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"passa" poems
Naturalista com amor Escuta o chilrear dos passarinhos, A beleza de seus ninhos. Viver em eterna graça, Na vida tudo passa. O orvalho da manhã, O canto da rã… Amigo em tudo o que faço, Vida passo a passo. O cheiro das flores, Ama teus amores, O correr dos ribeiros, Posar junto aos salgueiros. Todos nus e sem nada, Magia e bela fada, Estrelas com seu esplendor, Naturalista por amor. Victor Marques
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Jun 6, 2011
Jun 6, 2011 at 2:44 AM UTC
Naturalista com amor...
Me love agony, seen? Me hate baldheads, seen? Me love collie, seen? Me hate duppies, seen? Me love easing up, seen? Me hate fishes, seen? Me love ***** seen? Me hate harbour sharks, seen? Me love "irie's", seen? Me hate janga, seen? Me love kush, seen? Me hate lagga heads, seen? Me love mateys, seen? Me hate nyng'i-nying'i, seen? Me love o-dokono, seen? Me hate passa passa, seen? Me love quashes, seen? Me hate running belly, seen? Me love science (witchcraft), seen? Me hate toto, seen? Me love uptown goodas, seen? Me hate vixxin', seen? Me love wheels, seen? Me hate da yout, seen? Me love Zion, seen? Me fuckin' love Zion
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Dec 1, 2014
Dec 1, 2014 at 6:38 PM UTC
Seen?
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
A nossa existência como seres humanos
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Passa la nave mia colma d'oblio per aspro mare, a mezza notte, il verno, enfra Scilla e Cariddi; ed al governo siede'l signore, anzi'l nimico mio; a ciascun remo un penser pronto e rio che la tempesta e'l fin par ch'abbi a scherno; la vela rompe un vento umido, eterno di sospir', di speranze e di desio; pioggia di lagrimar, nebbia di sdegni bagna e rallenta le già stanche sarte, che son d'error con ignoranza attorto. Celansi i duo mei dolci usati segni; morta fra l'onde è la ragion e l'arte: tal ch'incomincio a desperar del porto.
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Passa la nave mia colma d'oblio
O mar já não salpica a janela do meu quarto, já nem me visita ao escuro, de noitinha, com canções ou poesia - de amor ou ego nunca cheguei a entender. Mas, ainda que incerta, quando o mar me salpicava a janela do quarto, dentro de mim eu cria, ah, e como queria, que fosse amor! Enfim, mudei-me para o interior, para me dedicar a amar as montanhas (que não há esperança para o rios por muito que neles me banhe). Se não é salgado, o amor terá que ser térreo e verde, imenso e divino, altivo e maternal. Enfim. O que amo nas montanhas não passa de um reflexo de mim. O que amo no mar é tudo o resto. A expectativa, a possibilidade, a esperança em algo para além de mim. Em algo bom e humano, leve e fluido, tempestuoso mas seguro, caseiro e real.
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Nov 26, 2021
Nov 26, 2021 at 10:35 AM UTC
O Mar - 9/08/2020
Penso em ti Noite mal dormida sem sono nem vontade, Calor do teu beijo dá felicidade, Açucena flor campestre florida, Estrela do céu esquecida. Tu tens magia sem censura, Pinceladas nos teus olhos, Boca sem sede com eterna brancura, Candeia acesa na noite escura. Pareces uma onda sem espuma, Uma borboleta e até coisa alguma? Um horizonte que não se abraça, Uma nuvem que nunca passa. Tu tens a melodia eterna, Pureza de água cristalina, A serenidade de uma donzela enfeitiçada, Fazes parte de mim e da minha caminhada. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:37 AM UTC
Penso em ti....
E abriu um buraco na alma, deram alguns tiros na alma e agora ela ta toda furada. Até pouco tempo atrás esses buracos eram um problema, mas o homem percebeu que os furos eram pequenos e não atrapalhavam em nada, eles até melhoravam a alma, pois ela acabou se tornando uma peneira, que filtra tudo o que passa por ela e só permanece com o necessário. A alma fura e remenda, até o dia que ela se solta e vai viver em outras vidas. "Alma mole, vida dura, tanto insiste em sua fuga."
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Mar 31, 2015
Mar 31, 2015 at 1:29 AM UTC
"Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"
"Esboços de rostos duvidosos. Levanta o mestre: - O amor é excêntrico, faz-nos exasperar a loucura, e infiltra-se em meio a alma pura, faz gostosuras a cada menção! Não faço-me incréu frente ao amor. Ele é fronstispício judicante de nossos erros. E nem a própria sorte o pode interrogar. O amor é cego? Faceta da mentira. O amor é ver demais, é demasiada plenitude. O amor é predador praticante de cada força, e nem em quinhentas poesias bardas, em resmas, poderão o definir. O amor é um requerimento mútuo, que pode ser negado ou negar-se, renegar-se, resgatar-se. Resguarda-o, que ele é obtentor da sua obstinação. Por obséquio resguarde-o com temor, faz do veneno, pudor, encorajador, amante selador. Não o deixa obumbrar o teu bater. Aja de boa fé perante o amor, não banze-o demais, procurando até ofegar. Deixe que venha, deixe chegar. O amor é canurdo de desejo, carpir e resistir não te emancipará. Chulo! Deixa o amor florescer, sem temer, arremessar suas fraquezas. É chorado mas é valido, é gotejado de estranhezas. Um estrangeiro nobre no território do teu estofo e frágil coração. Mas o amor também é vidraça, se não o cuidas, o tempo passa, e cada trinca é o mais ínfimo da solidão."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Corte de Nautas III
Apavorada Minhas mãos tremem a cada segundo Presa em um lugar pequeno Logo vejo uma asma aflorar em meio da respiração Há uma imensidão Porém, estou sufocada. ''Não me humilhe. Não diga nada.'' Preciso fugir daqui. Encontrar algo novo Assustada Passarinhos voam em um céu nublado Espíritos me apavoram Procuro conforto Correr. Correr. Encontrar um novo lugar Mover a expressão encubada em minha face. Por um instante, parecia calmo Como se todo o pecado tivesse sido lavado e como se tudo fosse novo. Um recomeço Impressão Ele apenas havia começado a beber todo o vinho Esquecendo da ostea Enganando pessoas Corroendo outras Tudo é ansioso novamente. Fugir de problemas. Deixar pessoas. Sem remorso algum. Sem deixar as lágrimas caírem ou o coração pesado. Lágrimas parecem me afogar. Abraçando minhas gélidas pernas. Espíritos dançam em minha volta. Olhos pesados. Doloridos. Tudo não se passa de uma ilusão. Joga-los para o fundo. Me esconder na escuridão. Fugir de pessoas. Deixa-las. Respirar.
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:32 PM UTC
Espíritos Dançam Em Minha Volta
Dolce e chiara è la notte e senza vento, E queta sovra i tetti e in mezzo agli orti Posa la luna, e di lontan rivela Serena ogni montagna. O donna mia, Già tace ogni sentiero, e pei balconi Rara traluce la notturna lampa: Tu dormi, che t'accolse agevol sonno Nelle tue chete stanze; e non ti morde Cura nessuna; e già non sai né pensi Quanta piaga m'apristi in mezzo al petto. Tu dormi: io questo ciel, che sì benigno Appare in vista, a salutar m'affaccio, E l'antica natura onnipossente, Che mi fece all'affanno. A te la speme Nego, mi disse, anche la speme; e d'altro Non brillin gli occhi tuoi se non di pianto. Questo dì fu solenne: or dà trastulli Prendi riposo; e forse ti rimembra In sogno a quanti oggi piacesti, e quanti Piacquero a te: non io, non già ch'io speri, Al pensier ti ricorro. Intanto io chieggo Quanto a viver mi resti, e qui per terra Mi getto, e grido, e fremo. Oh giorni orrendi In così verde etate! Ahi, per la via Odo non lunge il solitario canto Dell'artigian, che riede a tarda notte, Dopo i sollazzi, al suo povero ostello; E fieramente mi si stringe il core, A pensar come tutto al mondo passa, E quasi orma non lascia. Ecco è fuggito Il dì festivo, ed al festivo il giorno Volgar succede, e se ne porta il tempo Ogni umano accidente. Or dov'è il suono Di què popoli antichi? Or dov'è il grido Dè nostri avi famosi, e il grande impero Di quella Roma, e l'armi, e il fragorio Che n'andò per la terra e l'oceano? Tutto è pace e silenzio, e tutto posa Il mondo, e più di lor non si ragiona. Nella mia prima età, quando s'aspetta Bramosamente il dì festivo, or poscia Ch'egli era spento, io doloroso, in veglia, Premea le piume; ed alla tarda notte Un canto che s'udia per li sentieri Lontanando morire a poco a poco, Già similmente mi stringeva il core.
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La sera del dì di festa
Dolce e chiara è la notte e senza vento, E queta sovra i tetti e in mezzo agli orti Posa la luna, e di lontan rivela Serena ogni montagna. O donna mia, Già tace ogni sentiero, e pei balconi Rara traluce la notturna lampa: Tu dormi, che t'accolse agevol sonno Nelle tue chete stanze; e non ti morde Cura nessuna; e già non sai né pensi Quanta piaga m'apristi in mezzo al petto. Tu dormi: io questo ciel, che sì benigno Appare in vista, a salutar m'affaccio, E l'antica natura onnipossente, Che mi fece all'affanno. A te la speme Nego, mi disse, anche la speme; e d'altro Non brillin gli occhi tuoi se non di pianto. Questo dì fu solenne: or dà trastulli Prendi riposo; e forse ti rimembra In sogno a quanti oggi piacesti, e quanti Piacquero a te: non io, non già ch'io speri, Al pensier ti ricorro. Intanto io chieggo Quanto a viver mi resti, e qui per terra Mi getto, e grido, e fremo. Oh giorni orrendi In così verde etate! Ahi, per la via Odo non lunge il solitario canto Dell'artigian, che riede a tarda notte, Dopo i sollazzi, al suo povero ostello; E fieramente mi si stringe il core, A pensar come tutto al mondo passa, E quasi orma non lascia. Ecco è fuggito Il dì festivo, ed al festivo il giorno Volgar succede, e se ne porta il tempo Ogni umano accidente. Or dov'è il suono Di què popoli antichi? Or dov'è il grido Dè nostri avi famosi, e il grande impero Di quella Roma, e l'armi, e il fragorio Che n'andò per la terra e l'oceano? Tutto è pace e silenzio, e tutto posa Il mondo, e più di lor non si ragiona. Nella mia prima età, quando s'aspetta Bramosamente il dì festivo, or poscia Ch'egli era spento, io doloroso, in veglia, Premea le piume; ed alla tarda notte Un canto che s'udia per li sentieri Lontanando morire a poco a poco, Già similmente mi stringeva il core.
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O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 7:21 PM UTC
Oh, Vento
Avrei voluto sentirmi scabro ed essenziale siccome i ciottoli che tu volvi, mangiati dalla salsedine; scheggia fuori dal tempo, testimone di una volontà fredda che non passa. Altro fui: uomo intento che riguarda in sé, in altrui, il bollore della vita fugace uomo che tarda all'atto, che nessuno, poi, distrugge. Volli cercare il male che tarla il mondo, la piccola stortura d'una leva che arresta l'ordegno universale; e tutti vidi gli eventi del minuto come pronti a disgiungersi in un crollo. Seguìto il solco di un sentiero m'ebbi l'opposto in cuore, col suo invito; e forse m'occorreva il coltello che recide, la mente che decide e si determina. Altri libri occorrevano a me, non la tua pagina rombante. Ma nulla so rimpiangere: tu sciogli ancora i groppi interni col tuo canto. Il tuo delirio sale agli astri ormai.
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Mediterraneo
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
Oh, Vento
Palavras são balas Porque somente elas não bastam Insegurança é uma espada E seu gume mais afiado que essa navalha Sentimentos são como uma maça Tão veloz, para apenas pesar na minha cara E neste momento nada me acalma Ou sacia a vontade de ir embora Mas quem sabe isso não passa Pode apenas ser uma gripe passageira Ou uma melancolia verdadeira Mas talvez devesse me alegrar Continuar a andar Para trás não olhar Ou até mesmo tentar não ligar Fazer dessa angustia combustível E desse pesar um mar Para me banhar nas manhã de alegria Que a vida ainda há de me doar
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Nov 25, 2015
Nov 25, 2015 at 8:49 PM UTC
É preciso andar alguns caminhos só
Porque eu tenho que ser um desgraçado que há de morrer afogado nesse mar de elementos de um passado que seria melhor apagado, porque há de mim ser mais um solitário que há de morrer queimado por todas essas emoções sem pário, porque há de mim ser mais um coitado que passa o tempo deitado nessa cama de sentimentos amaldiçoados
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Sep 22, 2015
Sep 22, 2015 at 12:27 PM UTC
Untitled
La rue assourdissante autour de moi hurlait. Longue, mince, en grand deuil, douleur majestueuse, Une femme passa, d'une main fastueuse Soulevant, balançant le feston et l'ourlet; Agile et noble, avec sa jambe de statue. Moi, je buvais, crispé comme un extravagant, Dans son oeil, ciel livide où germe l'ouragan, La douceur qui fascine et le plaisir qui tue. Un éclair... puis la nuit! — Fugitive beauté Dont le regard m'a fait soudainement renaître, Ne te verrai-je plus que dans l'éternité? Ailleurs, bien **** d'ici! trop **** jamais peut-être! Car j'ignore où tu fuis, tu ne sais où je vais, Ô toi que j'eusse aimée, ô toi qui le savais!
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Sep 26, 2015
Sep 26, 2015 at 11:20 AM UTC
À une passante
Se sou poeta é porque passo todas noites sozinho Ser poeta é coisa de quem não tem o que fazer Cansado? Apaixonado? Furioso? Porque não sai da sua casa? Porque não vai, desesperadamente, ter com a mulher que ama? Porque não grita? Tem medo estar louco, não é? Mas já está Sempre esteve Sempre-nunca soube Mas não se preocupe não há nada demais nunca houve nada demais Eu sei bem, que a poesia é desculpa para nada fazer Mesmo se você não escrevesse Não haveria de sair Eu te conheço Você está.... acomodado Não é preguiça Nem medo, Talvez alguma ansiedade, Mas muita acomodação Passa o dia pensando no que? Fazendo o que? Estuda pra que? Se sonha? Sonha
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May 9, 2015
May 9, 2015 at 8:57 PM UTC
O poeta me falou
O tempo passa, A idade pesa. No chão do quarto, Encerro outra conversa. Eu olho a janela, O céu lá fora. Me sinto tão distante agora. Faltam os falsos amigos, Os verdadeiros também. Mas hoje não vou dormir. Em uma colcha de falsos parabéns. Amadureço mais que meus 20 anos, E a dor que isso causa, Me lembra que sou humano. São só 20 anos afinal, Será que viverei até os 90 pra assistir um recital? Aos 10, fui pureza. Aos 15 paixão. Hoje misturo beleza com coração. 20 aos 20, eu sobrevivo. Trago mais um cigarro ou respiro?
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Jun 20, 2014
Jun 20, 2014 at 8:56 AM UTC
20 aos 20
Na minha parede branca tem uma mancha sujeira qualquer que não sei donde vem mas é só uma mancha que passa desapercebida que nos momentos de depressão é meu acalanto esperando que o pintor daqueles de parede quando eu for vender minha alma vá pintar essa parede suja para que o futuro empreendedor imobiliário faça um bom negócio e ninguém nunca vai saber pois a ninguém interessa saber se tinha essa mancha na minha parede branca
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Jul 9, 2015
Jul 9, 2015 at 11:06 PM UTC
A sujeira
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Mar 31, 2014
Mar 31, 2014 at 2:10 PM UTC
14 anos
Nasce una notte piena di finte buche, di suoni morti come di sugheri di reti calate nell'acqua. Le tue mani si fanno come un soffio d'inviolabili lontananze, inafferrabili come le idee. E l'equivoco della luna e il dondolio, dolcissimi, se vuoi posarmele sugli occhi, toccano l'anima. Sei la donna che passa come una foglia. E lasci agli alberi un fuoco d'autunno.
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Hai chiuso gli occhi
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
14 anos
Veja você como o tempo passa correndo Como se fosse Ontem que nos conhecemos e hoje somos melhores amigos Veja você como as coisas são Enquanto você não podia, eu queria Hoje você pode mas nem faz tanta questão Os motivos para nosso distanciamento eu não sei Eu sei os da nossa reaproximação Não sei por que você se foi Mas sei porque voltou As cicatrizes não somem Mas podem ser disfarçadas Agora está livre... Livre e feliz fazendo o que sempre quis Como um pássaro que sobrevoa o céu azul Pena que uma decisão pode fazer o céu ficar escuro E uma tempestade estará prestes a acontecer E ninguém pode decidir Apenas você.
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Nov 6, 2015
Nov 6, 2015 at 11:46 PM UTC
OL3
Sente-se o caminhar sobre ladrilhos dourados despe-te, ama entra, a chuva é intensa vive, ama, amar-te-ei no jardim, cravos murchos pétalas caídas. Leva-me, deixa-me navegar posso-te amar, tenho-te desejo-te, depois tudo passa. Queria ser como tu adorar-te-ei até ao fim enfrentarei minha sombra, serei alguém, viverei para te proclamar, aconchego-me, fogo crepitante, doçura de mulher, corpo imundo mundo imundo, sobre pedras de silêncio, vamos ao sabor de uma melodia, o que sou sombra inconstante, açambarcador de poder, ricos falsos, acabar-se-à no fogo do desespero não hesites caminha e vencerás sobre tudo e todos vai em frente segue o teu caminho e serás alguém, como o eu que eu queria.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 11:20 AM UTC
caminho