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"conjunto" poems
Colhi a alma de tudo quanto toquei e em tudo quanto olhei larguei parte da minha o que me torna, hoje, aquilo que sou, o que me constrói e constitui são os outros e não eu. Os outros: as flores banhadas de orvalho, as árvores vestidas ou nuas, as paisagens das cidades que amei mais do que as pessoas com que as corri, as pessoas que amei e as que toquei apenas e aquelas que nem a tocar cheguei. Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha? Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural? Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha, o conjunto de seres racionais por dentro de mim que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir ou o ser único e puro que sente de forma única e pura? Serei eu a união de tudo isso, do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim, e o que trago dos outros? Serei eu algo ou alguém sequer? Importa definir o ser?
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Colhi a Alma de Tudo Quanto Toquei
Las opiniones sobran, las acciones faltan. Estoy harto de esta represión en la cual vivo, una enfermedad de nuestro gobierno sin síntomas mi dolores que llamamos corrupción. Hace 3 meses, 43 estudiantes de la normal rural de Ayotzinapa desaparecieron y fueron asesinados otras 7 personas a manos de nuestra propia policía en conjunto con el narcotráfico y me duele que estemos tan acostumbrados a esta realidad que el decir "simplemente así es México" es algo común cuando han muerto miles de personas en una guerra civil fomentada, apoyada y financiada por nuestro gobierno. No soporto el enterarme de cuantos reporteros han desaparecido y como es que nuestros propios medios de comunicación nos controlan, no puedo ni quiero quedarme callado ante esto, tenemos que hacer algo, actuar de forma pasiva no es una opción después de todos los acontecimientos represores y genocidas que el gobierno Mexicano ordena, estamos en pleno siglo XXI y esa minoría cómodamente colocada en palacio de gobierno actúa tal cual GESTAPO o la S.S. Ya me canse de ver como la ignorancia y mediocridad en las decisiones de una persona de un solo mandatario nos está llevando a una crisis social inmensa.   La mediocridad es un parámetro importante que marca la pauta entre los individuos, hace la diferencia entre alguien inteligente, justo y con valor moral a alguien que sólo le interesa su imagen de poder y que sólo aparenta tener inteligencia. El hombre mediocre es una persona incapaz de usar su imaginación para forjar ideales que planteen un futuro por el cual luchar.
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Dec 24, 2014
Dec 24, 2014 at 5:11 PM UTC
Ya me canse.
Las opiniones sobran, las acciones faltan. Estoy harto de esta represión en la cual vivo, una enfermedad de nuestro gobierno sin síntomas mi dolores que llamamos corrupción. Hace 3 meses, 43 estudiantes de la normal rural de Ayotzinapa desaparecieron y fueron asesinados otras 7 personas a manos de nuestra propia policía en conjunto con el narcotráfico y me duele que estemos tan acostumbrados a esta realidad que el decir "simplemente así es México" es algo común cuando han muerto miles de personas en una guerra civil fomentada, apoyada y financiada por nuestro gobierno. No soporto el enterarme de cuantos reporteros han desaparecido y como es que nuestros propios medios de comunicación nos controlan, no puedo ni quiero quedarme callado ante esto, tenemos que hacer algo, actuar de forma pasiva no es una opción después de todos los acontecimientos represores y genocidas que el gobierno Mexicano ordena, estamos en pleno siglo XXI y esa minoría cómodamente colocada en palacio de gobierno actúa tal cual GESTAPO o la S.S. Ya me canse de ver como la ignorancia y mediocridad en las decisiones de una persona de un solo mandatario nos está llevando a una crisis social inmensa.   La mediocridad es un parámetro importante que marca la pauta entre los individuos, hace la diferencia entre alguien inteligente, justo y con valor moral a alguien que sólo le interesa su imagen de poder y que sólo aparenta tener inteligencia. El hombre mediocre es una persona incapaz de usar su imaginación para forjar ideales que planteen un futuro por el cual luchar.
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O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo. Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim. Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa. Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos. Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
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May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Nada mais existia.
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Nascer-me-ei em supernova
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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Como decirte que me has lastimado, si eso significa que te lastimaría Como aclarar tus dudas si aclararlas es que sufras la verdad Como asercarme a ti con amor si se que te podria lastimar Dime, acaso fui yo quien cambio? Fui you la que se alejo de la verdad primero? Fueron mis palabras las que lastimaron mas? Fue La fuerza de mi amor la que hizo tanto daño? Yo solo quería escucharte decir un te quiero aunque fuese mentira Solo quería tener el palpitar de tu corazón conjunto al mio Solo tenía la esperanza de que por una vez tu tomaras mi mano Yo solo quería sentir que tenía el respaldo de alguien.... Tenía muchos deseos de que me sostubieras en tus brazos De que por un momento todo pareciera solo una pesadilla Quería porbun instante llevarme yo la victoria , aunque hiciera trampa Quería tenerte como un amigo,un aliado, un hermano Me canse de que quisieras ser un padre, sabes ya tengo bastantantes de esos Uno se dio por vencido y nunca intento ser parte de mi vida Otro estuvo allí y cobro un precio demasiado caro que tuve que pagar Si quieres ser un padre para mi tienes que lastimarme, hacerme sentir que valgo la pena y luego darte la vuelta
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Aug 28, 2015
Aug 28, 2015 at 11:47 PM UTC
Spanish Melody
perfura-me os olhos perpétuo motor da sombra há tempo o que move esta senda é o regurgitar do vômito por obsessiva garganta de um estômago de Cronos entremeia com violência o claro e escuro invalida pupilas uma vez ágeis até que Sacra Dualidade seja conjunto vazio e nega dadas respostas e insiste que são impossíveis questões num antigo e ébrio laço encerra o deísmo em ti mesmo macromania moral macerada em fermento que tem por Sol os teus olhos perfura-o pois e encerra, agora, suserano da perspectiva
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May 29, 2016
May 29, 2016 at 9:18 PM UTC
Vassalo
Haber visto crecer a Buenos Aires, crecer y declinar. Recordar el patio de tierra y la parra, el zaguán y el aljibe. Haber heredado el inglés, haber interrogado el sajón. Profesar el amor del alemán y la nostalgia del latín. Haber conversado en Palermo con un viejo asesino. Agradecer el ajedrez  y el jazmín, los tigres y el hexámetro. Leer a Macedonio Fernández con la voz que fue suya. Conocer las ilustres incertidumbres que son la metafísica. Haber honrado espadas y razonablemente querer la paz. No ser codicioso de islas. No haber salido de mi biblioteca. Ser Alonso Quijano y no atreverme a ser don Quijote. Haber enseñado lo que no sé a quienes sabrán más que yo. Agradecer los dones de la luna y de Paul Verlaine. Haber urdido algún endecasílabo. Haber vuelto a contar antiguas historias. Haber ordenado en el dialecto de nuestro tiempo las cinco o seis metáforas. Haber eludido sobornos. Ser ciudadano de Ginebra, de Montevideo, de Austin y (como todos los hombres) de Roma. Ser devoto de Conrad. Ser esa cosa que nadie puede definir: argentino. Ser ciego. Ninguna de esas cosas es rara y su conjunto me depara una fama que no acabo de comprender.
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La fama
Contemplar las palabras sobre el papel escritas, medirlas, sopesar su cuerpo en el conjunto del poema, y después, igual que un artesano, separarse a mirar cómo la luz emerge de la sutil textura. Así es el viejo oficio del poeta, que comienza en la idea, en el soplo sobre el polvo infinito de la memoria, sobre la experiencia vivida, la historia, los deseos, las pasiones del hombre. La materia del canto nos lo ha ofrecido el pueblo con su voz. Devolvamos las palabras reunidas a su auténtico dueño.
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El oficio del poeta
não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas. por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor. e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado. esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada. isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante. como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar? não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar. todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:38 PM UTC
notas sobre morrer algum dia
não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas. por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor. e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado. esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada. isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante. como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar? não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar. todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
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es curioso cómo hablamos de amor propio sólo cuando nos dejan de querer sólo de vez en cuando pienso para siempre en cuánto nos cuesta querernos cuando alguien más nos quiere más si nos quiere mal, mas si nos quiere bien quizás nos contagie querer bien pero no me termina de pasar ¿hay alguien que quiera bien si nadie nunca nos quiso bien? ¿cómo querer aprender a querer si es más fácil desentenderse y desaparecer cuando se pone complicado? y abandonar, antes de ser abandonado despertarme absolutamente solo porque queman los abrazos y nunca dejo de pensar en que todos van a irse en cuanto puedan así que me anclo a cáscaras dejo la cartera en la puerta todas las ventanas abiertas y me dejo querer, quizás en cuotas de un mes, quizás si tenés suerte, un poco más y te digo absolutamente todo de mí para no decirte nada no preguntes si no querés darte cuenta de que no hay nada para decir o quizás sólo no me interesa que lo sepas si sólo me interesa tu lengua no me hace sangrar, pero casi después de siglos sigo verde con el cuello violeta sosteniendo tu cabeza con tus manos en mis tetas y yo pienso, guau, quizás sí te quiera pero re que no porque no sabés quién soy y no me interesa lo que sos afuera de mi imaginario y sabé que yo estoy siempre pero nunca estoy porque no me necesitás si yo no te necesito y lo que necesito no me lo podés dar eventualmente voy a estar bien voy a saberme conocer y puede ser que un día te la presente cuando nazca y tenga nombre hasta ahora soy un cuerpo y un conjunto de recuerdos así que tratame como tal y no esperes mucho más de mí ¿no es acaso lo que todos somos en el fondo? ¿está mal no ser nada? bts - buenas tardes soco
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Apr 28, 2019
Apr 28, 2019 at 11:31 AM UTC
documento sin titulo
es curioso cómo hablamos de amor propio sólo cuando nos dejan de querer sólo de vez en cuando pienso para siempre en cuánto nos cuesta querernos cuando alguien más nos quiere más si nos quiere mal, mas si nos quiere bien quizás nos contagie querer bien pero no me termina de pasar ¿hay alguien que quiera bien si nadie nunca nos quiso bien? ¿cómo querer aprender a querer si es más fácil desentenderse y desaparecer cuando se pone complicado? y abandonar, antes de ser abandonado despertarme absolutamente solo porque queman los abrazos y nunca dejo de pensar en que todos van a irse en cuanto puedan así que me anclo a cáscaras dejo la cartera en la puerta todas las ventanas abiertas y me dejo querer, quizás en cuotas de un mes, quizás si tenés suerte, un poco más y te digo absolutamente todo de mí para no decirte nada no preguntes si no querés darte cuenta de que no hay nada para decir o quizás sólo no me interesa que lo sepas si sólo me interesa tu lengua no me hace sangrar, pero casi después de siglos sigo verde con el cuello violeta sosteniendo tu cabeza con tus manos en mis tetas y yo pienso, guau, quizás sí te quiera pero re que no porque no sabés quién soy y no me interesa lo que sos afuera de mi imaginario y sabé que yo estoy siempre pero nunca estoy porque no me necesitás si yo no te necesito y lo que necesito no me lo podés dar eventualmente voy a estar bien voy a saberme conocer y puede ser que un día te la presente cuando nazca y tenga nombre hasta ahora soy un cuerpo y un conjunto de recuerdos así que tratame como tal y no esperes mucho más de mí ¿no es acaso lo que todos somos en el fondo? ¿está mal no ser nada? bts - buenas tardes soco
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O meu amor é uma flor azul Que decidiu florir no meu peito. Dança embalada na magia da noite E chama por ti. Não posso impedir que ela cresça, Se ela assim o quiser. Admiro esta visão encantadora E ela cresce... à velocidade de um olhar. E porque haveria eu De impedir algo   Tão lindo   E tão natural? Não o faço. O meu amor é uma flor azul Com pétalas tão frágeis, como eu Um caule que ainda não ganhou raízes na Terra. E lá se vai ela segurando. O meu amor é uma flor azul Que precisa de ser cuidada, Regada com carinho, só o suficiente Para que possa crescer forte. E lá vai ela sendo regada... O meu amor é uma flor azul Aberta no meu peito. Tão mas tão perto do coração Que quase bate com ele. E ainda chama por ti... Mas não vens… O meu amor é uma flor azul. Duas pétalas caíram com o tempo E sorriram em conjunto Ao secar neste mesmo chão que partilham. O meu amor é uma flor azul. E não lhe tocas, nem lhe cantas Não a convidas para uma última dança. E bem sabes que ela só chama por ti... O meu amor é uma flor azul Que tento manter viva no peito. Mas ela fraqueja Treme tanto com o som do vento. E lá vai ela balançada num suspiro... O meu amor é uma flor azul Que te ofereço E tu rejeitas. Quero cuidar dela Mas não posso. Bem sabes que ela só chama por ti. E esta linda flor azul… Um dia terei de a arrancar   Para que ela não me mate a mim. Nesse dia morrerão Todas as flores do meu jardim.
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Mar 4, 2022
Mar 4, 2022 at 8:42 AM UTC
O meu amor é uma flor azul
Amor, estoy preparando nuestro hogar para tu regreso. Con calma y paciencia estoy llenando nuestro espacio con coloridos arcoíris de pasión, amor, paz, y comprensión. Silbando una canción en conjunto con las aves, voy despolvando todo lo que puede conllevar a amargos tragos. La tina la he llenado con agua bendita. Quiero que cuando entres por esa puerta.....estés en paz con la vida. Ven que te espero con ansias. Ven, vamos a jugar con el tiempo, volvamos hoy a ser traviesos, volvamos a besarnos bajo ramas de cerezos, volvamos a inventar nuevos besos en versos escritos con pétalos de rosas. Ven amor, que el tiempo no es tiempo, me ha dicho que esta de nuestro lado, solo tenemos que acordar…..en aprovecharlo al máximo. Ven, que te siento un fuego interino que clama tu cuerpo junto al mío. Ven, estoy quemando incienso, quiero incendiar tu alma, con caricias al intemperie, llenarte de mis mieles, jugar con tus hermosos vellos, mi bello caballero, mi hombre perfectamente imperfecto, tu mi galán, mi gavilán de cuentos, que le cuentas a mi alma las mejores fábulas en cada beso. Ven, que he guardado para ti, los espacios más limpios de cuerpo y de mi alma. Ven, hoy nos amaremos hasta el alba. LeydisProse 6/23/2017 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Jun 26, 2017
Jun 26, 2017 at 9:35 AM UTC
Casa limpia
LA NOCHE La noche tiene un sonido, calladamente ruidoso. En el mover de las hojas que se colorean con la magia del otoño, con los ecos del cielo con las resonancias de un recuerdo y se compaginan para en conjunto…. deletrear tu nombre. La noche tiene un sonido único, un sonido melancólico un sonido de amor, un recuerdo que me arrulla el alma. La noche canta tu nombre. Tú, mi mejor almohada, que me persigues hasta en sueños. La noche deletrea que también te extraña. LeydisProse 10/27/2017 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 11:08 AM UTC
La noche
Alfonso, inquisidor estrafalario: te doy mi simpatía, porque tienes un aire de murciélago y canario. Tu capa de diabólicos vaivenes brota del piso, en un conjunto doble de Venecias y de Jerusalenes. Equidistante del rosal y el roble trasnochas, y si busco en la floresta de España un bardo de hoy, tu ave en fiesta casi es la única que me contesta.
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Aguafuerte
cada palavra antiga que leio cada emoção que remexo relembra toda a dor empacotada naquele conjunto de palavras sentido aquele sabor de amargura na boca aquela sensação de cegueira sem conseguir respirar sem conseguir ser aquilo que realmente era com vontade de rasgar-me a pele vontade me trancar longe do mundo de nunca mais cantar a dor do peito e não voltar a ter que querer. esta crueldade que é amar esta rudez que é sentir a intensidade de mil mares apenas rompe o mundo inteiro de dentro de mim apenas salta para fora um coração remendado durante anos que vou lavando a alma de toda a dor sentida, de todos as vezes que me partiram mais um pouco, de todos os cacos que tive de apanhar, de todas as lágrimas. de todas as vezes ergui-me e a esperança ainda se mantêm intacta ingénua de que um dia mudará, nem que seja temporariamente que não seja um final doloroso e sombrio que seja só um virar de página, sem precisar de a rasgar.
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Mar 21, 2020
Mar 21, 2020 at 4:50 PM UTC
coração remendado