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cartas para el amor de mi vida (vol I):
aún no te conozco y ya te hago poemas.
.es que no importa cuanto la beses a ella,
seguirás pensando en mi.
.es que mientras más intentes olvidarme,
más me recordarás.
.es que no me se me disuelve con alcohol,
ni se borran mis trazos de la piel.
.es que por mi culpa mueras sin saber,
que es son los escalofríos a primer contacto.
.es que tal vez no vuelvas a experimentar,
los pelos de *****.
.es que te malcrié con tantas caricias,
que ahora no sabes qué hacer.
.es que aunque mis manos son pequeñas,
te hacían reaccionar.
.es que no habías conocido un amor tan delicado,
y no encontrarás otro corazón tan tierno.
.es que yo te quise,
cuando el problema lo tenías tú

el problema conmigo,
es que yo soy la solución.
en español, por favor.
y que te ame todavía? sí
y que te desee lo mejor? no sabes cuanto.
pero que te quiera como quería? yo que daba hasta la vida por ti?
ay nunca jamás.

(además, ya le conté todo a mami y parece que te odia.)
enamorándome del español ultimamente.
yo que te hice tantos poemas y captions para instagram,
y tú que me partiste el corazón.
en español, please!
Gil Cardoso Feb 8
Fogo que arde por dentro
Tudo consome
Até deixar vazio

Uma eterna fome
Um imparavel rio

Árvores que crescem por amor
Ramos partidos em dor

Voltam a crescer
Frágeis e retorcidos
Interiores corrupidos
É o preço de viver
A consequência dos conhecimentos adquiridos

Até quando crescem?
Quando vão parar?
Será que não percebem
Que há um preço a pagar?

“Senão crescemos
Diz-me que fazemos,
Morremos?”

“Deixamos um eterno vazio?
Perdemos a esperança?
Secamos o rio?
Abandonamos a lembraça?
Aceitamos o frio?
Interrompemos a dança?”

Eu só quero paz
Não felicidade
Porque não interessa se tentas e dás
A vida aproveita toda oportunidade

Ela é ingrata
E para mim já marcou uma data
Escrito 17/02/2018
Gil Cardoso Feb 8
Oh coração, por onde vais?
Por que te causas tanta dor?
Isso é tudo por amor?

As minhas razões não as conheço
Nós apenas carnes somos, os corações
A mente, essa, que trate das motivações

E se ela não as tiver?
Que fazes então
Oh meu pobre orgão

Já te disse que não sei
Não quero saber
Nem quero ver

Bem dizem que o amor é cego
então é ceguês voluntária?
Ou será ela necessária?

Porque não os dois?
Mas deixa-me estar quieto
Nesse assunto eu sou analfabeto

Mas não tens medo?
Olha para o teu passado
Não te lembras de como tinhas acabado?

Já te disse que sou carne
Não me lembro de nada
Exepto da minha realidade apaixonada

Essa paixão já a vi
Mas o que eu questiono
É o que acontece em caso de abandono

Nesse caso que venha a mente
Ela que me cure
Ela que me ature
Escrito 23/01/2018
Bran DeLeón Jan 11
A kid having fun
holding a balloon
that could reach the sky
If he just let go

Sometimes people are the balloon
and someone holds them down
depleting their love
instead of  flying together
Don’t hold anyone down
Bran DeLeón Jan 9
He buried everything he felt.
sprout out of the dirt
Upon setting his eyes on her
Now it blooms into something new,
growing stronger and taller
green leaves and colorful flowers
reaching the sky,
being taken by the wind
everywhere he goes
he finds a piece of what he buried
This is a translation of a poem I wrote in Spanish awhile ago, tittled ‘Desamor’ I like this one better. When I try to forget about something everything reminds me of it, that’s how it works with me.
Mis dedos y nariz rozan tu almohada.
Tu ausencia pesa una tonelada,
y tus huellas que huelen a rosas
evocan las cosas perdidas
que se convirtieron en mis heridas.

(My fingers and nose caress your pillow.
Your absence weighs a tonne,
and the traces of you that smell like roses
evoke the lost things
transformed into my wounds.)
Link to short film: https://youtu.be/XY4jNbzmDnI
Ya que estás por todas partes,
Te esconderé en estas palabras.
Si por fin te marchas de mi mente,
Volveré a encontrarte aquí.

*

Since you're everywhere,
I'll hide you in these words.
If you finally leave my mind,
I'll find you again here.
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