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"melancolia" poems
Me gustas cuando callas porque estas como ausente, y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca. Parece que los ojos se te hubieran volado y parece que un beso te cerrara la boca. Como todas las cosas estan llenas de mi alma emerges de las cosas, llena del alma mia. Mariposa de sueno, te pareces a mi alma, y te pareces a la palabra melancolia. Me gustas cuando callas y estas como distante. Y estas como quejandote, mariposa en arrullo. Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza: dejame que me calle con el silencio tuyo. Dejame que te hable tambien con tu silencio claro como una lampara, simple como un anillo. Eres como la noche, callada y constelada. Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo. Me gustas cuando callas porque estas como ausente. Distante y dolorosa como si hubieras muerto. Una palabra entonces, una sonrisa bastan. Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto. I like you when you are quiet because it is as though you are absent, and you hear me from far away, and my voice does not touch you. It looks as though your eyes had flown away and it looks as if a kiss had sealed your mouth. Like all things are full of my soul You emerge from the things, full of my soul. Dream butterfly, you look like my soul, and you look like a melancoly word. I like you when you are quiet and it is as though you are distant. It is as though you are complaining, butterfly in lullaby. And you hear me from far away, and my voice does not reach you: let me fall quiet with your own silence. Let me also speak to you with your silence Clear like a lamp, simple like a ring. You are like the night, quiet and constellated. Your silence is of a star, so far away and solitary. I like you when you are quiet because it is as though you are absent. Distant and painful as if you had died. A word then, a smile is enough. And I am happy, happy that it is not true.
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Nov 21, 2012
Nov 21, 2012 at 9:05 AM UTC
Me Gustas Cuando Callas/I Like You When You Are Quiet by: Pablo Neruda
Me gustas cuando callas porque estas como ausente, y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca. Parece que los ojos se te hubieran volado y parece que un beso te cerrara la boca. Como todas las cosas estan llenas de mi alma emerges de las cosas, llena del alma mia. Mariposa de sueno, te pareces a mi alma, y te pareces a la palabra melancolia. Me gustas cuando callas y estas como distante. Y estas como quejandote, mariposa en arrullo. Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza: dejame que me calle con el silencio tuyo. Dejame que te hable tambien con tu silencio claro como una lampara, simple como un anillo. Eres como la noche, callada y constelada. Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo. Me gustas cuando callas porque estas como ausente. Distante y dolorosa como si hubieras muerto. Una palabra entonces, una sonrisa bastan. Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto. I like you when you are quiet because it is as though you are absent, and you hear me from far away, and my voice does not touch you. It looks as though your eyes had flown away and it looks as if a kiss had sealed your mouth. Like all things are full of my soul You emerge from the things, full of my soul. Dream butterfly, you look like my soul, and you look like a melancoly word. I like you when you are quiet and it is as though you are distant. It is as though you are complaining, butterfly in lullaby. And you hear me from far away, and my voice does not reach you: let me fall quiet with your own silence. Let me also speak to you with your silence Clear like a lamp, simple like a ring. You are like the night, quiet and constellated. Your silence is of a star, so far away and solitary. I like you when you are quiet because it is as though you are absent. Distant and painful as if you had died. A word then, a smile is enough. And I am happy, happy that it is not true.
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Douro que corres por querer Correr sem direcção por encostas esculpidas, Brilho nas noites de luar em que te sentes só, Amanhecer com névoas ainda adormecidas, Rio meu, de meus pais e avós.... Tua melancolia que parece humana, Nas tuas margens sargaço que emana, Rio que escondes segredos e enganos, Sejam eles grandes ou pequenos. Douro dourado de um sol fatigante, Rio feito de amor por sua gente. Esbate teu amor nas sombras do salgueiro, Sublime e excelente conselheiro. Rio Douro esverdeado e também azulinho, A tua límpida água parece ser puro vinho, Rio do Douro belo que à alma dá prazer, Sede de sempre tua água beber. Victor Marques
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Apr 24, 2014
Apr 24, 2014 at 1:54 PM UTC
Douro que Corre por Correr
No rosto leproso da noite, ventos giram cartas como quem não quer nada/ Ou talvez vultos guardam melancolia no quarto branco/ Oh! tão bom beber hálito gelado da lua junto aos antepassados, lá se vão fugidios das estrelas; sete são. Os mais jovens, no rio, colhem cristais & dançam ( ritual veludo puro, sombra azul circula)/ Rápido, múltiplas festas ecoam do infinito, este cínico pastor poda asas feridas; mãos sagradas dos mortos & dos mitos/ Bebemos & cantamos, no colo floresta desnuda/ Neste banquete vermelho, virgens dão o toque úmido & todos os santos saboreiam o útero/ Sob o aconchego do delírio a loucura desfila, santa de todos os dias!
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 4:28 PM UTC
noite
Poeta, no temas caer en audacia o que versos anteriores limiten tu poesia, esta no es un fragmento para comparación, y al nacer una obra, ten dado que su resolución es inaudita; ya que un sueño profundo nunca cesa. Solo rie en el pudor que bajo la luna palpita, recitandole a un sueño un mercurio de risas. No tomes a Melancolia como tu enemiga, endulza el alma con un breve remordimiento. No necesitas cambiar al mundo ni tu vida en una palabra; solo sentir la brisa que respira cada grano y cada gota que incita. No necesitas ni lápiz, ni papel, ni harmonia, solo una rima cambiante que en su intangible ardor rescata tu sonrisa. No te niegues a preservarla en el valiente rumbo de la neblina, ya que las palabras sinceras nunca han de ser escritas.
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Aug 13, 2013
Aug 13, 2013 at 1:21 AM UTC
Poeta
A solidão espalha os seus frutos Sou um ser controverso, Com pena e verso. Eu tenho uma vida, Bem ou mal vivida. A vida é um flagelo, Um trovão descontrolado, Um amor mal amado, Um fio fino dum cabelo. Coisas lindas eu já vi, Muitas nem senti, Existe por vezes beleza, No pousar da natureza. Na solidão e melancolia, Vivo o dia-a-dia, Gosto de amar de sentir saudade, Caminheiro da liberdade. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 2:50 AM UTC
A solidão de viver
Melancolia impregnada na alma: Tento varrer todo esse sentimento Com a imagem alegre que acalma Não adianta, pesa sobre mim o sofrimento Dos tombos dos homens do deserto. Todas aquelas imagens apagadas Para sempre se fazem perdidas Desfeitas na areia calada Se fazem eternas desconhecidas E como eu lamento! Oh, não podem ver? O meu tormento? Na areia, padece o meu ser. Um dia, eu também tombarei E quero em uma concha me enclausurar, Pelas ondas flutuarei E o mar me levará aonde eu sempre quis estar.
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Apr 30, 2014
Apr 30, 2014 at 10:12 PM UTC
Os tombos dos homens do deserto
Amo minha melancolia Amo os pensamentos que me perturbam todos os dias Amo a fome continua Amo a falta de sono Amo o meu olhar vazio depois de uma noite de insônia Amo aquele sentimentalismo barato que me vem quando vejo um filme bobo Amo minha busca por Deus Amo a continua insatisfação com o meu cabelo Amo minhas mãos pequenas Amo meus óculos Amo o meu café da madrugada Amo minhas qualidades e defeitos
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Jul 8, 2013
Jul 8, 2013 at 10:27 PM UTC
Eu
expurgando esse sentimento para as partes mais profundas do limbo é a unica solução que achei para me livrar de toda essa tristeza e não morrer de hipotermia da frieza do seu ser, me mantendo vivo de migalhas das ondas radioativas do seu ser que me transforma nesse monstra de melancolia que algumas pessoas tem a chance de ver.
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Sep 19, 2015
Sep 19, 2015 at 9:51 PM UTC
Escapismo de minhas chances de ser feliz
A melancolia do ser adormece a intenção de ressuscitar o movimento que nos mantém acordados. Pertenço à lua com a mente e alma e com os pés à terra. Não deixo que esta sensação de dormência me levite para outra dimensão, já que para lá vou a toda a hora. Sinto-me presa a outro universo, sinto-me longe de onde estou. Estou onde não devia de estar, distância permanente dirigida como um obstáculo intermitente. Lanço à água a mágoa que aprisiona o coração. A alma quer ir atrás. Relembro-lhe que é a alma, juntamente com a mente, que me faz pertencer à lua. Sem ela não sou nada. Mesmo que escura ou a brilhar, eu não sou nada. A alma faz de mim um todo e com ela sinto-me viva. O que somos nós sem a nossa essência? Um vazio gigantesco. Somos um nada desprovido do todo. Sempre que perder os pedaços do meu espírito em alma, perco pedaços de mim. Mesmo que esta já não seja pura, clara, límpida. Mesmo que já tenha habitado nela a escuridão, a obscuridade, a negridão, o abismo dos meus medos e receios. Sem ela sou um nada. Purifico a alma. Com o que? Com amor. Amor por tudo o que amo e por todos os que me amam. Sentir-me de coração cheio limpa o ***** Ou pelo menos, ajuda. De energia clarificada, deixo de novo a mente e a alma na lua e assento os pés na terra.
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Feb 27, 2015
Feb 27, 2015 at 4:51 PM UTC
A alma.
Palavras são balas Porque somente elas não bastam Insegurança é uma espada E seu gume mais afiado que essa navalha Sentimentos são como uma maça Tão veloz, para apenas pesar na minha cara E neste momento nada me acalma Ou sacia a vontade de ir embora Mas quem sabe isso não passa Pode apenas ser uma gripe passageira Ou uma melancolia verdadeira Mas talvez devesse me alegrar Continuar a andar Para trás não olhar Ou até mesmo tentar não ligar Fazer dessa angustia combustível E desse pesar um mar Para me banhar nas manhã de alegria Que a vida ainda há de me doar
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Nov 25, 2015
Nov 25, 2015 at 8:49 PM UTC
É preciso andar alguns caminhos só
O cabelo O cigarro A mão Os olhos Você me inspira A ironia O descaso A bagunça A risada Você me inspira A melancolia A música A bebida O terno Você me inspira
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Jun 25, 2013
Jun 25, 2013 at 5:58 PM UTC
#2
Incluso cuando te sientas sola o la persona que más querías de repente te ha dejado olvidada a mí me gustaría que sonrías Aunque no pueda verte en ese momento sé que en la oscuridad te guiaría la esperanza que nace con ese sentimiento de alivio en la sofocante melancolia No te rindas ni llores por ese frío Adiós nuestras sendas aquí están escritas Quizás como una larga canción a la que nuestras voces le dan vida El viento se lleva ese complejo sonido para apartarnos por un tiempo Porque algun día todo lo que perdimos volverá por ese soñado reencuentro Sonríe por el día de mañana él puede llevarse tu tristeza Entonces volará de nuevo tu alma y verás que todo valió la pena Sería lindo decirte que después nada asi volverá a ocurrir pero la realidad es dificil de entender y de ella no podremos huir Sin embargo seremos más fuertes más sabios en el corazón Y aunque parezca que pueda vencerte no dudes de tu gran valor Porque yo no dudo ni un segundo que detrás de esos ojos oscuros Detrás de ese brillo como ninguno se halla la grandeza de un ser único
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Aug 25, 2018
Aug 25, 2018 at 7:37 PM UTC
Nada puede destruirte
Lágrimas escorrem, Está frio aqui. Não tenho mais seu beijo, Se é que o tive um dia. Não tenho nem desejo De viver, nessa melancolia. Tudo tão amargo, Eu precisava de um doce, De açúcar, de balas e festas de criança. Mas estou só na minha sala, Um coração partido me acompanha. Derramei vinho no tapete, E deixei cigarros espalhados. Não vivendo tão intensamente, Que acabei vivendo...
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Jul 14, 2015
Jul 14, 2015 at 9:13 PM UTC
Untitled
história amargas mentiras retorcidas melancolia luas e sóis esperanças lágrimas porque me rio? podes atirar-me palavras podes subjugar-me com os olhos podes matar-me de ódio é a minha sensualidade que te incomoda? cabanas de vergonha sobre um oceano ***** deslizam na maré deixo para trás a noite o terror levanto-me neste maravilhoso amanhecer no declínio dos meus ancestrais elevam-se as esperanças do escravo e sonho e parto
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Apr 24, 2015
Apr 24, 2015 at 2:55 PM UTC
Parto
cai a noite. estou só, desamparado nesta estranha tristeza, e na melancolia da solidão deste espaço sinto o cansaço. tento encontrar conforto nas rimas das palavras que aqui escrevo. sinto preguiça. e na ira desta fobia, refugio-me na poesia.
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Apr 15, 2015
Apr 15, 2015 at 3:30 PM UTC
Um antídoto chamado poesia
Ravina Brisa Suave Calor, do sol poente Rochedo Espíritos descrentes Lágrimas Sofrida melancolia Amanhecer.
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Apr 3, 2014
Apr 3, 2014 at 7:19 AM UTC
amanhecer
Desejo Angustia Vontade de ... O brilho esvai-se Uma melancolia suave Repouso Desespero Uma suplica Uma dádiva Uma esperança Um novo dia e Deus existe
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May 18, 2014
May 18, 2014 at 3:48 PM UTC
desejo
Nada é fácil nessa vida. - Uma criança disse para mim; ''Se for pra escrever música de sofrência; prefiro ser feliz''. ''Enquanto, você tá chorando, a mulher que você ama tá com outro''. Como pode uma criança ter respostas para tudo? E a gente não ter respostas pra nada? A Lua já se pôs; E meia-melancolia; Foi-se embora com ela. O sangue ainda está no pulso; E a água da banheira; Está transbordando...
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Sep 24, 2017
Sep 24, 2017 at 5:10 AM UTC
Luta Perdida
não entendi o que disseram sobre eu ser um homem frio se meu corpo hoje congela é porque não é vazio eu costumo gritar de um jeito silencioso e até gentil mas não me conhecem, não falam a minha língua a melancolia passa despercebida e de repente minha existência é vil imagina se parassem um minuto apenas ouvissem o eco da minha voz gritante, gritante, gritante. pareço frio pois queimo em segredo de dentro para fora e assim só assim mando minha angústia embora ouviu? gritei brilhou nos meus olhos toda a emoção do meu ser e eu sei que isso faz parte do meu viver eu não preciso de aprovação mas interpretação não entendi o que disseram sobre eu ser um homem frio se quando abro o coração queimo qualquer vazio
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 1:43 PM UTC
gritos.