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"repleto" poems
Irrita la garganta y daña el hígado, que bastante ya se ha visto machacado por años de prácticas funestas. El más ****** líquido, encuentra camino en mi esófago, repleto de falsas esperanzas, va camino abajo y patea mis entrañas encargándose de dejar escapar la cordura. Menos por menos es más, y aquello que te vuelva inestable en una casa sin columnas ni vigas, seguro te hará sentir a salvo. Fuerte aroma y tacto cuestionable, aunque lo conozcas desde siempre, todas las veces se siente como el primer beso pero con mordida. Como champaña descorchada, hace florecer cualquier pensamiento, entre palabras que escapan a duras penas de la lengua envenenada y adormecida. El que lo niegue no lo ha probado, y si lo probó y lo negó, tiene ante usted a un ángel limpio y puro, puesto que ésta es la poción de los pisoteados.
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Aug 31, 2017
Aug 31, 2017 at 10:01 AM UTC
Agave
O desenho inscrito sobe a forma de sinais, Que percorrem o mapa secreto desse corpo, Onde no olhar se vêm certezas divinais, Mais secreto é saber que alimentas o meu horto! O dilema repleto de infindáveis caminhos, Onde a escuridão que existira se esfumou, Nossos dizeres tornam-se atos e miminhos, Essas dúvidas são claras e o tempo levou! Como tu eu sinto que o melhor é mesmo acreditar, Soltar-me no vento e explorar o sentimento quente, Que chegou recheado de sonhos e contornos de cativar, É porém o desenho do teu rosto que guardo tão presente! Presente tão bom, presente que Deus me enviou no caminho, Posso mesmo confiar que tenho vontade de ir pela avenida, Nem tão pouco, nem tão perto a luz do fundo eu imagino, Mas o alimento que trouxeste e que a ti vai deixando com vida! Segue nas minhas veias na esperança de te poder hoje e sempre olhar, Apertar-te nos braços e encontrar o meu, em tempos já distante Norte, E hoje aperto em minha mão a bússola que me trouxeste em passaporte, Para o vão da felicidade, de que hoje quero acreditar, e comigo, a ti levar! Autor: António Benigno Para ti Lili…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
Esse sinal que é teu
que piensas de la noche.. cuando yace callada eterna y desvelada como bohemia dormida ; las estrellas colgadas en aquel libro ***** son iguales que versos son como una caricia ; los arboles ya secos alzan sus pobres brazos intentando tocar un pedazo de cielo ; las aves se acurrucan en las tristes palmeras los carros pasan secos como aire en primavera ; lo opaco de la noche me llena de cenizas los techos y las luces luciernagas que pintan ; pintan mi invierno triste lo llenan de resina y yo me sueño libre como la noche fria ; la noche nunca pregunta siempre llega campante invade cada parte sin dar explicaciones ; la noche se destaca por ser bien libertina la noche es un poema repleto de caricias ; las estrellas colgadas del libro de la noche vamonos a lo oscuro vamonos a otro mundo vamonos en un verso al lugar mas profundo al ***** de la noche al lugar mas oscuro...
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Jul 30, 2014
Jul 30, 2014 at 5:53 AM UTC
las estrellas colgadas
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:59 AM UTC
Alucinações Hipnagógicas
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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Allí están, allí estaban las trashumantes nubes, la fácil desnudez del arroyo, la voz de la madera, los trigales ardientes, la amistad apacible de las piedras. Allí la sal, los juncos que se bañan, el melodioso sueño de los sauces, el trino de los astros, de los grillos, la luna recostada sobre el césped, el horizonte azul, ¡el horizonte! con sus briosos tordillos por el aire. ¡Pero no! Nos sedujo lo infecto, la opinión clamorosa de las cloacas, los vibrantes eructos de onda corta, el pasional engrudo las circuncisas lenguas de cemento, los poetas de moco enternecido, los vocablos, las sombras sin remedio. Y aquí estamos: exangües, más pálidos que nunca; como tibios pescados corrompidos por tanto mercader y ruido muerto: como mustias acelgas digeridas por la preocupación y la dispepsia; como resumideros ululantes que toman el tranvía y bostezan y sudan sobre el carbón, la cal, las telarañas; como erectos ombligos con pelusa que se rascan las piernas y sonríen, bajo los cielorrasos y las mesas de luz y los felpudos; llenos de iniquidad y de lagañas, llenos de hiel y tics a contrapelo, de histrionismos madeja, yarará, mosca muerta; con el cráneo repleto de aserrín escupido, con las venas pobladas de alacranes filtrables, con los ojos rodeados de pantanosas costas y paisajes de arena, nada más que de arena. Escoria entumecida de enquistados complejos y cascarrientos labios que se olvida del **** en todas partes, que confunde el amor con el masaje, la poesía con la congoja acidulada, los misales con los libros de caja. Desolados engendros del azar y el hastío, con la carne exprimida por los bancos de estuco y tripas de oro, por los dedos cubiertos de insaciables ventosas, por caducos gargajos de cuello almidonado, por cuantos mingitorios con trato de excelencia explotan las tinieblas, ordeñan las cascadas, la edulcorada caña, la sangre oleaginosa de los falsos caballos, sin orejas, sin cascos, ni florecido esfínter de amapola, que los llevan al hambre, a empeñar la esperanza, a vender los ovarios, a cortar a pedazos sus adoradas madres, a ingerir los infundios que pregonan las lámparas, los hilos tartamudos, los babosos escuerzos que tienen la palabra, y hablan, hablan, hablan, ante las barbas próceres, o verdes redomones de bronce que no mean, ante las multitudes que desde un sexto piso podrán semejarse a caviar envasado, aunque de cerca apestan: a sudor sometido, a cama trasnochada, a sacrificio inútil, a rencor estancado, a pis en cuarentena, a rata muerta.
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Testimonial
Allí están, allí estaban las trashumantes nubes, la fácil desnudez del arroyo, la voz de la madera, los trigales ardientes, la amistad apacible de las piedras. Allí la sal, los juncos que se bañan, el melodioso sueño de los sauces, el trino de los astros, de los grillos, la luna recostada sobre el césped, el horizonte azul, ¡el horizonte! con sus briosos tordillos por el aire. ¡Pero no! Nos sedujo lo infecto, la opinión clamorosa de las cloacas, los vibrantes eructos de onda corta, el pasional engrudo las circuncisas lenguas de cemento, los poetas de moco enternecido, los vocablos, las sombras sin remedio. Y aquí estamos: exangües, más pálidos que nunca; como tibios pescados corrompidos por tanto mercader y ruido muerto: como mustias acelgas digeridas por la preocupación y la dispepsia; como resumideros ululantes que toman el tranvía y bostezan y sudan sobre el carbón, la cal, las telarañas; como erectos ombligos con pelusa que se rascan las piernas y sonríen, bajo los cielorrasos y las mesas de luz y los felpudos; llenos de iniquidad y de lagañas, llenos de hiel y tics a contrapelo, de histrionismos madeja, yarará, mosca muerta; con el cráneo repleto de aserrín escupido, con las venas pobladas de alacranes filtrables, con los ojos rodeados de pantanosas costas y paisajes de arena, nada más que de arena. Escoria entumecida de enquistados complejos y cascarrientos labios que se olvida del **** en todas partes, que confunde el amor con el masaje, la poesía con la congoja acidulada, los misales con los libros de caja. Desolados engendros del azar y el hastío, con la carne exprimida por los bancos de estuco y tripas de oro, por los dedos cubiertos de insaciables ventosas, por caducos gargajos de cuello almidonado, por cuantos mingitorios con trato de excelencia explotan las tinieblas, ordeñan las cascadas, la edulcorada caña, la sangre oleaginosa de los falsos caballos, sin orejas, sin cascos, ni florecido esfínter de amapola, que los llevan al hambre, a empeñar la esperanza, a vender los ovarios, a cortar a pedazos sus adoradas madres, a ingerir los infundios que pregonan las lámparas, los hilos tartamudos, los babosos escuerzos que tienen la palabra, y hablan, hablan, hablan, ante las barbas próceres, o verdes redomones de bronce que no mean, ante las multitudes que desde un sexto piso podrán semejarse a caviar envasado, aunque de cerca apestan: a sudor sometido, a cama trasnochada, a sacrificio inútil, a rencor estancado, a pis en cuarentena, a rata muerta.
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En la distancia pides concilio, mientras frío me encuentro pensándote. En tus ojos tan negros, repletos del vacío, y en las lágrimas incautas, pidiendo perdón, sin siquiera sentirlo, porque caen sobre mí, dulce y cándida tendida sobre la cama, caen, de forma vertiginosa, sobre las llamas del amanecer malva. Se prende en fuego, el dolor; sobre nuestros ojos. Se prende en fuego, el amor; sobre nuestra nada. Poco a poco me convierto en una máscara de circo, llena de colores, con un cuerno sobre mi frente que empuja toda mis entrañas, un monstruo, un adefesio; la abominación de mis pensamientos. En la distancia, me ruegas el concilio, mientras frío, repleto de marcas, me encuentro pensándote. En las dunas de un arenal basto, en las tierras de yare, donde soy un diablo.
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Jul 20, 2017
Jul 20, 2017 at 11:26 PM UTC
Cuento Criollo.
Al timón de un gallardo navío maniobra con manos prudentes un joven piloto. A través de la niebla trepida con pávido brío el metálico ritmo de un tañido remoto… Es la ronca campana marina, la inquietante campana, la campana de alarma que plañe en la costa lejana, al vaiven de la olas coléricas, su inquietud repentina. Suena, suena en la noche, vigilante campana costeña, revelando el acecho del escollo bravío; suena, suena con ímpetu, y despierta al piloto que sueña al timón de su débil navío! Pero el nauta inexperto no olvidó la prudencia en el puerto. Avizor, ambicioso y altivo -tres veces despierto-, oyó al punto, a lo lejos, la sonora advertencia. Y el ligero navío, de incontables tesoros repleto, bajo el sólido puño del piloto se inclina, y levanta la proa espumaste después, como un reto, mientras vibra más trémula y próxima la campana marina… Y el esplendido y noble navío se aleja ágilmente, y su blanco velamen gentil se destaca en la espesa y opaca neblina, eludiendo la rauda corriente, bajo el gélido azote de la racha inclemente, mientras hierve con sordo fragor la resaca... ............................................................................ Sí, Dios mio: ¡Se ha salvado un navío! Pero el orto navío inmortal, el navío inmortal que va a bordo de ese frágil navío, ¿Qué piloto es capaz de alejarlo del escollo fatal? Navío del alma, que ninguna bonanza sosiega; que en el tosco navío del cuerpo navegas en pos de una costa de luz que no llega: Navega, navío sin brújula, navega, navega, navega!, atento a la eterna y magnánima campana de Dios!
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La campana marina
Al timón de un gallardo navío maniobra con manos prudentes un joven piloto. A través de la niebla trepida con pávido brío el metálico ritmo de un tañido remoto… Es la ronca campana marina, la inquietante campana, la campana de alarma que plañe en la costa lejana, al vaiven de la olas coléricas, su inquietud repentina. Suena, suena en la noche, vigilante campana costeña, revelando el acecho del escollo bravío; suena, suena con ímpetu, y despierta al piloto que sueña al timón de su débil navío! Pero el nauta inexperto no olvidó la prudencia en el puerto. Avizor, ambicioso y altivo -tres veces despierto-, oyó al punto, a lo lejos, la sonora advertencia. Y el ligero navío, de incontables tesoros repleto, bajo el sólido puño del piloto se inclina, y levanta la proa espumaste después, como un reto, mientras vibra más trémula y próxima la campana marina… Y el esplendido y noble navío se aleja ágilmente, y su blanco velamen gentil se destaca en la espesa y opaca neblina, eludiendo la rauda corriente, bajo el gélido azote de la racha inclemente, mientras hierve con sordo fragor la resaca... ............................................................................ Sí, Dios mio: ¡Se ha salvado un navío! Pero el orto navío inmortal, el navío inmortal que va a bordo de ese frágil navío, ¿Qué piloto es capaz de alejarlo del escollo fatal? Navío del alma, que ninguna bonanza sosiega; que en el tosco navío del cuerpo navegas en pos de una costa de luz que no llega: Navega, navío sin brújula, navega, navega, navega!, atento a la eterna y magnánima campana de Dios!
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Quando acordo e penso em tudo que o mundo tem, Me reconcilio com o vento que vem .! Me engano a mim mesmo e a mais ninguém, No mundo abençoados os dias sempre serão, Acolho a noite e a sua sedutora escuridão... O mundo de estrelas cintilantes e brilhantes no meu céu, Velas de paz que se perdem no além. Quando penso no mundo da tristeza, guerra e xenofobia, As flores florescem sem o aroma, sem alegria! Os seres humanos nascem desprotegidos e sempre nus, Para a vida que os chama e por caminhos cruzados os conduz. Parece que o  mundo não quer morrer com tua alma viva, Tudo se transforma  e no universo as galáxias componentes do meu mundo organizadas como organismos ficam à deriva. O mundo temporal que nos rodeia  aparece e desaparece, Com ou sem magia de quem  o ama e conhece. Deixai o mundo ser feliz com aquilo que lhe foi destinado, Amar o seu céu,  o seu rio de água doce e seu mar sempre salgado. Deixai que haja salgueiros verdes e campos em flor, Que o mundo seja repleto de coisas,  gentes e amor...
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Jan 16, 2024
Jan 16, 2024 at 3:51 PM UTC
Quando penso no mundo e tudo o que ele tem
Del sol muere el postrer lampo, Nube gris el cielo tizna, Y va cayendo en el campo                   La llovizna. En el crepúsculo quieto, Surcos abriendo en el barro, De amarilla mies repleto                   Pasa un carro. Lenta la noche a la aldea Desciende y las ondas mancha. Junto al muelle cabecea                   Vieja lancha. Radián luces vacilantes En callejas silenciosas, Bajo bandadas de errantes                   Mariposas. Cual fantasma do pavura Su ramazón casi escueta Alza un árbol, en la oscura                   Plazoleta. Desolación que da frío En esta angustiosa calina... ¡Soledad en torno mío                   Y en el alma! Desde el hotel del balneario En torno tiendo la vista. Mi corazón solitario                   Se contrista. Para que venga el olvido El alma ensueños ingenia. ¡Quién tu víctima no ha sido,                   Neurastenia! Se van borrando, borrando, En sombras los campos yermos. Las horas están contando                   Los enfermos. Una música que gime En un organillo empieza... ¡Cómo el corazón oprime                   La tristeza! Esa música... ¿Qué encanto De lejos viene a traerme? ¡Recuerdo bañado en llanto,                   Duerme, duerme! Y mañana... El mismo día Sin luz que en sombras irradie. Siempre gris melancolía...                   ¡Cerca... nadie! Se han ido muchos. A trechos. Hay cuartos solos, sombríos. ¡Honda tristeza de lechos                   Ya vacíos! Es fin de estación. Al valle Ya cayendo sombra leve. Nadie pasa por la calle...                   Llueve... Llueve.
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Fin de estación
Del sol muere el postrer lampo, Nube gris el cielo tizna, Y va cayendo en el campo                   La llovizna. En el crepúsculo quieto, Surcos abriendo en el barro, De amarilla mies repleto                   Pasa un carro. Lenta la noche a la aldea Desciende y las ondas mancha. Junto al muelle cabecea                   Vieja lancha. Radián luces vacilantes En callejas silenciosas, Bajo bandadas de errantes                   Mariposas. Cual fantasma do pavura Su ramazón casi escueta Alza un árbol, en la oscura                   Plazoleta. Desolación que da frío En esta angustiosa calina... ¡Soledad en torno mío                   Y en el alma! Desde el hotel del balneario En torno tiendo la vista. Mi corazón solitario                   Se contrista. Para que venga el olvido El alma ensueños ingenia. ¡Quién tu víctima no ha sido,                   Neurastenia! Se van borrando, borrando, En sombras los campos yermos. Las horas están contando                   Los enfermos. Una música que gime En un organillo empieza... ¡Cómo el corazón oprime                   La tristeza! Esa música... ¿Qué encanto De lejos viene a traerme? ¡Recuerdo bañado en llanto,                   Duerme, duerme! Y mañana... El mismo día Sin luz que en sombras irradie. Siempre gris melancolía...                   ¡Cerca... nadie! Se han ido muchos. A trechos. Hay cuartos solos, sombríos. ¡Honda tristeza de lechos                   Ya vacíos! Es fin de estación. Al valle Ya cayendo sombra leve. Nadie pasa por la calle...                   Llueve... Llueve.
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¡Canastito repleto de fresas! ¡Ay, si él estuviese esta tarde conmigo en la mesa! ¡Tanto como gusta de las últimas fresas redondas que las lluvias de Marzo maduran! Y después que las hemos comido, lentamente besarme en los labios que ellas ponen fragantes y vivos. ¡Oh cestito cestito de fresas que forrado de pámpanos verdes has traído la pena a mi mesa! ¿Dónde se halla a esta hora el ausente? ¿Con quién come? ¿Qué piensa? ¿Qué hace que sabiéndome triste no vuelve? ¡Para qué habrán traído estas fresas! ¡Para qué quiero aroma en los labios si él no está hoy a mi lado en la mesa!
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La merienda triste
si alguna vez, te pierdo, o si te me pierdes, espero acordarme de tus cuerdas hipnotizantes. de tus notas hipnóticas, tus resonancias disonantes, y tus harmonías etéreas que calman mi miseria al igual también, mi amor. espero acordarme de absolutamente todo. el momento malo al igual que el bueno. esperando nuestro amor humano que esté, a través de su divinidad, lleno y repleto del río rojo que sale de este lugar mágico, como el jardín de Adan y Eva. aquí contigo en este río. me encontrarás entre sus piedras, dónde te esperare con mis pies en el agua y entre tus tiernas piernas sembrare mi orgullo final. un final grande y grave, como tu nota musical en su fin orquestal. el estar contigo, es un bienestar al olvido de sufrimientos vividos, tu voz, al estar en mi oído, lava el odio del niño tenido del nido, y en sus alas hay hilos reviviendo los dones dormidos. reviviendo mis sentimientos hacia una vida buena, y el poder de volar. el poder de vivir, y el privilegio de poder compartirme contigo sin tener que fingir. - melancholicreator
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Jul 16, 2025
Jul 16, 2025 at 8:47 PM UTC
adán y eva
Como un enorme tajo corta el monte la zanja Que de la serranía lleva el agua al molino, Y entre las altas rocas y el cielo vespertino Destella de arreboles una encendida franja. Dora un fulgor intenso de color de naranja El trigal; hay aromas de huerto campesino; Y como roja mancha, lejos, junto al camino, Asoma entre eucaliptos el techo de una granja. El trabajo del día terminado en la siega, Van, lentos, y seguidos del gañán, por la vega, Ya sin yugo los bueyes al conocido pozo; Y a la luz de la tarde, repleto de gavillas De trigo, avanza un carro; y el carro es alborozo De cantares y música bajo rojas sombrillas.
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Tarde campestre
Cantar del agua del río, cantar continuo y sonoro; arriba bosque sombrío y abajo arenas de oro.             Cantar... de alondra escondida entre el oscuro pinar.             Cantar... del viento en las ramas floridas del retamar.             Cantar... de abejas ante el repleto tesoro del colmenar.             Cantar... de la joven tahonera que al río viene a lavar. Y cantar, cantar, cantar de mi alma embriagada y loca   bajo la lumbre solar.
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Estío