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"fico" poems
[Dedicated to Austin Osman Spare] Have pity ! show no pity ! Those eyes that send such shivers Into my brain and spine : oh let them Flame like the ancient city Swallowed up by the sulphurous rivers When men let angels fret them ! Yea ! let the south wind blow, And the Turkish banner advance, And the word go out : No quarter ! But I shall hod thee -so ! While the boys and maidens dance About the shambles of slaughter ! I know thee who thou art, The inmost fiend that curlest Thy vampire tounge about Earth's corybantic heart, Hell's warrior that whirlest The darts of horror and doubt ! Thou knowest me who I am The inmost soul and saviour Of man ; what hieroglyph Of the dragon and the lamb Shall thou and I engrave here On Time's inscandescable cliff ? Look ! in the plished granite, Black as thy cartouche is with sins, I read the searing sentence That blasts the eyes that scan it : **** and SET be TWINS." A fico for repentance ! Ay ! O Son of my mother That snarled and clawed in her womb As now we rave in our rapture, I know thee, I love thee, brother ! Incestuous males that consumes The light and the life that we capture. Starve thou the soul of the world, Brother, as I the body ! Shall we not glut our lust On these wretches whom Fate hath hurled To a hell of jesus and shoddy, Dung and ethics and dust ? Thou as I art Fate. Coe then, conquer and kiss me ! Come ! what hinders? Believe me : This is the thought we await. The mark is fair ; can you miss me ? See, how subtly I writhe ! Strange runes and unknown sigils I trace in the trance that thrills us. Death ! how lithe, how blithe Are these male incestuous vigils ! Ah ! this is the spasm that kills us ! Wherefore I solemnly affirm This twofold Oneness at the term. Asar on Asi did beget Horus twin brother unto Set. Now Set and Horus kiss, to call The Soul of the Unnatural Forth from the dusk ; then nature slain Lets the Beyond be born again. This weird is of the tongue of Khem, The Conjuration used of them. Whoso shall speak it, let him die, His bowels rotting inwardly, Save he uncover and caress The God that lighteth his liesse.
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The Twins
[Dedicated to Austin Osman Spare] Have pity ! show no pity ! Those eyes that send such shivers Into my brain and spine : oh let them Flame like the ancient city Swallowed up by the sulphurous rivers When men let angels fret them ! Yea ! let the south wind blow, And the Turkish banner advance, And the word go out : No quarter ! But I shall hod thee -so ! While the boys and maidens dance About the shambles of slaughter ! I know thee who thou art, The inmost fiend that curlest Thy vampire tounge about Earth's corybantic heart, Hell's warrior that whirlest The darts of horror and doubt ! Thou knowest me who I am The inmost soul and saviour Of man ; what hieroglyph Of the dragon and the lamb Shall thou and I engrave here On Time's inscandescable cliff ? Look ! in the plished granite, Black as thy cartouche is with sins, I read the searing sentence That blasts the eyes that scan it : **** and SET be TWINS." A fico for repentance ! Ay ! O Son of my mother That snarled and clawed in her womb As now we rave in our rapture, I know thee, I love thee, brother ! Incestuous males that consumes The light and the life that we capture. Starve thou the soul of the world, Brother, as I the body ! Shall we not glut our lust On these wretches whom Fate hath hurled To a hell of jesus and shoddy, Dung and ethics and dust ? Thou as I art Fate. Coe then, conquer and kiss me ! Come ! what hinders? Believe me : This is the thought we await. The mark is fair ; can you miss me ? See, how subtly I writhe ! Strange runes and unknown sigils I trace in the trance that thrills us. Death ! how lithe, how blithe Are these male incestuous vigils ! Ah ! this is the spasm that kills us ! Wherefore I solemnly affirm This twofold Oneness at the term. Asar on Asi did beget Horus twin brother unto Set. Now Set and Horus kiss, to call The Soul of the Unnatural Forth from the dusk ; then nature slain Lets the Beyond be born again. This weird is of the tongue of Khem, The Conjuration used of them. Whoso shall speak it, let him die, His bowels rotting inwardly, Save he uncover and caress The God that lighteth his liesse.
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Tempo perdido no tempo Quando me lembro do tempo, Fico preso no esquecimento, O tempo deixa no entanto, Alegria ou tempo de lamento. O tempo indeterminado, Tempo presente, futuro, passado. Tempo que ousadamente esqueci, Tempo do que sou e vivi. Tempo que penar é coisa mística, Pedreiro sem pedra não é artista. O tempo intemporal de um ser, Acordar com o amanhecer. Fogueiras de um tempo que parecem apagadas, Tempo de janelas abertas e fechadas. Tempo que parece um ficheiro encerrado, Incondicional amor bem-amado. Victor Marques
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Oct 30, 2013
Oct 30, 2013 at 3:07 AM UTC
Tempo perdido no tempo
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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May 25, 2015
May 25, 2015 at 9:44 AM UTC
Minha filha Victória
Minha filha Victória, Dou graças a Deus por tudo que me tem dado, o melhor de tudo foste tu teres nascido e durante estes anos compreender e apreender as melhores facetas e ensinamentos que tu mesma descobriste e aperfeiçoastes. Fico muito feliz com o sucesso que tens tido em todas as vertentes da tua vida e com o final de ano com a tua licenciatura em Medicina Dentária. Sou pai orgulhoso, amigo e confidente e podes sempre contar comigo no futuro, sem eu nunca querer impor regras ou princípios. Peço desculpa pelas vezes em que não consegui dar-te o apoio infinito que tu sempre mereces, por não ser mais calmo em todas as circunstâncias que a vida por vezes nos submete. Quero te agradecer pela filha maravilhosa que és, pela tua sabedoria, pelo teu carinho, pelo teu amor de filha que sempre guardo no meu coração. Deus deu-me este grande privilégio e espero que continue por largos anos a poder privar da tua doce e excelsa companhia. Neste tempo de grandes transformações quero que esteja sempre presente na tua vida: o poder da alma, do amor, do respeito por todos os seres humanos, e pela natureza pura e imaculada que eu tanto divulgo e aprecio. Obrigado filha por tu também teres contribuído para eu me tornar um ser humano melhor, mais amigo, mais companheiro, mais sonhador. Se todos os Pais amassem os seus filhos da forma mais genuína como as avezinhas amam os seus teríamos um mundo muito melhor. Dar liberdade e confiança ajuda sempre para se ter a certeza do caminho a seguir. Eu sou daqueles que quer que a minha filha seja muito melhor do que eu, que tenha uma vida mais feliz, que tenha tudo sempre muito melhor do que eu. Esta é a minha forma de pensar e de viver e porque não dizer o quanto te quero bem. Adoro-te filha Victor Marques
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Parte do tempo percebemos que somos perfeito A maior parte não paramos de falar Eu seguro sua mão, você dá um sorriso A gente se beija no meio fio Meu corpo se mexe pra trás e pra frente Aqui está pra prefeitura, aqui está o bar que nos vende tequila Somos tão esquisitos que daria certo Os cartões de crédito dela me perdoaram Os cabelos enrolados me perdoaram Por que você não pode me perdoar? Somos tão esquisitos que daria certo O garoto de óculos escuros me deu um gole daquela ***** barata Você me deixou colocar a cabeça no seu ombro Quando fomos embora você me seguro no colo Somos tão esquisitos que daria certo Esquerda, direita, cima e baixo Só porque não temos joguinhos não quer dizer que não é certo Você vive dizendo que quer me ver Amo essa mescla de felicidade e receio Quando fico triste você faz uma dança engraçada Somos tão esquisitos que fica perfeito
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 1:35 AM UTC
Amantes Esquisitos
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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Aquela toca, pernas longas e câmera Você me faz me sentir como uma criança Vivo tentando te dizer Tento, tento, mas não sai nada de mim Sinto raiva, depois fico derretida, e depois com raiva de novo E tudo o que você saber falar é sobre alguns números 9, 25, 88, 97, 16... Eu sou apenas uma adolescente volátil Sou um panda abandonado um panda pequeno E agora você deve estar fotografando várias meninas de 23 uma com piercing no septo e outra com uma tatto da Marilyn Se eu tivesse nascido em 95 tava tudo bem...
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 12:46 AM UTC
Fotógrafo
És um rio que nunca vi Corres depressa demais Gestos e palavras vazias Não te abrandam E não te posso alcançar. És um rio que nunca vi Somente em sonhos Que não me deixam dormir Sonho que sou a lua E que és um rio Que te posso alcançar Iluminar Como se entre nós Não fosse tua a única luz. És um rio E fico a ver-te correr Viajam em ti Todas as dádivas da natureza Exceto eu. Exceto eu.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:29 PM UTC
és um rio que nunca vi
Quando me levanto e olho da minha janela, Agradecendo a vida  e o amor que tenho por ela. As encostas por trabalhadores durienses foram esculpidas, E suas memorias nunca  esquecidas .... Agradecendo as geadas que gelam nosso olhar Vides que esperam uma Primavera, Nevoeiros que esfumaçam na nossa terra, Pastores  que pernoitam com o brilho do luar... Lagartos que hibernam sempre no Inverno, Noites longas que nos deixam monótonos e tristonhos, Agradecendo o amor que parece eterno, Vivendo segundo a lei dos nossos sonhos... O Sol espreita por vezes de soslaio e sorrateiro, Agradecendo as noite frias em Janeiro, O céu fica limpo e pronto para ser contemplado,   E eu fico meio embasbacado ... Victor Marques
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Jan 11, 2017
Jan 11, 2017 at 11:28 AM UTC
Agradecer com sorriso ....
Percorri a tua alma, Na noite, na calma. Esperei por ti, nada, Fico aqui, abalada. Prezo para que chegues, Que chegues e me aconchegues. Rebeldia à tua maneira, Junto da luz da fogueira. Sente o toque da areia, Pensa nela como uma odisseia. Lembra-te da felicidade, Em ver o mar, na pura cumplicidade. O pôr-do-sol se instala, Ninguém tenta soltar a fala. Prendo-me a ti, Tal como antevi. Solto a mente, livre do inconsciente. Toque de lábios, O caminho, esse é de sábios.
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May 28, 2014
May 28, 2014 at 5:55 PM UTC
Rimas galopantes de amor encantado
Nem sei o que hoje te vou dizer, Ouço a natureza  ao anoitecer... Meu Deus, meu Deus, Meu Deus Sigo ensinamentos teus.... Que melodia medonha na noite perdida, Até parece pintada sem cor nem medida, Meu Deus, meu Deus ai filhos do mundo, Escrevo para ti num oceano sem fundo. Continuo a tentar perceber zumbidos da noite com amor e prazer, Meu Deus infinito e amado por tudo que é ser e não ser... Eu escuto com a ousadia universal de algo descobrir, Fico com teu amor e as borboletas da noite para te sentir. A noite se deita num céu estrelado de quarto minguante, Tu meu Deus és passado, futuro e presente. Mesmo na noite tudo é feito com brilho e muita luz... Eu me encanto no teu amor e na ressurreição divina de teu filho Jesus. Victor Marques
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Sep 14, 2018
Sep 14, 2018 at 6:43 PM UTC
Deus da natureza ao anoitecer...
Sinto saudades… Do seu cheiro, dos seus beijos, Dos seus cabelos. De te assistir chegando quando estou te esperando Da forma que fico, sem graça, tímido, quase uma criança Na sua presença. Saudades… Do seu toque, da sua pele, do seu gosto Dos seus abraços, de te abraçar. De te segurar até dormir Da sua beleza, inefável Do jeito que voce me faz rir Colocar a palma da sua mão contra a minha, Das suas unhas roídas… Passo vontades, doídas, mas que vontades boas!
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Dec 21, 2021
Dec 21, 2021 at 3:32 PM UTC
Dela
Tenho ficado frustrada, Por não saber o dia de amanhã, Por não ter visto o sol nascer. Por não ter observado a linda Lua cheia. Tenho ficado frustrada, Por esperar muito de você. Mas fico mais frustrada ainda, Por não admitir que errei, Por colocar a culpa em você, Em toda vez que eu passo naquela praça.
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Feb 20, 2013
Feb 20, 2013 at 5:58 PM UTC
Naquela praça
Vanno verso le Terme di Caracalla giovani amici, a cavalcioni di Rumi o Ducati, con maschile pudore e maschile impudicizia, nelle pieghe calde dei calzoni nascondendo indifferenti, o scoprendo, il segreto delle loro erezioni... Con la testa ondulata, il giovanile colore dei maglioni, essi fendono la notte, in un carosello sconclusionato, invadono la notte, splendidi padroni della notte... Va verso le Terme di Caracalla, eretto il busto, come sulle natie chine appenniniche, fra tratturi che sanno di bestia secolare e pie ceneri di berberi paesi - già impuro sotto il gaglioffo basco impolverato, e le mani in saccoccia - il pastore migrato undicenne, e ora qui, malandrino e giulivo nel romano riso, caldo ancora di salvia rossa, di fico e d'ulivo... Va verso le Terme di Caracalla, il vecchio padre di famiglia, disoccupato, che il feroce Frascati ha ridotto a una bestia cretina, a un beato, con nello chassì i ferrivecchi del suo corpo scassato, a pezzi, rantolanti: i panni, un sacco, che contiene una schiena un po' gobba, due cosce certo piene di croste, i calzonacci che gli svolazzano sotto le saccocce della giacca pese di lordi cartocci. La faccia ride: sotto le ganasce, gli ossi masticano parole, scrocchiando: parla da solo, poi si ferma, e arrotola il vecchio mozzicone, carcassa dove tutta la giovinezza, resta, in fiore, come un focaraccio dentro una còfana o un catino: non muore chi non è mai nato.
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Verso le Terme di Caracalla
Existo no tempo e vejo a cidade sem abrigo nua e fria e fico aqui só
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Jun 2, 2014
Jun 2, 2014 at 5:29 PM UTC
a cidade
hoje eu acordei achando que as rosas da minha vida iam se entupir de água da chuva. e até que sim, mas quis dizer o que mesmo? contente demais pra mascarar meu sentimento na busca de palavras precisas ou convidativas. hoje eu to eu, só que com mais alguém. o outro eu que fumou da natureza e tá em sintonia com alguma coisa. mas é estranho que sinto as vezes uma relutância em querer voltar pro zero e nada. ou é alguma outra coisa nova que preciso passar na vida. tudo que eu sei, eu fico com pé atrás. as vezes o negócio é mais no fundo. muito além do que eu possa imaginar. queria só saber escrever as coisas mais lindas pra daí eu ficar contente. olha só, me perdi totalmente do porque vim escrever aqui. só queria dizer que vale a pena registrar: hoje eu fui muito produtiva. muito além do que nos últimos dias. mas fluiu sem doer e me senti super bem. e acho que é isso.
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Oct 26, 2017
Oct 26, 2017 at 11:44 PM UTC
alterego confuso
Você, meu lindo Que com palavras bonitas Me confunde Me ilude E eu, mesmo sabendo disso Estou apenas vivendo o amor Tão impossível Eu olho você E vejo tanto No fundo dos seus olhos Eu vi tanta beleza Fico absorta, não me movo Que ilusão mais bonita Você
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Jul 13, 2015
Jul 13, 2015 at 8:02 PM UTC
Confusão
Estamos sempre à procura, sigo tentando entender o motivo de querermos sempre estar com alguém, penso eu que em todas as ruas dessa cidade as vezes barulhenta e as vezes calma, tem alguém olhando ao redor a procura daquele amor, que é tão leve como a brisa de um vento. São duas da tarde e eu ainda nem almocei, porque fico procurando motivos para me movimentar nesse dia tão calorento. Ingerir algo pra me nutrir parece ser um bom motivo, mas nesse momento nem isso estou fazendo questão. A procura continua, porque agora já são duas da manhã e eu ainda não to satisfeita, pode ser porque não comi nada o dia inteiro, ou algumas línguas irão dizer que é porque eu ainda preciso aprender a me amar mais... acho que acredito mais na segunda opção mesmo. A questão toda é: sair pra jantar e talvez te achar ou ficar em casa pra me encontrar? Ultimamente tenho feito as duas coisas, tento me encontrar no meio desses livros e incensos acesos, ou até por meio dos sonhos, que muitos já me mostraram onde estou, só não sei pra onde preciso ir, talvez seja jantar mesmo, vai que nesse caminho das ruas dessa cidade eu me encontro e de quebra te acho.
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Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 11:59 AM UTC
Cadê?
Quando adormeço sonho e fico sem pensamento, Nem olho para a lua que fica muito distante, Ruídos das árvores nao sentidos, Deixo de perceber os momentos vividos. Deixo de olhar os charcos de tons esverdeados, A Luz solar também nada alumia, Perdido no sonho tudo fica esquecido, A natureza também sente pouca alegria, Com a noite os esquilos ficam empoleirados, Eu perdido num sonho sem futuro já passado... As estrelas todas as noites acordadas, Com facetas diferentes quando há trovoadas, Eu perdido com sonhos e adormecido simplesmente, Me revejo com sono num sonho diferente... Victor Marques
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Jun 26, 2018
Jun 26, 2018 at 6:55 AM UTC
Perdido em sonhos e pensamentos
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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Mar 7, 2022
Mar 7, 2022 at 4:51 PM UTC
Dança Contemporânea
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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Acho curioso como, só na língua portuguesa, existem mais de 450 000 palavras e, é impossível manter uma conta exata porque todos os dias são criadas palavras novas. E por muitas palavras que se tenham criado ao longo da existência da linguagem verbal, muitas das vezes, continuam a ser todas insuficientes para nos expressarmos, para chegarmos ao outro, para que ele nos entenda ou àquilo que tentamos transmitir. Curioso, não é? Nem sempre a abundância serve de muito se não soubermos como a repartir. Há coisas que não podem ser escritas…Descritas…Mas é tão bonito  tentar! Há coisas que nasceram para serem faladas, outras para serem simplesmente observadas, outras para serem sentidas, outras para serem ignoradas…Mas há sempre muito mais, muito mais para além do que se vê e do que se pode compreender. Quantas mais palavras me passam pela cabeça, menos vontade tenho de as escrever. Quanto mais enrolada estiver no meio das emoções, menos vontade tenho de falar sobre elas. Não acredito que algum dia se possa ter dito tudo, há sempre mais, muito mais. Mas às vezes, parece que não há nada mais a escrever ou a comunicar. (Mas quem estou eu a tentar enganar?!) A escrita é só outro abrigo para onde fujo da vida. Um bom abrigo, sim, mas o que acontece quando não quero fugir da vida e sim entrar nela de cabeça? Ora, aí fujo da escrita! Talvez seja nesses mesmos momentos em que não consigo escrever nada. Como se não me lembrasse de uma única palavra entre as 450 000 existentes. Nos momentos em que mais quero saltar para a vida, agarrá-la e abraçá-la, senti-la simplesmente, como se nunca me tivessem ensinado o que são as palavras e como as posso utilizar. Há momentos em que não sinto que as precise de usar, então, abro o caderno, olha para a página em branco e, fico só a contemplar.   Neste momento, parei de perseguir a vida para a poder vir escrever, porque tenho sempre algo mais que quero dizer. E curioso, há muito mais em mim que se pode ler sem ter de carregar o peso de uma única palavra.   Há uma linguagem secreta entendida por toda a gente, uma linguagem universal e paciente, mas só pode ser compreendida no silêncio, na beleza do olhar, em duas mãos entrelaçadas ou entre lábios que se estão prestes a beijar.
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Mar 9, 2022
Mar 9, 2022 at 9:53 AM UTC
A insuficiência das palavras
Acho curioso como, só na língua portuguesa, existem mais de 450 000 palavras e, é impossível manter uma conta exata porque todos os dias são criadas palavras novas. E por muitas palavras que se tenham criado ao longo da existência da linguagem verbal, muitas das vezes, continuam a ser todas insuficientes para nos expressarmos, para chegarmos ao outro, para que ele nos entenda ou àquilo que tentamos transmitir. Curioso, não é? Nem sempre a abundância serve de muito se não soubermos como a repartir. Há coisas que não podem ser escritas…Descritas…Mas é tão bonito  tentar! Há coisas que nasceram para serem faladas, outras para serem simplesmente observadas, outras para serem sentidas, outras para serem ignoradas…Mas há sempre muito mais, muito mais para além do que se vê e do que se pode compreender. Quantas mais palavras me passam pela cabeça, menos vontade tenho de as escrever. Quanto mais enrolada estiver no meio das emoções, menos vontade tenho de falar sobre elas. Não acredito que algum dia se possa ter dito tudo, há sempre mais, muito mais. Mas às vezes, parece que não há nada mais a escrever ou a comunicar. (Mas quem estou eu a tentar enganar?!) A escrita é só outro abrigo para onde fujo da vida. Um bom abrigo, sim, mas o que acontece quando não quero fugir da vida e sim entrar nela de cabeça? Ora, aí fujo da escrita! Talvez seja nesses mesmos momentos em que não consigo escrever nada. Como se não me lembrasse de uma única palavra entre as 450 000 existentes. Nos momentos em que mais quero saltar para a vida, agarrá-la e abraçá-la, senti-la simplesmente, como se nunca me tivessem ensinado o que são as palavras e como as posso utilizar. Há momentos em que não sinto que as precise de usar, então, abro o caderno, olha para a página em branco e, fico só a contemplar.   Neste momento, parei de perseguir a vida para a poder vir escrever, porque tenho sempre algo mais que quero dizer. E curioso, há muito mais em mim que se pode ler sem ter de carregar o peso de uma única palavra.   Há uma linguagem secreta entendida por toda a gente, uma linguagem universal e paciente, mas só pode ser compreendida no silêncio, na beleza do olhar, em duas mãos entrelaçadas ou entre lábios que se estão prestes a beijar.
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Passamos uma vida, pensando o mesmo, Presos no tempo, num laço extremo. Algo que não consiste, naquilo que a mente insiste. Algo que desejariam que fosse verdade, mas a realidade é fria e egoísta. Nossos próprios pensamentos individualistas, mas creio eu, alguém que não é nada, que poucos concordariam com a verdade mista. Preferem algo mais minimalista, que faz tudo parecer tão razoável, de que o mundo é incerto e improvável. Que nem mesmo poderia ser notável, a não ser que percebesse que estivesse errado, mas poucos aceitam o que é amargo e delicado, mas não é para tal verdade ou mentira que meu verso será revelado. Estou querendo dizer que fico olhando o céu, esperando algo acontecer, porque me falaram que eu deveria ver uma estrela cadente, e desde então todos os anos vêm sido dedicados inteiramente. Minha vida se esgotando a cada dia, e pensando na estrela cadente que talvez até mim viria, Porém, se meu tempo tiver sido gasto errado, minha vida pra sempre teria parado. Eu viveria por algo que deveria, e não pelo o que eu queria. Por isso eu desisti de toda a noite olhar, mas é engraçado que no final a queda dela eu vi iluminar. Talvez, apenas talvez, quando aquilo é destinado, acontecerá independente se seguir pelo caminho errado, Então viva como quer, porque se for pra ser, vai ser.(ou talvez não,quem disse que eu sei algo?)
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Feb 15, 2025
Feb 15, 2025 at 6:59 PM UTC
Estrela cadente ou decadente?
desde os 12 elizabeth bishop me ensinou que tudo bem perder as coisas ter que fazer o movimento contrário do meu corpo da minha cabeça e dos meus pés dói muito entao quanto antes eu te deixar ir melhor melhor pra que vocês paguem seus pecados e libertem suas gerações melhor pra que eu possa me esconder nos dias melhor pra que eu preste atenção na cor da água da torneira "eu queria ser corriqueira" disse pra vânia aquela tarde que passei no brechó "mas como assim menina" menos coerente, mais passageira, desabitada mas a verdade é que eu fico com muita força e eu sempre fico tempo demais e preencho muito espaço assim como sou muito preenchida por tudo por que diabos não escolhi voltar nessa vida como cabides?
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Aug 23, 2023
Aug 23, 2023 at 10:33 PM UTC
cabides
As vezes percebo que eu não sei nada do que tá acontecendo na minha vida, sempre que parece estar tudo bem, quando vou a fundo, vira caos... fico me perguntando se um dia isso se normaliza. Creio eu que não, que a cada tempo que passa as coisas vão se tornando mais difíceis e assim a vida segue. Mas qual o momento que podemos nos permitir ser fracos, digo fracos porque a sociedade assim a entende, mas quero dizer na verdade, nos permitir sentir, qual o momento? Estou aqui me julgando por um ato que fiz e não gostaria que os outros fizessem comigo, mas todo mundo erra né, e aprende com seus erros. **** happens all the time and of course we can predict some things, but some times the ego grows up in our head and takes the lead, that’s bad, but it happens and we have to accept that. So you have to embrace this guilty and turns into power to don’t do this again, and one more time, learn from your mistakes. That’s all folks
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Nov 23, 2018
Nov 23, 2018 at 6:51 PM UTC
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