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"sofrimento" poems
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Jul 17, 2012
Jul 17, 2012 at 9:58 AM UTC
Os Homens e a natureza!
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Saudades de ti Labirinto que a todos convida, Sofrimento que sempre sufoca, Na despedida desta vida, Fugiu a vontade própria. Peregrinos cansados de sonhos vividos, Esperança no reino de Deus, Riscos por vezes corridos, Saudade dos filhos teus. Despedida que nunca acabe, Famintos de nova luz, Sentir sempre saudade, Rezamos por ti a Jesus. A tua companhia era tão terna, Recordação deste teu dia, Morte que a todos condena, Nobre e eterna fidalguia. Victor Marques
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Apr 17, 2012
Apr 17, 2012 at 11:27 AM UTC
Saudades de Ti
Esse amor tão Teu sempre generoso Recordar-te meu querido Pai, Teu sofrimento e tuas conquistas. As preocupações mundanas, Ver nascer nos campos bonitas açucenas. Ligação terna e terrena se vê na morte, Com muita ou pouca sorte, Honestos conselhos sempre nobres, Simpatia para ricos e pobres. Teu lagar com suco espirituoso, Amor sempre generoso. Terra duriense escaldante, Cepas direitas e tortas, Horizonte tão distante, Vinhas vivas e mortas…! Pedrinha sobre pedrinha colocais, Vinhedos e olivais. Altares do Deus adornais, Rolhas de bonitos sobreirais. Victor Marques
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Sep 18, 2012
Sep 18, 2012 at 10:30 AM UTC
Esse amor tão teu sempre generoso
"Abre sua aversão; Eis que um nauta fala: - Mestre, vês somente sofrimento no amor? - O amor pode conter fuligem e até mesmo grasnar, porém uma vez sentido é como parcel: não se desfaz fácil dentro do peito. E mesmo que nos faça presente o basto e dorido retrocesso, o medo, infindável de obstruir a todo esse amor, mais infindável é o anelo que o amor causa-nos. Estamos sobre escombros, mas o amor é como papelotas angelicais… Desce ondulado cheio de idas e vindas, corrupiando até a estabilização. O amor é granívoro, come pequenas as sementes dos defeitos nossos, belo como o grande milhafre-preto a planar no céu. É como a retriz que sente o vento a tocar, é o ósculo entre o paraíso e a imensidão. Oco somos antes de amar. Somos como o barril quebrado sem vinho, esperando que o tanoeiro nos venha resgatar. Encher-nos a transbordar. Ouça o execrável grito do ódio, sendo cancelado pelo dulçor deste imenso sentimento. Ouça o esfolar dos descrentes, incorpóreos. O amor é um reverbrar eterno de luz em cada alma, é a calma, e a batida de cada pulsação. Não se pode obstrui-lo, ou excluí-lo da vida, pois ela o traz em cada vibração. Como um frincha encontrada dentro de nós, convertendo aos poucos cada problema em solução. Transformando o ingrato em um romântico facúndio, criando paz em meio a escuridão"
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:38 PM UTC
Corte de Nautas II
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
Existência
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Melancolia impregnada na alma: Tento varrer todo esse sentimento Com a imagem alegre que acalma Não adianta, pesa sobre mim o sofrimento Dos tombos dos homens do deserto. Todas aquelas imagens apagadas Para sempre se fazem perdidas Desfeitas na areia calada Se fazem eternas desconhecidas E como eu lamento! Oh, não podem ver? O meu tormento? Na areia, padece o meu ser. Um dia, eu também tombarei E quero em uma concha me enclausurar, Pelas ondas flutuarei E o mar me levará aonde eu sempre quis estar.
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Apr 30, 2014
Apr 30, 2014 at 10:12 PM UTC
Os tombos dos homens do deserto
Sabe aquela gota gelada durante o banho quente? Então, nós acreditamos que pela intensidade que a água quente vem uma simples gota fria não causará incomodo algum É nesse momento que nós entramos embaixo do chuveiro e vemos que o que pensavamos daquela gota é totalmente equivocado pois ela se torna a pior coisa do nosso banho A distância pode ser vista da mesma forma que aquela gota fria Pois nós acreditamos que pela intensidade do sentimento que temos por aquela pessoa a distancia não mudará isso, e é aí que nós percebemos que sim, ela consegue mudar esse sentimento. O nosso afastamento me fez ver que as coisas não são mais como antes O nosso amor deu alguns passos para trás Os nossos planos se transformaram em nossas ilusões Nossas lembranças se transformaram em sofrimento E sim, eu só lamento, sei que as coisas do destino não tem saída E sei que devemos olhar pra frente e seguir nossas vidas!
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Apr 27, 2017
Apr 27, 2017 at 11:02 PM UTC
A metáfora da distância
Uma Flor Uma flor nasceu desprotegida, Como nós ela tem vida. Flores de alegria e tristeza, Enfeites da mãe natureza, Nasceu por acaso, Sem jardim bem cuidado, Uma flor de outra era, Dá paz a quem a venera. Uma flor sozinha, A abelha nela poisou, Deita uma lágrima, coitadinha. O pássaro a abalou, Quebrou com o sopro do vento, Ficou só com seu sofrimento. Victor Marques
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Apr 29, 2013
Apr 29, 2013 at 6:32 AM UTC
Uma Flor
Não é hoje o momento de escrever coisas bonitas, Nem é hoje o dia de cair no sofrimento, Não é hora, hoje de te trazer as cavalitas, Hoje é dia de procurar novo alento! É agora que decidi viver intensamente, Pois agora mesmo descobri que respiro, Que o sufoco que ficou, partiu arduamente, E luz se colocou diante do agulheiro! É agora a hora de decidir se ficar ou partir, É hora de mudar a trajectória deste trem, Que me conduz à viagem, vou-me divertir, Quando olhar em frente e levar outro alguém! Alguém existe de verdade, não é fantasia, E este, novo destino que quero perseguir, Faz-me feliz, como tinto de malvasia, Colorido, e aromaticamente de distinguir! Nem consigo olhar para trás ver o que restou, Nem quero repensar e mudar o que falhou, Porque eu acredito que de nada que me calhou, O importante é que para ti nunca estou! Autor: António Benigno Objectivo, de animar quem fantasiou!
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Rosa negra
Escrevo numa língua frágil As mágoas que me vão cá dentro: As que me assombram as noites E atormentam os dias Reaproveito essas mágoas e Transformo-as em desejos puros De felicidade inalcançável Poemas inúteis Que não correspondem à realidade Procuro infinitamente algo que substitua A felicidade inencontrável E ingrata que não se deixa encontrar Retiro as vendas fingidas e tingidas de lágrimas Os meus olhos bem abertos com nada se deparam. Fala-me como bonito é o amor Sem nada esconder, Mostra até os defeitos Que toda a gente deixa esconder Não ignores qualquer pedaço ingrato Consequência dramática Ou até episódio trágico. Não deixes que sorriem disto Sofrimento não é piada Nem medo ou nervosismo É número de circo Tudo o que eu sinto é um puro espetáculo De sentimentos e emoções E é inassistível, proibido ao público Não quero ver destruída Esta louca paixão descomedida Que tenho pela descoberta do contentamento Remata-me com as tuas inequívocas De como te pertenço Dessa verdade que vem do coração E que rompe a tua alma
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Jun 20, 2014
Jun 20, 2014 at 7:01 PM UTC
Encontros inencontráveis
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
O que fazer se tudo me deixa triste, Parece que nada existe, Exceto este sentimento, Que anda me corroendo por dentro. Só eu ando chorando, Pelos cantos, me martirizando, Sem saber o porquê. Talvez eu tenha errado este ano, Mas não há mais nada a fazer. Só posso tirar a maquiagem e toda a roupa, E me olhar no espelho. Vendo os meus olhos vermelhos, vejo a doçura que perdi. E hoje estou tão amarga, que nem mesmo me aguento. Sou puro sofrimento, E não sei porque sofro, Sei apenas sofrer.
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Dec 24, 2012
Dec 24, 2012 at 9:26 PM UTC
Sofrimento
Limpou-se a terra e o mar E os maus pensamentos, Nascia amor, sentia-se no ar Coisas de novos encantos! Tudo era novo agora, A alegria era ordem do dia, Acertava-se a nova hora, O Tempo era a academia! Ninguém crescia depressa, Vida não era a mesma correria, O Homem cumpria a promessa, Daquilo que sonhamos um dia! Não havia dor nem maus sentimentos, Não, não era o céu o mundo onde vivia Era o mundo que o Homem tanto queria, Deu-se o valor a esses limados acabamentos! Ligou-se a dor e o sofrimento Com o amor e o sentimento, Se cuidaram  e deram alimento Exemplificaram esse casamento! Autor: António Benigno Código de Autor: 2015.06.03.11.17.06.01
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Jun 3, 2015
Jun 3, 2015 at 6:32 AM UTC
Agora, novo lar
A relva manto de veludo estendido Burgueses - gordos sebentos bebericam o sangue de Deus Orgias, sob cúpulas douradas Loucos velhos avarentos diversão de crianças No declínio da noite uma criança descalça Almas sem valor Uma ave morte dor lágrimas sofrimento Olho o filme . . . de repente Uma porta medo uma luz, dia.
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Apr 2, 2014
Apr 2, 2014 at 1:39 PM UTC
liberty
Lamento rapariga, mas não, não posso continuar a sentir-me como ontem. Estiveste fora, partiste, foi demasiado tempo. Agora não podes regressar, é demasiada dor, demasiado sofrimento.
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May 17, 2014
May 17, 2014 at 5:42 PM UTC
lamento rapariga
nascimento sentimento sofrimento energia magia poesia amor clamor ardor alvura ternura loucura
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Jul 22, 2015
Jul 22, 2015 at 6:40 AM UTC
Nascimento da Loucura
É na escrita que está aquilo que sinto É na escrita que está aquilo que penso É na escrita que escondo o meu pesar É na escrita que tu me vais encontrar É na escrita aqui, onde não há sofrimento É na escrita onde a realidade é irreal É na escrita que partilho os meus sentimentos É na escrita que sepulto os meus tormentos
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Jul 24, 2014
Jul 24, 2014 at 5:46 PM UTC
escrita
queria pintar nesta tela que já só por si é bela o teu rosto a sorrir. queria fazer rosas no céu e pintar esse rosto teu como o de uma rosa a florir. transformar o teu sofrimento com uma pincelada de ironia e transformar o teu amor na mais pura poesia.
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Aug 12, 2015
Aug 12, 2015 at 4:48 AM UTC
Tela
por ti eu choro... por ti eu morro... por ti eu vivo... sinto as lágrimas sobre o meu rosto. sinto as lágrimas que me fazem morrer sozinho. sinto a escuridão dentro de mim. ninguém me entende... eu não me entendo... o tempo é vazio! eu choro mas ninguém vê o meu sofrimento. eu morro mas ninguém nota a minha falta. eu vivo para que tu vivas em mim.
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Aug 26, 2015
Aug 26, 2015 at 2:16 PM UTC
Por ti
toda vez que ela levanta, ela cai. tais cansada? vive perguntando pra si mesma. pois a vida responde mais grossa que atendente mau humorado. não adianta chorar menininha, ninguém vai sentir pena dessas lágrimas que não aquietam. basta! cozinhe umas batatas, amasse-as e faça um purê. mas veja, amassa bem forte. com toda força que puderes. dizem - mas só dizem mesmo - que quanto mais forte mais dor e menos sofrimento. ficar pelos cantos da parede cantando não vai te levar nem pra frente nem pra trás. lamento informar meu anjo, é que não existe mesmo jeito. negócio é fingir que não vê. tuas mãos tão bem amarradas. sentes? dói, né? é pra doer mesmo. vais chorar de novo? uma pena. a garota tinha talento até, pena que não pode ficar pro café com biscoitos.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:55 PM UTC
decidi usar outra caneta pra ver se minhas palavras deslizam mais fácil
"Oi!" Ele me disse, com os olhos cheios de água... "Quanto tempo não?! Eu pensei que você não voltava!" Eu disfarcei, pensei duas vezes no que dizer, não nasci pra sofrer! Por amor então que não. E ficamos nessa pequena caixa de texto, nesse pequeno diálogo... Passaram-se os anos, 20... Ele se casou, Teve filhos, Morreu. Eu fui ao seu enterro. Eu não me casei, nem tive filhos, nem sofri. Nem amei. Mas ah o amor, é só sofrimento... Eu não nasci pra sofrer, Ainda mais por amor.
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 7:51 AM UTC
Untitled
Viemos ao mundo nus,sem nada , De dia, de noite sem hora marcada. Damos os primeiros passos na escuridão, Metendo na boca o que vem à mão ! Parece que o mundo foi feito para sobreviver, Procurando conforto e paz na descoberta de novos seres. Atravessar a vida por vezes sem ninguém do nosso lado, Vivendo e morrendo sós com o coração despedaçado! Tentamos direcionar nossa vida e por vezes não sabemos lidar com ela, Vivemos e morremos sem perceber o quanto ela é formosa e bela. O homem parece querer viver isolado, Pondo a sua felicidade de lado . Solidão quem és tu sem sorrisos e compaixão, Rosário da meditação e oração. Contemplar tudo que nos aparece com medo e coração partido, Solidão do mundo, do desconhecido. Sociedade em que vivemos com guerra e sofrimento, Fruto da falta de amor que nos leva ao isolamento. Existe alegria e penosa dor de por vezes estar caminhando sozinho, Perdendo o odor de todas as rosas que florescem com carinho, Solidão de um penar sem encanto, Feita de dor e pranto. Victor Marques Solidão, isolamento, seres
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Jun 7, 2023
Jun 7, 2023 at 4:12 PM UTC
Solidão quem és tu...
Todas as flores acordaram com teu amor, As borboletas em pétalas de Deus Senhor. A tua bondade e sorriso no meu coração ficou, A saudade e teu amor nos juntou. Gratos por seres doce e sempre terna Mãe,   Jesus te conforte com a luz resplandecente  do além, O amor que tinhas celestial dum anjo De Deus, Amor de filhos teus. Serás lembrada com tua infinita bondade, Serás imortalizada com a nossa Saudade. No Céu os anjos já cantam tua glória, Nos honraremos teu amor, tua memória . O teu sofrimento e amor de santa Mãe, Nós transformou a nós também, Na terra um anjo de Deus que partiu, Seu amor e carinho nos uniu.
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Feb 9, 2022
Feb 9, 2022 at 12:49 PM UTC
Um anjo na terra com amor do Céu
Obrigado Mãe , obrigado Pai Não podemos fazer muito em mudar o curso da vida, mas podemos viver com a profundidade que ela te oferece. Existem momentos que o sofrimento é terrível e bloqueia o curso da vida. Levanta a cabeça e vê que o horizonte é imenso e cheio de possibilidades . Vive e sabe ser feliz com aquilo que tens e não hesites nunca em sorrir para Deus e para quem te deu a vida. Um noite abençoada para ti. Victor Marques
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May 9, 2023
May 9, 2023 at 12:23 AM UTC
Obrigado Mãe , obrigado Pai
Amor é bondade, amor não pode se vangloriar, Amor é não se alegrar com a injustiça . Amor é gratuito e tem piedade   Amor é uma arte de se aperfeiçoar, Uma comunhão sem missa , Amor, amor  contigo e com verdade. Amor educa,nao maltrata te enlaça, É paciente e incolor. Não procura interesses, nem sofrimento,  nem até dor. Amor,  amor de quem ama e abraça. Com a emoção do amor nos vivemos com a saudade sentida , Amor por vezes quer estar ausente, Não ser nem futuro, nem presente, Quer tudo mudar e reclicar a própria vida! Amor é ser solidário e nunca julga ninguém, Amor, amor com ousadia e por bem . Amor existe com respeito e ao mesmo com compaixão , Amor é demonstrar cuidado e fugir da solidão. A paixão é diluída e  por vozes passa, Amor, amor é de quem vive em eterna graça! Amor é intimidade,prenúncio de eterna felicidade, A fé,  esperança dignificam o sentimento do amor sem falsidade. Sentimento ao amanhecer o mais puro e de singular odor, Ai amor,  dos amores e dos campos em flor.
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Feb 25, 2025
Feb 25, 2025 at 6:40 AM UTC
Amor é de quem ama e abraça