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"pai" poems
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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Nov 18, 2014
Nov 18, 2014 at 1:24 PM UTC
Nascimento, vida e existência
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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Pain Pain Pain Pain Pain. Pain, Pain Pain (Pain) Pain-- Pain Pain Pain Pain Pain pain painpainpain Pain pain pain Pain pain Pain. Pain with pain Pine and pain And sick Pain-Ill death-clock Tick tick ticks Nothing to say Anymore Pain pain. Pain Pain with feathers How pain and why pain And will be and never was pain Pain in your shoes, In a shower On a floor Pain In a garden Pain With your tea Pain in your eye As you drive Along We must be terrible We must be heinous Viscous, meticulous, We are not. But pain pain pain I. Can not sleep As they sanction drone Strikes on children I. can not sleep As a Ghostly ether summons Across lakes in dream I. Can't think I. can feel like a Cyprus Upon a grave Love love love Love love love love Love love love love Death exists Life is in brief moments Where the dead Drag in front of you Bleeding, broken Forever lost in this abyss Grafted from a tree In another world Oh, my love. Oh my love, As I know it true In bent knees at dawn Whispers evermore in my ear Beyond graves and atom bombs Test pilots Test tubes Test Pain in your chest In your mouth Rotted flesh Rotted fits of aging Agony which Is pain, exquisite Like a needle Precise like A Nuclear accident I. Can't sleep As things fly above my head My eye Leaving me in the dark Leaving me in a tub Leaving me in a gas task Mustard gas and Venus Drowned in calm water Out, out, out, Number 1. Nitrous oxide Psalms, palms, Save little girls In dresses know As I walk by a snowglobe Oh, my love How I am sick of questions with an Answer I know But not quite Not, quite And death will solve All power Like forks In an outlet u r a beautiful dawn At sunset My eyes are tired It needs to heal It needs to heal D. E. A. (D) In a straw or dollar O.K. oh, Kay Oh, Natalie I dot the "I" in your Name in my brain In my bones leaving me Aloft in dream, I dream and weep I dream and weep Pain Pain Pai. N. Kiev Leaving Pain Pain. Pain. no. 1
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Jul 18, 2015
Jul 18, 2015 at 1:48 AM UTC
niap
Pain Pain Pain Pain Pain. Pain, Pain Pain (Pain) Pain-- Pain Pain Pain Pain Pain pain painpainpain Pain pain pain Pain pain Pain. Pain with pain Pine and pain And sick Pain-Ill death-clock Tick tick ticks Nothing to say Anymore Pain pain. Pain Pain with feathers How pain and why pain And will be and never was pain Pain in your shoes, In a shower On a floor Pain In a garden Pain With your tea Pain in your eye As you drive Along We must be terrible We must be heinous Viscous, meticulous, We are not. But pain pain pain I. Can not sleep As they sanction drone Strikes on children I. can not sleep As a Ghostly ether summons Across lakes in dream I. Can't think I. can feel like a Cyprus Upon a grave Love love love Love love love love Love love love love Death exists Life is in brief moments Where the dead Drag in front of you Bleeding, broken Forever lost in this abyss Grafted from a tree In another world Oh, my love. Oh my love, As I know it true In bent knees at dawn Whispers evermore in my ear Beyond graves and atom bombs Test pilots Test tubes Test Pain in your chest In your mouth Rotted flesh Rotted fits of aging Agony which Is pain, exquisite Like a needle Precise like A Nuclear accident I. Can't sleep As things fly above my head My eye Leaving me in the dark Leaving me in a tub Leaving me in a gas task Mustard gas and Venus Drowned in calm water Out, out, out, Number 1. Nitrous oxide Psalms, palms, Save little girls In dresses know As I walk by a snowglobe Oh, my love How I am sick of questions with an Answer I know But not quite Not, quite And death will solve All power Like forks In an outlet u r a beautiful dawn At sunset My eyes are tired It needs to heal It needs to heal D. E. A. (D) In a straw or dollar O.K. oh, Kay Oh, Natalie I dot the "I" in your Name in my brain In my bones leaving me Aloft in dream, I dream and weep I dream and weep Pain Pain Pai. N. Kiev Leaving Pain Pain. Pain. no. 1
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Bodhidharma, the first Zen patriarch, told Emperor Wu that merit meant nothing; but great emptiness revealed by sitting facing a wall had great merit. Wu was perplexed. Patriarch number two, Hui-k’o, faced a granite wall in a forest for seven years; it became his beloved. Seng-Tsan, the third Zen patriarch wrote poems and his legendary Hsinhsinming verse transcended all the unnecessary duality in the mind’s mire. Tao-Hsin, patriarch number four, said don’t’ stare at a wall, just do the laundry and watch the clear water turn brown then pour it onto the vegetables in the garden when you’re done. Patriarch five, Hung-Jen meditated from age six staring at the horizon and said if you find the line between sky and land and sea you slip into infinity with no sky, land and sea just one place for the mind to finally rest. Hui-Neng came next; no wall no laundry water no heavenly horizon just fascinating monkey mind sometimes full, sometimes empty running whichever way, whenever, and that was all good. The 300-year Tang dynasty had three wild man patriarchs- Ma-Tzu shouted constantly; Pai-Ching did laundry, and Huang-Po told everyone they were already enlightened and should not bother with Zen at all. Lin-Chi was the Jesus of Zen who loved everybody everyday. He taught the heart’s clear natural action, compassion, not walls and laundry and trying not to think. His love was wiser than his mind. The patriarchs of zen taught more than a thousand years before I grew up an American idiot in a materialistic world populated by narcissistic borderline freaks thumbing smartphones in leather car seats never doing laundry afraid to face the walls built of brick made mortared tight together with the fear of their own compassionlessness.
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Jun 26, 2012
Jun 26, 2012 at 1:46 AM UTC
PATRIARCHS
Bodhidharma, the first Zen patriarch, told Emperor Wu that merit meant nothing; but great emptiness revealed by sitting facing a wall had great merit. Wu was perplexed. Patriarch number two, Hui-k’o, faced a granite wall in a forest for seven years; it became his beloved. Seng-Tsan, the third Zen patriarch wrote poems and his legendary Hsinhsinming verse transcended all the unnecessary duality in the mind’s mire. Tao-Hsin, patriarch number four, said don’t’ stare at a wall, just do the laundry and watch the clear water turn brown then pour it onto the vegetables in the garden when you’re done. Patriarch five, Hung-Jen meditated from age six staring at the horizon and said if you find the line between sky and land and sea you slip into infinity with no sky, land and sea just one place for the mind to finally rest. Hui-Neng came next; no wall no laundry water no heavenly horizon just fascinating monkey mind sometimes full, sometimes empty running whichever way, whenever, and that was all good. The 300-year Tang dynasty had three wild man patriarchs- Ma-Tzu shouted constantly; Pai-Ching did laundry, and Huang-Po told everyone they were already enlightened and should not bother with Zen at all. Lin-Chi was the Jesus of Zen who loved everybody everyday. He taught the heart’s clear natural action, compassion, not walls and laundry and trying not to think. His love was wiser than his mind. The patriarchs of zen taught more than a thousand years before I grew up an American idiot in a materialistic world populated by narcissistic borderline freaks thumbing smartphones in leather car seats never doing laundry afraid to face the walls built of brick made mortared tight together with the fear of their own compassionlessness.
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Bom dia a todos...Desejo que tudo corra na plenitude e vossos anseios e desejos se concretizem na abundância e plenitude. Boa vindima para aqueles que ainda continuam na tão nobre Colheita. Esta poesia é dedicada ao meu Pai: António Alexandre Marques e a todos os seus amigos e conhecidos. Lembro-me de Ti meu querido Pai As videiras cansadas pelo sol tórrido de verão, O rio corre por amor e paixão. Eu procuro a resposta que não acho, Sou feito de uvas e do teu abraço. As rochas xistosas esperam a madrugada, As uvas amarelas e avermelhadas. E tu meu Pai continuas aqui sepultado, Pois o vinho foi teu amor, meu fado… Palavras sábias de profeta que sonha e sabe, Lembrança de ti e eterna saudade. Nossa Senhora de Fátima te acolheu, Eu anseio também para ser seu… As uvas dão precioso fruto, Eu continuo vivo e de luto. O Douro sublime se consome e exalta, Por ti Pai saudade quase me mata… Victor Marques
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Oct 8, 2013
Oct 8, 2013 at 2:29 AM UTC
Lembro-me de ti meu Pai
Nas angústias nobres e sonolentas em que se tudo se fecha e acaba, As areias, as pedras das vinhas feitas do nada. O sopro agrestes das vides refinadas pela tua coragem, Voltamos ao Douro e á tua imagem. Penduro minha mágoa na armadura de uma videira, Nas entranhas de meu ser e junto á cabeceira. Deus deu-me uma materialidade sem sentido, Grito do amor e do gemido. As pedras das calçadas que amaste até demais, O chilrear que já não ouves dos pardais. Eu sei que meu pai está no paraíso, Tem Deus como Abrigo. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
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Oct 19, 2010
Oct 19, 2010 at 2:52 AM UTC
LEMBRANÇAS DE TI
When words were stolen from my page I flew into a useless rage, But then I came across some lines Which helped me through those angered times. It was Poetry Journal (MVP) Who pointed out the theft to me. Ajey Pai K also showed The plagiarism, and bestowed This knowledge for the world to see, And challenged them to disagree. I did some research to discover This matter clearly touched another; Scout Pilgrims poem said "Don't be An ******* to writers like me, And so I tried to write some verses In appreciation for the curses You heaped upon the plagiariser Whilst I, myself, was none the wiser If it wasn't for people like you, Who helped their fellow poets through And valued the writers honesty, I'd give up writing poetry, And although this poems not my best I need to get this off my chest So I'll force the rhyme to make it so; I appreciate it lots- thank yo!
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Dec 11, 2015
Dec 11, 2015 at 12:44 PM UTC
Thank You
Falo com Deus em Sentimento, Rogo a Nossa Senhora do Rosário. Perdeu-se o Sonho, meu lamento, Tiveste teu calvário. Douro e Tua sem altiva voz, Descendente de meus avós. Videiras sem uvas amadurecidas, Paisagens queridas. Sonolentos dias que amanhecem, Flores que florescem. Vida que sofre com quem tanto labutou, Vinha que seu filho amou. O sangue nas veias doridas, Noites esquecidas. O amor do Pai que nos assola, Violaõ com toque de viola. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
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Dec 14, 2010
Dec 14, 2010 at 10:27 AM UTC
AMOR DO PAI
António teu nome, Agricultor, vitivicultor. Apaixonado pela terra, Pelo Douro, pelos Montes. Aquele amor que não se encerra, Dorme na colina, na serra. Colheu tristeza na Guerra Colonial, Amou o Douro e Portugal. Semeou a terra que alegrias lhe traria, Amou seus filhos e sua esposa Maria. Plantou videiras que olhavam o céu estrelado, Fez vinho com amor imaculado. As uvas são um amor para toda a vida, Deus nos ama até na despedida. Olhou para o Rio Douro eTua , E na memória de um povo com glória, Com aquela lágrima que eu sinto agora. Me conforto no horizonte duriense, Hoje, amanhã e sempre. Victor Marques
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Oct 18, 2010
Oct 18, 2010 at 6:47 AM UTC
Última Lágrima....para meu Pai
Yeh samaa woh waqt ka hai Jab hum jawaan thai tum bhi jawaan thai. Uss shadi mai aap ka aaana. Aur mujhe bar bar dekhnaa. Aap ka andaaz ke kya khanai. Jau hum kau bebaaz kar deeya. Woh aap ka nazuk natnaai phulaanaa Woh aap ka sharm sai thar tharanaaa Woh aap ki kali saree sai naaf ka Meri aaukhai sai chupa chupi khelna Woh aap ki halki se musqurahat Woh aap ki thodi se sharahaat. Aap ka andaaz ke kya khanai. Jau hum kau bebaaz kar deeya. Phir woh mera pass sai guzri. Merai dil pai raiham na karkai. Aur phir paas woh jab aaayi. Aur yu muskurayee. Uski sassai merai cheharai par halki halki baraas rahi thi. Yeh samaa woh waqt ka hai Jab hum jawaan thai tum bhi jawaan thai. Yeh
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Jun 7, 2018
Jun 7, 2018 at 10:44 AM UTC
Jab hum Jawaan thai tum bhi Jawaan Thai.
Vindima que sempre vem Que regalo é ver estas lindas uvas que serão destinadas a ser pisadas por tantos pés generosos deste povo duriense que nas encostas trabuca com suor no rosto. Depois de tantas canseiras chega a hora da colheita para todos começarem em festa um processo que acabará nos melhores vinhos de Portugal e do mundo. Para haver vindima temos de ter videiras bafejadas pelo sol, acolhidas pelo xisto e amadas pelo homem duriense que não se cansa de as amar e bajular. Este meu Douro é sem sombra de dúvida local privilegiado para a produção deste néctar abençoado por Deus. A videira que Jesus tantas vezes enumerou me faz perceber o universo, a sua diversidade e porque não mesmo a vida depois da morte. Como simples podador o homem corta as vides na esperança de uma boa colheita. Que encanto ver durante seu ciclo o despertar constante de tantos sonhos adormecidos. A videira delicia, rejuvenesce, cresce embalada pelo vento em socalcos e patamares e os rios são seus fiéis companheiros e a seu lado tantas árvores dão as azeitonas da paz e serviram de aconchego no Horto das Oliveiras para Jesus Cristo amar os homens e segredar a Deus seu Pai. Temos orgulho em nossos muros de pedreiros que esculpiram seu próprio fado, eles mudaram os olhares de um Douro mal-amado… Victor Marques
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Oct 6, 2013
Oct 6, 2013 at 2:11 PM UTC
Vindima que sempre vem
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:07 PM UTC
Definhar
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Esse amor tão Teu sempre generoso Recordar-te meu querido Pai, Teu sofrimento e tuas conquistas. As preocupações mundanas, Ver nascer nos campos bonitas açucenas. Ligação terna e terrena se vê na morte, Com muita ou pouca sorte, Honestos conselhos sempre nobres, Simpatia para ricos e pobres. Teu lagar com suco espirituoso, Amor sempre generoso. Terra duriense escaldante, Cepas direitas e tortas, Horizonte tão distante, Vinhas vivas e mortas…! Pedrinha sobre pedrinha colocais, Vinhedos e olivais. Altares do Deus adornais, Rolhas de bonitos sobreirais. Victor Marques
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Sep 18, 2012
Sep 18, 2012 at 10:30 AM UTC
Esse amor tão teu sempre generoso
Geografia (2) Havia a lua a conquistar: magno evento. Mas a vida corria normal em solo firme Ah, e os sustos: o estômago puro vento Eu silente, exausto, adormecia inerme. Entanto, no cerrado havia muitas frutinhas. E havia a revolução, e reuniões de oração. Quando dormia no meio do Pai-Nosso. Uma centena de orantes à espera de um milagre. Então Seu Roque viajava para o Interior – Com seu carrossel de slides e nossas fotos Não havia quem não doasse alguma coisa: - Um capado, um saco de arroz, bananas Em cachos; voltava no fordinho velho Mas bem fornido; tão feliz, e barbado. & The United Brothers enviavam cartas. Dentro dessas meu primeiro bookmark E o desejo de conhecer o estrangeiro... Na escola dominical, aprendi os 10 Mandamentos. Ficava triste nas tardes de domingo; ainda agora. Um gosto de mangaba e o dedão do pé doendo Como quando chutava lobeiras em lugar de bolas. O abrigo era o melho lugar do mundo limpo O quintal; o milharal capinado; havia o Careta Nosso cavalo; o Thinka – latindo para o Leão. Éramos tão felizes quando banhados à espera De vovó Cecília e seus doces de buritis... Jesus, como era o teu nome chamado. Até que o Filemon teve convulsão e tudo desabou Sobre nossas cabeças como o Apocalipse de S. João. Fim. ./.
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Feb 8, 2016
Feb 8, 2016 at 12:17 PM UTC
Geography II
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Minha filha Victória
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 5:56 AM UTC
Transparente, puro e cristalino
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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O amor de Pai Na minha mente nobre e cansada, Te vejo com carinho e abrigo, Os anjos passam sem prévio aviso, Caminhas pelas vinhas no paraíso. A tua preocupação doentia, O teu labor te bendizia. Janela sempre aberta, Teu amor me desperta. Horizonte duriense que padece, O teu amor vive e não se esquece. O xisto continua inerte e não esmorece, Teu amor é uma como uma prece. Victor Marques 11/11/2005
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May 30, 2011
May 30, 2011 at 8:38 AM UTC
O amor de Pai
In{peace}ner Yet again, I a(struggling)m to sleep, Yearning for m(soul)y to keep. Day by pa(day)ss with no remorse. Death scouring the lands on his tire(horse)less. There was Mar(First)cos, There was Ka(Then)in. De(coming)ath is for all of us, As morale beg(wane)ins to. Shots are fired in hot spu(sporadic)rts, du(I)ck for cover as my shoulder hurts. Blood flo(down)ws my arm as I grasp my gun, I close my eyes as my comr(run)ades begin to. I am paralyzed, planted in the ea(bunkered)rth, My comrades car(me)ry as they flee. I fig(sanity)ht, refusing to see my own worth, As bullets fly by, in an endl(torrent)ess of maniacal glee. The pain sears, racing through mi(my)nd. Muscles, tissue, bone, to unw(beginning)ind. Con(crosses)cern my comrade’s face, As he looks at my pai(disgrace)ned. Earth spews the gro(from)und to my right, Launching us into the thick fum(air)ed. I scream again as my pa(rears)in its roaring might. My vis(fading)ion as my body lands on my earthen lair. whi(Death’s)sper then did creep, His bre(cold)ath in did seep. I no pa(feel)in as I know its time, To join m(mates)y, out here on the Rhine.
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May 7, 2012
May 7, 2012 at 8:44 PM UTC
In(Peace)ner
I crave peace security.... and i get annoyed.... i feel not understood ...my mind is so ******* overwhelmed ...but projects not **** its so mother ******* afraid of who knows ******* what ...i sit here like a ******* doll with my Mom yelling in my ear as insecurity those annoying *** voices... continue to say your nothing your nothing because your not good enough ...for this person he wont think your hot your not good enough ....i think you should be more like this ****** up person ...all it does is degrade me ...tell me im nothing .....tell me im something according to society ...then ******* deceit me its like what am i... who am i what have i become ....what do i truly value ...who the **** am i ...im a wreck a ******* train crash dead... and its like i crave identity and security so much im willing to find it in a matter of seconds ...its like i have no sense of patience in that field its like ive been sad ...crying internally totally hiding it ....insecure with myself angry ...but in denial completely in denial about my entire existence its like i dont want to admit to the person that i am ...my mind craves more it doesnt crave real its a ******* ***** i tell a ******* bith a real pai in the *** im tired of giving a **** about what others think about me im tired of giving a **** about anything im tired of being so annoyed and in denial about myself its like i want to ******* scream its like im trapped trapped and i feel obligated to stay trapped ..because im me and because society and ppl and like im not one to like to make others feel bad ....but like im so tired its a ******* pain making each and every day a task ...to mask the real me and try and build this facade impress evry ******* person i meet ...like its such a ******* task every ******* day for the past years ..its fustrating i look at miley and demi and avril then i look at me.... and i know that security and complete you...is possible but its like... who wants to sit sad be ******* sad for a day, for weeks, for months even years like... not me im so tired and sick and im done tryig to be what everyone else wants ....im done scrolling down my feed and only seeing wrong seeing wrong in me and opportunities to change me im tired of the negativity and i refuse to live a day i jealousy, or in envy of some white, blonde ***** ...i refuse i refuse ...but also i fear meaning i have no faith my faith is in my mind its coming out through my mouth but its not their its non existant it wants to be their so ******* badly but its not its like i want to command my heart to believe ...but thats not possible i cant command myself to die can i.... i mean.....
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Jan 18, 2015
Jan 18, 2015 at 7:30 PM UTC
My ******* mind, ******* life......
I crave peace security.... and i get annoyed.... i feel not understood ...my mind is so ******* overwhelmed ...but projects not **** its so mother ******* afraid of who knows ******* what ...i sit here like a ******* doll with my Mom yelling in my ear as insecurity those annoying *** voices... continue to say your nothing your nothing because your not good enough ...for this person he wont think your hot your not good enough ....i think you should be more like this ****** up person ...all it does is degrade me ...tell me im nothing .....tell me im something according to society ...then ******* deceit me its like what am i... who am i what have i become ....what do i truly value ...who the **** am i ...im a wreck a ******* train crash dead... and its like i crave identity and security so much im willing to find it in a matter of seconds ...its like i have no sense of patience in that field its like ive been sad ...crying internally totally hiding it ....insecure with myself angry ...but in denial completely in denial about my entire existence its like i dont want to admit to the person that i am ...my mind craves more it doesnt crave real its a ******* ***** i tell a ******* bith a real pai in the *** im tired of giving a **** about what others think about me im tired of giving a **** about anything im tired of being so annoyed and in denial about myself its like i want to ******* scream its like im trapped trapped and i feel obligated to stay trapped ..because im me and because society and ppl and like im not one to like to make others feel bad ....but like im so tired its a ******* pain making each and every day a task ...to mask the real me and try and build this facade impress evry ******* person i meet ...like its such a ******* task every ******* day for the past years ..its fustrating i look at miley and demi and avril then i look at me.... and i know that security and complete you...is possible but its like... who wants to sit sad be ******* sad for a day, for weeks, for months even years like... not me im so tired and sick and im done tryig to be what everyone else wants ....im done scrolling down my feed and only seeing wrong seeing wrong in me and opportunities to change me im tired of the negativity and i refuse to live a day i jealousy, or in envy of some white, blonde ***** ...i refuse i refuse ...but also i fear meaning i have no faith my faith is in my mind its coming out through my mouth but its not their its non existant it wants to be their so ******* badly but its not its like i want to command my heart to believe ...but thats not possible i cant command myself to die can i.... i mean.....
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Últimos suspiros de meu Pai Tantos sonhos que a vida te trouxe, Amigos teus que meus fossem. Videiras com cepas tortas da colheita fraterna, Peço á Virgem a absolvição plena. Os teus sonhos partilhados, Ficam em mim guardados. Não serão sequer lidos, Ficam para teus amigos. Anjos do Céu que piamente venerei, Tantos sonhos tu terias que eu não sei? A vida eterna não tortura nem consome, O xisto da Encosta de Bizarra sabe teu nome. Tiveste amor por quem te visitava e conhecia, Divulgaste a devoção a nossa Mãe Maria. Guardo as mais ternas recordações, A Virgem te amparou nas últimas orações. Na vida e na morte sentiste, Que Deus é Pai e existe. Victor Marques
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Nov 5, 2012
Nov 5, 2012 at 10:50 AM UTC
Ultimos suspiros de meu Pai
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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CORDEL TROVADO * Antonio Cabral Filho - Rj * Meu bisavô João Cabral Padrasto do meu avô, Não sabe quanto é legal Me orgulhar de quem eu sou. * Meu avô “ José Cabral “ É José Pedro da Silva, Mas acabou como tal Pelas graças da mãe diva. * Meu pai honra meu avô, São CABRAIS de alto renome. Seus legados dão valor A quem tem Cabral no nome. * ANTONIO CABRAL DA SILVA, Que no Cavaco dedilha, Espero que a lira sirva De base na redondilha. * ANTONIO CABRAL é homem, Pois homem tem que ser homem. Quem não tem verve de ANTONIO, Tire o Cabral do seu nome. * Sou ANTONIO CABRAL FILHO, Que em vossa presença emigra; Do pinto que não quer milho João Cabral que lho diga. * Sei que não fez porque qui-lo, Mas o Antonio Cabral, Assim, solteiro, sem FILHO, Não sou eu nem o LEGAL. * Todo CABRAL é parente, Com raízes além mar, Tem cara de boa gente, Mas é bom não descuidar... * Antonio fui batizado Por glória da devoção, Mas CABRAL é meu legado Pela pura tradição. * Aquele que nasce ANTONIO Não se dobra pelo cobre, Pois vem de filão idôneo E tem espírito nobre. ***
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Jan 30, 2015
Jan 30, 2015 at 9:43 PM UTC
Cordel Trovado * Antonio Cabral Filho - Rj/Brasil
Lembro meu Pai António Alexandre Marques Na vida de todos nós, Temos pais e avós. Os dias passam sem despedida, Amo meu pai toda a vida. As videiras são teu paraíso, Uvas do lagar se pisam sem aviso. Vida por vezes sorridente, Se ganha e perde num instante. Foste podador da boa colheita, Vinho que com Deus se deita. As folhas das videiras avermelhadas, verdes e amarelas, São teus anjos, tuas sentinelas. Deus também amou o vinho, Pois Cristo Sofreu sozinho. As tuas memórias são sonhos lindos bem meus, Amor eterno de filhos teus. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:44 AM UTC
Lembro meu Pai António Alexandre Marques
Lip Dip Paint One Two Lip Dip Pain Three Four Lip Dip Pai Five Six Lip Dip Pa Seven Eight Lip Dip P Nine Ten Lip Di Eleven Twelve Necrosis of the teeth the bone becomes brittle limping with sore feet the jaw shatters sores line the throat mouth only of gums blood starts to flow only holes left to tongue red seeps out the mouth doctors say this must be syphilis Oh God, it hurts to work for greed so villainous Lip D One Two Lip Three Four Li Five Six L Seven Eight Nine Ten Another girl in the ground again Eleven Twelve It's safe, don't you want to radiate?
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Jul 15, 2019
Jul 15, 2019 at 1:36 PM UTC
Lip Dip Paint
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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Apr 24, 2014
Apr 24, 2014 at 9:30 PM UTC
Hoje Eu faço o Jantar. // (Portuguese)
Dá me uma razão para ficar e então Eu ficarei. O Mundo lá fora não me atrai. Quero passar a eternidade no teu quarto. Quero passar a eternidade a falar contigo até tu me odiares a mim e as minhas ideias conservadoras fruto de uma eternidade passada no teu quarto. Quero que o mundo se foda tanto como o mundo me fodeu a mim. Quero passar a vida dentro desses filmes que tanto adoras. E não me importo que não seja real. E nem me importo que não seja a sério. Passei a minha vida a brincar com crianças. Quero te a ti acima de tudo. E perdoou o te o vício do tabaco. E perdoou o te o vício de odiares tudo que me faz viver. Eu só te quero bem! Quero que te cases e nem têm de ser comigo. Eu só te quero bem! E perdoou o te o vício de não acreditares em mim. E perdoou o te o vício de amares sempre o mesmo tipo de homem. Porque eu só quero é que dances. Porque disseste que adoravas dançar. Porque eu só quero que andes com quem te faz andar. E nem me importo que me mintas. E nem me importo que me ignores. Não quero que te apresses por mim. Não quero que me peças desculpa. Se um dia morrer que seja pelas tuas mãos. Põe me fora do teu quarto e dá me a comer aos leões. Diz ao mundo que te traí eu não te desmentirei. Mesmo tendo passado a eternidade no teu quarto. Diz que não me queres e faz-me ter filhos contigo. E diz aos nossos filhos que não sou pai deles. Diz me que nunca na vida serei teu. Mas dá me uma razão para ficar. Que Hoje... Hoje Eu faço o Jantar.
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A minha descendência A tua juventude que tiveste, A minha força já veio de ti, O teu olhar que em mim ficou, Amor do pai e daquilo que sou. As videiras tuas e de meus avós, Vinhos de todos nós, Oliveiras pacificas e queridas, Uvas maduras apetecidas. Paisagem que mata tua saudade, A morte e a vida se beijam. O Deus infinito nos precedeu, Amor eterno do vinho que ainda é teu. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 12:16 PM UTC
A MINHA DESCENDÊNCIA