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"bonita" poems
Gnashing of teeth, Tearing of vestments Crematory waste Smeared upon my face. Angst God has died, A wanton suicide Her ******* children Now run this place. Angst ***** stained covers Adulterous lovers, Depart smiling, Not hiding their Faces. Angst Wounded skies bleed On terra infirma indeed It’s poison leaching Into bubbling brooks. Angst Bonita Muerte Erasing the pain Setting the corpses On the pyres again Angst AD
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Aug 29, 2010
Aug 29, 2010 at 11:18 AM UTC
Angst
Nossa Senhora da Aparecida Na noite te pedi inspiração, Divulgar teu nome e devoção. As correntes do escravo Zacarias, Velas apagadas Tu acendias. A corrente to rio era muito forte, O menino Tu livraste da morte. Aqui em Castanheiro do Norte, Te pedimos pão e sorte. A fé em Deus, ele é amor, Olhai para as vinhas do Senhor, Ao Jorge e á D. Anita, Agradecemos a festa bonita. Victor Marques
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Nov 16, 2011
Nov 16, 2011 at 11:18 AM UTC
Nossa Senhora da Aparecida
senorita her name is ****** living in a half empty cup under neath the stars of a lofts stairs. ****** dances and dreams wonders if life is all it seems as its perceived, questions her thoughts traces her dreams chases the feelings that so desperatley brings ****** to her knees perhaps there is a plan maybe its all just a test as ****** sips her cup under the stairs a man comes and says hey bonita como se llamo ****** she speaks softly and smiles hola senorita he replys
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Feb 29, 2012
Feb 29, 2012 at 1:35 PM UTC
Senorita
¡Qué alegre y fresca la mañanita! Me agarra el aire por la nariz: los perros ladran, un chico grita y una muchacha gorda y bonita, junto a una piedra, muele maíz. Un mozo trae por un sendero sus herramientas y su morral: otro con caites y sin sombrero busca una vaca con su ternero para ordeñarla junto al corral. Sonriendo a veces a la muchacha, que de la piedra pasa al fogón, un sabanero de buena facha, casi en cuclillas afila el hacha sobre una orilla del mollejón. Por las colinas la luz se pierde bajo el cielo claro y sin fin; ahí el ganado las hojas muerde, y hay en los tallos del pasto verde, escarabajos de oro y carmín. Sonando un cuerno corvo y sonoro, pasa un vaquero, y a plena luz vienen las vacas y un blanco toro, con unas manchas color de oro por la barriga y en el testuz. Y la patrona, bate que bate, me regocija con la ilusión de una gran taza de chocolate, que ha de pasarme por el gaznate con la tostada y el requesón.
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Del trópico
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Re
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Margarita está linda la mar, y el viento, lleva esencia sutil de azahar; yo siento en el alma una alondra cantar; tu acento: Margarita, te voy a contar un cuento:Esto era un rey que tenía un palacio de diamantes, una tienda hecha de día y un rebaño de elefantes, un kiosko de malaquita, un gran manto de tisú, y una gentil princesita, tan bonita, Margarita, tan bonita, como tú.Una tarde, la princesa vio una estrella aparecer; la princesa era traviesa y la quiso ir a coger.La quería para hacerla decorar un prendedor, con un verso y una perla y una pluma y una flor.Las princesas primorosas se parecen mucho a ti: cortan lirios, cortan rosas, cortan astros. Son así.Pues se fue la niña bella, bajo el cielo y sobre el mar, a cortar la blanca estrella que la hacía suspirar.Y siguió camino arriba, por la luna y más allá; más lo malo es que ella iba sin permiso de papá.Cuando estuvo ya de vuelta de los parques del Señor, se miraba toda envuelta en un dulce resplandor.Y el rey dijo: -«¿Qué te has hecho? te he buscado y no te hallé; y ¿qué tienes en el pecho que encendido se te ve?».La princesa no mentía. Y así, dijo la verdad: -«Fui a cortar la estrella mía a la azul inmensidad».Y el rey clama: -«¿No te he dicho que el azul no hay que cortar?. ¡Qué locura!, ¡Qué capricho!... El Señor se va a enojar».Y ella dice: -«No hubo intento; yo me fui no sé por qué. Por las olas por el viento fui a la estrella y la corté».Y el papá dice enojado: -«Un castigo has de tener: vuelve al cielo y lo robado vas ahora a devolver».La princesa se entristece por su dulce flor de luz, cuando entonces aparece sonriendo el Buen Jesús.Y así dice: -«En mis campiñas esa rosa le ofrecí; son mis flores de las niñas que al soñar piensan en mí».Viste el rey pompas brillantes, y luego hace desfilar cuatrocientos elefantes a la orilla de la mar.La princesita está bella, pues ya tiene el prendedor en que lucen, con la estrella, verso, perla, pluma y flor.Margarita, está linda la mar, y el viento lleva esencia sutil de azahar: tu aliento.Ya que lejos de mí vas a estar, guarda, niña, un gentil pensamiento al que un día te quiso contar un cuento.
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A margarita debayle
Margarita está linda la mar, y el viento, lleva esencia sutil de azahar; yo siento en el alma una alondra cantar; tu acento: Margarita, te voy a contar un cuento:Esto era un rey que tenía un palacio de diamantes, una tienda hecha de día y un rebaño de elefantes, un kiosko de malaquita, un gran manto de tisú, y una gentil princesita, tan bonita, Margarita, tan bonita, como tú.Una tarde, la princesa vio una estrella aparecer; la princesa era traviesa y la quiso ir a coger.La quería para hacerla decorar un prendedor, con un verso y una perla y una pluma y una flor.Las princesas primorosas se parecen mucho a ti: cortan lirios, cortan rosas, cortan astros. Son así.Pues se fue la niña bella, bajo el cielo y sobre el mar, a cortar la blanca estrella que la hacía suspirar.Y siguió camino arriba, por la luna y más allá; más lo malo es que ella iba sin permiso de papá.Cuando estuvo ya de vuelta de los parques del Señor, se miraba toda envuelta en un dulce resplandor.Y el rey dijo: -«¿Qué te has hecho? te he buscado y no te hallé; y ¿qué tienes en el pecho que encendido se te ve?».La princesa no mentía. Y así, dijo la verdad: -«Fui a cortar la estrella mía a la azul inmensidad».Y el rey clama: -«¿No te he dicho que el azul no hay que cortar?. ¡Qué locura!, ¡Qué capricho!... El Señor se va a enojar».Y ella dice: -«No hubo intento; yo me fui no sé por qué. Por las olas por el viento fui a la estrella y la corté».Y el papá dice enojado: -«Un castigo has de tener: vuelve al cielo y lo robado vas ahora a devolver».La princesa se entristece por su dulce flor de luz, cuando entonces aparece sonriendo el Buen Jesús.Y así dice: -«En mis campiñas esa rosa le ofrecí; son mis flores de las niñas que al soñar piensan en mí».Viste el rey pompas brillantes, y luego hace desfilar cuatrocientos elefantes a la orilla de la mar.La princesita está bella, pues ya tiene el prendedor en que lucen, con la estrella, verso, perla, pluma y flor.Margarita, está linda la mar, y el viento lleva esencia sutil de azahar: tu aliento.Ya que lejos de mí vas a estar, guarda, niña, un gentil pensamiento al que un día te quiso contar un cuento.
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Y si quizás en vez de faltar a clase como todo unos locos "enamorados". hubiésemos tenido la vida normal del niño dedicado? Si quizás en vez de darnos nuestro primer beso nos hubiésemos dado la mano. Si quizás en vez de comentarlo a tus amigos no los hubiésemos callado. Si quizás la historia de nuestra vida no se pareciera tanto. Si quizás en vez de decidir ser tu amiga no te hubiese hablado. Si quizás nuestras madres no tuvieran el mismo nombre. Si quizás nunca te demostré lo que en realidad sentía. Si quizás no le hubiéramos seguido el juego al mundo. Si quizás no la hubieses escogido a ella. Si quizás no me gustaran tanto tus besos. Si quizás no hubiésemos cometido errores. Si quizás no nos hubiéramos sentado en aquel banquillo a aquella exacta hora. Si quizás no te conociera tan bien. Si quizás te dedicaras mas. Tan solo si quizás hubiéramos tomado diferentes decisiones en nuestras vidas, si todo cambiara de momento y tal vez tu madre se llamara Rosa o tal vez si tu padre no te hubiese abandonado. Tan solo si quizás tu te hubieses dado cuenta de el tipo de persona que soy desde el primer momento en que tus ojos se toparon con los míos! No fuéramos lo que somos... Quizás ni existiera lo que escribo, tal vez no haya aprendido lo que aprendí al pasar los años porque a la hora de la verdad eres tu tan parte de mi vida como yo de la tuya. Porque nos unen mas cosas de la que algún día imaginaria, porque eres mi amigo y tu tomaste esa decisión. Porque la escogiste a ella porque ella la popular y bonita en vez de a la chica regular y herida. Porque al final siempre me demostraste que me querías como tu primera. Porque si quizás las cosas nunca hubieran sucedido como lo han echo que seria de nuestras vidas, de nuestra historia, de nuestro mundo, de nuestras mentes sin recordar nada. Si quizás tu te acordaras de las cosas tan exactas como yo las recuerdo. Tan solo si quizás nos encontráramos en otras vidas que serias de las vidas que vivimos ahora? No habría historia ni palabras que contaran porque todo quedaría en el infinito en el cajón oculto de los "quizás". Si quizás nunca te hubiese querido como lo hice. Solo si quizás todo empezara nuevamente. Solo si quizás ...
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Sep 24, 2012
Sep 24, 2012 at 1:24 AM UTC
6 Años de atraso.
Y si quizás en vez de faltar a clase como todo unos locos "enamorados". hubiésemos tenido la vida normal del niño dedicado? Si quizás en vez de darnos nuestro primer beso nos hubiésemos dado la mano. Si quizás en vez de comentarlo a tus amigos no los hubiésemos callado. Si quizás la historia de nuestra vida no se pareciera tanto. Si quizás en vez de decidir ser tu amiga no te hubiese hablado. Si quizás nuestras madres no tuvieran el mismo nombre. Si quizás nunca te demostré lo que en realidad sentía. Si quizás no le hubiéramos seguido el juego al mundo. Si quizás no la hubieses escogido a ella. Si quizás no me gustaran tanto tus besos. Si quizás no hubiésemos cometido errores. Si quizás no nos hubiéramos sentado en aquel banquillo a aquella exacta hora. Si quizás no te conociera tan bien. Si quizás te dedicaras mas. Tan solo si quizás hubiéramos tomado diferentes decisiones en nuestras vidas, si todo cambiara de momento y tal vez tu madre se llamara Rosa o tal vez si tu padre no te hubiese abandonado. Tan solo si quizás tu te hubieses dado cuenta de el tipo de persona que soy desde el primer momento en que tus ojos se toparon con los míos! No fuéramos lo que somos... Quizás ni existiera lo que escribo, tal vez no haya aprendido lo que aprendí al pasar los años porque a la hora de la verdad eres tu tan parte de mi vida como yo de la tuya. Porque nos unen mas cosas de la que algún día imaginaria, porque eres mi amigo y tu tomaste esa decisión. Porque la escogiste a ella porque ella la popular y bonita en vez de a la chica regular y herida. Porque al final siempre me demostraste que me querías como tu primera. Porque si quizás las cosas nunca hubieran sucedido como lo han echo que seria de nuestras vidas, de nuestra historia, de nuestro mundo, de nuestras mentes sin recordar nada. Si quizás tu te acordaras de las cosas tan exactas como yo las recuerdo. Tan solo si quizás nos encontráramos en otras vidas que serias de las vidas que vivimos ahora? No habría historia ni palabras que contaran porque todo quedaría en el infinito en el cajón oculto de los "quizás". Si quizás nunca te hubiese querido como lo hice. Solo si quizás todo empezara nuevamente. Solo si quizás ...
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Olhares Olho o céu azulado, Vejo um véu desfraldado, Escuto a água que salpica, Que coisa bonita…! Sol que brilha, Que maravilha… Horizonte sempre eloquente, Olhar distante, olhar em frente. Raças e diferentes culturas com boa vontade, Olhares que zelam pela humanidade. Olhares ternos que nosso ser invade, Sentir o olhar com verdade. Na mesa duma esplanada, Um olhar nasce do nada, Olhares, meigos, alegres, enfadonhos, Olhares daquilo que somos. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 7:59 AM UTC
Olhares
My body is a tropical island Full of wonders, views are grand A spectacle of various rare terrains, overwhelming for the unadventurous and exhausting for the meager brains. My body boasts of all the different exotic textures and new colors, something your waiting eyes must be ready to marvel at. My body takes pride in its mountain-like curves; not exactly the perfect shapes but awe-inspiring, like a painting. Something your anticipating hands has to feel thrilled to touch. However, my body is also known for its extraordinary yet abrupt movements; scary for most and sensual for some. Like earthquakes and typhoons, you'll never know when the rhythms come. Something your foreign familiarity would either be thrilled or petrified about. So I welcome you to this island of mine, leave your worries back to the shores, clear your soul and free your mind. Leave you exhilarated and in monsoon, my rainforest flora forever in bloom.
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Aug 29, 2022
Aug 29, 2022 at 1:24 PM UTC
La Isla Bonita
El mundo está velado en verde. Lo no es verdad, pero como yo veo. Y no puedo obligar a aclararse la vista. Son muchos razones. Las sabes, yo creo. La problema es que me gustas mucho. Y para él, no tengo malevolencia. La verdad es que son una pareja guapa Pero él no es yo. Ergo no eres mía. La bonita rosa, quien puede que nunca me quiera Eres lista, divertida, interesante, y amable Eres más linda de creía posible Pero ninguna razón es, para esto, responsable Me alegro de verte, por consiguiente Quiero hacer mi papel, si solo como amigo Pero es muy difícil hacer esto ahora Porque me lastima aun ver él contigo No sé que debo hacer, no sé que debo creer No sé que debo decirte, no sé debo seguir La hora he llegado cuando te necesito preguntar ¿Cómo piensas de mí? ¿Cómo piensas debo progresar? ¿Cómo quieres que yo progrese? ~D.B. Guy (October 25, 2009)
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Nov 3, 2012
Nov 3, 2012 at 2:29 AM UTC
El mundo en verde
8yrs young lo0000nnnnnnnnggggggggg thick  shiny  blue  black  hair Air Force Papa wanted a Wash N Wear He wanted mija* with Dorthy Hamill hair So I was ordered to March down the street to Emilias Holy Carport Emilia La Bautista Mexicana* She knew no english but she knew Jesus She'd cut your hair and save your soul That day i requested un "Dori Hamel" Cut She smiled and charismaticly said Amen! Te vas a ver muy bonita* Her holy * tijeras snipped my hair glided to the cement floor like feathers off angels wings She made me look right she made me look left and when i looked up... I HAD A MULLET my tears came down because of my Dukes of Hazzard crown and I marched home to Dixie
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Feb 4, 2011
Feb 4, 2011 at 7:32 PM UTC
My Crowning Glory
Yo, para todo viaje -siempre sobre la madera de mi vagón de tercera-, voy ligero de equipaje. Si es de noche, porque no acostumbro a dormir yo, y de día, por mirar los arbolitos pasar, yo nunca duermo en el tren, y, sin embargo, voy bien. ¡Este placer de alejarse! Londres, Madrid, Ponferrada, tan lindos... para marcharse. Lo molesto es la llegada. Luego, el tren, al caminar, siempre nos hace soñar; y casi, casi olvidamos el jamelgo que montamos. ¡Oh, el pollino que sabe bien el camino! ¿Dónde estamos? ¿Dónde todos nos bajamos? ¡Frente a mí va una monjita tan bonita! Tiene esa expresión serena que a la pena da una esperanza infinita. Y yo pienso: Tú eres buena; porque diste tus amores a Jesús; porque no quieres ser madre de pecadores. Mas tú eres maternal, bendita entre las mujeres, madrecita virginal. Algo en tu rostro es divino bajo tus cofias de lino. Tus mejillas -esas rosas amarillas- fueron rosadas, y, luego, ardió en tus entrañas fuego; y hoy, esposa de la Cruz, ya eres luz, y sólo luz... ¡Todas las mujeres bellas fueran, como tú, doncellas en un convento a encerrarse!... ¡Y la niña que yo quiero, ay, preferirá casarse con un mocito barbero! El tren camina y camina, y la máquina resuella, y tose con tos ferina. ¡Vamos en una centella!
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El tren
*My poisonous love - A poetic soul The modification of puckish heart- A cold - blooded bowl full of your deviant love stirred with the taste of your strawberry lips , I howl Real night comes along midnight tranquility I hear the echoes of yous, Oh cold - Breeze drives me to your enthral heart making me lost inside you; 'bout your spellbind heat... .. resided to your deepen love belonged to mine With night, you undress your flowery spirit for me, A sly I rolled up the whole drooling persona of yours with... in the blanket like a heart seems to be hooked up with its every salacious beat, ~ Oh My French romance & your Italian love so Italic ~ Habibi, I sing you a lullaby Like a God blessing the whole heart, deeply The game's made to be over, but not my love, sweetly Sanorita, Maria, Bri-bee, hey, Nina bonita, oh honey-bee whatever your name is; wherever you reside to, my spirit needs you completely.*
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Mar 12, 2015
Mar 12, 2015 at 2:16 PM UTC
French Romance - The Italic Love
¡Y pensar que pudimos no habernos conocido! ¿No meditas cuán buena nuestra fortuna ha sido para que al fin estemos uno del otro al lado, para que seas mía, para ser yo tu amado? «El uno para el otro nacimos...» Así dices. Pero ¡qué coincidencias para ser tan felices! Antes de que en la vida, con un amor profundo, la suerte unido hubiera tu corazón al mío -siendo el tiempo tan largo, siendo tan grande el mundo-; vivimos separados, solos, con hondo hastío… ¡Y pudimos entonces, por capricho del hado, en el haz de la tierra no habernos encontrado! ¿No has pensado, en el arduo sendero recorrido, en los peligros graves y azares que ha corrido nuestra dicha -esa dicha, manantial de ilusiones, que el mundo entero ahora nos hace ver hermoso- cuando el uno hacia el otro, con poder misterioso, gravitaban callados nuestros dos corazones? ¿No sabes que ese viaje no tenía certeza, el viaje hacia una noche por mí no presentida, de que un capricho apenas o un dolor de cabeza han podido apartarnos para siempre en la vida? Nunca te había dicho, ¡cosa muy rara!, que cuando por vez primera te vi, no me fijé en que eras tú bonita; lo digo francamente: te miré aquella noche con aire indiferente. Con su risa, tu amiga mi tedio distraía; fue más tarde cuando ambos cruzamos la mirada, y si algo sentí entonces que hacia ti me atraía, tú no lo comprendiste… Mas no me atreví a nada. Si esa noche tu madre te hubiera conducido más temprano a su casa, ¿qué habría sucedido? ¿Y si el rubor no hubiera de pronto, cuando el manto te coloqué en los hombros, a tu rostro subido? Porque ésa fue la causa de todo lo ocurrido. Aquella noche, aquélla de inolvidable encanto, un retardo cualquiera, cualquier inconveniente que en ese viaje hubiera surgido de repente, esta embriaguez de ahora ninguno sentiría, ni este placer sin nombre que absorbe nuestra mente. En mi alma, que es otra, tu amor no existiría, ¡y tu vida, en mi vida nada… nada sería! Corazoncito mío, que me apartas lo triste de la vida, y alegras con luz mi porvenir… Pienso en aquellos días cuando enferma estuviste y creíamos todos que te ibas a morir.
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Casualidad
¡Y pensar que pudimos no habernos conocido! ¿No meditas cuán buena nuestra fortuna ha sido para que al fin estemos uno del otro al lado, para que seas mía, para ser yo tu amado? «El uno para el otro nacimos...» Así dices. Pero ¡qué coincidencias para ser tan felices! Antes de que en la vida, con un amor profundo, la suerte unido hubiera tu corazón al mío -siendo el tiempo tan largo, siendo tan grande el mundo-; vivimos separados, solos, con hondo hastío… ¡Y pudimos entonces, por capricho del hado, en el haz de la tierra no habernos encontrado! ¿No has pensado, en el arduo sendero recorrido, en los peligros graves y azares que ha corrido nuestra dicha -esa dicha, manantial de ilusiones, que el mundo entero ahora nos hace ver hermoso- cuando el uno hacia el otro, con poder misterioso, gravitaban callados nuestros dos corazones? ¿No sabes que ese viaje no tenía certeza, el viaje hacia una noche por mí no presentida, de que un capricho apenas o un dolor de cabeza han podido apartarnos para siempre en la vida? Nunca te había dicho, ¡cosa muy rara!, que cuando por vez primera te vi, no me fijé en que eras tú bonita; lo digo francamente: te miré aquella noche con aire indiferente. Con su risa, tu amiga mi tedio distraía; fue más tarde cuando ambos cruzamos la mirada, y si algo sentí entonces que hacia ti me atraía, tú no lo comprendiste… Mas no me atreví a nada. Si esa noche tu madre te hubiera conducido más temprano a su casa, ¿qué habría sucedido? ¿Y si el rubor no hubiera de pronto, cuando el manto te coloqué en los hombros, a tu rostro subido? Porque ésa fue la causa de todo lo ocurrido. Aquella noche, aquélla de inolvidable encanto, un retardo cualquiera, cualquier inconveniente que en ese viaje hubiera surgido de repente, esta embriaguez de ahora ninguno sentiría, ni este placer sin nombre que absorbe nuestra mente. En mi alma, que es otra, tu amor no existiría, ¡y tu vida, en mi vida nada… nada sería! Corazoncito mío, que me apartas lo triste de la vida, y alegras con luz mi porvenir… Pienso en aquellos días cuando enferma estuviste y creíamos todos que te ibas a morir.
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Al pie de tu cadáver sólo llora tu hija. Nadie te pone amor, ni flores, ni recuerdos. Desnuda estás, y sola, entre cuatro paredes altas, altas y solas, sin penas y sin duelos. Ni una silla siquiera, ni un banco en que la gente si llegara a mirarte se sentara en silencio. Arden las cuatro velas y arden las paredes con una llama fría, un apagado incendio. El hospital es tierno y son tiernas las manos que te han puesto bonita en tu vestido viejo. Tu nariz se adelgaza y tu blancura crece, se derrama en tu piel como un viento. Arañas, caen arañas del techo, caen cenizas, papeles, sombras, trapos, caen del cielo, rosas que Dios te tira, ángeles en pedazos, y sueños.
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La hermana rosa
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Luana; Tinha uma voz doce; Um cabelo ***** cumprido; Olhos de ressaca; Ficava bonita até de batom rosa; (Odeio, batom rosa). Mas melhor de tudo; Foi a mulher mais linda; Que eu já vi na vida. Ela não cabe em um livro; Ela está nos menores frascos; Até porque, Neles estão os melhores perfumes. E como diz aquele velho ditado: ''Secretárias são sensacionais''. Mas eu, [Tenho esse erro; De me apaixonar todo dia; Sempre pela pessoa errada].
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Aug 23, 2017
Aug 23, 2017 at 2:20 PM UTC
Morena dos Olhos de Ressaca
I remember My having been in Florida then In the mornings My Coffee with grapefruit On Bonita Beach, Or was it on Bonita island; Richard Marx singing us to sleep. The Veranda and audible waves hitting shore Rock Hudson movie idol Swimming pool. Bio Best seller, That year.
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Mar 18, 2019
Mar 18, 2019 at 4:25 PM UTC
Florida Maid
Yo florezco en la salida de sol. En la mañana: La luz de tus ojos cafés son como el rocío del césped en la tierra fertil y suave. Cuando me despierto en la luz, veo tu cara bonita-- pacífica, encantadora. Cuando tu despiertas, y abres tus ojos, yo florezco en tu salida de sol. Translation: I blossom in the sunrise. In the morning: The light of your brown eyes is like the dew on the grass in the rich and soft earth. When I wake up in the light, I see your pretty face-- peaceful, lovely. When you wake up, and open your eyes, I blossom in your sunrise.
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Jan 11, 2016
Jan 11, 2016 at 3:29 PM UTC
Salida de Sol
Pequeno sonho, pequeno voo, todo aquele que morre, Pouco depois de nascer, vazio de esperança e vontade, Sentido e crescido, perdido de forte abraço com a vida, Palavra bonita se esvanece ou fortalece por ser forte! Nesse pequeno engenho de transporte ao lado diferente, Cheio de razões quarentes para poder apertar de imediato, Aconchegando a mim e partir junto com ele nesse momento! Novo ou velho está vivo e não é hora de para já desistir! A lata ferrugenta desse transporte de viagem ardente, Não é o problema da morte do profundo sonho, É falta de animo e falta de querer que ele viva, É esperança perdida e tempo de te moldar verdadeiramente! Estudando manuais bizarros de situações de vida vivida, Facilmente encontro o molde de concerto desse engenho, Esquecido e embevecido em memórias aventureiras, Que em tempo servira para viagens contadas lisonjeiras. Chegou a hora de pintar o espaço envolvente onde durmo, Criar uma família, constituída por mim um peixe e um pássaro, Porque hoje não há tempo a perder para coisas de verdade, De verdade mesmo sou, eu, esse peixe e esse pássaro! Autor: António Benigno Dedicado ao tempo, à viagem e ao rumo da verdade!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:59 AM UTC
Sai agora
May be I missed something… Sitting lonely by the fireplace, in the rocking chair, just like the one he always wanted to have since childhood, and to sit just like that with such a serious face… thinking really widely and broadly about own… like Sherlock or Epicur… and with a glass of Merlot.. In the whole house just crackling of the fire and hissing of the conditioner… May be I missed something.. Said he, but now out loud to himself… Something started vibrating, flashing with an idle melody through the dark silence of the house… - Да.. answered he, in hope that it is some of the “close” people that remembered him in the New Years Eve.. - Hola! Puedo hablar a Sr. Miguel. Esta en el casa ahora? - -Discúlpeme, está equivocado el número, señiorita… - -Lo siento… And she hang up the phone… wrong number… She needed somebody called Miguel… hmm.. I should’ve said that I was Miguel. Then, shoud've reserved the table in a restaurant and asked her out… And when she woudn’t meet Miguel there, just before she starts leaving, accost her and tell: -Hola, Senioritta. Me llamo Roberto. Esta muy bonita y estoy solo esta noche. Quiere beber algo comigo? You don’t have to wonder that people treat a woman with such beauty like that. You’re not first, you’re not the last… And she responded: -Gracias y Mucho gusto Roberto. Me encantaria… And then with projectors and street lights through bars and clubs until the dawn… and then it’s not lonely and very hot in your bed… and in the morning, a little bit ill and tired you ask her: -Como te llamas? -Maria… That would be the last word you would hear from her.. and she gets dressed and gone, gone… You’re lonely again.. inside just the fantasies and at front of you their reflections on the burning down fire…
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Mar 22, 2010
Mar 22, 2010 at 8:29 PM UTC
Maria
May be I missed something… Sitting lonely by the fireplace, in the rocking chair, just like the one he always wanted to have since childhood, and to sit just like that with such a serious face… thinking really widely and broadly about own… like Sherlock or Epicur… and with a glass of Merlot.. In the whole house just crackling of the fire and hissing of the conditioner… May be I missed something.. Said he, but now out loud to himself… Something started vibrating, flashing with an idle melody through the dark silence of the house… - Да.. answered he, in hope that it is some of the “close” people that remembered him in the New Years Eve.. - Hola! Puedo hablar a Sr. Miguel. Esta en el casa ahora? - -Discúlpeme, está equivocado el número, señiorita… - -Lo siento… And she hang up the phone… wrong number… She needed somebody called Miguel… hmm.. I should’ve said that I was Miguel. Then, shoud've reserved the table in a restaurant and asked her out… And when she woudn’t meet Miguel there, just before she starts leaving, accost her and tell: -Hola, Senioritta. Me llamo Roberto. Esta muy bonita y estoy solo esta noche. Quiere beber algo comigo? You don’t have to wonder that people treat a woman with such beauty like that. You’re not first, you’re not the last… And she responded: -Gracias y Mucho gusto Roberto. Me encantaria… And then with projectors and street lights through bars and clubs until the dawn… and then it’s not lonely and very hot in your bed… and in the morning, a little bit ill and tired you ask her: -Como te llamas? -Maria… That would be the last word you would hear from her.. and she gets dressed and gone, gone… You’re lonely again.. inside just the fantasies and at front of you their reflections on the burning down fire…
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que bonita es la soledad contigo sin necesidad de tener nada mas que unas bocinas y dos CDs pasamos horas enteras queriéndonos, aprendiéndonos, mirándonos… no faltaba ni sobraba nada, cada suspiro en su lugar, y cada beso sin estorbar. y al ritmo de una guitarra melancólica, tu respiración competía con el latido de tu corazón, ahí, sobre mi vientre, y retumbaba de mi ombligo hasta las puntas de los dedos.
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Jan 8, 2013
Jan 8, 2013 at 12:44 AM UTC
tarde de soledad contigo
O amor em Paris O sol põe-se no Horizonte, Eu bebo água em fresca fonte, Eu com amor e leve doçura, Ando á tua procura. As pessoas transformam situações, Mudam-se caras e até corações. Neste mundo que tanto se labuta, Se ama quem nos escuta. Viver a vida como um existencialista, Ser poeta, sentir amor, ser fadista. Ter uma saudade que nos gratifica, Ter amor, que coisa bonita…! Por amor estou em Paris, Sou alegre e feliz, A felicidade é sempre plena, Quando se está com quem se ama. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 4:39 PM UTC
O amor em Paris