, 2015
Aug 25, 2015 at 1:14 AM UTC
O Poeta
Tu és um milhão de coisas; Desejos, pesadelos, alucinações que nem bálsamos aplacam Olho ao meu redor, e lá estás, Porém, em meu ser, não te sinto. A voz do povo, como um roubo de opiniões, revela a lógica E o absurdo, Pois o verbo é o que é, E também o que não pode ser. Antigas poesias, Clamando às estrelas e à lua, Mais um divertimento fugaz. Sentimentos que não encontram sentido em tua mente turvada, Como uma epiléptica a observar um estroboscópio sem fim. Tu fizeste flores brotarem em meus pulmões E em meu peito; Embora formosas sejam, Não consigo respirar. Arrancaria tais flores e te as entregaria, Um ramo de “eu te amo” que jamais foram ditos. Teu nome, como gelo, cala meu coração. Espero, aguardo, pela próxima mensagem, Risadas que me impelirem ao retorno, Ansiedade que confunde o pensamento, Sofrendo por males que não ocorreram… ou ainda ocorrerão? Na minha sepultura, portas se fecham, Meu corpo se desfaz, As flores se tornam parte de mim, Pouco chegam a mim as vozes que falam De uma fantasia. Resta, enfim, a solidão.
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Jan 14, 2025
Jan 14, 2025 at 4:59 PM UTC
Átomos Que Nunca Se Tocaram
Liberdade pode ser banal, Pura e consensual, Agir em diferentes direcções, Se desdobrar em explicações. Ver as papoilas crescer, Anseios de bem querer, Não pode ser servidão, Viver noutra dimensão. Liberdade determinista, Que limita o bom artista, Ai povo oprimido, Do mundo, do desconhecido. Adepto da liberdade postiva, Na morte e também na vida. Liberdade escancarada na natureza, Com seu amor e beleza. Liberdade que parece desejável, Democracia que parece fiável, Liberdade consciente e reflectida, Haja Liberdade nesta vida. A Liberdade pode ser espiritual, Livre e nunca ser igual. Alavanca que tudo move, Povo livre e nobre. O Homem nasce livre para tudo amar, O céu,  a terra e a imensidão do mar. Liberdade minha de tudo contemplar, Liberdade onde vais, onde queres estar.... Victor Marques
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Apr 26, 2023
Apr 26, 2023 at 6:22 AM UTC
Liberdade onde vais parar
Can you make a friend— like a craft project? I know, I hear this parental voice, “just be yourself.” All of my classes this semester will be in one building, but I’m a control freak, I wanted to walk my schedule, go class to class, like I will on my first day. I have a locker too—this is so high school—but I wanted to find it, try the combination and plan what I’ll carry. I have questions too, like how’s the wi-fi, are there charging outlets, and where can I get coffee? Orientation is Tuesday—but who can wait until Tuesday? Classes start Wednesday.  I’d never sleep this weekend with so many questions. I’m already having dreams where I’m lost, late and embarrassed. So there I was, this morning, dressed for class with my green messenger bag—doing it—schedule in hand. I went into a small auditorium with cushioned, crimson, theater seating—where my first class will be—and there’s this other girl, dressed for class, schedule in hand. We were like twins, except she’s tall and black and I’m not. Right off she commanded me, handing me her phone, no preamble, no “How do you do,” to “Take my picture.” Of course, I obeyed, I’m not from outer space. I burst 50 quick frames, as she slightly varied her pose and she did likewise for me. Her name is Chella and she graduated from Yale last week too, with a ‘Bachelor of Science in Global Affairs.’ I think I saw her on campus once or twice but our paths had never directly crossed. “But IS "Global Affairs" a science degree?” I asked skeptically. “Probably not,” she answered, “but some of us can live with ambiguity.” Her first direct, commanding phrase limns her personality perfectly. Yeah, we hit it right off. . . Songs for this: Cruel To Be Kind by Letters to Cleo Perfect Day by Povo Are You Trying to Be Funny? by Everything But the Girl
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May 24, 2025
May 24, 2025 at 10:24 PM UTC
friend
Can you make a friend— like a craft project? I know, I hear this parental voice, “just be yourself.” All of my classes this semester will be in one building, but I’m a control freak, I wanted to walk my schedule, go class to class, like I will on my first day. I have a locker too—this is so high school—but I wanted to find it, try the combination and plan what I’ll carry. I have questions too, like how’s the wi-fi, are there charging outlets, and where can I get coffee? Orientation is Tuesday—but who can wait until Tuesday? Classes start Wednesday.  I’d never sleep this weekend with so many questions. I’m already having dreams where I’m lost, late and embarrassed. So there I was, this morning, dressed for class with my green messenger bag—doing it—schedule in hand. I went into a small auditorium with cushioned, crimson, theater seating—where my first class will be—and there’s this other girl, dressed for class, schedule in hand. We were like twins, except she’s tall and black and I’m not. Right off she commanded me, handing me her phone, no preamble, no “How do you do,” to “Take my picture.” Of course, I obeyed, I’m not from outer space. I burst 50 quick frames, as she slightly varied her pose and she did likewise for me. Her name is Chella and she graduated from Yale last week too, with a ‘Bachelor of Science in Global Affairs.’ I think I saw her on campus once or twice but our paths had never directly crossed. “But IS "Global Affairs" a science degree?” I asked skeptically. “Probably not,” she answered, “but some of us can live with ambiguity.” Her first direct, commanding phrase limns her personality perfectly. Yeah, we hit it right off. . . Songs for this: Cruel To Be Kind by Letters to Cleo Perfect Day by Povo Are You Trying to Be Funny? by Everything But the Girl
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Não vou ser demasiado massador na introdução e basicamente falarei dos encargos de uma família típica portuguesa, composta por um casal com um filho. Rendimento médio ordenado mínimo 580€ mês cada membro do casal, que corresponde em 14 meses a quantia de 16240€. No entanto pensando naquilo que é viver com as mínimas condições de dignidade despende-se anualmente: - Água 15€ mês ×12= 180€; - Luz 40€ mês ×12=480€; - Gás 25€ mês ×12=300€; - Renda de casa 200€ mês ×12=2400€; - Empréstimo de carro 150€ mês ×12=1800€; - Seguro carro ao ano 200€; - Manutenção carro, imposto, muda 4 pneus e revisão com inspecção: 500€; - Gasóleo 1 depósito mês 1,46€ L ×50L=73€×12=876€; - Escola (180€) mês ×12= 2160€; - roupa pra três media mensal cada 27,7€ da ao ano: 1000€; - Alimentação de casal e filho mês 250€ ×12=3000€; - Saúde entre seguros, consultas e medicação 1100€ ano para os 3. - Extravagância do casa 4 cafés diários caseiros 0,30€ cada café ×31 dias×12 meses= 446,4€ Totalizando anualmente um encargo de 14442,60€; Sobra em dinheiro líquido 1797.4€ que no orçamento familiar representam a cada um dos três membros valor de margem poupança 49,927€ mês, há taxa diária de 1,61€ para cada. Com todo este dinheiro cada família portuguesa que está em situação idêntica este rendimento exuberante permite-lhe disfrutar de uma vida folgada de 8 horas de trabalho diário, para poder viver em dignidade mínima. Permite-lhe ainda disfrutar de excelentes instâncias turísticas, boa gastronomia, bem como um SPA relaxante. Esses bons samaritanos que todos os dias nas TV pedem metade do que resta a cada Português para extravagância própria, pedindo só 0,70€ por chamada, metade do resíduo do vencimento sobrante diário, que façam a real caridade e deixem de enganar o povo Português e doem cada um que la trabalhe, 500€ mês e sortêm pelos pobres portugueses que miseravelmente vivem, e que são enxovalhados diariamente em tantas bocas televisivas. Isso é boa fé e caridade. Obrigado
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:06 AM UTC
Poesia e Turismo Português
Não vou ser demasiado massador na introdução e basicamente falarei dos encargos de uma família típica portuguesa, composta por um casal com um filho. Rendimento médio ordenado mínimo 580€ mês cada membro do casal, que corresponde em 14 meses a quantia de 16240€. No entanto pensando naquilo que é viver com as mínimas condições de dignidade despende-se anualmente: - Água 15€ mês ×12= 180€; - Luz 40€ mês ×12=480€; - Gás 25€ mês ×12=300€; - Renda de casa 200€ mês ×12=2400€; - Empréstimo de carro 150€ mês ×12=1800€; - Seguro carro ao ano 200€; - Manutenção carro, imposto, muda 4 pneus e revisão com inspecção: 500€; - Gasóleo 1 depósito mês 1,46€ L ×50L=73€×12=876€; - Escola (180€) mês ×12= 2160€; - roupa pra três media mensal cada 27,7€ da ao ano: 1000€; - Alimentação de casal e filho mês 250€ ×12=3000€; - Saúde entre seguros, consultas e medicação 1100€ ano para os 3. - Extravagância do casa 4 cafés diários caseiros 0,30€ cada café ×31 dias×12 meses= 446,4€ Totalizando anualmente um encargo de 14442,60€; Sobra em dinheiro líquido 1797.4€ que no orçamento familiar representam a cada um dos três membros valor de margem poupança 49,927€ mês, há taxa diária de 1,61€ para cada. Com todo este dinheiro cada família portuguesa que está em situação idêntica este rendimento exuberante permite-lhe disfrutar de uma vida folgada de 8 horas de trabalho diário, para poder viver em dignidade mínima. Permite-lhe ainda disfrutar de excelentes instâncias turísticas, boa gastronomia, bem como um SPA relaxante. Esses bons samaritanos que todos os dias nas TV pedem metade do que resta a cada Português para extravagância própria, pedindo só 0,70€ por chamada, metade do resíduo do vencimento sobrante diário, que façam a real caridade e deixem de enganar o povo Português e doem cada um que la trabalhe, 500€ mês e sortêm pelos pobres portugueses que miseravelmente vivem, e que são enxovalhados diariamente em tantas bocas televisivas. Isso é boa fé e caridade. Obrigado
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Muito me custa compreender este país onde vivo. Portugal precisa urgentemente de ordem, ideologia e patriotismo. Anos se passaram e tantos organismos criados, penso que com a finalidade de haver profissionalismo. Enfim, assistimos hoje a uma estúpida maneira de encarar a vida. As igrejas não espalham a fé, os hospitais não fazem o que poderiam fazer, a justiça é realmente cega, os políticos não sei para que servem e o que parece bonito não é a necessidade do povo, não é o benéfico do país. É urgente e necessário que quem comanda o país defina regras e é urgente que o patriotismo de cada cidadão seja um sentimento profundo de comunidade em cumprimento dessas regras definidas. As televisões não são tribunais, os senhores jornalistas não são juízes e a praça pública não é local de justiça. Envergonha-me viver num país com poucos homens e poucas mulheres dignas desse nome e que raramente ocupam os cargos que deviam. Não se vive de fachada com caras bonitas ou filhos de papás a ocupar cargos de relevo e liderança. O estado não deve ser um abrigo de preguiçosos em poleiros indevidos. Portugal é dos Portugueses e só os que merecem devem chegar ao topo, não pelas alavancas mas sim pelo talento. Aquilo que hoje se perdeu em Torre de Moncorvo na Serra do Reboredo, como em outras regiões do país não volta mais, mas esses granfinos iluminados com ideologias antagônicas à razão da existência humana preocupam-se em acabar com o bom do homem e criar ilusões desastrosas na forma como hoje se vive.🤡🤡🤡🤡
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:09 AM UTC
A nossa pátria
Muito me custa compreender este país onde vivo. Portugal precisa urgentemente de ordem, ideologia e patriotismo. Anos se passaram e tantos organismos criados, penso que com a finalidade de haver profissionalismo. Enfim, assistimos hoje a uma estúpida maneira de encarar a vida. As igrejas não espalham a fé, os hospitais não fazem o que poderiam fazer, a justiça é realmente cega, os políticos não sei para que servem e o que parece bonito não é a necessidade do povo, não é o benéfico do país. É urgente e necessário que quem comanda o país defina regras e é urgente que o patriotismo de cada cidadão seja um sentimento profundo de comunidade em cumprimento dessas regras definidas. As televisões não são tribunais, os senhores jornalistas não são juízes e a praça pública não é local de justiça. Envergonha-me viver num país com poucos homens e poucas mulheres dignas desse nome e que raramente ocupam os cargos que deviam. Não se vive de fachada com caras bonitas ou filhos de papás a ocupar cargos de relevo e liderança. O estado não deve ser um abrigo de preguiçosos em poleiros indevidos. Portugal é dos Portugueses e só os que merecem devem chegar ao topo, não pelas alavancas mas sim pelo talento. Aquilo que hoje se perdeu em Torre de Moncorvo na Serra do Reboredo, como em outras regiões do país não volta mais, mas esses granfinos iluminados com ideologias antagônicas à razão da existência humana preocupam-se em acabar com o bom do homem e criar ilusões desastrosas na forma como hoje se vive.🤡🤡🤡🤡
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