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"savana" poems
Dorme la corriera dorme la farfalla dormono le mucche nella stalla il cane nel canile il ***** nel bimbile il fuco nel fucile e nella notte nera dorme la pula dentro la pantera dormono i rappresentanti nei motel dell'Esso dormono negli Hilton i cantanti di successo dorme il barbone dorme il vagone dorme il contino nel baldacchino dorme a Betlemme Gesù bambino un po' di paglia come cuscino dorme Pilato tutto agitato dorme il bufalo nella savana e dorme il verme nella banana dorme il rondone nel campanile russa la seppia sul'arenile dorme il maiale all'Hotel Nazionale e sull'amaca sta la lumaca addormentata dorme la mamma dorme il figlio dorme la lepre dorme il coniglio e sotto i camion nelle autostazioni dormono stretti i copertoni dormono i monti dormono i mari dorme quel porco di Scandellari che m'ha rubato la mia Liù per cui io solo porcamadonna non dormo più.
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Dormi, Liù
Hippie #73, she walks like the leopard in the savana of San Francisco, the blonde peacock on the jungle throne Hippie #73, a product but a voice, with wings and some uncut claws Hippie #73, A nymph and a marcher, with a paintbrush and a posterboard Hippie #73, originality is wavy like the rainbow sky, but the lights are bright in the raindrop's shadow
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May 31, 2016
May 31, 2016 at 10:56 PM UTC
Hippie # 73
Geografia I Quando a Vila Jaiara era do mundo O centro vital; se mais longe houvesse, Lá chegara, aos saltos, de susto tomado Em mim mesmo; silente rezava o missal. Corria pelos campos – a savana, cerrado. O medo do sistema heliocêntrico Ainda não perdera: o medo de ser Só. Eu vivia com meus irmãos e irmãs – Éramos uma centena de bichinhos Em torno de nossa mãe adotada, A quem chamávamos de Senhora. E em torno dela, tudo girava, girava... Os grandes mandavam-nos, sorrateiros, Andar pelo cerrado em busca de tudo: Gabirobas, cajuzinhos, goiabas ... Na Vila Jaiara havia tanta coisa mais. A casa de Helena; de deuses onde doces. Que à caminhada tornava clara para nós. Centro luminoso em que a ceia do Senhor. Não havia São Paulo ou Rio de Janeiro – No máximo: Belo Horizonte, Araxá Povoavam nossos sonhos. E talvez Ouro Preto e Divinópolis – Onde Dora reinava... - Goiânia, São Petersburgo e Tegucigalpa – só no Atlas. Anápolis era outra estória: a cidade, o comércio longe demais... Ali na Jaiara estava o centro de tudo e no centro de tudo o amor: Laíde Epifânia me nomeara “Maninho”. Naquele tempo, na nossa vila, não passava um rio. Mas havia a fábrica de tecidos, onde Jorge – Noivo de minha irmã – tecia a união e afeto E me ensinava a andar de bicicleta. Do Vietnã,  só soube no ginásio. ./.
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Feb 7, 2016
Feb 7, 2016 at 5:28 PM UTC
Geography I
The gloominess of being The look of a starring cat Contemplating the dry flora Of a fulminated summer A savana of open windows With the right solitude A new place Lagoon of vanity fireflies Solar moons Golden chants Reflected beings On mirror nights Clairvoyance Grounded antithesis Alive uncertenties Muttering winds Past deaths Light matter Shapes the landscape of a mother's body Feline nights wake up twillingts transforming the tedious mornings of the beggining of the soul's statue.
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Mar 10, 2016
Mar 10, 2016 at 7:14 PM UTC
A new place
eyes, like i've seen before chick, from the puffy world lips, only sakura can tell smile, freeze me every single second sound, find it in savana ..... i've been searching this for whole time how stupid am i?... no, how lucky i'm it is you this whole time From : your secret fans To : my sweetest thing
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Feb 18, 2018
Feb 18, 2018 at 9:50 PM UTC
Just Letter