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"leme" poems
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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O Meu Eu Imperativamente condicionado pelo meu eu, Tempestade arrebatadora de meu imbróglio, Sonetos de Inverno a óleo, Inconstância que não magoa, mas adoeceu. Incansavelmente ser perene, Sustentado com a nostalgia, Navio sem proa nem leme, Rebento de tristeza e alegria. Cortejado em corte divinal, Infortúnio é sempre fatal, Pintura lastimável de um grande pintor, Estigma do meu eu multicolor. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:00 PM UTC
O Meu Eu
I like mine two cream, two sugars my addiction sans friction. You see coffee is my benediction to alphabet soup. Sing as song of sixpence. a pocket full of rye. four and twenty blackbirds baked in a pie. Sister Loretta.That witch. She gave me my first hit. So long ago I had forgotten. 5 foot 2 eyes of blue. In a nun's habit. I was all of eight years old and full blown away by the woman showing her chin and brow in the Caribbean heat cool as the other side of the pillow Strange. Even then strange that a woman would choose to dress in a black full length jacket that swept the ground as she walked. Sweet as cane syrup. patient as a monk. She gave me the love of words. So Where is sister now I wonder ? Probably pushing daises from under. That was many years ago. Mia culpa. But I always wished for x-ray eyes. to see beyond her disguise. Was she all woman or some holy mutation. built to reject natural passion. Mia culpa. sister Loretta was forbidden fruit. One of god's many wives. And I could only have one ?. Hmmmmm leme think this one over. Blasphemer. 8 year old wood is hard to mess with. Any dude out there who went to parochial school and did not have that one on the replay spool, throw yer hands up. .....That is what I thought. Okay. just had my cuppa Joe. And now I'm gonna let you go. Just wanted you all to know. Sista Loretta was Smokin Hot.
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Oct 17, 2013
Oct 17, 2013 at 10:23 AM UTC
My Morning Cupp-a
O olhar mais sóbrio, sobre este quotidiano, Revela uma série de desvios, incontroláveis, Ter responsabilidades é hábito mediano, Centram-se nas necessidades, emergíeis! Mostra-se o leme, entregue nas mãos sujas, Se entendes o que digo, talvez até tu fujas, Ouve-se as mais diversas, doentias, calamidades, Entregues todos, ao antro, de irresponsabilidades! Entremos no mundo diferente, sem valores, Máquinas, controlam actividade dos motores, Máquinas de desavinho, nas vidas dos condutores, A central que comanda, é jogo só de bastidores! Desgovernado povo, sem sítio para suas míticas cores, Muda-se o tom de gentes, sem quaisquer pudores, Escolheres lugares, ou gentes, iguais aos modeladores, Em tempo professores de culto, hoje sem valores! Senhor prior, que nos ensina vivacidade e alerta, Que nos prece segue, não é exemplo de galhardia, É sim antro de filosofia e a porta não é mais aberta, É convite de solidão, de gente sem luz do seu dia! Completamente desorientadas e inapropriadas, São hoje lei de exaustão, prisão e escuridão, Esforços desajustados para fugas de milhão, Povo sem tostão e governam maravilhados! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.01.02.13
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 7:12 AM UTC
As diversas mudanças
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:51 PM UTC
DESCOBERTAS MARITIMAS
I didn't used to have a favorite color My grandma, her name was Mimi, her favorite color was green She was a gardener, her garden always abloom with the most beautiful flowers I'd ever seen Her favorite color was green A plant green, bright and vibrant, just like she was until fourth grade anyways She had an infatuation with monkeys, she had monkey lamps, monkey stuffed animals I still have the one she gave me Two years after she gave me Leme the lemur, she died It was a heart attack As I looked at her at her funeral, I thought about the monkeys, I thought about her flowers, I thought about green, that shade she loved, reminded her of the plants, the flowers, reminded her of life Ironic, her favorite color a lively green as she lay dead, the only time I saw her without a smile I think that's when I decided green was my favorite color It reminds me of the monkeys, of the flowers. Of the lady I love And miss Almost every day I see her green It helps, almost like I still have a part of her She gave me her green to help me She knew I'd need it
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Feb 28, 2014
Feb 28, 2014 at 10:15 PM UTC
Green
Her eyes are odd colored Her hair is a mess I'd like to pretend, But I know what comes next She's selfish and loves it She thinks it's the best Still I love her much more then the rest
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Jan 9, 2015
Jan 9, 2015 at 12:29 AM UTC
maiko leme ou
Next time I want to break my fingers Is when they are inside of you Don't wanna try up something new Spread your legs wide open Leme eat you My wandering hands Miss doing you Caress you down Until your face turns red And your body blue Don't worry wait'in You can have me in the afternoon Kiss me like it's our last one boo Nothing about it will be cruel Won't mistreat you It's just me and you When our dreams come true At Liverpool On our bedroom love pool Making love like fools Just me and you honey Under the moon...
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Feb 14, 2020
Feb 14, 2020 at 3:18 PM UTC
Intimxcy
Como o mundo tem mudado a cada dia, tanto e tão depressa, fica cada vez mais difícil aprofundar qualquer assunto. Sobrepõem-se as promessas e os candidatos, mas a essência na procura de um lugar melhor está a afastar-se cada dia mais. Cada vez vamos sabendo mais sobre mais coisas, e cada vez mais estamos frágeis. Outrora falar publicamente de um assunto era uma arte de estudiosos e quem sabe, gente preparada para o fazer. Hoje todos têm o seu público e conseguimos até escolher a plateia. Existe uma falsa sensação de audiência, porque ela é oculta e rapidamente se divide em outras opiniões. Vejamos o que acontece diariamente na própria comunicação social. Como sabem ela divulga artigos com base em jornalismo, política, desporto e sobretudo em dinheiro. E por isso mesmo, podem não ser verdades absolutas. Perigosamente orientam também o seu rebanho e o conduzem à ordenha. Não creio que tudo isto deixe de ter um propósito tirânico, como acredito que estão no pleno controle da nossa vida, humana, social, religiosa e financeira. Uma cruzada polivalente do capitalismo que como em outros tempos, agora de outras formas comandam o leme, protegendo a sua estirpe desprovida de qualquer fé ou solidariedade. Têm certamente um propósito garantir a prosperidade dos quem comem há mesa tal e qual como na seia do senhor. Autor: António Benigno Código de autor: 2020121522541201
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Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 2:57 AM UTC
DEUS DESISTIU DE NÓS? HUMANIDADE, É HORA