"sangrar" poems
This might not be deep enough for you, but I still need to tell you.
You have the lips of a goddess and I long to kiss them
And I want you to know
I hear you, that quiet shudder you make as you feel my breath on your neck
I see you, clenching your teeth as my fingers delicately dance on precious skin
I feel you, one hand on the side of the bed, the other reaching and holding on for dear life to my chest.
If you only knew how much I wanted you.
I want to make love to you like I have OCD- I won't stop until it's perfect.
I want to make love to you like I'm in love with you
I want to make love to you like you are my best friend
I want to make love to you like we were complete strangers, who met each other for the first time at some random college party in the Caribbean
But we thought to ourselves, **** I will die an unhappy person if I don't make love to you".
And maybe I'm wrong for that
But tell me why every time I close my eyes, it is your hands I feel in my back; your inarticulate moans starting to sound like A Love Supreme and My Favorite Things.
Let me kiss you at the sixteenth minute and fifty-two second mark of Around the Midnight.
I want to take in every inch of your body, savor the taste of the gourmet that is your back, your neck and your la belle chatte.
Vamos a la mierda y ver como el ciedo de la noche empieza a sangrar la luz del sol.
And wake in the morning thinking every night with you is a love story worth telling the world.
So I am.
Physical *********** that results in spiritual exultation is what we share.
I want you in ways my mind can't tell my mouth what to say, that's why every time before we make love, I tend to stare at you first.
Engulfing the structure of your body and envisioning the ways I shall go about pleasing it.
My bedroom walls, the floor, the bed, everything else becomes glass when I'm inside you.
We become the solstice to each other's world
Time turns into the finest Egyptian velvet that envelops us.
I hear Nefertari's screams of fulfillment every time I go deeper into the story.
You are the definition of a Beautiful Companion, so let me be your pharaoh.
The ****** omniscience of you is what I desire
So I humbly ask you, to give it to me, slowly
For every second I have with you is **** near perfect
It's Euphoric.
-SFJ
Jan 5, 2015
Jan 5, 2015 at 10:52 PM UTC
for I shalt always love her, mine Spanish queen of mine, though now she verily hates me, I guess I can't change time, I just wanted her to be happy, so I let her free, she couldn't even be mine friend, she left me dry to bleed, though I'll still miss her, mi amour' of this life, I hope she'll come back one day, to make everything alright, so fly freebird, though I know its me thou shalt not forget, thou canst block me, delete me from thy many texts, but forget me not thou won't, as I know I'm thy only king, maby thou shalt come back someday, wherein again for thou I'll sing!!! ); ( English version)
Spanish version:
porque yo siempre serás su amor, mina de la reina española mío, aunque ahora ella verdaderamente me odia, me supongo que no puedo cambiar el tiempo, sólo quería que fuera feliz, así que la dejé libre, ni siquiera podía ser mío amiga, ella me dejó seco a sangrar, aunque yo todavía la extraño, mi amour 'de esta vida, espero que ella va a volver un día, para hacer todo bien, así que vuela freebird, aunque sé que soy yo serás No lo olvides, tú puedes bloquearme, me eliminar de tus muchos textos, pero no me olvides tú no, que yo sé que soy tu único rey, maby has de volver algún día, en el que una vez más, porque tú Voy a cantar! !! );; );;;
Jun 14, 2015
Jun 14, 2015 at 7:44 AM UTC
Siempre cojo y voy por los que quiero y no lo que necesito
Ahora el bombeo de amor en mi corazón hace sangrar
Así que el bebé no me hagas que tu resistencia
Ima necesito que me haces tu existencia
No puedo creer que me dejaras hablar en mi propia terapia
Y ahora no tengo la paciencia para estas perras que se encuentren actuando de dudoso
Dijiste que no podías confiar en tu corazón
¿Es becuz de alguien nuevo o cuando nos fuimos aparte
Presa por lo que esta es la forma en que terminamos ... No podemos hablar de esto
Ahora, cuando se ve con otra persona ..... ¿Debo sentirme asqueado
Catch me jodidos demonios describo como Angels
Y dicen que el amor es una batalla secreta pero eso es el tipo de amor no me guardar para mí
Jan 29, 2014
Jan 29, 2014 at 3:39 AM UTC
suas palavras me dão espasmos
o jeito que você canta feito um gatinho miando
seus olhos me cercando por todos os lados
sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio
atingindo-me no meio do peito feito uma lança
que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo
sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar
que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro
e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz
querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais
toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
Marinheiro, marinheiro
Você perdeu sua âncora
Você perdeu seu atlas
Marinheiro, marinheiro
Você matou seus companheiros
E não há lugar em terra para você
Marinheiro, marinheiro
Te disseram para nunca mais voltar
Te mandaram parar de respirar
Marinheiro, marinheiro
E toda dor que você sentiu?
Você perdeu seu coração?
Marinheiro, marinheiro
Eles te odeiam
Você é a própria morte, dizem eles
Marinheiro, marinheiro
O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz?
Seus fantasmas ainda o perseguem?
Marinheiro, marinheiro
Você perdeu o receio daquele barco?
O velho barco quebrado que é você
Marinheiro, marinheiro
Você sentiu o cheiro de casa?
Seus companheiros estão em terra
Marinheiro, marinheiro
Como você navega pelo desfiladeiro?
Como você luta com o desespero?
Marinheiro, marinheiro
Eu achei sua âncora e seu atlas
Mas eles pertencem a outro senhor
Marinheiro, marinheiro
Você desistiu do seu destino?
Você abandonou sua tripulação
Marinheiro, marinheiro
Onde será seu enterro?
Porque você está morto afinal
Marinheiro, marinheiro
Se eu disser que te odeio
Pois você abandonou sua tripulação?
Marinheiro, marinheiro
Você me responderia
Se eu dissesse que te odeio?
Marinheiro, marinheiro
Se você está morto afinal
Porque eu sou um fantasma?
Marinheiro, marinheiro
Onde seu coração está?
Porque eu não quero mais sofrer
Marinheiro, marinheiro
Quem é você afinal?
Porque eu sou um espectro de quem você foi
Marinheiro, marinheiro
Se eu matar meus companheiros
E abandonar a tripulação
Marinheiro, marinheiro
Eu vou ser livre do desespero?
A escuridão vai me abandonar?
Marinheiro, marinheiro
Por que eu sou tão triste
Se sou um fantasma solitário?
Marinheiro, marinheiro
Eles dizem que você é o pior
Aquele que nunca deveria ter existido
Marinheiro, marinheiro
O que isso diz sobre mim?
Se você, afinal, não tivesse nascido
Como eu poderia estar aqui?
Marinheiro, marinheiro
Se você recuperar sua âncora e seu atlas
Se você recuperar sua tripulação
Você me aceita?
Marinheiro, marinheiro
Se você estiver vivo afinal
Você me empresta seu nome?
Porque eu estou cansado de sofrer
Marinheiro, marinheiro
Se eu for seu herdeiro
Você me deixa navegar naquele velho barco?
Marinheiro, marinheiro
Você me deixa ser a própria morte?
Porque eu não quero mais sofrer.
Marinheiro, marinheiro
Você permite que eu seja apenas um fantasma
Vagando sem rumo pela escuridão?
Marinheiro, marinheiro
Você permite que eu me mate
Para não fazer mais ninguém sofrer?
Marinheiro, marinheiro
Por que tudo mudou?
Era mais fácil quando todos éramos sonhadores
Marinheiro, marinheiro
Eu quero ser novamente um marinheiro
Para que eu sinta o cheiro de casa
Marinheiro, marinheiro
Se eu não sou mais marinheiro
Eu posso abandonar o barco?
Marinheiro, marinheiro
Eu quero abraçar o mar
Marinheiro, marinheiro
Eu quero sangrar com o mar.
Marinheiro, marinheiro
Eu quero entender por inteiro
Por que eu deixei de ser marinheiro
Marinheiro marinheiro
Eu vou virar seu companheiro
Vamos estar mortos afinal.
Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Muévese el verso dentro de mí,
Buscando dónde escapar.
Cuando pienso que me piensas,
Mi lápiz empieza a sangrar:
Hemorragia rimas,
Escupe poesías,
Tose canciones…
Porque mueves mis emociones,
Mis pensamientos.
Decoras mis momentos;
Mi corazón deja de palpitar
Y mi lápiz comienza a sangrar…
Tatúa el papel,
Con los colores de tu mirada,
Asi, perfecta, despeinada.
Sangra mi lápiz,
Haciendo mundos con mis versos,
Con palabras crean universos,
Y todo nace de tu sonreír.
Porque mueves mis emociones,
Mis pensamientos.
Decoras mis momentos;
Mi corazón deja de palpitar
Y mi lápiz comienza a sangrar…
Cobra vida propia,
la musa acopia,
Y se desborda sin parar…
Y mi lápiz comienza a sangrar.
Jul 12, 2017
Jul 12, 2017 at 11:53 AM UTC
Passeio por entre a névoa que me esfria a alma.
Sepulturas ladeiam meus passos.
Procuro-te na solidão fria da noite.
Teu corpo jaz sob a fria lápide.
Desejo o teu beijo mórbido e frio.
Abraça-me.
Vêm, envolve-me em teus braços.
Sentes o meu coração sangrar?
Em breve estaremos juntos.
Jul 25, 2014
Jul 25, 2014 at 6:20 AM UTC
Marinheiro, marinheiro
Você sente o chão cedendo aos seus pés?
Marinheiro, marinheiro
Você sente a fome da escuridão por você?
Marinheiro, marinheiro
Você sente seu coração quebrar e sangrar?
Marinheiro, marinheiro
Você sente as mortes que causou?
Marinheiro, marinheiro
Você sente o desespero engoli-lo?
Marinheiro, marinheiro
Você sente a própria morte?
Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:21 PM UTC
Alza, toro de España: levántate, despierta.
Despiértate del todo, toro de negra espuma,
que respiras la luz y rezumas la sombra,
y concentras los mares bajo tu piel cerrada.
Despiértate.
Despiértate del todo, que te veo dormido,
un pedazo del pecho y otro de la cabeza:
que aún no te has despertado como despierta un toro
cuando se le acomete con traiciones lobunas.
Levántate.
Resopla tu poder, despliega tu esqueleto,
enarbola tu frente con las rotundas hachas,
con las dos herramientas de asustar a los astros,
de amenazar al cielo con astas de tragedia.
Esgrímete.
Toro en la primavera más toro que otras veces,
en España más toro, toro, que en otras partes.
Más cálido que nunca, más volcánico, toro,
que irradias, que iluminas al fuego, yérguete.
Desencadénate.
Desencadena el raudo corazón que te orienta
por las plazas de España, sobre su astral arena.
A desollarte vivo vienen lobos y águilas
que han envidiado siempre tu hermosura de pueblo.
Yérguete.
No te van a castrar: no dejarás que llegue
hasta tus atributos de varón abundante
esa mano felina que pretende arrancártelos
de cuajo, impunemente: pataléalos, toro.
Víbrate.
No te van a absorber la sangre de riqueza,
no te arrebatarán los ojos minerales.
La piel donde recoge resplandor el lucero
no arrancarán del toro de torrencial mercurio.
Revuélvete.
Es como si quisieran arrancar la piel al sol,
al torrente la espuma con uña y picotazo.
No te van a castrar, poder tan masculino
que fecundas la piedra; no te van a castrar.
Truénate.
No retrocede el toro: no da un paso hacia atrás
si no es para escarbar sangre y furia en la arena,
unir todas sus fuerzas, y desde las pezuñas
abalanzarse luego con decisión de rayo.
Abalánzate.
Gran toro que en el bronce y en la piedra has mamado,
y en el granito fiero paciste la fiereza:
revuélvete en el alma de todos los que han visto
la luz primera en esta península ultrajada.
Revuélvete.
Partido en dos pedazos, este toro de siglos,
este toro que dentro de nosotros habita:
partido en dos mitades, con una mataría
y con la otra mitad moriría luchando.
Atorbellínate.
De la airada cabeza que fortalece el mundo,
del cuello como un bloque de titanes en marcha,
brotará la victoria como un ancho bramido
que hará sangrar al mármol y sonar a la arena.
Sálvate.
Despierta, toro: esgrime, desencadena, víbrate.
Levanta, toro: truena, toro, abalánzate.
Atorbellínate, toro: revuélvete.
Sálvate, denso toro de emoción y de España.
Sálvate.
573
Cuando volví a encontrarla después de tantos días,
Trémula, abandonando la mano entre las mías,
«¡Mírame!», dijo triste, presa de honda emoción.
¡Oh, cómo estaba pálida y mortalmente bella!
¡Cuál brillaban sus ojos!... Y al acercarme a ella
Sentí de amor y susto temblar su corazón.
Y miraba sus labios, otro tiempo rosados,
Y sus ojos azules, por la fiebre agrandados,
Sus ojos donde ardía celeste claridad.
Una sonrisa vaga sus labios entreabría,
Y con profundo acento de honda melancolía
Me dijo: «Cuán cambiada me encuentras. ¿No es verdad?»
Y al mirar su sonrisa, su faz enflaquecida,
Olvidé las torturas con que amargó mi vida,
Y todos sus crueles desvíos olvidé,
Y las ardientes lágrimas que derramé en la ausencia,
Cuando en sombrías noches, de horror y de demencia,
Al verme triste y solo cual réprobo grité.
¡Todo estaba olvidado, porque la vi tan triste,
Tan pálida y enferma!... ¿Qué corazón resiste
A la piedad? ¿Quién queda tranquilo ante el dolor?
Y la tomé en los brazos con loco desvarío,
Y la cubrí de besos y la llamé ¡bien mío!
Como en los bellos días de nuestro antiguo amor.
Y de esa hora triste en la quietud serena,
Cuando la luz celeste de aurora ultraterrena
En sus azules ojos veíase irradiar,
Comprendiendo, angustiada, que malgastó su vida,
Y de mi amor por ella ya tarde convencida,
«¡Si lo hubiera sabido!», dijo, y rompió a llorar.
«¡Si lo hubiera sabido!»... la palabra postrera
De toda vida... Y esa palabra tan sincera,
Que salió de tu alma -de tu amor expiación-,
Viene desde el pasado, viene siempre a mi vida,
A evocar tu recuerdo y a hacer sangrar la herida
De que no ha de curarse jamás mi corazón.
494
es curioso cómo
hablamos de amor propio
sólo cuando nos dejan de querer
sólo de vez en cuando
pienso para siempre en cuánto
nos cuesta querernos
cuando alguien más nos quiere
más si nos quiere mal,
mas si nos quiere bien
quizás nos contagie querer bien
pero no me termina de pasar
¿hay alguien que quiera bien
si nadie nunca nos quiso bien?
¿cómo querer aprender a querer
si es más fácil desentenderse
y desaparecer
cuando se pone complicado?
y abandonar, antes de
ser abandonado
despertarme absolutamente solo
porque queman los abrazos
y nunca dejo de pensar
en que todos van a irse en cuanto puedan
así que me anclo a cáscaras
dejo la cartera en la puerta
todas las ventanas abiertas
y me dejo querer, quizás
en cuotas de un mes, quizás
si tenés suerte, un poco más
y te digo absolutamente todo de mí
para no decirte nada
no preguntes si no querés darte cuenta
de que no hay nada para decir
o quizás sólo no me interesa que lo sepas
si sólo me interesa tu lengua
no me hace sangrar, pero casi
después de siglos sigo verde
con el cuello violeta sosteniendo tu cabeza
con tus manos en mis tetas
y yo pienso, guau,
quizás sí te quiera
pero re que no
porque no sabés quién soy
y no me interesa lo que sos
afuera de mi imaginario
y sabé que yo estoy siempre
pero nunca estoy
porque no me necesitás
si yo no te necesito
y lo que necesito no me lo podés dar
eventualmente voy a estar bien
voy a saberme conocer
y puede ser que un día te la presente
cuando nazca y tenga nombre
hasta ahora soy un cuerpo
y un conjunto de recuerdos
así que tratame como tal
y no esperes mucho más de mí
¿no es acaso
lo que todos somos en el fondo?
¿está mal no ser nada?
bts - buenas tardes soco
Apr 28, 2019
Apr 28, 2019 at 11:31 AM UTC
Pasó con su madre. ¡Qué rara belleza!
¡Qué rubios cabellos de trigo garzul!
¡Qué ritmo en el paso! ¡Qué innata realeza
de porte! ¡Qué formas bajo el fino tul...!
Pasó con su madre. Volvió la cabeza:
¡me clavó muy hondo su mirada azul!
Quedé como en éxtasis...
Con febril premura,
«¡Síguela!», gritaron cuerpo y alma al par.
...Pero tuve miedo de amar con locura,
de abrir mis heridas, que suelen sangrar,
¡y no obstante toda mi sed de ternura,
cerrando los ojos, la dejé pasar!
343
Quiero cortarme
y sangrar,
cortar de lado
mis preocupaciones y carencias.
Que la sangre fluya
y los arpones
floten.
Quiero sentir el suave abrazo
de la soga en mi cuello.
Mis ojos saliendo de sus
cuencas desoladas.
Ver la muerte buscarme
por primera vez ser recibido
sin pedirlo.
Quiero ver las lágrimas
sobre mi ataúd,
hartado de alegóricas flores
pretendiendo adornar
lo que un día fue
un muerto sin andar.
Quiero saltar
desde el piso veinte
de un edificio
y conocer el concreto
como nunca nadie
lo ha hecho
sé que no quiero vivir
en concreto.
Para finalizar,
antes del final,
quiero morir en el mar
de tus ojos derretidos, y terminar
en tus melancólicas clavículas.
Ahogado, ahorcado,
desangrado, olvidado.
Nov 20, 2017
Nov 20, 2017 at 11:27 PM UTC