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"limite" poems
S'io riposo, nel lento divenire degli occhi, mi soffermo all'eccesso beato dei colori; qui non temo più fughe o fantasie ma la "penetrazione" mi abolisce. Amo i colori, tempi di un anelito inquieto, irrisolvibile, vitale, spiegazione umilissima e sovrana dei cosmici "perché" del mio respiro. La luce mi sospinge ma il colore m'attenua, predicando l'impotenza del corpo, bello, ma ancor troppo terrestre. Ed è per il colore cui mi dono s'io mi ricordo a tratti del mio aspetto e quindi del mio limite.
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Colori
Cada dia que pasa necesito sentirte mas cerca, quiero calentar tu cuerpo con el fuego que has iniciado dentro de mi, añoro hacerte explotar con la pasion que continua creciendo segundo a segundo cada vez que mis ojos se pierden dentro de la profundidad de tu mirada. Los besos que tus labios comparten son solo el comienzo de la jornada que llevan a un ecstacy sin limite. Quiero tenerne entre mis brazos, arrebatarte y llevarte a ese lugar donde has tenido miedo llegar, hacerte saborear todas las delicias que nuestra imaginacion puede generar. Delirar con la fiebre de nuestros cuerpos tratando de combatir todas las aberraciones que hemos enjaulado en lo mas profundo de nuestras almas.
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Oct 14, 2012
Oct 14, 2012 at 7:25 PM UTC
Necesito
Buen viaje mi buen amigo, que esta jornada te traiga memorias inolvidables, sonrisas sin limite, experiencias que cambien tu vida, y conozcas a personas que enriquezcan tu vida, buen viaje mi buen amigo.
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Jul 23, 2012
Jul 23, 2012 at 10:02 PM UTC
Buen Viaje
No te prometo un para siempre, no te voy a mentir con eso Queremos infinitos para una vida que desgasta Soñamos con amores eternos que al final nos duran solo años Amores que no acaben en rutina, divorcio u homicidio. Creo que nadie puede prometerte un para siempre Al menos no como el de la ficción Por eso hoy te prometo no ser tu último amor Ni el más intenso, mucho menos el más apuesto Hoy te prometo amarte platónicamente Incluso si en veinte años estas durmiendo con otro hombre en Madrid Mientras yo paseo por Caracas. Prometo amar tu alma que es eterna a donde quiera que se vaya Y donde quiera que la mía este; y por ultimo No te prometo amor de una noche pero tampoco uno que limite.
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 12:34 PM UTC
X
Nel paese di mia madre v'è un campo quadrato, cinto di gelsi. Di là da quel campo altri campi quadrati, cinti di gelsi. Roggie scorrenti vi sono, fra alti argini, dritte, e non si sa dove vanno a finire. La terra s'allarga a misura del cielo, e non si sa dove vada a finire. Nel paese di mia madre v'han ponti di nebbia, che il vento solleva da placidi fiumi: varca il sogno quei ponti di nebbia, mentre le rive si stellan di lumi. Pioppi e betulle di tremula fronda accompagnan de l'acque il fluire: quando nè rami s'impigliano gli astri, in quella pace vorrei morire. Nel paese di mia madre un basso tugurio sonnecchia sul limite della risaia, e ronzano mosche lucenti, ghiotte, intorno a un ammasso di concio. Possanza di morte, possanza di vita, nell'odore del concio: ne gode la terra dall'humus profondo, sotto la vampa d'agosto che immobile sta. Nel paese di mia madre, quando il tramonto s'insaguina obliquio sui prati, vien da presso, vien da lontano una canzone di lunga via: la disser gli alari alle cune, gli aratri alle marre, le biche all'aie fiorite di lucciole, vecchia canzone di gente lombarda: "La Violetta la vaaa la vaaaa... "
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Nel paese di mia madre
Quando avrò alzato in me l'intimo fuoco che originava già queste bufere e sarò salda, libera, vitale, allora sarò sola? E forse staccherò dalle radici la rimossa speranza dell'amore, ricorderò che frutto d'ogni limite umano è assenza di memoria, tutta mi affonderò nel divenire... Ma fino a che io tremo del principio cui la tua mano mi iniziò da ieri, ogni attributo vivo che mi preme giace incomposto nelle tue misure.
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Sarò sola?
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Aug 14, 2018
Aug 14, 2018 at 1:08 PM UTC
Avante
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Ainda sou ontem um espasmo em flores abundantes Sou voz em noite no silêncio limite Sou ser em curvas para o infinito de vermelhas luxúrias Sou visão balbuciante & gritos Fugas Devaneios Ainda sou sempre no espaço presente Sou micro-vácuo buscando a partida precipitada do fim Sou andarilho descalço nos jardins do horizonte Sou emanação do abscôndito mítico mistério Sou longe Limite Extremo Ainda sou hoje febre poética do fogo Sou raiz aquém do líquen ardoso Sou litígio pecado & asas sem ar Sou brilho abstrato & ser viagem às sombras platônicas Símbolo Signo Mito Ainda sou ontem um vôo futuro Sou vício perdido em tormentos astrais Sou real transcendência entregue à musa Sou consciência da angústia do (eterno) re-torno Re-nascimento Trans-lúcido “...& em tudo há profecia se sou eterno”
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:01 PM UTC
Éden
Io vorrei, superato ogni tremore giungere alla bellezza che mi incalza, dalla rovina del silenzio, fonda, togliere la misura della voce e cantare all'unisono coi suoni; stamparmi nelle palme ogni vigore in crescita perenne e modulare un attento confine con le cose ov'io possa con esse colloquiare difesa sempre da incipienti caos. Vorrei abitare nel segreto cuore centro d'ogni più puro movimento, animare di me gli spenti aspetti dei fantasmi reali e riplasmare le parabole ardenti ove ogni grazia è tocca dal suo limite. Variata stupendamente da codesti incontri numererò la plurima mia essenza entro un solo, perenne, insistere di toni adolescenti. Nell'aperta misura delle ali del più libero uccello, nel vigore degli alberi, nella chiarezza-musica dei venti, nel frastuono puerile dei colori, nell'aroma del frutto, sarò creatura in unico e diverso principio, senza origine né segno d'ancestrale condanna. E so, per questa verità, che il tempo non crollerà spargendo le rovine dei violati contatti alla mitezza del mio nuovo apparire, né la sacra identità del canto verrà meno ai suoi idoli vivi.
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Io vorrei, superato ogni tremore
Couleurs en lambeaux du à trois jours Ça pique , ça chatouille , elle arrive , je la sens , pas bien... Ses pas sont vert , porte la music tel une mélodie qui ne connait limite Les petits coup de , l'oeil devinent la vie , ram ou rav Ma peur , mots , ne se manifeste auprès d'elle , chaque fois Elle se retourne , que regarder , que penser , figé , respiré , demande Comment va tu ? Non , trop formel , tu a prit tes soins ? Trop personnel ... Parler , il le faut , parle la , elle se retourne , je me tourne ... Non Sa voix est faible , ses chants plus possible , yeux sur mien Arrete , mots , sortis , " je t'attendais",  " j'étais venu te voir , la porte était fermé " " Désolé " , Elle sourit , pour moi , moi .
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Nov 9, 2018
Nov 9, 2018 at 6:33 AM UTC
96' ( french version ) Elle est malade ...
Oh, dove prima al limite del giorno s'appiattava una forza ordinatrice, quale scoscendimento pauroso che mi rimonta sulla stessa ruota, sulla ruota del giorno e del tormento? E dove il digiuno di un incontro rovesciare codeste verità? Ah, fantasmi di te, mille fantasmi arsi di sete, tutti, alla mia fonte! Una forza stranissima si insinua nelle mie labbra docili e le incurva; io ruoto, sento, sul mio desiderio schiava di un magnetismo che mi ha vinta. La corsa dopo invaderà il mio corpo che la esercita in sé, nel suo tormento, per superare ciecamente il solco dove tu, assente, non puoi più fiorire. Ardo di mille musiche diverse, ma dove è tempo di un incontro nuovo, resiste il "poter essere" di te.
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Lirica
À l’aube de la fin À la limite de ma foi J’ai éraflé la démesure de ma faim, Je me suis corrompue tant de fois Dans la tristesse des beaux jours L’insatisfaction y règne Dans l’Empire de mes amours Ce sont vos coeurs qui saignent J’annonce sans présomption Qu’à l’intérieur tout est vide Vos paroles ne provoquent plus passion La saveur des miennes est aride
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Dec 10, 2017
Dec 10, 2017 at 5:41 PM UTC
near the end
el roce leve de la tela contra mi cuerpo y el deseo póstumo, entre mis dedos ansiosos el roce de su piel contra la mía, es el puente que une, mas allá de la piel, mas que solo un deseo, una conexión unión de dos cuerpos, entre millones, el silente deseo que se fue encendiendo, hasta el limite actual, un paisaje de deseo frente a sus ojos entrecerrados por el brillo de su propia luz y el roce leve de la tela, me trae el recuerdo de su piel, latiendo fuerte ante mi invasión, ante mi irrupción de extranjero en su tierra fértil, donde me encuentro brillando, frente a sus ojos, y conectado al todo así su piel adorada se vuelve un refugio, y mi conexión con el todo, entre sus dedos el brillo es casi palpable, casi como si su piel fuera una estrella, que encendida comparte su luz con aquel cuerpo azulado, que adorándola se ilumina y los roces de la piel latiendo, como un órgano, vivo y fecundo tocando mi cuerpo y entre mis dedos aun siento los suyos, aferrados con fuerza a mi, en el momento del crepúsculo, donde el brillo se acentúa y se atesora y el roce azulado de su cuerpo, es un dulce y adorado recuerdo, hecho de visiones y deseos en colores vivos, que van conexos, como retazo de la misma tela dorada, que une pieles y la memoria se cubre de luz y entre dos visiones y un deseo, voy avanzando con los ojos abiertos y acompañado, la soledad se perdió frente a su mirada de mujer, y el recuerdo de la perdida y la desidia, el dolor se perdió entre mis dedos, como arena negra de una playa oscura y solitaria llena de pesadillas y recuerdos del dolor escondido, que lejos ya no vuelve a cazarme entre mis recuerdos, bajo la mirada de aquella que como placebo se vuelve un remedio y un bálsamo refrescante, que cierra heridas, alejando la infección de malas imágenes que se vuelven una, bajo la mano oscura que los produjo, como una bacteria generando pesadillas en su locura que se pierde entre sus dedos, y avanzar se vuelve un caminar en las nubes, y la pequeña bendición se atesora en silencio, pues el mundo ve en mi verso y en su ignorancia una provocación inexistente, que se perdió entre los recuerdos bellos de su cuerpo pequeño y adorado, que entre mis dedos se vuelve un gigante, una ninfa que se vuelve una titan en mis brazos, y el roce se vuelve algo religioso entre dos cuerpos y una luz, el tiempo nos fue uniendo, y lejos quedo ya el mal sabor de sus ojos salen mis recuerdos, que nublados por la luz, son en secreto atesorados, mientras el tiempo fue la causa y el remedio se volvió una plegaria de aquellas que en el tantra y en lo simple se volvió una bendición, eso es el roce de su piel contra la mía, todo eso en un toque de su cuerpo latiendo por el mio, cavilando entre la luz del tiempo, que adorándola se hace.
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Jul 28, 2020
Jul 28, 2020 at 8:00 PM UTC
el roce
el roce leve de la tela contra mi cuerpo y el deseo póstumo, entre mis dedos ansiosos el roce de su piel contra la mía, es el puente que une, mas allá de la piel, mas que solo un deseo, una conexión unión de dos cuerpos, entre millones, el silente deseo que se fue encendiendo, hasta el limite actual, un paisaje de deseo frente a sus ojos entrecerrados por el brillo de su propia luz y el roce leve de la tela, me trae el recuerdo de su piel, latiendo fuerte ante mi invasión, ante mi irrupción de extranjero en su tierra fértil, donde me encuentro brillando, frente a sus ojos, y conectado al todo así su piel adorada se vuelve un refugio, y mi conexión con el todo, entre sus dedos el brillo es casi palpable, casi como si su piel fuera una estrella, que encendida comparte su luz con aquel cuerpo azulado, que adorándola se ilumina y los roces de la piel latiendo, como un órgano, vivo y fecundo tocando mi cuerpo y entre mis dedos aun siento los suyos, aferrados con fuerza a mi, en el momento del crepúsculo, donde el brillo se acentúa y se atesora y el roce azulado de su cuerpo, es un dulce y adorado recuerdo, hecho de visiones y deseos en colores vivos, que van conexos, como retazo de la misma tela dorada, que une pieles y la memoria se cubre de luz y entre dos visiones y un deseo, voy avanzando con los ojos abiertos y acompañado, la soledad se perdió frente a su mirada de mujer, y el recuerdo de la perdida y la desidia, el dolor se perdió entre mis dedos, como arena negra de una playa oscura y solitaria llena de pesadillas y recuerdos del dolor escondido, que lejos ya no vuelve a cazarme entre mis recuerdos, bajo la mirada de aquella que como placebo se vuelve un remedio y un bálsamo refrescante, que cierra heridas, alejando la infección de malas imágenes que se vuelven una, bajo la mano oscura que los produjo, como una bacteria generando pesadillas en su locura que se pierde entre sus dedos, y avanzar se vuelve un caminar en las nubes, y la pequeña bendición se atesora en silencio, pues el mundo ve en mi verso y en su ignorancia una provocación inexistente, que se perdió entre los recuerdos bellos de su cuerpo pequeño y adorado, que entre mis dedos se vuelve un gigante, una ninfa que se vuelve una titan en mis brazos, y el roce se vuelve algo religioso entre dos cuerpos y una luz, el tiempo nos fue uniendo, y lejos quedo ya el mal sabor de sus ojos salen mis recuerdos, que nublados por la luz, son en secreto atesorados, mientras el tiempo fue la causa y el remedio se volvió una plegaria de aquellas que en el tantra y en lo simple se volvió una bendición, eso es el roce de su piel contra la mía, todo eso en un toque de su cuerpo latiendo por el mio, cavilando entre la luz del tiempo, que adorándola se hace.
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Bien des gens ont mis leurs sentiments en mots pour soulager leur cœur trop lourd. Il me semble alors utile de le faire maintenant parce que traîner mon corps est un supplice. Je te sens m’éviter, sachant très bien ce qui s’est passé, mais refusant de prendre ta part de responsabilité. Nous étions deux. Tu m’as dit que c’était compliqué. J’ai tout accepté en étant sous l’effet de l’étincelle du moment que tu m’avais offert. Tu exprimais tes remords tout en continuant ce que nous avions commencé. Tout est flou à présent. Un instant tu était l’ami qui pouvait me faire sourire même lorsque le ciel me tombait sur la tête et en une fraction de seconde, tu balayais cette relation du revers de la main. « Je n’aurais pas dû faire ça » tu m’as dit. Et pourtant tu l’as fait. Je ne crois pas à l’effet de l’alcool. Étais-je simplement le fruit d’une impulsion ou juste une autre de plus? J’ai mal. Je t’ai donné l’occasion de m’expliquer et tu t’entêtes à éviter de me répondre clairement. Je ne peux plus manger. Tout me tente et me dégoûte à la fois. Je ne regrette pas que tu aies été le premier. C’était à la limite romantique. Cependant, je ne peux l’oublier, la scène repasse sans cesse. Je ne peux pas nier que je rêve d’un autre moment comme celui-là avec toi. Je n’aurais pas pu imaginer un first kiss plus parfait. Oui, il m’a surpris, mais je pense qu’il le fallait. Tu es tellement attentionné, tu ne sais pas la valeur que tu as. Tu as su me transmettre ta confiance et ta joie. Tu as rendu mes 18 ans inoubliables. Passer mes mains dans tes cheveux, danser avec incohérence au gré d’une musique qui faisait vibrer de l’intérieur et t’embrasser avec un peu trop de vigueur. Je ne pourrai jamais te dire à quel point tu es une personne hors du commun. J’ai presque honte de mes sentiments parce que je sais que pour toi, l’amitié est le seul fil qui nous relie. Il faut que ça sorte pour que j’aille mieux. Je me trouve si extravagante d’en faire toute une histoire pour de frivoles embrassades de bar, mais il y a de quoi se poser des questions. Je ne sais pas si tu aura le courage de tout lire. Dans mon fort intérieur je sens que j’éprouve quelque chose pour toi. C’est indéniable. J’ai passé des heures à scruter à la loupe ce que j’en pensais. Sans l’ombre d’un doute, ce n’est pas l’amitié qui me fait vivre. P.S. La fille qui rentra un jour au bar pour en ressortir comme une femme.
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Apr 28, 2019
Apr 28, 2019 at 11:35 PM UTC
L’âge adulte
Bien des gens ont mis leurs sentiments en mots pour soulager leur cœur trop lourd. Il me semble alors utile de le faire maintenant parce que traîner mon corps est un supplice. Je te sens m’éviter, sachant très bien ce qui s’est passé, mais refusant de prendre ta part de responsabilité. Nous étions deux. Tu m’as dit que c’était compliqué. J’ai tout accepté en étant sous l’effet de l’étincelle du moment que tu m’avais offert. Tu exprimais tes remords tout en continuant ce que nous avions commencé. Tout est flou à présent. Un instant tu était l’ami qui pouvait me faire sourire même lorsque le ciel me tombait sur la tête et en une fraction de seconde, tu balayais cette relation du revers de la main. « Je n’aurais pas dû faire ça » tu m’as dit. Et pourtant tu l’as fait. Je ne crois pas à l’effet de l’alcool. Étais-je simplement le fruit d’une impulsion ou juste une autre de plus? J’ai mal. Je t’ai donné l’occasion de m’expliquer et tu t’entêtes à éviter de me répondre clairement. Je ne peux plus manger. Tout me tente et me dégoûte à la fois. Je ne regrette pas que tu aies été le premier. C’était à la limite romantique. Cependant, je ne peux l’oublier, la scène repasse sans cesse. Je ne peux pas nier que je rêve d’un autre moment comme celui-là avec toi. Je n’aurais pas pu imaginer un first kiss plus parfait. Oui, il m’a surpris, mais je pense qu’il le fallait. Tu es tellement attentionné, tu ne sais pas la valeur que tu as. Tu as su me transmettre ta confiance et ta joie. Tu as rendu mes 18 ans inoubliables. Passer mes mains dans tes cheveux, danser avec incohérence au gré d’une musique qui faisait vibrer de l’intérieur et t’embrasser avec un peu trop de vigueur. Je ne pourrai jamais te dire à quel point tu es une personne hors du commun. J’ai presque honte de mes sentiments parce que je sais que pour toi, l’amitié est le seul fil qui nous relie. Il faut que ça sorte pour que j’aille mieux. Je me trouve si extravagante d’en faire toute une histoire pour de frivoles embrassades de bar, mais il y a de quoi se poser des questions. Je ne sais pas si tu aura le courage de tout lire. Dans mon fort intérieur je sens que j’éprouve quelque chose pour toi. C’est indéniable. J’ai passé des heures à scruter à la loupe ce que j’en pensais. Sans l’ombre d’un doute, ce n’est pas l’amitié qui me fait vivre. P.S. La fille qui rentra un jour au bar pour en ressortir comme une femme.
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Hay que andar por el camino posando apenas los pies; hay que ir por este mundo como quien no va por él. La alforja ha de ser ligera, firme el báculo ha de ser, y más firme la esperanza y más firme aún la fe. A veces la noche es lóbrega; mas para el que mira bien siempre desgarra una estrella la ceñuda lobreguez. Por último, hay que morir al deseo y al placer, para que al llegar la muerte a buscarnos, halle que ya estamos muertos del todo, no tenga nada que hacer y se limite a llevarnos de la mano por aquel sendero maravilloso que habremos de recorrer, libertados para siempre de tiempo y espacio. ¡Amén!
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Hay que...
Puisque rien ne t'arrête en cet heureux pays, Ni l'ombre du palmier, ni le jaune maïs, Ni le repos, ni l'abondance, Ni de voir à ta voix battre le jeune sein De nos sœurs, dont, les soirs, le tournoyant essaim Couronne un coteau de sa danse, Adieu, voyageur blanc ! J'ai sellé de ma main, De peur qu'il ne te jette aux pierres du chemin, Ton cheval à l'œil intrépide ; Ses pieds fouillent le sol, sa croupe est belle à voir, Ferme, ronde et luisante ainsi qu'un rocher noir Que polit une onde rapide. Tu marches donc sans cesse ! Oh ! que n'es-tu de ceux Qui donnent pour limite à leurs pieds paresseux Leur toit de branches ou de toiles ! Qui, rêveurs, sans en faire, écoutent les récits, Et souhaitent, le soir, devant leur porte assis, De s'en aller dans les étoiles ! Si tu l'avais voulu, peut-être une de nous, Ô jeune homme, eût aimé te servir à genoux Dans nos huttes toujours ouvertes ; Elle eût fait, en berçant ton sommeil de ses chants, Pour chasser de ton front les moucherons méchants, Un éventail de feuilles vertes. Mais tu pars ! - Nuit et jour, tu vas seul et jaloux. Le fer de ton cheval arrache aux durs cailloux Une poussière d'étincelles ; A ta lance qui passe et dans l'ombre reluit, Les aveugles démons qui volent dans la nuit Souvent ont déchiré leurs ailes. Si tu reviens, gravis, pour trouver ce hameau, Ce mont noir qui de **** semble un dos de chameau ; Pour trouver ma hutte fidèle, Songe à son toit aigu comme une ruche à miel, Qu'elle n'a qu'une porte, et qu'elle s'ouvre au ciel Du côté d'où vient l'hirondelle. Si tu ne reviens pas, songe un peu quelquefois Aux filles du désert, sœurs à la douce voix, Qui dansent pieds nus sur la dune ; Ô beau jeune homme blanc, bel oiseau passager, Souviens-toi, car peut-être, ô rapide étranger, Ton souvenir reste à plus d'une ! Adieu donc ! - Va tout droit. Garde-toi du soleil Qui dore nos fronts bruns, mais brûle un teint vermeil ; De l'Arabie infranchissable ; De la vieille qui va seule et d'un pas tremblant ; Et de ceux qui le soir, avec un bâton blanc, Tracent des cercles sur le sable ! Le 24 novembre 1828.
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Adieux de l'hôtesse arabe
Puisque rien ne t'arrête en cet heureux pays, Ni l'ombre du palmier, ni le jaune maïs, Ni le repos, ni l'abondance, Ni de voir à ta voix battre le jeune sein De nos sœurs, dont, les soirs, le tournoyant essaim Couronne un coteau de sa danse, Adieu, voyageur blanc ! J'ai sellé de ma main, De peur qu'il ne te jette aux pierres du chemin, Ton cheval à l'œil intrépide ; Ses pieds fouillent le sol, sa croupe est belle à voir, Ferme, ronde et luisante ainsi qu'un rocher noir Que polit une onde rapide. Tu marches donc sans cesse ! Oh ! que n'es-tu de ceux Qui donnent pour limite à leurs pieds paresseux Leur toit de branches ou de toiles ! Qui, rêveurs, sans en faire, écoutent les récits, Et souhaitent, le soir, devant leur porte assis, De s'en aller dans les étoiles ! Si tu l'avais voulu, peut-être une de nous, Ô jeune homme, eût aimé te servir à genoux Dans nos huttes toujours ouvertes ; Elle eût fait, en berçant ton sommeil de ses chants, Pour chasser de ton front les moucherons méchants, Un éventail de feuilles vertes. Mais tu pars ! - Nuit et jour, tu vas seul et jaloux. Le fer de ton cheval arrache aux durs cailloux Une poussière d'étincelles ; A ta lance qui passe et dans l'ombre reluit, Les aveugles démons qui volent dans la nuit Souvent ont déchiré leurs ailes. Si tu reviens, gravis, pour trouver ce hameau, Ce mont noir qui de **** semble un dos de chameau ; Pour trouver ma hutte fidèle, Songe à son toit aigu comme une ruche à miel, Qu'elle n'a qu'une porte, et qu'elle s'ouvre au ciel Du côté d'où vient l'hirondelle. Si tu ne reviens pas, songe un peu quelquefois Aux filles du désert, sœurs à la douce voix, Qui dansent pieds nus sur la dune ; Ô beau jeune homme blanc, bel oiseau passager, Souviens-toi, car peut-être, ô rapide étranger, Ton souvenir reste à plus d'une ! Adieu donc ! - Va tout droit. Garde-toi du soleil Qui dore nos fronts bruns, mais brûle un teint vermeil ; De l'Arabie infranchissable ; De la vieille qui va seule et d'un pas tremblant ; Et de ceux qui le soir, avec un bâton blanc, Tracent des cercles sur le sable ! Le 24 novembre 1828.
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No te enamores de una mujer como yo, que soy de esas que llaman "locas", que no quiero cuerdas por que no me gusta que me aten, que yo no quiero atar a nadie, que  si me atas, átame a la cama. Si me atas que sea para levantarme hasta el cielo, que si me das cuerda sea para llegar mas alto o ir mas lejos, que las locas como yo ven esta vida para amar con todo lo que vibra en mi, que las locas como yo no llevamos corazónes, llevamos soles! Que alumbran la noche en esos callejones oscuros, que el miedo se vuelve amor, y que la compañía se vuelve amistad, que el dolor se vuelven aprendizajes, que la vida se vuelve amor. No te enamores de una loca poeta, como yo, que que si me lastimas, te dejo en el olvido lentamente te vuelves un recuerdo te voy destrozando con letras, entre las lineas de poesía en mi libreta, que las locas como yo amamos con locura, vivimos con locura, todo a limite que nos vaya llevando a la lejanía de la cordura y que soy de esas locas que si te quedas te puedo prometer una vida entera.
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May 7, 2020
May 7, 2020 at 11:22 AM UTC
Nos llaman "locas"
quand les anges sont des salauds on quitte le paradis pour l'enfer peuplé de gens anormaux c'est pas pire qu'un cimetière je juge pas, je blâme pas, mais j'aime pas les schémas la vie ne justifie pas qu'on se lie les bras j'ai shooté dans ce piège et j'me suis cassé on m'a jeté des braises de haine et d'avidité mauvais partenaire a la rue comme à la guerre j'ai figé des âmes de reproches en raté j'ai pas suivie la voie je suis un mystère différent donc inquiétant, limite dépravé les englués du paradis sont fiers de leurs pavés ils regardent en bas et s'emmerdent tristement tirent a boulets rouge, sûrs de leurs arguments férocement attachés a leur futilité
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Aug 20, 2021
Aug 20, 2021 at 12:04 PM UTC
Paradis de la haine
Les montagnes russes que représentent mes émotions, je les déteste fort Je me languis de gribouiller des textes joyeux et euphorisants, mais les montagnes russes que représentent mes émotions m’étranglent Je me sens bien puis mal, mal puis bien Plus j’avance plus je me dis que l’esprit humain et la combinaison de ses pensées est une malédiction de cent ans ou moins Cette multitude de sentiments ressentis chaque jour à l’infini, sont un mélange culinaire que je me force à ingurgiter J’essaye chaque jour de garder la tête haute et j’y parviens, mais lorsque je m’enferme contre mon gré même dans mes pensées, je pense aux tourments qui veulent probablement s’échapper ou bien, me posséder c’est comme si j’avais un corps mais ces tourments, ces tourments ces tourments, me contrôlent. Comme si je me noyais alors que j’ai toujours su nager Souvent, je désire m’évader de moi-même. Alors je dors. Souvent, je cherche du réconfort. Alors je mange. Souvent, je cherche à les faire fermer leur gueule. Alors je bois. Dormir, manger, boire, ce sont des verbes qui m’apportent du plaisir temporaire. J’observe les sociétés et je n’ai qu’une envie, c’est de crier sur les toits mon vœu de vivre en Paix, sans troubles, sans préoccupations Si j’étais un lieu de vie, je serais une maison hantée — Mon introversion me fait déjà sentir tel un fantôme, les gens me voient sans me voir (et en réalité j’aime ce concept) J’ai trouvé la solution à mes soucis, je connais la réponse et les, solutions Me plaindre ? Mal venu de ma part, et pourtant Je trouve cela difficile, d’Exister. Certains parlent de survie, ils n’ont pas entièrement tort Mais je veux vivre, putain, j’ai cet appétit de Vivre Et je vis. Je vis Mais vous savez quoi ? Vivre, n’est pas toujours suffisant. Je ne veux pas que ma vie soit un brouillon, à la limite un gribouillis. Après tout, quand je regarde de l’art, ça ressemble à des gribouillis Alors oui, que ma vie soit un gribouillis.
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Apr 19, 2025
Apr 19, 2025 at 2:02 AM UTC
que ma vie soit un gribouillis.
Les montagnes russes que représentent mes émotions, je les déteste fort Je me languis de gribouiller des textes joyeux et euphorisants, mais les montagnes russes que représentent mes émotions m’étranglent Je me sens bien puis mal, mal puis bien Plus j’avance plus je me dis que l’esprit humain et la combinaison de ses pensées est une malédiction de cent ans ou moins Cette multitude de sentiments ressentis chaque jour à l’infini, sont un mélange culinaire que je me force à ingurgiter J’essaye chaque jour de garder la tête haute et j’y parviens, mais lorsque je m’enferme contre mon gré même dans mes pensées, je pense aux tourments qui veulent probablement s’échapper ou bien, me posséder c’est comme si j’avais un corps mais ces tourments, ces tourments ces tourments, me contrôlent. Comme si je me noyais alors que j’ai toujours su nager Souvent, je désire m’évader de moi-même. Alors je dors. Souvent, je cherche du réconfort. Alors je mange. Souvent, je cherche à les faire fermer leur gueule. Alors je bois. Dormir, manger, boire, ce sont des verbes qui m’apportent du plaisir temporaire. J’observe les sociétés et je n’ai qu’une envie, c’est de crier sur les toits mon vœu de vivre en Paix, sans troubles, sans préoccupations Si j’étais un lieu de vie, je serais une maison hantée — Mon introversion me fait déjà sentir tel un fantôme, les gens me voient sans me voir (et en réalité j’aime ce concept) J’ai trouvé la solution à mes soucis, je connais la réponse et les, solutions Me plaindre ? Mal venu de ma part, et pourtant Je trouve cela difficile, d’Exister. Certains parlent de survie, ils n’ont pas entièrement tort Mais je veux vivre, putain, j’ai cet appétit de Vivre Et je vis. Je vis Mais vous savez quoi ? Vivre, n’est pas toujours suffisant. Je ne veux pas que ma vie soit un brouillon, à la limite un gribouillis. Après tout, quand je regarde de l’art, ça ressemble à des gribouillis Alors oui, que ma vie soit un gribouillis.
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