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"corrente" poems
Nossa Senhora da Aparecida Na noite te pedi inspiração, Divulgar teu nome e devoção. As correntes do escravo Zacarias, Velas apagadas Tu acendias. A corrente to rio era muito forte, O menino Tu livraste da morte. Aqui em Castanheiro do Norte, Te pedimos pão e sorte. A fé em Deus, ele é amor, Olhai para as vinhas do Senhor, Ao Jorge e á D. Anita, Agradecemos a festa bonita. Victor Marques
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Nov 16, 2011
Nov 16, 2011 at 11:18 AM UTC
Nossa Senhora da Aparecida
O Amor Azul do mar que o amor sabe amar, Lua com magia purificadora, Estrela com imagem sedutora. Nuvens se envolvem em sentimento, Montanhas oferecem odor, Pureza do ribeiro sem corrente, Água cristalina para sempre, Amor perdido no tempo. Borboletas e flores com desejos, Quimeras e doces beijos. Quadro sem sentido de uma mulher, Um sorriso que alguém quer. Noites sonolentas ao abandono e sem pudor, Maltratam o amor… Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:36 PM UTC
O Amor
AMOR DE MULHER Azul do mar que o amor sabe amar, Lua com magia purificadora. Estrelas que brilham na subtileza do olhar, Nuvens brancas que envolvem sentimento. Carinhos que purificam a dor, Lençóis ao vento para secar. Ribeiro que corre sem corrente, Água cristalina, redentora. Amor para sempre…. Escrito nos olhos, na boca, Beijo que alguém quer, Flores abertas com desejos, Pintado o amor de mulher, Sem sentido ele impera, Aromas de uma quimera, Madrugada que se ignora, Mulher que não chora. Victor Marques
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Dec 9, 2011
Dec 9, 2011 at 8:37 AM UTC
Amor de Mulher
DESTINO QUE É DESTINO Antigos sonhos que se sonharam, Amores que passaram. Gotas de orvalho cristalino, Destino que é destino. Paixões turbulentas e calmas, Cavernas que já foram cavernas, Doenças que são grandes traumas, Destino e paz às almas. Sentimentos sem ter prazo, Comboios no cais do acaso, Saudades do tempo que passou, Destino daquilo que fui e sou. Avezinhas cantam belas melodias, Suaves com suas crias, Embalado na corrente do rio Tua que ainda corre, Destino meu que não morre… Alijó, 22 de Outubro de 1991 Victor Marques
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Jan 5, 2015
Jan 5, 2015 at 9:46 AM UTC
Destino que é Destino
Quando me levanto e olho a vidraça, Canta o galo empoleirado. Escuto o cantar do chão molhado Sem sono e com graça. Desde logo olho este desafio, De ser gratuito sem favor, Olho para corrente do rio, Tudo começa por amor. O percurso de um caminho, Louva tudo com o sorriso, Agradecer é sempre preciso, Nunca se vive sozinho. O universo é infinitamente bom, Estrelas com cor e som, Dou graças a tudo que conheço, O céu nesta vida sem qualquer preço. Victor Marques
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Nov 10, 2013
Nov 10, 2013 at 2:26 PM UTC
Gratidão
Passata è la tempesta: Odo augelli far festa, e la gallina, Tornata in su la via, Che ripete il suo verso. Ecco il sereno Rompe là da ponente, alla montagna; Sgombrasi la campagna, E chiaro nella valle il fiume appare. Ogni cor si rallegra, in ogni lato Risorge il romorio Torna il lavoro usato. L'artigiano a mirar l'umido cielo, Con l'opra in man, cantando, Fassi in su l'uscio; a prova Vien fuor la femminetta a còr dell'acqua Della novella piova; E l'erbaiuol rinnova Di sentiero in sentiero Il grido giornaliero. Ecco il Sol che ritorna, ecco sorride Per li poggi e le ville. Apre i balconi, Apre terrazzi e logge la famiglia: E, dalla via corrente, odi lontano Tintinnio di sonagli; il carro stride Del passeggier che il suo cammin ripiglia. Si rallegra ogni core. Sì dolce, sì gradita Quand'è, com'or, la vita? Quando con tanto amore L'uomo à suoi studi intende? O torna all'opre? O cosa nova imprende? Quando dè mali suoi men si ricorda? Piacer figlio d'affanno; Gioia vana, ch'è frutto Del passato timore, onde si scosse E paventò la morte Chi la vita abborria; Onde in lungo tormento, Fredde, tacite, smorte, Sudàr le genti e palpitàr, vedendo Mossi alle nostre offese Folgori, nembi e vento. O natura cortese, Son questi i doni tuoi, Questi i diletti sono Che tu porgi ai mortali. Uscir di pena È diletto fra noi. Pene tu spargi a larga mano; il duolo Spontaneo sorge e di piacer, quel tanto Che per mostro e miracolo talvolta Nasce d'affanno, è gran guadagno. Umana Prole cara agli eterni! Assai felice Se respirar ti lice D'alcun dolor: beata Se te d'ogni dolor morte risana.
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La quiete dopo la tempesta
Passata è la tempesta: Odo augelli far festa, e la gallina, Tornata in su la via, Che ripete il suo verso. Ecco il sereno Rompe là da ponente, alla montagna; Sgombrasi la campagna, E chiaro nella valle il fiume appare. Ogni cor si rallegra, in ogni lato Risorge il romorio Torna il lavoro usato. L'artigiano a mirar l'umido cielo, Con l'opra in man, cantando, Fassi in su l'uscio; a prova Vien fuor la femminetta a còr dell'acqua Della novella piova; E l'erbaiuol rinnova Di sentiero in sentiero Il grido giornaliero. Ecco il Sol che ritorna, ecco sorride Per li poggi e le ville. Apre i balconi, Apre terrazzi e logge la famiglia: E, dalla via corrente, odi lontano Tintinnio di sonagli; il carro stride Del passeggier che il suo cammin ripiglia. Si rallegra ogni core. Sì dolce, sì gradita Quand'è, com'or, la vita? Quando con tanto amore L'uomo à suoi studi intende? O torna all'opre? O cosa nova imprende? Quando dè mali suoi men si ricorda? Piacer figlio d'affanno; Gioia vana, ch'è frutto Del passato timore, onde si scosse E paventò la morte Chi la vita abborria; Onde in lungo tormento, Fredde, tacite, smorte, Sudàr le genti e palpitàr, vedendo Mossi alle nostre offese Folgori, nembi e vento. O natura cortese, Son questi i doni tuoi, Questi i diletti sono Che tu porgi ai mortali. Uscir di pena È diletto fra noi. Pene tu spargi a larga mano; il duolo Spontaneo sorge e di piacer, quel tanto Che per mostro e miracolo talvolta Nasce d'affanno, è gran guadagno. Umana Prole cara agli eterni! Assai felice Se respirar ti lice D'alcun dolor: beata Se te d'ogni dolor morte risana.
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Deixei a corrente romântica hoje, Meu querido. Essas flores, esse vinho, Já é tarde pra nós. Se lembra que eu disse, Que não ia durar? Não me julgue ****** Esse amor estúpido acabou. Bem a tempo d'eu embarcar, Numa nova história de amor.
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Aug 23, 2014
Aug 23, 2014 at 8:24 PM UTC
Nova história de amor
A tiazinha puxava o cão pela corrente A corrente era bem comprida A tiazinha vinha andando pela calçada O cão vinha pela avenida A tiazinha puxava forte a corrente Mas o carro veio logo em seguida
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Feb 24, 2017
Feb 24, 2017 at 4:28 PM UTC
Enquanto voltava para casa de bicicleta
Teria sempre água para todos beber, Correria por paixão sem saber, Seria rio, amor de bem querer, Água cristalinas que todos podem ver. Patinhos sem pressa molham suas penas, Pedrinhas grandes e pequenas. Areias desfeitas amedrontadas, Queria ser rio de ninfas e fadas. Teria mais cores laranja e verniz matizado , Seria rio sem inferno, nem pecado. As águas seriam sempre serenas, E seus afluentes açucenas. Queria ser rio muito abrangente, Sem causar inundações  de repente. Queria ser flor e também semente, Rio doce que ama sua gente. Queria ter moinhos para trigo moer, Rouxinóis ouvir ao amanhecer. Adormecer na noite suavemente, E acordar com sua corrente
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Aug 4, 2023
Aug 4, 2023 at 8:37 AM UTC
Queria ser como um rio
feiticeira irreal dança teatral rainha imoral amor carnal sonhos mórbidos desejos sórdidos mentes despidas cores garridas inspiração corrente dor crescente vida existente no seio do teu ventre
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Jul 16, 2015
Jul 16, 2015 at 5:12 AM UTC
Essência
E tu, ansiosa por te afogar, Foste apanhada na corrente Deste teu precioso mar. À superfície da água salgada, Onde te deixavas flutuar, Saíram das mais ínfimas profundezas Mil duzentos e sete braços Ansiosos por te abraçar. Envoltos num corpo inanimado, Não o deixaram recuar. Nunca mais deu à costa, Nem soube o que era respirar. Pois peso morto sempre naufraga E não há volta a dar. Mas há coisas que não têm peso E são mais difíceis de afundar... Descem, e logo voltam à tona   Como se estivessem a ressuscitar. Dizem que a mulher que lá entrou, Naquele tenebroso mar, Entrou criança   E foi feita sereia. Não sei o que lhes deu essa ideia, Talvez estejam obcecados com a mudança. Talvez pela forma como o seu corpo balança Por entre as ondas da maré cheia. Quem espera sempre alcança... Numa noite escura,   num silêncio de levar à loucura, Num céu envolto em trevas onde nem espreitava o luar... Avistaram uma sereia em pleno alto mar. Dizem que o seu canto, Simultaneamente belo e perigoso, Fazia qualquer homem desesperar. Como sou mulher, cética e descrente, Com olhar atento mas duvidoso, Nunca cheguei a acreditar.   Iludidos! Aqui está mais uma prova, Os homens são muito fáceis de enganar. Nem se aperceberam que eram gritos   Aquilo que se espalhava pelo ar, Os seus e o dela. O som do massacre com que ela os iria brindar. A única diferença é que os gritos da sereia Eram de puro prazer, E os gritos dos homens Eram de puro sofrer. A única diferença é que ela ia sobreviver, Para ver outro dia nascer,   Para ter mais uma história que escrever. Iludidos!   Não podem ver uma mulher que já não sabem pensar. E ela, inteligente, usa esse instinto contra eles,   para os convencer a mergulhar. Assim, num mar de tinta vermelha Habituara-se a sereia a nadar. A cada morte ria mais alto, “Tanta ignorância ali jaz a boiar”, E ria, como se os seus pulmões fossem estourar, Com uma ingenuidade encantadora   De quem não sabe que está a pecar. Dançava, louca e despreocupada, Por entre centenas de corpos desfeitos Que corriam na sua água, doce e salgada, Livre de amarras e preconceitos. Dizem que em noites de tempestade, Por entre o caos da trovoada, Ecoam os gritos de uma sereia Juntamente com a sua doce risada. “Não há homem neste mundo Capaz de me tocar Sem eu o petrificar. Ainda bem que os braços Que me envolveram, No fim de tudo, Foram os de uma deusa Chamada Mar”.
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Mar 12, 2022
Mar 12, 2022 at 8:55 AM UTC
Deusa do Mar
E tu, ansiosa por te afogar, Foste apanhada na corrente Deste teu precioso mar. À superfície da água salgada, Onde te deixavas flutuar, Saíram das mais ínfimas profundezas Mil duzentos e sete braços Ansiosos por te abraçar. Envoltos num corpo inanimado, Não o deixaram recuar. Nunca mais deu à costa, Nem soube o que era respirar. Pois peso morto sempre naufraga E não há volta a dar. Mas há coisas que não têm peso E são mais difíceis de afundar... Descem, e logo voltam à tona   Como se estivessem a ressuscitar. Dizem que a mulher que lá entrou, Naquele tenebroso mar, Entrou criança   E foi feita sereia. Não sei o que lhes deu essa ideia, Talvez estejam obcecados com a mudança. Talvez pela forma como o seu corpo balança Por entre as ondas da maré cheia. Quem espera sempre alcança... Numa noite escura,   num silêncio de levar à loucura, Num céu envolto em trevas onde nem espreitava o luar... Avistaram uma sereia em pleno alto mar. Dizem que o seu canto, Simultaneamente belo e perigoso, Fazia qualquer homem desesperar. Como sou mulher, cética e descrente, Com olhar atento mas duvidoso, Nunca cheguei a acreditar.   Iludidos! Aqui está mais uma prova, Os homens são muito fáceis de enganar. Nem se aperceberam que eram gritos   Aquilo que se espalhava pelo ar, Os seus e o dela. O som do massacre com que ela os iria brindar. A única diferença é que os gritos da sereia Eram de puro prazer, E os gritos dos homens Eram de puro sofrer. A única diferença é que ela ia sobreviver, Para ver outro dia nascer,   Para ter mais uma história que escrever. Iludidos!   Não podem ver uma mulher que já não sabem pensar. E ela, inteligente, usa esse instinto contra eles,   para os convencer a mergulhar. Assim, num mar de tinta vermelha Habituara-se a sereia a nadar. A cada morte ria mais alto, “Tanta ignorância ali jaz a boiar”, E ria, como se os seus pulmões fossem estourar, Com uma ingenuidade encantadora   De quem não sabe que está a pecar. Dançava, louca e despreocupada, Por entre centenas de corpos desfeitos Que corriam na sua água, doce e salgada, Livre de amarras e preconceitos. Dizem que em noites de tempestade, Por entre o caos da trovoada, Ecoam os gritos de uma sereia Juntamente com a sua doce risada. “Não há homem neste mundo Capaz de me tocar Sem eu o petrificar. Ainda bem que os braços Que me envolveram, No fim de tudo, Foram os de uma deusa Chamada Mar”.
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Com mais sangue nos nossos vasos, Lábios cheios e rosados, O coração quer bater mais forte, Por destino ou sorte. A voz tudo seduz, Parace ser tudo luz. Corrente sempre ligada, Vida bela e apaixonada. A distância um local incerto, O amor está sempre perto. Parece que existe música suave, Sorriso que nunca acabe. Os níveis altos de dopamina, Te ajudam e tudo anima. Se cria um desejo intenso, Ao toque do amor e do vento. Parece nascer flores nos caminhos , Ser se ave para fazer ninhos, Borboletas no estômago amolecem, Pétalas molhadas permanecem. Queremos a felicidade de alguém, Sem prejuízo do nosso bem. Anseiar pela presença desenfreada, Suspiro ao acordar com a madrugada. Victor Marques
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Jul 6, 2022
Jul 6, 2022 at 2:22 PM UTC
Quando amamos alguém
under this grey suburban sky thunders rolling as rocks and drums then silence in concrete transit spaces although wild beats inside our veins hunting scenes and escapes in vain taste of honey and salt on your teeth prey predators and carnival masks smiles dreams feasts fire tears running water silence and lightning remote storms gentle breeze essences and perfumes tobacco leather cinnamon and ashes smells of life and skin it's time to go home home where we will recall every flavor every hug every drop of dew every smile and every single tear their true meaning and we will ask ourselves why? why have we ever parted from our heart? ................ sotto questo grigio cielo suburbano tuoni che rotolano come pietre e tamburi poi silenzio in spazi di transito di asfalto e cemento anche se il selvatico batte nelle nostre vene scene di caccia e fughe invano sapore di miele e sale sui denti prede predatori e maschere di carnevale sorrisi sogni feste lacrime acqua corrente silenzio e fulmini tempeste remote e brezza leggera essenze e profumi tabacco cuoio cannella e cenere odori di vita e di pelle è ora di tornare a casa casa dove ricorderemo ogni sapore ogni abbraccio ogni goccia di rugiada ogni sorriso e ogni singola lacrima il loro vero significato e ci chiederemo perché? perché mai ci siamo separati dal nostro cuore?
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Sep 4, 2018
Sep 4, 2018 at 3:31 AM UTC
why have we ever parted from our heart?
Arregaço as mangas largas e ensopadas Do mar bravo que as molhou, Volto para a areia,onde o sol Aquece os grãos, E fez acelerar o passo De quem por lá andou. Todas as manhãs,o mar traz ao de cima Espuma,algas e saudade. Corto as mangas da minha velha camisa Para ver se a água gelada não me adoece, E desajeitado, cortei a vaidade. Agora só molho os meus magros braços, E ao olhar para o mar vejo-te atrás de mim, A tentar puxar-me para a areia porque Na água, somos o espelho da saudade e de quem morre ao não saber pôr um fim. Resisto como resistem as pernas de um pescador na corrente do mar, Mas aflito e sem forças afogo-me, e deixo-me levar. Deixei a minha velha camisa na areia Para se me vieres ver, o meu cheiro possa contigo andar. Pode ser que na próxima maré O meu corpo ao de cima possa vir. Se estiveres na nossa praia Pode ser que te veja a sorrir.
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Jan 10, 2018
Jan 10, 2018 at 5:35 PM UTC
Brisa