"conjunto" poems
Colhi a alma de tudo quanto toquei
e em tudo quanto olhei larguei parte da minha
o que me torna, hoje, aquilo que sou,
o que me constrói e constitui
são os outros e não eu.
Os outros: as flores banhadas de orvalho,
as árvores vestidas ou nuas,
as paisagens das cidades que amei
mais do que as pessoas com que as corri,
as pessoas que amei e as que toquei apenas
e aquelas que nem a tocar cheguei.
Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma!
Será esta alma que trago maior que a minha?
Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural?
Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha,
o conjunto de seres racionais por dentro de mim
que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir
ou o ser único e puro que sente de forma única e pura?
Serei eu a união de tudo isso,
do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim,
e o que trago dos outros? Serei eu
algo ou alguém sequer?
Importa definir o ser?
Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Las opiniones sobran, las acciones faltan.
Estoy harto de esta represión en la cual vivo, una enfermedad de nuestro gobierno sin síntomas mi dolores que llamamos corrupción. Hace 3 meses, 43 estudiantes de la normal rural de Ayotzinapa desaparecieron y fueron asesinados otras 7 personas a manos de nuestra propia policía en conjunto con el narcotráfico y me duele que estemos tan acostumbrados a esta realidad que el decir "simplemente así es México" es algo común cuando han muerto miles de personas en una guerra civil fomentada, apoyada y financiada por nuestro gobierno. No soporto el enterarme de cuantos reporteros han desaparecido y como es que nuestros propios medios de comunicación nos controlan, no puedo ni quiero quedarme callado ante esto, tenemos que hacer algo, actuar de forma pasiva no es una opción después de todos los acontecimientos represores y genocidas que el gobierno Mexicano ordena, estamos en pleno siglo XXI y esa minoría cómodamente colocada en palacio de gobierno actúa tal cual GESTAPO o la S.S.
Ya me canse de ver como la ignorancia y mediocridad en las decisiones de una persona de un solo mandatario nos está llevando a una crisis social inmensa.
La mediocridad es un parámetro importante que marca la pauta entre los individuos, hace la diferencia entre alguien inteligente, justo y con valor moral a alguien que sólo le interesa su imagen de poder y que sólo aparenta tener inteligencia.
El hombre mediocre es una persona incapaz de usar su imaginación para forjar ideales que planteen un futuro por el cual luchar.
Dec 24, 2014
Dec 24, 2014 at 5:11 PM UTC
O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo.
Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim.
Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa.
Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos.
Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais,
inobservável a longas distâncias,
é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente.
Abundantes vozes desnorteadas,
obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir.
São vozes que são sentidas,
vozes sombrias que escrevem.
Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado.
E criado para navegar,
parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme.
Fragmentado,
nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -,
nas profundezas e no horizonte azul,
busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas;
Cotidianamente,
ao acercar da noite,
os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir,
e ainda que mantenha sem medo o controle das velas,
os ventos insistem em dizer aonde ir...
Pois que seja! "Navegarei com todos eles!"
'Placebo ou morte?'
O que minha tripulação anseia não importa,
ela tampouco existe.
Nesta irremediável transposição constante de caminhos,
sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável,
oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos.
E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos,
carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos,
me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha,
ínfimo ponto que se faz visível.
Em sua direção,
continuo a jornada do pouco infindável
dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido.
O mais próximo e o maior ângulo possível
para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova,
eu encontrarei.
May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Como decirte que me has lastimado, si eso significa que te lastimaría
Como aclarar tus dudas si aclararlas es que sufras la verdad
Como asercarme a ti con amor si se que te podria lastimar
Dime, acaso fui yo quien cambio?
Fui you la que se alejo de la verdad primero?
Fueron mis palabras las que lastimaron mas?
Fue La fuerza de mi amor la que hizo tanto daño?
Yo solo quería escucharte decir un te quiero aunque fuese mentira
Solo quería tener el palpitar de tu corazón conjunto al mio
Solo tenía la esperanza de que por una vez tu tomaras mi mano
Yo solo quería sentir que tenía el respaldo de alguien....
Tenía muchos deseos de que me sostubieras en tus brazos
De que por un momento todo pareciera solo una pesadilla
Quería porbun instante llevarme yo la victoria , aunque hiciera trampa
Quería tenerte como un amigo,un aliado, un hermano
Me canse de que quisieras ser un padre, sabes ya tengo bastantantes de esos
Uno se dio por vencido y nunca intento ser parte de mi vida
Otro estuvo allí y cobro un precio demasiado caro que tuve que pagar
Si quieres ser un padre para mi tienes que lastimarme, hacerme sentir que valgo la pena y luego darte la vuelta
Aug 28, 2015
Aug 28, 2015 at 11:47 PM UTC
perfura-me os olhos
perpétuo motor da sombra
há tempo o que move esta senda
é o regurgitar do vômito
por obsessiva garganta
de um estômago de Cronos
entremeia com violência o claro e escuro
invalida pupilas uma vez ágeis
até que Sacra Dualidade seja conjunto vazio
e nega dadas respostas e insiste
que são impossíveis questões
num antigo e ébrio laço
encerra o deísmo em ti mesmo
macromania moral macerada em fermento
que tem por Sol os teus olhos
perfura-o pois
e encerra, agora,
suserano da perspectiva
May 29, 2016
May 29, 2016 at 9:18 PM UTC
Haber visto crecer a Buenos Aires, crecer y declinar.
Recordar el patio de tierra y la parra, el zaguán y el aljibe.
Haber heredado el inglés, haber interrogado el sajón.
Profesar el amor del alemán y la nostalgia del latín.
Haber conversado en Palermo con un viejo asesino.
Agradecer el ajedrez y el jazmín, los tigres y el hexámetro.
Leer a Macedonio Fernández con la voz que fue suya.
Conocer las ilustres incertidumbres que son la metafísica.
Haber honrado espadas y razonablemente querer la paz.
No ser codicioso de islas.
No haber salido de mi biblioteca.
Ser Alonso Quijano y no atreverme a ser don Quijote.
Haber enseñado lo que no sé a quienes sabrán más que yo.
Agradecer los dones de la luna y de Paul Verlaine.
Haber urdido algún endecasílabo.
Haber vuelto a contar antiguas historias.
Haber ordenado en el dialecto de nuestro tiempo las cinco o seis metáforas.
Haber eludido sobornos.
Ser ciudadano de Ginebra, de Montevideo, de Austin y (como todos los hombres) de Roma.
Ser devoto de Conrad.
Ser esa cosa que nadie puede definir: argentino.
Ser ciego.
Ninguna de esas cosas es rara y su conjunto me depara una fama que no acabo de comprender.
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Contemplar las palabras
sobre el papel escritas,
medirlas, sopesar
su cuerpo en el conjunto
del poema, y después,
igual que un artesano,
separarse a mirar
cómo la luz emerge
de la sutil textura.
Así es el viejo oficio
del poeta, que comienza
en la idea, en el soplo
sobre el polvo infinito
de la memoria, sobre
la experiencia vivida,
la historia, los deseos,
las pasiones del hombre.
La materia del canto
nos lo ha ofrecido el pueblo
con su voz. Devolvamos
las palabras reunidas
a su auténtico dueño.
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não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas.
por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor.
e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado.
esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada.
isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante.
como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar?
não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar.
todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:38 PM UTC
es curioso cómo
hablamos de amor propio
sólo cuando nos dejan de querer
sólo de vez en cuando
pienso para siempre en cuánto
nos cuesta querernos
cuando alguien más nos quiere
más si nos quiere mal,
mas si nos quiere bien
quizás nos contagie querer bien
pero no me termina de pasar
¿hay alguien que quiera bien
si nadie nunca nos quiso bien?
¿cómo querer aprender a querer
si es más fácil desentenderse
y desaparecer
cuando se pone complicado?
y abandonar, antes de
ser abandonado
despertarme absolutamente solo
porque queman los abrazos
y nunca dejo de pensar
en que todos van a irse en cuanto puedan
así que me anclo a cáscaras
dejo la cartera en la puerta
todas las ventanas abiertas
y me dejo querer, quizás
en cuotas de un mes, quizás
si tenés suerte, un poco más
y te digo absolutamente todo de mí
para no decirte nada
no preguntes si no querés darte cuenta
de que no hay nada para decir
o quizás sólo no me interesa que lo sepas
si sólo me interesa tu lengua
no me hace sangrar, pero casi
después de siglos sigo verde
con el cuello violeta sosteniendo tu cabeza
con tus manos en mis tetas
y yo pienso, guau,
quizás sí te quiera
pero re que no
porque no sabés quién soy
y no me interesa lo que sos
afuera de mi imaginario
y sabé que yo estoy siempre
pero nunca estoy
porque no me necesitás
si yo no te necesito
y lo que necesito no me lo podés dar
eventualmente voy a estar bien
voy a saberme conocer
y puede ser que un día te la presente
cuando nazca y tenga nombre
hasta ahora soy un cuerpo
y un conjunto de recuerdos
así que tratame como tal
y no esperes mucho más de mí
¿no es acaso
lo que todos somos en el fondo?
¿está mal no ser nada?
bts - buenas tardes soco
Apr 28, 2019
Apr 28, 2019 at 11:31 AM UTC
O meu amor é uma flor azul
Que decidiu florir no meu peito.
Dança embalada na magia da noite
E chama por ti.
Não posso impedir que ela cresça,
Se ela assim o quiser.
Admiro esta visão encantadora
E ela cresce... à velocidade de um olhar.
E porque haveria eu
De impedir algo
Tão lindo
E tão natural?
Não o faço.
O meu amor é uma flor azul
Com pétalas tão frágeis, como eu
Um caule que ainda não ganhou raízes na Terra.
E lá se vai ela segurando.
O meu amor é uma flor azul
Que precisa de ser cuidada,
Regada com carinho, só o suficiente
Para que possa crescer forte.
E lá vai ela sendo regada...
O meu amor é uma flor azul
Aberta no meu peito.
Tão mas tão perto do coração
Que quase bate com ele.
E ainda chama por ti...
Mas não vens…
O meu amor é uma flor azul.
Duas pétalas caíram com o tempo
E sorriram em conjunto
Ao secar neste mesmo chão que partilham.
O meu amor é uma flor azul.
E não lhe tocas, nem lhe cantas
Não a convidas para uma última dança.
E bem sabes que ela só chama por ti...
O meu amor é uma flor azul
Que tento manter viva no peito.
Mas ela fraqueja
Treme tanto com o som do vento.
E lá vai ela balançada num suspiro...
O meu amor é uma flor azul
Que te ofereço
E tu rejeitas.
Quero cuidar dela
Mas não posso.
Bem sabes que ela só chama por ti.
E esta linda flor azul…
Um dia terei de a arrancar
Para que ela não me mate a mim.
Nesse dia morrerão
Todas as flores do meu jardim.
Mar 4, 2022
Mar 4, 2022 at 8:42 AM UTC
Amor, estoy preparando nuestro hogar para tu regreso.
Con calma y paciencia estoy llenando nuestro espacio con coloridos arcoíris de pasión, amor, paz, y comprensión.
Silbando una canción en conjunto con las aves,
voy despolvando todo lo que puede conllevar a amargos tragos.
La tina la he llenado con agua bendita.
Quiero que cuando entres por esa puerta.....estés en paz con la vida.
Ven que te espero con ansias.
Ven, vamos a jugar con el tiempo,
volvamos hoy a ser traviesos,
volvamos a besarnos bajo ramas de cerezos,
volvamos a inventar nuevos besos en versos escritos con pétalos de rosas.
Ven amor,
que el tiempo no es tiempo,
me ha dicho que esta de nuestro lado,
solo tenemos que acordar…..en aprovecharlo al máximo.
Ven, que te siento un fuego interino que clama tu cuerpo junto al mío.
Ven,
estoy quemando incienso,
quiero incendiar tu alma,
con caricias al intemperie,
llenarte de mis mieles,
jugar con tus hermosos vellos,
mi bello caballero,
mi hombre perfectamente imperfecto,
tu mi galán, mi gavilán de cuentos,
que le cuentas a mi alma las mejores fábulas en cada beso.
Ven,
que he guardado para ti,
los espacios más limpios de cuerpo y de mi alma.
Ven,
hoy nos amaremos hasta el alba.
LeydisProse
6/23/2017
https://m.facebook.com/LeydisProse/
Jun 26, 2017
Jun 26, 2017 at 9:35 AM UTC
LA NOCHE
La noche tiene un sonido,
calladamente ruidoso.
En el mover de las hojas
que se colorean con la magia del otoño,
con los ecos del cielo
con las resonancias de un recuerdo
y se compaginan para en conjunto….
deletrear tu nombre.
La noche tiene un sonido único,
un sonido melancólico
un sonido de amor,
un recuerdo que me arrulla el alma.
La noche canta tu nombre.
Tú, mi mejor almohada,
que me persigues hasta en sueños.
La noche deletrea
que también te extraña.
LeydisProse
10/27/2017
https://m.facebook.com/LeydisProse/
Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 11:08 AM UTC
Alfonso, inquisidor estrafalario:
te doy mi simpatía, porque tienes
un aire de murciélago y canario.
Tu capa de diabólicos vaivenes
brota del piso, en un conjunto doble
de Venecias y de Jerusalenes.
Equidistante del rosal y el roble
trasnochas, y si busco en la floresta
de España un bardo de hoy, tu ave en fiesta
casi es la única que me contesta.
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cada palavra antiga que leio
cada emoção que remexo
relembra toda a dor empacotada
naquele conjunto de palavras sentido
aquele sabor de amargura na boca
aquela sensação de cegueira
sem conseguir respirar
sem conseguir ser aquilo que realmente era
com vontade de rasgar-me a pele
vontade me trancar longe do mundo
de nunca mais cantar a dor do peito
e não voltar a ter que querer.
esta crueldade que é amar
esta rudez que é sentir a intensidade de mil mares
apenas rompe o mundo inteiro de dentro de mim
apenas salta para fora um coração remendado
durante anos que vou lavando a alma
de toda a dor sentida,
de todos as vezes que me partiram mais um pouco,
de todos os cacos que tive de apanhar,
de todas as lágrimas.
de todas as vezes ergui-me
e a esperança ainda se mantêm intacta
ingénua
de que um dia mudará, nem que seja temporariamente
que não seja um final doloroso e sombrio
que seja só um virar de página, sem precisar de a rasgar.
Mar 21, 2020
Mar 21, 2020 at 4:50 PM UTC