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"fios" poems
o que saia brotando do peito inundava, invadia os poros da pele entrava pelos cantinhos entre os dedos por baixo das unhas, nos fios de cabelo era como soda cáustica sobre a pele um grito no vácuo, uma luz distante um caminho de carvão em brasa solidão. pele morta, pele nova era como (re)nascer se livrar de um vício assistir o alvorecer contornar pro caminho de volta pra casa com medo era como (re)viver.
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 10:48 PM UTC
Voltar pra casa
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:59 AM UTC
Alucinações Hipnagógicas
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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Beijou-me e imediatamente senti seu gosto amargo sob minha língua. Tragava teus sentimentos para um presente distante. Não importava o ontem; não importará amanhã. Seu nome, seu número, sua memória, seu endereço virou canudo e me levou pra outra toca. A história, sempre a mesma: Um curioso, um coelho, Um papel, um chapeleiro, Uma toca, o mundo inteiro. Sentia meus pensamentos voarem; de copo em copo, trago em trago, tiro em tiro, mais e mais pra aquele instante. Por vinte minutos... ou doze horas. Não importa; o doce sabor do seu néctar lisergia não tocou os fios loiros da Aurora, já não está aqui agora.
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:10 PM UTC
Alice
Singers on the Voice who can't sing TV stations showing cartoons twenty-four seven FIOS selling hearing aids POPEYES selling steak Cars running on soup Fencers with hockey sticks Congress not padding their pay checks every year Puzzles that don't puzzle KFC selling burgers Archers with sling shots Trees growing upside down Chickens in a conga line A chess playing kangaroo Trees that hold leaves all year First class with no class An eckco that never comes back A bird that walks everywhere A tea kettle that cannot whisle Ducks that skee Rain falling sideways Dogs that run backwards Cats that bark The Sun and Moon together Turtles that run fast
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Jan 16, 2016
Jan 16, 2016 at 12:14 AM UTC
Things I've Never Seen By Victor Tripp
Mach my words, that time travel aye foresee (rather than being at a stand still, nee frozen analogous to cry oh ja hen nicks, or more particularly going backwards) this chap doth espy great breakthroughs, asper similar advances this guy i.e. myself witnesses quantum leaps I learn (reading The University Of Penn Gazette) the Burmese doctoral engineering student Kai Sir Von Wilhelm Harris made profound advances within advanced combined research laboratory of rocket surgery and brain science set my mouth ajar (with rivulets of drool spilling forth) constructing a simple to assemble gizmo (avail able common household materials rendered unto YouTube), and/or Cable Comcast, Fios, Infosys, et cetera which accidental discovery automatically codified feign top secret "FAKE" news to enable boot (simply for formality sake) code named Clark Gable yet in reality (a faux veil of secrecy) to con Vince sing lee foster an inimitable mystique, button truth for general public to unzip noble no red bull) knowable handy escape to past or future and essentially unlocked laudable simple "household solution" to become the latest craze (synonymous with an ****** - manageable minus addiction, conviction, and excruciation viz zit operable via needle marks of the masses within a fortnight necessary supplies sans quantifiable while Das Donald Trump could enact legislation satisfiable knowing majority being totally tubularly oblivious unalterable measures permanently infringing on inalienable rights such as life, liberty and the pursuit of winnable pacification.
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Mar 23, 2018
Mar 23, 2018 at 2:20 AM UTC
reverse orbitz
Mach my words, that time travel aye foresee (rather than being at a stand still, nee frozen analogous to cry oh ja hen nicks, or more particularly going backwards) this chap doth espy great breakthroughs, asper similar advances this guy i.e. myself witnesses quantum leaps I learn (reading The University Of Penn Gazette) the Burmese doctoral engineering student Kai Sir Von Wilhelm Harris made profound advances within advanced combined research laboratory of rocket surgery and brain science set my mouth ajar (with rivulets of drool spilling forth) constructing a simple to assemble gizmo (avail able common household materials rendered unto YouTube), and/or Cable Comcast, Fios, Infosys, et cetera which accidental discovery automatically codified feign top secret "FAKE" news to enable boot (simply for formality sake) code named Clark Gable yet in reality (a faux veil of secrecy) to con Vince sing lee foster an inimitable mystique, button truth for general public to unzip noble no red bull) knowable handy escape to past or future and essentially unlocked laudable simple "household solution" to become the latest craze (synonymous with an ****** - manageable minus addiction, conviction, and excruciation viz zit operable via needle marks of the masses within a fortnight necessary supplies sans quantifiable while Das Donald Trump could enact legislation satisfiable knowing majority being totally tubularly oblivious unalterable measures permanently infringing on inalienable rights such as life, liberty and the pursuit of winnable pacification.
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I'll hold you in my dreams until our first day. I don't know your face, but I know your presence. My heart has been yours since you first caressed my cheek But seas between us have made me grow weary; Will time be on our side? Or will our shadows forever fade with the sunset? Cumaidh mi thu na aislingean mi gus a' chiad latha againn Chan eil mì eòlach air d' aghaidh, ach tha fios agam air do lathaireachd. Tha mo chridhe air a bhith leatsa bho bhuail thu mo ghruaidh an toiseach Ach tha cuantan eadar sinn air mo dhèanamh sgìth; Am bi ùine air ar taobh? No am bi na faileasan againn gu bràth a 'dol fodha le dol fodha na grèine?
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Jun 8, 2020
Jun 8, 2020 at 8:11 PM UTC
Our Shadows (Ar Faileas)
sinto tudo tão inacabado como se minha alma fosse uma obra com aquelas paredes de concreto com uma só mão de tinta branca com os fios das lâmpadas soltos em todos os cômodos de mim me sinto como a música no carro que sempre tenho que voltar porque falaram na parte mais importante ou como a terceira vez que voltei pra finalizar esse texto como o último abraço que dei no meu pai e nem levantei da cadeira o caderno da minha aula de arte moderna a mensagem que eu comecei a escrever no ponto de ônibus e não deu tempo o último beijo que eu dei em você e nem encostei a língua no céu da tua boca amanhã já vem e não conclui nada de hoje se eu morresse eu nem teria vivido
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Mar 8, 2019
Mar 8, 2019 at 12:33 AM UTC
Das sensações diárias;
pedaços de sujeira enfiados embaixo das unhas sobre um vento quente passado metade de janeiro. e os olhos ardidos observando com toda calma a tela branca acinzentada e retangular. narizes que coçam em momentos impróprios e cães que aguardam pacientemente mãos de pele em seus pelos sujos de poeira. os pelos da coxa pintados de loiro falsificado brilham na luz do abajur como purpurina no carnaval de Recife. e aqueles fios de cabelo teimosos que caem sobre o ombro tocando a derme queimada pelo sol que por consequência, os dedos impacientes não cansam de procurar para então removê-los.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:04 PM UTC
descasco um pedaço de molho ressacado sobre a mesa