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"vendo" poems
Na neblina abafada Dentre as árvores, dentre algas Sentir a água Ouvir os cantos Cintilante Suas mãos quentes tocaram meu tornozelo Seu coração frio tocou o meu Oh, Deus, Se realmente estou apaixonado Me faça não querer deixa-la Os corações que já quebrei, não se comparam ao dela Deixe-me ficar Se realmente estou apaixonado, me diga se ela corresponde Seu canto entrou em meus ouvidos Uma sintonia aveludada, salgada, com uma pitada de perigo O som dos pingos de água se rebatendo Venha comigo, vamos viver juntos Seja minha esposa. Presa por algemas de areia Se rebatia enquanto suas mãos puxavam as minhas Delicada. Uma beleza agoniante Oh, Deus, O que será de mim? Um vida fria terei caso não ficar com ela. Me trazendo para a água Sussurrando feitiços e me deixando cego pelo amor Meu corpo logo estará submerso Estou indo Ofegante Coração frio, mãos quentes, beleza agoniante Vendo a escuridão Cego por um amor planejado Um coração antes sujo, fora iludido por olhos vibrantes e pele cintilante O coração quente fora apagado, sentindo amor. Oh, Deus, diga-me, terminarei sendo enganado?
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:55 PM UTC
Sailor vs Mermaid
Sanay na sa tapang ng kape Mapa-barako, cappuccino, espresso Instant coffee, iced coffee o galing Man yan sa vendo machine. Wala nang bisa ang caffeine Di na ramdam ang nerbyos, Maski ang biglaang palpitations. At hindi kompleto ang mga gabi Kung walang ang init, mula sa Tasang tangan, upang ibsan ang ginaw. Saksi sa matang puyat Sa mga gabing walang inspirasyon Sa tuwing nagsusulat Sapagkat ngayong gabi ay iba na Ang dahilan ng patuloy na pagdilat Di na kape ang dahilan ng kaba, Ng pagbilis ng puso at paghinga. Marahil nga ay mas malakas ang tama nya. Dahilang kasabay ng pagkataranta Ay ang tulo ng pawis mula sa likod ng tainga. Sya na rin ang isinisigaw, Sa bawat tintang ipinahid Na nilangkapan ng maliliit na patak ng kape Na nagmamantsa sa sinintang pahina. Ang bawat piyesa ay may ibang kulay na. Hindi pala kape ang gigising sa diwa, At hindi rin ito ang magiging dahilan Ng pagkabalisa, Sapagkat narito ka Ikaw na nagbigay ng malakas na tama Tamang kung minsan ay di na pala tama.
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Mar 10, 2021
Mar 10, 2021 at 10:42 AM UTC
Coffee Lover
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:07 PM UTC
Definhar
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Sou medrosa Sempre tive um vasto medo de te perder Com minha simples prosa relembro bons momentos que passei com você Das noites em que passávamos acordados vendo filmes e tomando sorvete, Manhãs em que acordavamos cedo para ver desenhos animados, Quando ia para sua cama no meio da noite pois estava com medo Até quando me dava ovadas no meu aniversário, Me diverti contigo. Na medida em que crescemos, Mudamos o nosso jeito de ser, Tomamos rumos diferentes, Você começou a me deixar em último plano, Mas o pior de tudo, Se afastou, Afastou-se de um jeito inexplicável, De um jeito doloroso Pessoas me perguntam até hoje "Onde está seu irmão? Vocês costumavam ir a todo lugar juntos..." E eu, olho para os meus pés e relembro como éras "Está em casa" respondo, quando naverdade, não sei onde está Digo isso para não revelar o fato de que não me quer mais em seu mundo, Para não mostrar aos outros que você não me aceita mais. Estúpidas mudanças! Por causa delas, você se tornou assim comigo: Amargo, como o gosto da tristeza em minha boca, Um desconhecido E o pior de tudo, Se tornou a pessoa que prometeras nunca se tornar, E o meu pior pesadelo acabou acontecendo na vida real: Te perdi.
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 2:17 PM UTC
Desconhecido que conheço a anos
Esperava docemente uma brisa de ar quente, Peguei-te na mão e levei-te, tirei-te os pés do solo, Aproveitei e senti o teu cheiro suave e fluente, Admiração vinda dos teus olhos, em mim ao colo! Levar-te-ei sempre comigo, seja qual for teu peso, Nem que sejas leve como passarinho livre de dor, Nem que teu fardo seja tão pesado, duro e coeso, Minhas forças se unirão, confortando-te de amor! Serenamente provar-te-ei um dia mais distante, Contemplando teus cabelos brancos grisalhos, Vendo tuas rugas da cara e das mãos, ofegante, Beijando-te a alma e o chão sobre teus olhos! Um gostar, amar, suspiro de amigo e de amado, Serei sempre companheiro, do teu movimento, Adepto cativado, pela tua voz e teu ar atento, Seriam dúzias de verdades, de amor adequado! Que nunca precises de um beijo e não te dê dois, Que nunca te faça bem rir e eu te não conte piada, Seja a noite de abraços e os dias verdes logo depois, Seja o vento numa tarde de calor, refresco, amada! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.13.02.16
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Te desejo hoje e agora
O que fazer se tudo me deixa triste, Parece que nada existe, Exceto este sentimento, Que anda me corroendo por dentro. Só eu ando chorando, Pelos cantos, me martirizando, Sem saber o porquê. Talvez eu tenha errado este ano, Mas não há mais nada a fazer. Só posso tirar a maquiagem e toda a roupa, E me olhar no espelho. Vendo os meus olhos vermelhos, vejo a doçura que perdi. E hoje estou tão amarga, que nem mesmo me aguento. Sou puro sofrimento, E não sei porque sofro, Sei apenas sofrer.
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Dec 24, 2012
Dec 24, 2012 at 9:26 PM UTC
Sofrimento
poeira, estrela Disperso-me no lençol infinito Vendo-as pintadas numa tela De tamanho não restrito. Nébula, lua Anos-luz de distância compõem a verdade nua, crua, da nossa insignificância. Mergulho na paisagem estelar No cosmos mais profundo Não sei se hei de abandonar Mas nada pode justificar Que permaneça neste mundo sem o teu abrigo E vai para além de mim Tudo aquilo que persigo Mas ainda assim, Diz que sim, vem até ao fim Subo já o teu varandim E levo-te comigo.
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Nov 2, 2015
Nov 2, 2015 at 5:32 PM UTC
astral
Deitada no chão frio, Olhando as estrelas, E vendo a Lua. Eu vejo a sua face, Desenhada em uma estrela qualquer. Eu vejo o seu silêncio, Andando em uma rua qualquer. Foram noites e noites, **** e vinho. E eu gostava de você. E eu olhava pra você. Mas não, não te amava.
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 9:41 PM UTC
Untitled
Ontem, também eu, sentado num penhasco perto das águas do oceano, murmurava palavras de tristeza. E meditei... Que talvez um dia bem inesperado, encontre o rumo da minha vida, tal como a flor que nasce nos primeiros dias de primavera...e assim adormeci à beira-mar vendo o pôr do sol, e sonhando que um dia serei feliz.
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Jul 20, 2014
Jul 20, 2014 at 4:15 PM UTC
meditei
Mamã foi embora Ela já não está viva Ela deixou a Mãe Terra Ela está no cemitério A mamã está mais longe Ela está aqui e ali, realmente A mamã se foi E já não está aqui Connosco, sob o sol A mamã está no céu Ela olha para nós e consegue ouvir Ela está a divertir-se, em um sonho Vendo-nos lamentar e gritar A mamã está com a Virgem Maria Ambos nos ouvem e riem Tanto que choram no paraíso Onde ninguém morre Isto é uma gafe Que viagem! A mamã foi embora Mal os podemos ver nas nuvens A mamã ainda está conosco É invisível dentro de nós Como desejamos que as outras mães façam Feliz fica no cemitério Que a terra seja leve e macia! P.S. Este poema é dedicado a todos os que choram. Translation of “Mommy Is Dead” in Portuguese. Copyright © Avril 2024, Hébert Logerie, todos os direitos reservados. Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poesia.
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Nov 14, 2024
Nov 14, 2024 at 12:03 PM UTC
Mamã Está Morta
No tengo nunca más, no tengo siempre. En la arena la victoria dejó sus pies perdidos. Soy un pobre hombre dispuesto a amar a sus semejantes. No sé quién eres. Te amo. No doy, no vendo espinas. Alguien sabrá tal vez que no tejí coronas sangrientas, que combatí la burla, y que en verdad llené la pleamar de mi alma. Yo pagué la vileza con palomas. Yo no tengo jamás porque distinto fui, soy, seré. Y en nombre de mi cambiante amor proclamo la pureza. La muerte es sólo piedra del olvido. Te amo, beso en tu boca la alegría. Traigamos leña. Haremos fuego en la montaña.
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Soneto lxxviii