Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"ruas" poems
Sonhos são apenas sonhos Um grito ecoa por minha ***** cefálica Bato meus braços como se fossem asas mas sei que jamais poderei voar Olho-me no espelho Olho minha casa, suja, velha e pobre Olho-me no espelho, olho minha casa Olho pela pela janela e vejo a loucura Observo a humanidade e vejo loucos e entre ruas vazias da madrugada e ruas lotadas do dia Ouço música para não ouvir o zumbido barulho E fecho o olhos para sonhar Acordo em um entediado transe pois somente ausente de mim começo a produzir
0
Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:28 PM UTC
Cotidiano
Lavandeira Aldeias dispersas á tua volta, Lá longe o infinito horizonte, Com aconchego ela se encontra, Pomposo castelo no cimo do monte. Fontes frescas, cristalinas e antigas, Verões quentes que trazeis tantas fadigas, Ruas envaidecidas com suas flores, Santa Eufémia e tantos fervores. Majestosa sobre proteção de sobreiros e penedos, Colinas caídas em direção ao douro, Céu azul, trigo loiro, Rodeada de oliveiras e vinhedos. Victor Marques
0
Apr 29, 2013
Apr 29, 2013 at 6:39 AM UTC
Lavandeira
O oceano almeja pelo brilho do luar, o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia, as plantas necessitam da incandescente luz do sol, e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia. A bela menina do vestido preto, corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito, e o gentil homem de coração aberto, derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto. Não quero que o mundo tenha pena de mim, pois sei que eles não me entendem, e quando tudo for feito para ter um fim, daremos um jeito de mudar tudo. E da mesma maneira que todos almejam algo, eu preciso de você, do seu beijo, do seu abraço, de encanto e principalmente de seu coração. Vinícius Rozante
0
Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Você
Estou só chove o rádio liberta notas de uma composição musical. Lá longe, quem eu desejo perto. O vento está frio, deambulo pelas ruas da maledicência. Afogo as mágoas no absinto da vida, fumo um cigarro. Penso no passado, nas amarelas tardes de Outono, nos passeios à beira-mar, e vejo o que perdi, em busca de um ideal que ainda não encontrei.
0
Mar 31, 2014
Mar 31, 2014 at 4:54 PM UTC
ideal
deambulo pela rua à procura da razão desse amor que me trucida que me trespassa o coração. dou comigo perdido em estradas sem saída em caminhos cruzados nas ruas da minha vida. empedrados já gastos por uma grande ilusão pelas vidas passadas por quem se esconde da solidão. tanta amargura há em mim que agora já não tem cura e sem destino nenhum parto rumo à aventura.
0
Jan 11, 2015
Jan 11, 2015 at 12:26 PM UTC
Rua da solidão
Aproximação, silêncio total Sangue, **** Pesadelos nas ruas de néon Extensos desertos Um refúgio Lá fora, o apelo da boémia Um mar de asfalto Não, não vou só Uma garrafa de gin e um cigarro Para apaziguar as dores A escrita é meu refúgio Minha alegria, minha dor Vivo constantemente Num ritmo alucinado Estou só Nas entrelinhas de cada frase Está o corpo que as gerou Num instante de lucidez O perfume que hoje trago É das lágrimas que por ti verto.
0
Mar 16, 2014
Mar 16, 2014 at 6:29 PM UTC
a ti
Nas ruas Na selva de pedra Uma poeira preta Entra pela janela A velha varre o chão Seu filho cospe e lá mesmo bate as cinzas do cigarro Com seus dedos de alcatrão Tosse Tosse Coff Coff - pigarro
0
May 17, 2015
May 17, 2015 at 6:56 PM UTC
Ingratidão
O manto ***** da noite cai sobre a cidade, o vento sopra por entre o vazio das ruas. Lá longe a silhueta da pessoa que amo desaparece tal e qual o fumo, e eu continuo só por entre as muralhas da vida.
0
Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 4:04 PM UTC
negra noite
Rodeado apenas pelo vento, vagueava pelas ruas da cidade. Em ambos os meus ouvidos permanecia a tua voz bradando convictamente sem cessar a palavra " NÃO ". Uma imagem da tua sensual face, distorcida pelo tempo, iluminava o meu espírito que no seu mais íntimo ainda possuí uma débil esperança.
0
Jul 8, 2014
Jul 8, 2014 at 4:38 PM UTC
esperança
Estamos sempre à procura, sigo tentando entender o motivo de querermos sempre estar com alguém, penso eu que em todas as ruas dessa cidade as vezes barulhenta e as vezes calma, tem alguém olhando ao redor a procura daquele amor, que é tão leve como a brisa de um vento. São duas da tarde e eu ainda nem almocei, porque fico procurando motivos para me movimentar nesse dia tão calorento. Ingerir algo pra me nutrir parece ser um bom motivo, mas nesse momento nem isso estou fazendo questão. A procura continua, porque agora já são duas da manhã e eu ainda não to satisfeita, pode ser porque não comi nada o dia inteiro, ou algumas línguas irão dizer que é porque eu ainda preciso aprender a me amar mais... acho que acredito mais na segunda opção mesmo. A questão toda é: sair pra jantar e talvez te achar ou ficar em casa pra me encontrar? Ultimamente tenho feito as duas coisas, tento me encontrar no meio desses livros e incensos acesos, ou até por meio dos sonhos, que muitos já me mostraram onde estou, só não sei pra onde preciso ir, talvez seja jantar mesmo, vai que nesse caminho das ruas dessa cidade eu me encontro e de quebra te acho.
0
Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 11:59 AM UTC
Cadê?
quando que te lembras ter respirado pela última vez? consegues olhar pro outro sem posicionar a cabeça pra baixo? tocas em outra pele sem que ela se arrepie? tens ainda força pra responder desconhecidos em ruas movimentadas? consegues caminhar em meio a multidão e parar pra arrumar os sapatos sem ter vergonha de te observarem? compartilhas teus medos? sabes expressar tudo que se encontra dentro de ti pra fora de ti? choras te olhando no espelho? te incomoda pensar em tudo?
0
Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 3:49 PM UTC
inquietudes
Deambulo pelas ruas... sonhos perdidos, ilusões desfeitas. Há um travo amargo no ar da noite. Breve a vila despertará e eu continuarei só.
0
Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 4:09 PM UTC
cambaleio
as ruas do coração dela estavam desertos ela não tinha nada para ajudar cidades que ela não tinha visto ela estava sozinha mas as cidades, eles chamaram o nome dela.
0
Feb 15, 2019
Feb 15, 2019 at 11:39 AM UTC
preterito imperfeito
Da janela do meu mundo Poderia dizer que a vista é sôfrega E deprimente, Prédios que escondem as árvores, Fábricas que me cegam as estrelas E lixo que voa pelas ruas Onde passam pessoas vazias, Mas estaria a ser injusta, Injusta para com a Lua E com a luz que jarra neste rio. Quando os meus olhos caem Sob ela são conquistaos, E esqueço o mundo E os meus deveres, Esqueço as árvores escondidas Pelos prédios, As fábricas que me cegam as estrelas E o lixo que voas por estas ruas Onde passam pessoas vazias. Hipnotiza-me e o tempo para, Só de olhar para uma das luas Incorporadas na imensidão deste Universo, O tempo para, O tempo para e eu sou feliz Por poder-me juntar a ela Cada noite do resto da minha vida.
0
Sep 24, 2018
Sep 24, 2018 at 9:17 AM UTC
Da janela do meu mundo
A noite sussurra seu lânguido canto entremeado pelos gritos agora abafados pela distância. Arquejo enquanto caminho pelas fétidas ruas decoradas com cadáveres em decomposição, festa de vermes e aves carniceiras; O tintilar dos vitrais anuncia a chegada da morte. Sua foice esbarra no delicado vidro das igrejas formando uma melodia fúnebre que gela meus ossos e consome minha mente. Quantas vezes implorei de joelhos como um fraco para que me levasse junto, quantas vezes matei para saciar minha sede doentia; esperando, desejando que o castigo do Deus de que falam recaísse sobre minha existência amaldiçoada e retirasse de mim a não-vida eterna. O gosto quente do sangue ainda pulsa em minha boca Repulsa.
0
Apr 10, 2020
Apr 10, 2020 at 4:45 PM UTC
Repulsa
se encontram no cruzamento de uma grande encruzilhada em cada canto uma paulada refletida em cada rua através uma mensagem crua e nua que no início não era tua mas que ecoou na tua mente até o tempo presente e agora eu sei que tu sente aquela sensação pendente na tua mente começou com uma frase e depois veio a emoção no fim do dia tu sabia e sentia tudo aquilo que fingia que não existia e agora é tu ali no meio daquelas ruas gritando aos 4 cantos se livrando dos teus mantos chegou em outra encruzilhada uma ainda não marcada pelas vozes mascaradas dentro dessa mente que ferve e emerge a todo tempo guria, pega tuas palavras e gruda elas nos ventos que te cercam eu sei que alguém vai ouvir e sem tu precisar pedir toda essa tua luta vai bater num grande espelho e logo vai refletir não te cala grita usa tua voz como tinta e pinta o tempo porque mais tarde bate um vento e aí pronto ecoou de ti pra outro
0
Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:16 PM UTC
ecos.
como é bom quando ser não necessariamente é sair de si pra fora da calçada e das ruas habitadas. e se um dia tu ousa fugir da regra e ser consumida por mulheres capazes de te atingir? é como se respirar fossem facas atravessadas em pulmões de madeira e a cada contorção uma delas se transforma num pássaro que voa pra bem longe daqui. tudo que se conhece não é verdadeiramente real, pois tu mesma me dissestes que cada tecla de palavras comentadas são números em uma eterna composição fetal. ato falho e insincero, tivesses todo tempo do mundo e arcasses apenas com o que te conveio entre folhas de orvalhos e manguezais poluídos pela saliva humana. já calcei outros pés em tempos tardios e te digo: nunca mais fui a mesma; trouxe somente cinco malas cheias de meias pra cobrir teus pés e de teus queridos amados. houve um dia em que ouvi de longe alguém sussurrar que te ama e que te abraçaria com facilidade. mediria tuas costas e te colocaria numa camisa branca com listras amarelas. odiaria te ver chorar pedrinhas de malaquita, mas não te apavores quando um dia isso acontecer. e mais: segure essa caneta e escreva em meus braços coisas que só tu poderia saber - teus desejos não são uma ordem. não me culpo pela tua falta de existência - eu sei, um dia também te quis aqui comigo, mas só de ouvir o som da tua mentirosa voz já me faz bem. queria ao menos tocar um dos meus dedos em ti e te fazer realidade. e se um dia as páginas daquele livro virarem sozinhas, podem ser eu indicando aquela horrenda frase: "belo dia pra viver tão triste"
0
Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:10 PM UTC
régua
como é bom quando ser não necessariamente é sair de si pra fora da calçada e das ruas habitadas. e se um dia tu ousa fugir da regra e ser consumida por mulheres capazes de te atingir? é como se respirar fossem facas atravessadas em pulmões de madeira e a cada contorção uma delas se transforma num pássaro que voa pra bem longe daqui. tudo que se conhece não é verdadeiramente real, pois tu mesma me dissestes que cada tecla de palavras comentadas são números em uma eterna composição fetal. ato falho e insincero, tivesses todo tempo do mundo e arcasses apenas com o que te conveio entre folhas de orvalhos e manguezais poluídos pela saliva humana. já calcei outros pés em tempos tardios e te digo: nunca mais fui a mesma; trouxe somente cinco malas cheias de meias pra cobrir teus pés e de teus queridos amados. houve um dia em que ouvi de longe alguém sussurrar que te ama e que te abraçaria com facilidade. mediria tuas costas e te colocaria numa camisa branca com listras amarelas. odiaria te ver chorar pedrinhas de malaquita, mas não te apavores quando um dia isso acontecer. e mais: segure essa caneta e escreva em meus braços coisas que só tu poderia saber - teus desejos não são uma ordem. não me culpo pela tua falta de existência - eu sei, um dia também te quis aqui comigo, mas só de ouvir o som da tua mentirosa voz já me faz bem. queria ao menos tocar um dos meus dedos em ti e te fazer realidade. e se um dia as páginas daquele livro virarem sozinhas, podem ser eu indicando aquela horrenda frase: "belo dia pra viver tão triste"
Continue reading...
11
Já fomos poeira do mesmo lugar Pousada calmamente junto ao mar. Sufoca-me o vento que nos quer levar, E este pobre pó estrelar, Sem força suficiente para ficar, Chora sem braços onde se agarrar. Implora-te que me guardes num olhar, E assim voamos eternamente, Sem qualquer noção de ver desaparecer Lá ao longe, o nosso lar. Já fomos breves e inconstantes, Pequenas rochas cobertas de diamantes. Não quisemos saber do nosso valor, E quando o número não interessa, Qualquer fruto neste peito vira flor. Mas que som é este Que me enche de terror?! Ah! É a minha linda borboleta, Bate as asas e só ouço dor. Pousa em mim… Mas sentirá ela este calor? Levanta voo… Sem se recordar da minha cor. Perco-a em ti, Mas não me perco de todo este esplendor. Já fomos canto de pássaro na madrugada, Criança que corre sem ligar à roupa manchada. E de mãos dadas pela estrada, Brincámos nas infinitas ruas desta cruzada. Sorriste-me sem ligar a nada, Como qualquer criança louca, E atrapalhada Tropeças em mim… E deitas abaixo cada fachada, Pois como nego ao coração Que estou, agora, aprisionada? Já fomos a folha verde no outono Que caiu e não voltou. Cada onda que rebentou no rochedo Desvendou-te logo quem eu sou. Quis ser concha para ti, Presente que o mar traz. Mas sou fogo que arde aqui E destrói tudo o que é capaz. Consumo-te e inalo-te em mim, A droga mais pura e eficaz. E sobram as cinzas derramadas no jardim, Memórias da alma que lá jaz.
0
Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:51 PM UTC
Fomos tudo o que nos disseram que não podíamos ser