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"aquece" poems
Terra Linda Os coqueiros, as paisagens esverdeadas, As águas puras, cristalinas, abençoadas. O sol que aquece, afugenta ilusões, Aquece a pele, mas não os corações. Pobreza com simplicidade confrangedora, Mundo de supérflua riqueza, Cultura enriquecedora, Mistura de mar e natureza. Corpos esbeltos e danças ritmadas, Nas areias deste mar deixei pegadas, O céu lindo, esbranquiçado, Sorriso lindo, rasgado. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:09 AM UTC
Terra linda
Comboio do Destino Não sei que fogo me aquece, Não sei que chama me alumia, Sinto que algo me fortalece, Esperança de algo que perdia. Num comboio bastante maltratado, Sinto um sentimento forte, Viajo um presente já passado, Destino ou minha sorte. O comboio começa a andar, Nem vai depressa, nem devagar, Colinas verdejantes, belas paisagens, Para trás ternas imagens. Palavas com cisnes eu te vi, A sonhar eu adormeci. No comboio do destino estou sem demora, Vou acordar com a brancura da aurora. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 9:33 AM UTC
Comboio do Destino
O universo que te aquece A vida do sentimento te aquece, O universo te rejuvenesce O pelourinho inerte enlouquece, O bom pensamento agradece… Gargalhadas ao acaso  embaladas, Salgueiros que choram sem parar, Caminhadas feitas ao luar, Recordações guardadas. O peito toca estranhas sensações, Gotear pelas serenas ilusões. Te amar ao toque do vento, Penar com a pena do alento. Victor Marques ,
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:46 PM UTC
O UNIVERSO QUE TE AQUECE
Do vazio é que tens medo. E da pedra que cai e ecoa num mundo cheio de nadas, salas vazias onde uma vez já habitou uma alma quase bem amada. É isso que te aperreia que aperta, te sufoca, tanto espaço pra tanta falta. Sabes da aflição de não ter pra onde correr quando estiver assustada com medo, ansiosa, Então tentes buscar um sentido e entender que isso só se deu porque tentastes apalpar e sentir, e apreciar aquilo que não é real, que não aquece, não preenche E a alma sente E você Vazia.
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Dec 19, 2015
Dec 19, 2015 at 4:04 PM UTC
Meu eco surdo.
Brasil Os coqueiros, paisagens esverdeadas, As águas, puras cristalinas, abençoadas. O sol que aquece afugenta ilusões, Aquece a pele e corações. Pobreza com simplicidade enganadora, Mundo de supérflua riqueza. Cultura sempre enriquecedora. Tudo tem sua beleza. Corpos com danças ritmadas, Areias que deixam pegadas. Céu lindo, esbranquiçado, Coqueiro bem-amado. Victor Marques
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Jan 24, 2011
Jan 24, 2011 at 9:26 AM UTC
Brasil
A Primavera, escrevi-a toda em verso pelo Inverno inventei-lhe as cores e o amor terno mas, agora que chegou, está cansada, o Sol não me aquece senão a pele as flores são só flores de insuficiência carregada a relva em que o corpo deito faz-se desconforto de familiaridade excessiva o céu sempre de uma tonalidade tão azul e baça e cansativa; E a vida, ah, a vida a que estou tão dolorosamente condenada posso apenas aceitar assim como me foi dada maldosa e dorida e Tão bela, ah, tão bela.
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Mar 22, 2017
Mar 22, 2017 at 6:45 AM UTC
10/03/2017
O pó queima o nariz, O álcool aquece o corpo, A música acolhe, O sangue jorra. A ultima imagem, O ultimo cheiro, O último sentimento, Dor. Uma veste de sangue a cobre, Olhos vermelhos escondem a paranóia, Um punhal brilhante reflete o medo. Um soco no espelho, Um último beijo, Julieta, Julieta, Não se vá. Romeu, Romeu, Um punhal resolveu, Piscina escarlate, Seu sangue é combate. Veludo frio, Coração congelado, Toque caloroso, Olhar vidrado. Romeu, Romeu, Você lembra do dia que ela morreu?
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Nov 5, 2014
Nov 5, 2014 at 2:24 PM UTC
Música alta, cocaína, álcool e sangue
Caminhos sentidos de vivência, Olhar meigo de criança, Sentir só o presente, o sol que aquece, Dia novo que sempre se esquece. Rosto da vida, do amor, do momento. Planície que se estende no horizonte, Penedo se ergue no cimo do monte, Legado do ser, do pensamento. Sentir o calor com os lábios semi-abertos, Procura de carinhos e afectos, Ternura tua com eterna leveza, Arco-íris cobre-me com tua pureza. 27 De Novembro de 2008 Grande abraço. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:20 PM UTC
Caminhos sentidos...
Olhei o exterior, a descoberto, no costume dos dias, Olhar de lince, penetrou perante os espetros ocultos, Tudo aquilo que se via, imaginava real, o que fazias, E porque o era, nada mudava afinal nesses vultos! Sem medos, nem costumes delirantes, tudo era normal, As sombras não se escondiam nas penumbras do dia, Nem o sol deixou de brilhar no pleno dia que eu vivia, Acordar de criança, desejoso de o ser, como água termal! Perdeu-se o tempo, constrangido com riscos e desafios, Falava-se de tudo e para todos, sem nosso silêncio crismal, Aquelas vestes de antigamente, tribunal, hoje é ponto final! E a realização dos sonhos são isso, desafios lógicos e sentimentos, Delira o corpo, com o satisfazer da mente, coisas duradouras e belas, Se cresce desejo, se sonho quando te vejo e aprecio teus encantos, Solto-me no ar, voando e planando, pelas nossas vestes, paralelas! E longe te aperto aqui, mundo que conheci, seguro no bolso, Seu fecho de saco impermeável e por demais, mais durável, Aquece-me o presente, com sonhos para futuro, sustentável, E, teus sonhos, meus, minha, vida tua é sem troca ou reembolso! Autor: António Benigno Código de Autor: 2013.10.02.02.26
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Oct 2, 2013
Oct 2, 2013 at 6:53 AM UTC
Que tão bonito jeito de olhar
Você me deu tantos sustos Que agora a realidade parece confusa E eu não sei o que sentir É uma angústia, um novelo de lã que usavas para tricotar minhas toucas Enforcando meu peito. Teu amor me aquece nesse inverno tão gelado E a única promessa que te garanto é de sempre levar meus casacos Pois sei que deu que fará frio na televisão. A lembrança do teu toque e cheiro são tão vividos Será que irão embora contigo com o tempo? Ou ao menos isso deixarás para mim? Tem um potinho do teu molho de macarrão no congelador E tantas fotos suas com um grande sorriso nos álbuns lá da sala de casa Não consigo acabar esse poema As forças que tinha usei tentando colocar o pé fora de casa Acabaram nos meus olhos vislumbrando a janela. Vi um mundo vivendo Pessoas passando igual a antes Seguindo em frente E ninguém está de preto. Ninguém chora. Ninguém sente o que eu sinto. Porque não te conheceram Aí dessas pessoas infelizes Que não provaram do teu carinho Do teu amor Aí dessas pessoas infelizes que vivem e passam Enquanto eu não aguento viver nesse mundo sem você. As lágrimas me consomem E eu nem tenho mais lágrimas para chorar.
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Dec 2, 2016
Dec 2, 2016 at 7:24 AM UTC
Luto Para Viver Mais um Dia
A meus pais com todo o meu amor .... Sentado olho para o lume aceso que me aquece, Dou graças por tudo que me enobrece, Amigos que tenho em meu coração, Pedaços de folhas e solidão … Por meus pais eu tenho uma gratidão infinita, Olho para o céu e tudo me parece divinal, Pois quem sou eu afinal… Pensamento sublime de quem com amor se dignifica. Sem nascimento eu não escreveria com alma pura sem demagogia, Sou feito das gentes e do seu amor que me vicia, Sobre rochas de granito e xisto misturados, Escrevo com a franqueza de meus antepassados. Porque nascendo e vivendo em constante sintonia, Me rejubilo com o sol ao meio dia, Com a noite me aconchego em quentes mantos, Perdido em sonhos e pensamentos. Victor Marques
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Nov 27, 2017
Nov 27, 2017 at 1:43 PM UTC
A meus pais ...
Emoção de um sentir feito de bem, Que se tem por o mundo, ou por alguém, Carinho e afeto um pouco misturados, Pode ser altruísta, platónico e maternal, O que é o amor afinal? Amarmos os nossos anseios e sonhos, Com o que temos e somos. Ligação das mais inexplicáveis sensações, Cupido que adorna nossos corações. Sentimento com paixão e desejo, Amor com abraço, com beijo. Objetos simbolizando ligação espiritual,                                         Amor sem ou com fundamento legal, Julieta e Romeu com amor proibido, Fruto do calor, da química e do sentido. O amor tudo ama e até a vida fortalece, O destino de amar  o frio que aquece. O que é o amor sem sentimentos e  alegria, É um penar constante de noite e dia. Victor Marques
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Jun 1, 2022
Jun 1, 2022 at 1:54 PM UTC
O que é o amor
Poesia é fogo É toque sedutor que seduz o mais fiel Poesia são sonhos amarrotados no papel Poesia arde ferozmente e me aquece Aquece o meu ser gélido Ela mata-me, cansa-me Ela faz-me viver morto Mas acima de tudo, Ela ressuscita-me e ama-me Ama-me como uma mãe cuida da sua cria Como o sol beija a lua ao seu nascer Ilumina a minha escura mente Apazigua-me, levita- me e aquece Pois poesia e fogo Fogo onde quero arder Pois sou o papel amarrotado Assim sou iluminado Pois poesia arde em mim até falecer.
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Jul 21, 2017
Jul 21, 2017 at 6:17 PM UTC
Poesia é fogo.
beijar os joelhos e sentir os pelos se arrepiando enquanto o calor do fogão aceso aquece a barriga dela e transporta os miolos pra outro pensamento que não o agora. e deitar sobre a cama nua em pele enquanto as pontas dos dedos do pé acariciam a cabeça daquela presença efêmera que acompanha há cinco anos. vítima? não entender sobre todas as coisas e parecer calma o suficiente pra apenas concordar com a cabeça. sim! eu sou aquela mesma pessoa? não. o sol já vai nascer e tudo começa de novo. tudo novo. novamente. é assim que as coisas são.
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Jan 19, 2018
Jan 19, 2018 at 5:23 PM UTC
Untitled
DEUS, SEUS ANJOS E TODOS OS SANTOS Me levanto com o despertar da vida, Me elevo com todos os odores. Com doçura e sem magoa , Chuva sempre abençoada. Infinito sem principio nem fim, Amor a nosso semelhante. Deus amor sempre presente, Sol que alumia e aquece, Noite do presente, do passado, Sono personalizado. A Vida tanta coisa nos da, Vejo luz e paz, A natureza sempre singular, Protegido em todos os momentos, Vivo com Deus, anjos e Santos . Victor Marques
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Dec 9, 2021
Dec 9, 2021 at 12:22 PM UTC
Deus, Seus anjos e todos os Santos
Arregaço as mangas largas e ensopadas Do mar bravo que as molhou, Volto para a areia,onde o sol Aquece os grãos, E fez acelerar o passo De quem por lá andou. Todas as manhãs,o mar traz ao de cima Espuma,algas e saudade. Corto as mangas da minha velha camisa Para ver se a água gelada não me adoece, E desajeitado, cortei a vaidade. Agora só molho os meus magros braços, E ao olhar para o mar vejo-te atrás de mim, A tentar puxar-me para a areia porque Na água, somos o espelho da saudade e de quem morre ao não saber pôr um fim. Resisto como resistem as pernas de um pescador na corrente do mar, Mas aflito e sem forças afogo-me, e deixo-me levar. Deixei a minha velha camisa na areia Para se me vieres ver, o meu cheiro possa contigo andar. Pode ser que na próxima maré O meu corpo ao de cima possa vir. Se estiveres na nossa praia Pode ser que te veja a sorrir.
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Jan 10, 2018
Jan 10, 2018 at 5:35 PM UTC
Brisa
possuir-te mais que todos por não te ter mas ter tudo o que fomos na calada tenho-te quero-te porque te relembro e vejo-te no sol que me aquece e na água que nos fluiu feliz exausta
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Mar 2, 2019
Mar 2, 2019 at 4:57 AM UTC
Untitled