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"certeza" poems
A rocha observa o movimento do mar com atenção. essa presença inconstante, essas oscilações de humor, esse vai e vem... Toda vez que parte leva consigo pedaços daquilo que parecia ser sólido, inabalável. Mas permanece ali, imóvel. Tenho certeza que se pudesse falar diria algo do tipo: calma, fica. Só dessa vez, fica. A natureza não deixa de ensinar. É impossível controlar qualquer coisa, mesmo podendo falar.
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 5:57 PM UTC
Taurus
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Re
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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mediante la obscuridad , escondes el deseo , tu imagen de fria e inalcanzable , contrasta con la humedad  perceptible entre tus piernas . bajo el relieve , el pliegue erogeno , en tu ropa intima , tu piel erizada bajo mis dedos tibios y decididos .   la reaccion  aterida de tu piel erizandose , al mirar el fuego en mis ojos . el vaticinio del desden post coitum , la humedad en mi pelvis , tu aroma en torno al tornillo que sostiene mi vida , la humedad en mi pelvis , rastro de tu cabalgata en mi regazo agradecido . lo lascivo de tus ojos  sosteniendo mi mirada , recorrer con mis dedos , las inperfeciones de tu piel lo imposible de tu belleza , la certeza de tu deseo , la febril mirada el eco en mi cabeza , que repite una cantinela , la perorata del perdedor buscando certeza , el garre firme de tus manos , sosteniendo las mias el eco en mi cabeza que repite ,  LUCKY ******* , COMO UN MANTRA DE FUERZA . repitiendo ecos de torzion , lazos de deseo entre vistazos de tus ojos bellos , ecos del perdedor , para tener un recuerdo de ese momento de esa fantasia . tu ferocidad  contrasta con lo frio de tu piel , y la frialdad con que diriges tus ojos como laser . mediante la obscuridad que despliegas para esconder el deseo postumo . ahogados los clamores de tu ****** ,  vuelves al juego , donde la indiferencia y la frialdad son tu  moneda de cambio . solo que en tus ojos , llevas aun rastros del fuego que sacas de mi alma de mis entrañas de mis genitales , asi te llevas lo mejor de mi , mi semilla mi sudor y mi alma , entre tus piernas y en tus uñas un poco de mi piel , y en tu mente mi recuerdo , el eco funesto de haber amado y seguir amando a un loser ,
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Dec 15, 2014
Dec 15, 2014 at 2:43 AM UTC
PERORATA DE LOSER
mediante la obscuridad , escondes el deseo , tu imagen de fria e inalcanzable , contrasta con la humedad  perceptible entre tus piernas . bajo el relieve , el pliegue erogeno , en tu ropa intima , tu piel erizada bajo mis dedos tibios y decididos .   la reaccion  aterida de tu piel erizandose , al mirar el fuego en mis ojos . el vaticinio del desden post coitum , la humedad en mi pelvis , tu aroma en torno al tornillo que sostiene mi vida , la humedad en mi pelvis , rastro de tu cabalgata en mi regazo agradecido . lo lascivo de tus ojos  sosteniendo mi mirada , recorrer con mis dedos , las inperfeciones de tu piel lo imposible de tu belleza , la certeza de tu deseo , la febril mirada el eco en mi cabeza , que repite una cantinela , la perorata del perdedor buscando certeza , el garre firme de tus manos , sosteniendo las mias el eco en mi cabeza que repite ,  LUCKY ******* , COMO UN MANTRA DE FUERZA . repitiendo ecos de torzion , lazos de deseo entre vistazos de tus ojos bellos , ecos del perdedor , para tener un recuerdo de ese momento de esa fantasia . tu ferocidad  contrasta con lo frio de tu piel , y la frialdad con que diriges tus ojos como laser . mediante la obscuridad que despliegas para esconder el deseo postumo . ahogados los clamores de tu ****** ,  vuelves al juego , donde la indiferencia y la frialdad son tu  moneda de cambio . solo que en tus ojos , llevas aun rastros del fuego que sacas de mi alma de mis entrañas de mis genitales , asi te llevas lo mejor de mi , mi semilla mi sudor y mi alma , entre tus piernas y en tus uñas un poco de mi piel , y en tu mente mi recuerdo , el eco funesto de haber amado y seguir amando a un loser ,
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O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:12 AM UTC
Quarto crescente
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Minha filha Victória
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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¡Y pensar que pudimos no habernos conocido! ¿No meditas cuán buena nuestra fortuna ha sido para que al fin estemos uno del otro al lado, para que seas mía, para ser yo tu amado? «El uno para el otro nacimos...» Así dices. Pero ¡qué coincidencias para ser tan felices! Antes de que en la vida, con un amor profundo, la suerte unido hubiera tu corazón al mío -siendo el tiempo tan largo, siendo tan grande el mundo-; vivimos separados, solos, con hondo hastío… ¡Y pudimos entonces, por capricho del hado, en el haz de la tierra no habernos encontrado! ¿No has pensado, en el arduo sendero recorrido, en los peligros graves y azares que ha corrido nuestra dicha -esa dicha, manantial de ilusiones, que el mundo entero ahora nos hace ver hermoso- cuando el uno hacia el otro, con poder misterioso, gravitaban callados nuestros dos corazones? ¿No sabes que ese viaje no tenía certeza, el viaje hacia una noche por mí no presentida, de que un capricho apenas o un dolor de cabeza han podido apartarnos para siempre en la vida? Nunca te había dicho, ¡cosa muy rara!, que cuando por vez primera te vi, no me fijé en que eras tú bonita; lo digo francamente: te miré aquella noche con aire indiferente. Con su risa, tu amiga mi tedio distraía; fue más tarde cuando ambos cruzamos la mirada, y si algo sentí entonces que hacia ti me atraía, tú no lo comprendiste… Mas no me atreví a nada. Si esa noche tu madre te hubiera conducido más temprano a su casa, ¿qué habría sucedido? ¿Y si el rubor no hubiera de pronto, cuando el manto te coloqué en los hombros, a tu rostro subido? Porque ésa fue la causa de todo lo ocurrido. Aquella noche, aquélla de inolvidable encanto, un retardo cualquiera, cualquier inconveniente que en ese viaje hubiera surgido de repente, esta embriaguez de ahora ninguno sentiría, ni este placer sin nombre que absorbe nuestra mente. En mi alma, que es otra, tu amor no existiría, ¡y tu vida, en mi vida nada… nada sería! Corazoncito mío, que me apartas lo triste de la vida, y alegras con luz mi porvenir… Pienso en aquellos días cuando enferma estuviste y creíamos todos que te ibas a morir.
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Casualidad
¡Y pensar que pudimos no habernos conocido! ¿No meditas cuán buena nuestra fortuna ha sido para que al fin estemos uno del otro al lado, para que seas mía, para ser yo tu amado? «El uno para el otro nacimos...» Así dices. Pero ¡qué coincidencias para ser tan felices! Antes de que en la vida, con un amor profundo, la suerte unido hubiera tu corazón al mío -siendo el tiempo tan largo, siendo tan grande el mundo-; vivimos separados, solos, con hondo hastío… ¡Y pudimos entonces, por capricho del hado, en el haz de la tierra no habernos encontrado! ¿No has pensado, en el arduo sendero recorrido, en los peligros graves y azares que ha corrido nuestra dicha -esa dicha, manantial de ilusiones, que el mundo entero ahora nos hace ver hermoso- cuando el uno hacia el otro, con poder misterioso, gravitaban callados nuestros dos corazones? ¿No sabes que ese viaje no tenía certeza, el viaje hacia una noche por mí no presentida, de que un capricho apenas o un dolor de cabeza han podido apartarnos para siempre en la vida? Nunca te había dicho, ¡cosa muy rara!, que cuando por vez primera te vi, no me fijé en que eras tú bonita; lo digo francamente: te miré aquella noche con aire indiferente. Con su risa, tu amiga mi tedio distraía; fue más tarde cuando ambos cruzamos la mirada, y si algo sentí entonces que hacia ti me atraía, tú no lo comprendiste… Mas no me atreví a nada. Si esa noche tu madre te hubiera conducido más temprano a su casa, ¿qué habría sucedido? ¿Y si el rubor no hubiera de pronto, cuando el manto te coloqué en los hombros, a tu rostro subido? Porque ésa fue la causa de todo lo ocurrido. Aquella noche, aquélla de inolvidable encanto, un retardo cualquiera, cualquier inconveniente que en ese viaje hubiera surgido de repente, esta embriaguez de ahora ninguno sentiría, ni este placer sin nombre que absorbe nuestra mente. En mi alma, que es otra, tu amor no existiría, ¡y tu vida, en mi vida nada… nada sería! Corazoncito mío, que me apartas lo triste de la vida, y alegras con luz mi porvenir… Pienso en aquellos días cuando enferma estuviste y creíamos todos que te ibas a morir.
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Qué otro final ha de esperarse Cuando a andar se decide Que no sea el suave extravío De todo aquello considerado propio De todo aquello por lo cual cruzamos De todo lo sido en ocasión alguna Un viento nómada surge como una lengua Suyo es el mundo por quien se hace presente Nos es dada la palabra para cobijar de nombre a lo imposible Nos es dada la voz para imantar de presencia al silencio Nos es dado el pensamiento para sabernos derrotados por lo divino Largo es el aliento de quien anda Puro su extravío Nítida su reconciliación Que cada una de estas pisadas Sea guiada por una luz Igual a la que hace a la tierra Reverdecer desde sus vetas: Por haber raíz es que hay camino ¡No hay cielo que no sea tránsito! Qué otra tierra ha de esperarse Sino la virgen e inacabable Tierra entera del exilio Qué otra visión ha de brotarnos Sino la de quien viaja Atento por su propia soltura Qué otra intuición ha de movernos Sino la de quien libra A sus vislumbres de certeza (Pobreza careciendo de miseria) Que no nos deje marcas la distancia Ni se acepten las sendas de atajo No habrá territorio que retenga Ni signo que nos lleve a guarecer Resistencia: Que sea por esta sed de errancia Por quien ha de ganársele Metros a la casa.
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Oct 15, 2014
Oct 15, 2014 at 9:54 PM UTC
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E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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ncierto lo que sucede allá dentro. Ni tú con certeza lo sabes. Siempre un caos, todo desordenado. Cegado por adoquines interrogantes. Abrumado y sin respuestas. Lúgubre el aire que se respira, Cuando guardas tu alma. Dejando todo lo oscuro salir, Dejando de ser tú. De gota en gota paso el tiempo, Ideando una manera de que te quedes. Allí, en tierra firme. En todo lo que haces y eres. Que te encuentres en el olor a acuarela, O crees millones de diseños. Quiero que puedas encontrar el camino, De encontrarte a ti mismo, Pero conmigo.
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Dec 22, 2015
Dec 22, 2015 at 10:22 PM UTC
Gris
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Ayer todavía recordaba. El rostro lo sentía iluminado por el sol verdadero. Ese sol es hoy el mismo. Sólo mi rostro ha cambiado. Ayer algo me alzó algo ayer me acariciaba cercano a lo que hoy día me vulnera y quiere ensombrecerme y aplastarme. Lo que ayer era leve en su certeza hoy es pura terrestre gravedad. Ilusión de los cuerpos y las almas. No más que materia desencantada. Hoy día desperté sin recordar lo que ayer me iluminaba.
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Nov 14, 2011
Nov 14, 2011 at 11:30 AM UTC
Ayer (II)
Nunca disse-lhe que em nada creio, é certo que tenho fé em todas as coisas e, deveras, dou nenhuma importância a elas. Todos os caminhos tem ao fim  peso semelhante pois serão trilhados pelos mesmos andarilhos. O percurso não importa, e muito menos o destino tendo em vista que a chegada é o ponto de partida. As experiências são, em suma, meu objeto de valor. A existência é algo simples, e criei o hábito de não mais dar-lhe sentido, pois as conjecturas propostas são ,de fato, uma perda de tempo, tempo no qual também não mais tenho me questionado, pois acredito que os dias são uma besteira, vejo agora apenas uma continuidade de movimentos e não mais páginas de calendários, o que me proporcionou um entediante hábito de insonia. E quanto ao resto da humanidade, digo que é bem possível que exista, mas não tenho certeza. Por fim, não lhe peço nada, pois, sinceramente, não me importo.
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Jun 26, 2013
Jun 26, 2013 at 12:43 AM UTC
Resposta a alguém que você não conhece! - Trajetória das múltiplas conclusões!
Ao Meu Padrinho José Silva Que os anjos de Deus de protejam, O paraíso todos desejam, O teu espírito honesto e trabalhador, Levam-te ao encontro do Deus Senhor. Nesta terra longínqua onde o sol se deita, Com uma miragem de carinho ela se enfeita, Por entre arvoredos cheios de folhagem, Eu Guardo tua terna imagem. O bom Deus todos ama e consola, Canção com o som da harpa ou da viola, Neste mundo com Deus temos certeza, Na morte conforto e grandeza. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:52 PM UTC
Ao Meu Padrinho José Silva
Se eu sou neste mundo a lua e tu o sol, Se tu és a estrela, que me ilumina o meu dia, Porque teme o sol a lua, se é dela o seu brilho? Aparecerei nos momentos da tua maior luz, Nos dias fantásticos de magia da tua alegria, Na beleza da continuidade dos teus dias, Na herança dos nossos corpos unidos, Eu, lua, estarei ali, junto de ti, quando deres à luz! Quando estiver eu no céu pela manha, Esperando que chegues aos meus braços, Estarei ali para brilhar junto contigo, O meu brilho será reflectido para ti, Apesar das voltas que dês no mundo, Eu, estarei ali, sempre esperando por ti! Quando nos dias perderes o brilho, Virei abraçar-te para te mostrar que estou contigo, Leva os dias comigo, preciso de ti como és, Nos teus momentos de alegria e tristeza, Porque só assim eu poderei amar-te, Fazer-te a surpresa da minha companhia, E dar-te a ti a força e manter o teu lindo brilho, Em tão poucos dias que tem a nossa eternidade, Nas voltas todas que deu o mundo sobre nós, És o centro do mundo minha estrela brilhante, Não é um acaso é uma certeza bem divina, Não é coincidência, para nós é evidência, Darei voltas sempre sobre ti e pela terra, Porque ela é a família que temos E aquela que um dia com o teu dar de luz faremos, Mas eu e a família que é nossa, Há tua volta com tua luz, viveremos. Te adoro muito mesmo, Liliana minha estrela! Autor: António Benigno Esta é a lógica do que fazemos
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:56 AM UTC
Porque agora o mundo é nosso
Tentou se divertir Tentou parar de pensar Tentou lembrar Memórias infindáveis De quem jamais conseguiu Encontrar. Instrumentos melódicos pensamentos eufóricos Caos e calmaria A certeza de que o momento na memória permanecerá e em sua história cristalizará. Uma constante torturante Um futuro baseado no passado atormentado de um amor ultrapassado.
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Apr 7, 2015
Apr 7, 2015 at 2:17 PM UTC
Amor ultrapassado
Eu não sei o que sentir, É tudo tão vago. Por aqui, ele me disse. Olhe as rosas, tão belas quanto você, Teu perfume é melhor com certeza, A doçura delas se perdeu ao ver Que o meu amor era teu. Rimas e rimas depois, Vinhos mais tarde, Era você e uma moça No parque Não eu!
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May 2, 2014
May 2, 2014 at 11:39 PM UTC
O dia em que ele me comparou às rosas
*tengo miedo de escribir a veces yo tambien tengo miedo de un papel vacío de esta manera todo parece claro no sé expresarme este sentimiento de un náufrago tengo miedo de estar perdido demasiado hay estas dudas tantas dudas como horas tengo miedo de hacer lo errado? pero tengo que eligir, eligir entre dos los ángeles y demonios luchan, de formas crueles los demonios y ángeles entonces no quieren.. mi paz? en un papel vacío de repente todo parece claro no sé expresarme y me doy cuenta de que es el tiempo del deseo de certeza porque no puede vivir en miedo escuchando a las peleas interminables debido al blanco y ***** no más puedo vivir*
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Jan 30, 2015
Jan 30, 2015 at 7:26 PM UTC
En una isla deshabitada
Cavaleiros de S. Miguel de Ala Outrora e hoje te veneremos, Sentimento que conquistas sonhos, Força interior do pensamento, Leveza superior ao vento. Cavaleiros de Afonso Henriques e todos os reis, Espada e cavalo vos embala, Fiéis e sempre espirituais sereis, Cavaleiros de S. Miguel de Ala. Cavaleiro que cavalgas mais que eu, Certeza da pujança que Deus deu, Tradição e firme pensamento, Ultrapassam gerações e tempo. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:11 PM UTC
Cavaleiros S. Miguel de Ala
Aceito todas  as pessoas assim como são (não se enganem, não disse que gosto) Simplesmente não vejo por quê não deveriam ser assim Vejo o fatalismo total e inevitável da vida A aleatoriedade dos factos A imaginação e a memória humanas A submissão incontrolável ante a força Não há destino, mas não há escolha Ser é simplesmente existir seguindo um fluxo Tornar expressivo e externo o caos íntimo da mente Não exite mentiras, nem falsidade, menos ainda heroísmos, ou coragem O homem é ser dotado de todos os sentimentos Impregnado (estupidamente impregnado) da certeza da vida de toda a moral e inescrupulosos egoísmos Não há como negar Nos resta observar e e rir... Toda ação gera consequências, se alguém faz é porque é inevitável que o faça e tudo o leva a fazer.
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Jun 9, 2014
Jun 9, 2014 at 11:36 AM UTC
Do fatalismo dos factos
Innecesario, viéndome en los espejos, con un gusto a semanas, a biógrafos, a papeles, arranco de mi corazón al capitán del infierno, establezco cláusulas indefinidamente tristes. Vago de un punto a otro, absorbo ilusiones, converso con los sastres en sus nidos: ellos, a menudo, con voz fatal y fría, cantan y hacen huir los maleficios. Hay un país extenso en el cielo con las supersticiosas alfombras del arco-iris y con vegetaciones vesperales: hacia allí me dirijo, no sin cierta fatiga, pisando una tierra removida de sepulcros un tanto frescos, yo sueño entre esas plantas de legumbre confusa. Paso entre documentos disfrutados, entre orígenes, vestido como un ser original y abatido: amo la miel gastada del respeto, el dulce catecismo entre cuyas hojas duermen violetas envejecidas, desvanecidas, y las escobas, conmovedoras de auxilio, en su apariencia hay, sin duda, pesadumbre y certeza. Yo destruyo la rosa que silba y la ansiedad raptora: yo rompo extremos queridos: y aún mas, aguardo el tiempo uniforme, sin medida: un sabor que tengo en el alma me deprime. Qué día ha sobrevenido! Qué espesa luz de leche, compacta, digital, me favorece! He oído relinchar su rojo caballo desnudo, sin herraduras y radiante. Atravieso con él sobre las iglesias, galopo los cuarteles desiertos de soldados y un ejército impuro me persigue. Sus ojos de eucaliptus roban sombra, su cuerpo de campana galopa y golpea. Yo necesito un relámpago de fulgor persistente, un deudo festival que asuma mis herencias.
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Caballo de los sueños
Innecesario, viéndome en los espejos, con un gusto a semanas, a biógrafos, a papeles, arranco de mi corazón al capitán del infierno, establezco cláusulas indefinidamente tristes. Vago de un punto a otro, absorbo ilusiones, converso con los sastres en sus nidos: ellos, a menudo, con voz fatal y fría, cantan y hacen huir los maleficios. Hay un país extenso en el cielo con las supersticiosas alfombras del arco-iris y con vegetaciones vesperales: hacia allí me dirijo, no sin cierta fatiga, pisando una tierra removida de sepulcros un tanto frescos, yo sueño entre esas plantas de legumbre confusa. Paso entre documentos disfrutados, entre orígenes, vestido como un ser original y abatido: amo la miel gastada del respeto, el dulce catecismo entre cuyas hojas duermen violetas envejecidas, desvanecidas, y las escobas, conmovedoras de auxilio, en su apariencia hay, sin duda, pesadumbre y certeza. Yo destruyo la rosa que silba y la ansiedad raptora: yo rompo extremos queridos: y aún mas, aguardo el tiempo uniforme, sin medida: un sabor que tengo en el alma me deprime. Qué día ha sobrevenido! Qué espesa luz de leche, compacta, digital, me favorece! He oído relinchar su rojo caballo desnudo, sin herraduras y radiante. Atravieso con él sobre las iglesias, galopo los cuarteles desiertos de soldados y un ejército impuro me persigue. Sus ojos de eucaliptus roban sombra, su cuerpo de campana galopa y golpea. Yo necesito un relámpago de fulgor persistente, un deudo festival que asuma mis herencias.
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Fim, desdita é tua demora; Que é amarga, no entanto, Tua certeza de avigora Ao século qual pare teu pranto Fim, conta-me teu segredo; Que fazes neste mundo alucinado? Que eras? Trazes-me medo! Tens fé em um crepúsculo gelado? Fim, por tua espera, quantas almas emudeceram? És arcanjo dos gritos irreais! Quantas mágoas míseras no vazio colheram, As velas apagadas, as páginas finais?
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Jul 19, 2017
Jul 19, 2017 at 3:11 AM UTC
Paisagens do Inverno - II
Vou vagueando de rua em rua Observando rostos desconhecidos E vazios Tenho a certeza que nunca andei por estas vielas Mas algo nelas é tão familiar, Tão meu Sento-me num banco escondido Pouco iluminado E penso em ti Tu que me persegues para onde quer que vá. Fujo, corro para longe e por mais longe que esteja Perguntam-me: Em que estás a pensar? E eu como sempre respondo: Em nada. Porque tu és para mim O Nada do Mundo
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Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 5:41 PM UTC
O Nada do Mundo
Alice, Alice Sempre reclamava alice: -Como não me amar? -Porque ter de ir embora? -Posso eu ser pequena por fora e grande por dentro? Pare de perguntas alice, me disseram que você andava feliz.. - Sim, eu andava, mas ele me fez encolher de novo Ah minha querida, isso é passageiro, já já vem outro e você crescerá e sua alma se elevará. - Como tens certeza disso? Ja te disse Alice, não perguntes, apenas acredite. - Acredite, acredite.... Que frieza minha, achar que seria só meu. - Como pude querer possessão? Fácil, foi o ego, ele não iria suportar o fato concreto da perda, então, se colocou a frente, fazendo-a acreditar que se a possessão não existisse você iria por água a baixo ou melhor dizendo, por buraco abaixo, mas entenda minha querida alice, que.... A alma flutua, e se estivermos na direção errada ela irá se afundar,como se estivesse caindo num fundo buraco, só que enquanto você cai vai percebendo que quanto mais ela naufraga, mais ela emerge,e continua flutuando, como num equilíbrio poético, sem ter direção,sem ser julgada como errada ou certa, pois a vida é igual a chuva, ela cai e continua caindo, mas como num ciclo ela evapora e se transforma , se renovando, se equilibrando.
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Oct 1, 2014
Oct 1, 2014 at 10:51 PM UTC
Untitled
Pior do que a certeza de que morreu, é a dúvida disso. Não posso provar sua existência, já é memória em fragmentos. Vida sua que mudou a minha Cheia de histórias, ideologias Você que vem cheio de defeitos e perfeições Eu tão impotente Minhas palavras, todas tiradas dos teus poemas Teu sotaque, uma voz imaginada Que obra de arte eram teus olhos Feitos de um azul-convite E eu aceitei.
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Aug 21, 2014
Aug 21, 2014 at 10:31 AM UTC
Ode ao Jimmy