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"fio" poems
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Feb 12, 2019
Feb 12, 2019 at 8:35 AM UTC
Lies I Sir Box
Não há no mundo inteiro, Sensibilidade nobre e grata, Amor terno e verdadeiro, Fio de ouro e prata. Amor que alguém sente, Carinho sempre infinito, Prazer inédito e constante, Flores, ramo bonito... Nossa mãe Maria, Flores doces e reais, Beijos dados com alegria, Querida por mim e teus pais. Vic Alex
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Apr 19, 2010
Apr 19, 2010 at 3:39 AM UTC
Cada gesto é como uma flor....
Parte do tempo percebemos que somos perfeito A maior parte não paramos de falar Eu seguro sua mão, você dá um sorriso A gente se beija no meio fio Meu corpo se mexe pra trás e pra frente Aqui está pra prefeitura, aqui está o bar que nos vende tequila Somos tão esquisitos que daria certo Os cartões de crédito dela me perdoaram Os cabelos enrolados me perdoaram Por que você não pode me perdoar? Somos tão esquisitos que daria certo O garoto de óculos escuros me deu um gole daquela ***** barata Você me deixou colocar a cabeça no seu ombro Quando fomos embora você me seguro no colo Somos tão esquisitos que daria certo Esquerda, direita, cima e baixo Só porque não temos joguinhos não quer dizer que não é certo Você vive dizendo que quer me ver Amo essa mescla de felicidade e receio Quando fico triste você faz uma dança engraçada Somos tão esquisitos que fica perfeito
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 1:35 AM UTC
Amantes Esquisitos
A solidão espalha os seus frutos Sou um ser controverso, Com pena e verso. Eu tenho uma vida, Bem ou mal vivida. A vida é um flagelo, Um trovão descontrolado, Um amor mal amado, Um fio fino dum cabelo. Coisas lindas eu já vi, Muitas nem senti, Existe por vezes beleza, No pousar da natureza. Na solidão e melancolia, Vivo o dia-a-dia, Gosto de amar de sentir saudade, Caminheiro da liberdade. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 2:50 AM UTC
A solidão de viver
Estou pendurada por um fio Meus pés deveriam procurar o chão Minhas mãos deveriam procurar o céu Eles dizem: ''Você pode falar com Deus se precisar'' Dizem saber mais Dizem que não vai adiantar se esforçar Enquanto perco o ar Pássaros saem da minha boca Olhe. Agora. Sabe do que estou falando? Eles te enforcam sem perceber Gelado. Pálido. Somos sacos de ossos mecânicos procurando por uma fantasia.
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:17 PM UTC
Ossos Mecânicos
Nada tenho a perder Os amigos já partiram Ritual Penso em solidão, na tristeza Mas um sonho continua vivo Tento prosseguir nesta terra Já sem dono Agora na estrada, percebo Os homens - seres incorrectos Neste jogo, onde se perde e se ganha Estão as almas e as vidas por um fio Talvez hoje, talvez mais tarde TU Irás descobrir, o que ainda tens a fazer Não te preocupes, continua.
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May 5, 2014
May 5, 2014 at 5:09 PM UTC
nada tenho
às vezes pergunto por que motivo tu partes de mim quando entardece, e digo às minhas esperanças e sonhos, que nem tudo o que acontece é o que parece. a vida às vezes pode ser um borrão, as emoções podem-nos toldar, às vezes escrevo para ti horas a fio, quando preciso deixar o meu coração sarar. o tempo fará esquecer o passado, esta tristeza que se espalha em mim, como os lírios à tona de um lago, numa manhã vestida de carmesim. o final do dia trará novas alegrias, e embora eu sonhe acordado, tenho em mim plena consciência, de que preciso de ti ao meu lado. e até que eu volte a escrever para ti amanhã, lembra-te, tu és toda a minha alegria, dor e tristeza.
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Jun 9, 2015
Jun 9, 2015 at 9:41 AM UTC
Palavras suspensas no tempo
The hardest part is letting go sometimes great feelings end sooner then expected. The loss of a love one a broken heart. People loop these events torturing themselves thinking of new outcomes and posiblities. All you can do is learn, be better for the next. be stronger for the future don't give up on yourself. Times are tough but you bounce back tougher. As you grow and age time changes, everything what's in is out. What was is no more. Trends fade away new ones begin. Blending in means you don't exsist but you'll find the path so ones dream can become the reality or reach the destination called destiny.
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Aug 9, 2014
Aug 9, 2014 at 4:47 AM UTC
fio
cada momento passado na realidade me dá mais certeza de que te inventei alguns anos atrás te coloquei numa gaiola de sonhos ansiados da qual conseguiste escapar, levando teus pés por um tapete de estrelas pra chegar até mim. desejos infinitos que cultivei antes do acontecimento de ti (aqueles que pensei que pra sempre seriam fantasmas na minha mente) agora desabrocham nas palmas de minhas mãos toda vez que encosto em ti, deságuam nos meus calafrios toda vez que encostas em mim, e vibram na nossa volta toda vez que estamos juntas. (sentimento doce esse de se construir uma em volta da outra e se conhecer uma em volta da outra e de dar voltas uma em volta da outra incessa e incansavelmente.) me sinto mar revolto de profundeza apaziguada quando deito contigo. nossos movimentos como ondas que quebram uma em cima da outra e chiam num sussurro explosivo; gemidos que vêm de furacões de dentro do peito transbordam na curva do lábio e derramam no lençol como mel pingando da colmeia. a maneira na qual esperamos o verão dobrar a esquina, nos ocupamos achando maneiras de nos esquentar dissertando uma sobre a outra pelo fio invisível do telefone o qual não nos separa e não mede distância: quando estou perto de ti estou perto de mim mesma e de toda minha luz que se mistura com tua luz e faz de nós sol.
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Jul 3, 2018
Jul 3, 2018 at 12:43 AM UTC
Untitled
tomai bebei bebei da taça que transporta a vida enjaulada pelo fino fio da adaga
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Mar 4, 2015
Mar 4, 2015 at 4:39 PM UTC
Adaga
A efêmera existência No tênue fio entre a vida e a morte Busca a razão na essência Chega ao fim sem entender a sorte A mais simples dúvida No mais complexo ser Se ainda resta muita vida O que temos que escolher? Se é tão fácil resistir Onde estão os que sobraram? Se todas as portas vão se abrir Quantas já se fecharam? Mas viver é tão bonito Que não há quem resista Mesmo encarando o risco Mesmo quando não há terra à vista
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Oct 26, 2019
Oct 26, 2019 at 5:07 PM UTC
Uma manhã de sábado
tremi de falar já o que te esconde embaixo da saia. tecido pesado esse que te faz caminhar um tanto mais lento. e se só a gente tivesse asas e mais ninguém? que injusto pinguins se amarem durante a vida inteira e a gente não. arranquei mechas de cabelo e fiz de cada fio uma história pra contar. mas eu nem tenho coragem de colar na parede... fica palpitando. é normal. errei várias vezes. a cara já começa a enrugar e escurecer. primeiros sinais do infinito dos teus olhos. plante. ou não também. escreva uma coisa absurda depois ponha fogo. ou não também. corte as pontas dos dedos, mas não jogue fora. use como fones de ouvido. não dá pra escapar da tristeza. capturei uma coisa pra ti, olha só. mais uma linha de algo escrito que não era pra ser escrito assim.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 5:05 PM UTC
porta, rua, casa, jardim
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Sep 15, 2015
Sep 15, 2015 at 8:30 PM UTC
Angles
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:02 PM UTC
caibro
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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