"dera" poems
Historia de mujeres en grupo que se matan cargándose de la risa porque saben que hay algo más especial.
Kumiko, era pelirroja ansiana de 76 años con ojos verdes, tenía elegancia al caminar en su casa de madera, y era extraordinaria al hacer te sencha traído de un horizonte. Kumiko tenía nueve hijos, una mama llamada Dera, que tenía 98 años y se relacionaban muy bien, más que amigas. Un día se enamoraron las dos de una niña caminando por el parque las hizo mal pensar que la historia no varía, se entrega y se apasiona. Que sería de la elegancia? Porque se murió la elegancia en los ciencuenta, que le paso a las actrizes cuando los ojos ya no lloran, cuando acaban de matar a los gatos en Haití y los amantes de Cortázar se mueven en su cuento. Si conocéis esa historia eres Sancho y el es más chistoso que el. El hombre de la Triste Figura es serio, como un árbol sin nombre o la Pampa sin lluvia.
Jun 8, 2014
Jun 8, 2014 at 4:01 PM UTC
دل میں بس تجھ کو بسا رکھا ہے
لب پے بس تجھ کو سجا رکھا ہے
دیکھ آ دل کے میکدے میں کبھی
درد ہی درد چھپا رکھا ہے
مجھ کو ویرانیاں ہی بھاتی ہیں
دشت میں ڈیرہ لگا رکھا ہے
بے ثباتی سے واسطہ ہے مرا
ریت کا گھر بھی بنا رکھا ہے
عشق کے رستہ پر خار پے بھی
بوجھ تیرا ہی اٹھا رکھا ہے
آج خود اپنے لہو سے ارسل
بزم میں دیپ جلا رکھا ہے
Ghazal
Dil main bas tujh ko basa Rakha ha
Lab pe bas tujh ko saja Rakha ha
Dekh aa Dil Ke maikaday main Kabhi
Dard hi dard chupa Rakha ha
Mujh ko veeraniyan hi bhaati Hain
Dasht main dera Laga Rakha ha
Bay sabati se waasta ha Mera
Rait ka Ghar BHI bana Rakha ha
Ishq ke Rasta e pur khaar pe BHI
Bojh tera hi utha rakha ha
Aaj khud apnay lahoo se ARSAL
Bazm main deep jala Rakha ha
Jul 22, 2020
Jul 22, 2020 at 2:13 PM UTC
Todas as cartas de amor são - Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem - Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras - Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser - Ridículas.
Mas, afinal, - Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor - É que são - Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia - Sem dar por isso
Cartas de amor - Ridículas.
A verdade é que hoje - As minhas memórias
Dessas cartas de amor - É que são
Ridículas.
*(Todas as palavras esdrúxulas - Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente - Ridículas.)*
Fernando Pessoa
May 31, 2015
May 31, 2015 at 10:02 AM UTC
Like a scent of a rose in the morning dew,and as soon as I am awake my day starts only when I see you,usijali dear,mi husema we wangu milele so usiwai tense nitakuwa na wewe mpaka I.C.U,vile we hucoat my life na happiness...mi hufeel sawa adi kuliko maziwa mala,mi hufeel comfortable ka mguu ya masaai ndani ya akala,mi hufeel ata kama si kufanana basi tufaana,na juu si huwa tumependana nipromise hatutakuja kuagana,figure ndani ya dera assurance nitafute nini kwa akina vera,mpenzi,kama kupendana kwetu si kibahati...basi usiwai taka tusort out issues na ugomvi,kama ulimi na mate endelea kuwet my days na smiles za dunia ingine,usiwai danganywa na rangi ya thao ngiri haijawai kuwa cute,from today mi ntakuwa nakuita Mary ndio nikipropose iwe,"Mary will you marry me",
#umeamka aje?
love_poet
-P€TT¥PO€T
©2020
Jun 19, 2020
Jun 19, 2020 at 2:59 AM UTC
Hoje fui no medico
E fui diagnosticado
Ele falou abismado
Você está com o coração quebrado!
Quem me dera que isso fosse tudo
Porque ele me disse ainda um pouco acanhado
Que graças a minha aptidão poética
O meu apego ao passado
E sentimentalismo exagerado
Eu vou sofrer muitas mais nessa paixão que há muito já é passado
Dec 4, 2015
Dec 4, 2015 at 9:22 AM UTC
I ran to Kiyomizu-dera in the rain
To get good luck in love
I was lost in a storm
and left alone without a blessing
But your love
the love of painful nights in tears
held together
Love like wildfire
burning away all fear
Travelled
to find me
buried underneath three black stones
You plucked me out of concrete and rock
No storms are here
No storms can find me
Jun 10, 2019
Jun 10, 2019 at 6:05 PM UTC
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°
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"""
after
much
reflective consi-
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dera•
tion,
may
I be•
seech
hell•o
poetry
to reactivate
my account○
thank you kindly
you are much
~☺appreciated☺~
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Oct 6, 2015
Oct 6, 2015 at 8:08 AM UTC
Na colina sobranceira de tua casa, aí me encontro. Eu, o vento, que geme na negra noite. Mesmo junto a ti, tu não me vês, e é onde passo o dia-a-dia. Esse teu trágico olhar, a olhar-me e sem me ver. Ai quem me dera ser como tu, para me poderes ver, e para te poder murmurar a mais suave das palavras, "AMO-TE".
Jul 8, 2014
Jul 8, 2014 at 4:53 PM UTC
O cotidiano tem me afetado como nunca.
Nesses últimos 23 anos de existência,
Eu nunca tinha atingido o ponto de saturação máxima.
Porém hoje, eis me aqui.
Sofrendo pelo futuro,
Chorando pelo passado.
Revendo todos os meus atos,
Os mínimos detalhes...
E querendo mudar o que não pode ser mudado.
Porque o ser humano é tão complicado.
Quem dera eu, viver num cotidiano robotizado.
Sabendo o que fazer a cada segundo.
Com a respiração contada...
Parece escravidão?!
Mas e esse meu cotidiano não é,
Um tipo diferente talvez,
e digo talvez.
Grafe bem o talvez.
Porque a existência nestes últimos tempos,
Tem se tornado tão pesada,
Que ser cotidiana já não me basta.
Aug 15, 2017
Aug 15, 2017 at 10:23 AM UTC
O que tenho passado
E o que tenho vivido
Não dá pra saber
Não serão esses versos
Que irão te dizer
Nem o feed perfeito
Nem a conversa na rua
Poderão expressar
As coisas que sinto
O que eu tenho vivido
É tudo tão subjetivo
Não há nada de poético
No simples cotidiano
No adiar o viver
E apenas sobreviver
Idealizando que um dia
Quem sabe eu poderia
Ter a vida perfeita
Com a família perfeita
As mensagens perfeitas
Pra responder
É tudo subjetivo
No abismo da poesia
Eu hei de me perder
E quem dera que por um dia
Eu pare com toda essa agonia
E aprenda apenas a ser
Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 10:20 PM UTC
Foi cedo na vida que o meu livro de mágoas se abriu.
(Entendi-o desde nova pois senti-o.)
Um livro manchado pelo sangue da batalha,
Páginas carregadas de calafrios…
Ainda hoje me correm e ecoam no corpo.
(O som do ferro ainda me causa insónias.)
E o abandono…
Esse sempre o meu maior medo,
Cortou-me como uma espada a vida toda.
(Nunca o gritei…pelo menos em voz alta.)
Ferida, pelas entrelinhas o fui escrevendo.
(Nunca com tinta…sempre mascarado na dor das palavras.)
Marcado em mim desde o início.
(Nunca na pele…sempre uma ferida interna bem escondida
na alma.)
A Morte…
Essa parece chegar rapidamente
Para as almas incompreendidas.
(Mas calma, eu entendi.)
Choraste sem saber porquê…
Passaste e ninguém te viu…
Mas agora renasces com uma visão que eu sonhei.
E eu, que nunca te encontrei,
Vi-te encarnada em mim.
Quem me dera que tivesses vivido tempo suficiente, Florbela.
Só para que eu te tivesse desvendado o segredo da vida.
(Neste mundo não eras a única que andava perdida.)
(O segredo é que andamos todos.)
Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:25 PM UTC