Submit your work, meet writers and drop the ads. Become a member
Vierra Jul 2016
Sometimes my mind wanders and I find myself within a cool ocean breeze thinking of you.
With the sun rays darkening the sweat on my back, you are paramount.

Please return my thoughts here intact and with addional heartfilled gestures.

It will never be the same as it was before. Maybe better, maybe worse. Time will be my only sign. I can not reach you through smoke signals that are carried on wind gusts and white squalls. I cannot reach you through open oceans filled with life.

Please speak to me, oh voice from my past and let me know I am doing well in your eyes.

Eu sou filho de meu pai e, embora nós somos diferentes você nunca vai encontrar um homem melhor.


Para todo o sempre.
para o meu avô Português, Papa.
unnamed Aug 2019
Há um cemitério em meu coração
Portais para guerras e desolação
A bruma infernal cai no abismo de minha alma
A ilusão de meu jardim logo sangra e pega fogo, os monstros escarnecem de mim
Minhas veias estão respirando enxofre, meus algozes me acusam
Estou embriagado em chamas reluzentes
Eu guardei os segredos da existência, nas cinzas de meu eu
Eu ainda caminho sorrindo entre os escombros
Desfeito em cruz, em luz, em poeira de mercúrio
Ao vento, no lamento de dor, com o sol da ironia nos olhos
Santificando o renascimento de meu pesadelo interminável
Coração despedaçado pela lâmina vil de seus raciocínios
Eu renasci de enigmas que você jamais conheceu
Sou o que você jamais viu
Olhe para mim, mais uma vez, e esqueça
Eu sonhei com o impossível para depois contrariá-lo
Eu danço com minha tumba
Meu mundo está quebrado, irreparável, você nunca vai poder supor o quanto
Não posso concordar com a porra de tua cabeça
****!!!
unnamed Aug 2019
Tu me salvaste num beco sem saída
Mas o beco sem saída nunca saiu de mim
E eu percorri perdido pelas prisões de minha vida
Fitando o sangue das estrelas porvir no pó de cocaína de minha desilusão imperfeita
Estrela ferida no céu ferido, morte vivida
Minúscula verdade de vidro quebrado de meu coração
Sol quebrado refletindo no reino malígno da verdade podre
Eu quero voar nas vestes de meu ser colorindo o horizonte do impossível
Foder a musa malígna de meu destino injetar nas veias os espamos de deus
Louco infinito não dito maldito na flor de cinzas de um céu de ponta cabeça avesso ao inverso além ponto final
Eu quero ver o infinito num luar de pedra fumar meu coração num balanço ao precipício
Enterrar meu eu na tumba do eterno segredo escondido nas dimensões do caos ser nada nem ninguém e fumar a flor de lótus num monte de sucatas
Repousar no sonho de um gigante enquanto um bruxo mastiga seu coração com a minha vingança nas mãos de meus desejos irrealizáveis
Mastigar todos os raciocínios como um chiclete enquanto pulo por entre abismos
Paraíso vazio cheio de fogo queimando de uma alma inalcançável enquanto o inferno escorre de meu sangue
Ser carregado em velocidade como vultos dançantes nas sombras do nada e ser a síntese do nada e o contrário da síntese além do contrário
Mutilar a minha contradição encarnada sob a chuva da lágrima dos anjos
Eu sou paradoxal
E eu estou tragando estrelas
Que gosto tem? O gosto de ter visto tudo e nada saciado
você diz que eu sou agressiva nos meus dizeres que eu te machuco minhas palavras são balas que atiram sonhos e pensamentos carregados de ânsias despreparadas e em um tiro certeiro te fazem sangrar feito lâmina cortando tua pele rápido, com precisão tua pele aveludada de ilusões. que culpa eu tenho se você vive no mundo das peles aveludadas  que precisam de hidratantes caros de bajulações e repetidas palavras de conforto  meus dizeres áridos feito terra seca não lhe convém  lhe falta água pra aguentar minhas palavras não te cabem porque te tiram do lugar mágico que gostas de ficar com palavras bonitas e seus hidratantes
unnamed Dec 2019
Eu sou a poção conspiradora
Sempre perto de tocar o que jamais alcançarei
Todas as suas almas não servem para mim
E eu sempre estive aqui, sem lugar
Nas entranhas de pararelos infinitos onde o caos renasce
Eu vou nascer
E é do meu desastre que eu estou voltando
Seu mundo não pode conceber nada para mim
Eterno conspirador
Eu respiro através de feridas
Eu sou um personagem agora
Vestindo a máscara da dor de meus segredos
Quantas vezes eu tive que engolir o meu espírito
Quantas vezes eu fui trancafiado em um labirinto e as saídas eram paredes
Você não pode ver
O impossível e o irrealizável me coroam com a vida
Eu sou obcecado pelos deuses que eu criei
Eu sou obcecado pelo que eu jamais poderei ser
Embora eu ainda possa pecar contra o infinito e nascer de uma versão
Anjo de minha verdade, você nunca ouve as minhas súplicas
O que está dentro de mim você nunca saberá
Ele me inseriu nos seus sonhos mais obscuros
Eu vi a verdade enquanto nunca houve saída
Paradoxo divino, o lado de fora é outro infinito
Silencioso agora, para tudo que você pode ser, dentro de mim, dentro de mim
Perdido. Tomado pela multidão histérica de memórias. Mutilação. Gritos de agonia. Horror nos olhos de  "inocentes". Memorias de imagens presas numa parede de incapacidade. Incapaz de ver. Incapaz de saber. De ser. Sou o luto de minha tragédia. Ser o algoz do mundo. Já não me lembro.  Ele se diz meu sogro. Minha mulher está morta. As crianças foram brutalmente assassinadas. Seus corpos foram abandonados. Todos fugiram pelo terror do algoz. E eu apaguei. Já não me lembro. É preciso acreditar?  Lembrei que não me lembro do meu rosto. Ele me pediu para olhar ao espelho. Olho diretamente para aquela figura. Então este sou eu.  Apático. Ele sorri. Também tento. Pele azul. Olhos de vidro. Meus braços se misturam com uma membrana de carne. Me estico. É possível voar? Sim! Nós todos podemos voar, este é um planeta muito grande para simplesmente caminharmos. Às vezes ele fala como um mentiroso. Eu o detesto. Meus pés são como minhas mãos, só que maiores. Você deseja cavar os túmulos com seus pés? Esse não é o ponto! A questão é que sou diferente. Que vivo num mundo diferente. Onde eles são como eu. Deixe- me viver a fantasia!
Me levaram para a sala de recuperação de memória. Fizeram um tratamento
intensivo.
Tema: quem é você?
Resultado: Você é Khaladesh! Você é Khaladesh! Você é Khaladesh!(...)
Tome estes remédios!
Não posso!
Tome estes remédios!
Não quero!
Resultado: há uma guerra acontecendo. Um inimigo misterioso destruiu tudo o que importa. Quem é tal inimigo? Uma legião de sadismo. Tudo o que é perverso neste mundo carrega o nome  Arcantsulyan. É preciso sentir ódio por Arcantsulyan! É necessário se proteger contra Arcantsulyan. Oremos aos deuses!  Será que não orei o bastante? Já não me lembro. Livrai-nos de Arcantsulyan!
Há dois Sóis em meu mundo! Há também um deserto. Um jovem caminha em direção à Thaeran'khur. Seus passos cambaleantes e exaustos seguem por dois dias inteiros pelas areias do deserto... Não há noite em Thaeran'khur. Um calor crepitante invade sua alma. Há calor em seus olhos. Há calor em suas mãos. Há calor em seus brônquios. O calor e a poeira espreitam sua angústia. Incidem sem avisar em sua esperança. Um calor tão horrível que faz curvar seu corpo em incomensurável e desesperada agonia. Nada mais importa. Seu lar já foi esquecido. Suas lembranças já são meros devaneios. O que lhe resta é apenas entregar-se para a iminente morte ou seguir caminhando até morrer. À sua frente há uma fronteira que divide a parte inabitável do restante do deserto: um local onde a radiação  dos Sóis transformou toda a extensão de  areia em puro vidro. Um local onde não ha como permanecer vivo. O jovem desesperado e quase inconsciente vê a luz refletida pela gigantesca camada vitrificada. Ele segue em direção à luz. Irá cruzar o limiar da consciência: adentra o deserto de vidro... Incineração fatal... Seu corpo se transforma em areia.  O que aconteceu depois? Ele deixou de ser. Sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que já não é. Ele abriu caminho à todas as possibilidades. Seu corpo se fragmentou em pedaços infinitos e se misturou com os infinitos pedaços que ali haviam. Ele se tornou tudo o que existe. Ele é o deserto agora. Mas o deserto está se unificando. A luz está juntando os pedaços. Os grãos estão se tornando vidro. Reflita...
Você é Khaladesh. Membro da rebelião contra Arcantsulyan. Vive escondido nas florestas sobre- oceânicas do Oceano Yuregjorth. Sua mulher e suas crianças foram destroçadas. Você perdeu sua memória. Percebe o quão insano isso tudo parece? Você não está bem. Precisa se lembrar. Não posso me lembrar de nada. Lembre-se de sua família. Lembre-se de seu ódio por Arcantsulyan. Você deve se vingar. Você deve tomar os remédios. Você deve se juntar à rebelião novamente. Você deve se fixar no que é real. Você será espião em território inimigo. Você precisa perceber seus delírios. Você precisa descobrir o que é Arcantsulyan. Você precisa se lembrar quem você é.
unnamed Jan 2019
Eu estava colhendo estrelas
Enquanto o infinito dança
Com a escuridão na palma de minha mão
Como um vaga-lume sem luz
Semeando o polém da desesperança
Tranformando o podre em belo
E o belo em podre
Nas ruas do inferno eu me perdi
Açoitado por cada segundo na eternidade
Estrangulando as forças do meu destino
Eu não poderia mais morrer, e tão pouco viver
Quebrando universos como espelhos da ilusão
Eu não tive segunda chance
Em uma maldição onipresente
Enterrado definitivamente em todas as dimensões
Sou um fantasma, um vulto
Uma visão além dos seus olhos
Você jamais me viu, entretanto
Eu sempre estive aqui
Eu peguei os cacos do meu coração
E engoli como o mais amargo fel
Quero viver em harmonia nos acordes dissonantes
Que me fazem diferir do universo inteiro
Quero dançar bêbado na beira do precipício
Quero voar para dentro de meus demônios
E arrancar as suas asas
Eu quero rir da sua mais santa verdade
E arrancar a máscara da sua alma
E mostrar que você não é mais que algo ridículo
Quero sujar o véu da santidade
Com a hipocrisia contida em cada ser
Quero dançar com a morte
E morrer a vida um milhão de vezes
Fique longe de mim, e diga
Que nunca me conheceu
Ou eu vou transformar seus anjos em demônios
E sodomizar o seu coração
Vierra Feb 2018
In the wee morning hours, while the world sleeps, thoughts of my fiya burns brightly and with substantial heat.

My child is growing without her father, regardless.  It pains me that she will never be under my command. She is a seeker of a man's comfort and in all due rites, it is my comfort that she seeks in another man, a male.

A father's role in a child's life is a decent responsibility. It is honorable and respectable lifelong deal, or until the child exceeds legal commitment.

I find myself seeking her out, my sweet fiya, and finding comfort in women. Not the mother. I did not fully accept her, the mother, and we were forced to cut the courtship short upon pregnancy. It was forged in a manner that sits uncomfortably with me. Forevermore.
My intentions were to save and although it forced my hand many times, I do not see why her love is not reciprocated from me.

The flames grow in my guts and it leaves a charred taste in my mouth. My fiya, my sweet fiya, will grow free of a circumstantial monsoon rain. She will grow in size and warmth.

Eternamente, filha, eu sou seu pai.
Eu te amo, lindo.
unnamed 2d
Acima agora do instante infinito
Das flores de fogo e do abismo que se tornou meu céu
Alma floresce entre os grilhões
E gritos mudos ecoam aos confins dos mundos
Sou como um protesto eterno
Como a erva daninha crescendo no meu coração insepulto
Aquele que tudo vê batizando uma coisa com a outra
Ocaso insano dos sinistros idílios
Na urna dos sonhos mais profundos
Sonhando com o que não existe
Eu sou a palavra inefável, a lágrima sagrada
Enxergando o que eles não podem ver
Ana Sep 2018
Resta-me poesia,
Para tudo o que faço
Resta-me poesia.

Poesia eterna.
Eterna, eterna, eterna.
Oh eterna que me deixas tudo Eterno!
Toda a minha vida eternizada,
Menos eu.

Se for a minha vida eterna, Também eu sou.
Não me vale de nada viver sem Deixar poesia,
Na verdade só viverei se a Deixar...
Que eu esteja morta mas viva Com ela!

Poesia a minha
Que sem ela
Pobre morreria.
Next page