"auge" poems
∆.
Solo
Sin ti.
En aislamiento, interrupción, solo sin ti
Veranos pasan por mi ventana sin luz
Dos inviernos al año, es un gris confeti
Mas tu presencia en mi mente permanece
Me has arrebatado, ladrona in fraganti
Mi corazón de su trono abenuz
Al sentir el auge, supe incontinenti
Que de tu abundante cabello de ónice
Y tu personalidad me convertí
En un fiel devoto bajo mi capuz
Y bajo mi capuz yo me prometí
Jamás manifestar que de ti fui yo un cómplice.
No.
No me quedaré abajo ahora
Hablaré, lo diré, prepárate
Ya he pasado por esta acera
Esta vez yo llegaré al final
Esta vez no habrá perdedora
Por esta vez seré yo el valiente
Te diré que el día no dura
Con nuestra conexión mental
No hace falta ni una palabra.
No espero un sí, solo contesta
Tú en tu vida y no te preocupes
Yo no quiero meter la pata
En tus asuntos y problemas
Y si me dejas, señorita
Entrar en todos tus rincones
Prometo no ser un hipócrita
Estaré hasta el fin de los días
No temas, que soy optimista.
Si el corazón
Es a tu fruta
Soy yo el tazón
Esto es la fiesta
Nosotros el son.
May 26, 2013
May 26, 2013 at 10:13 PM UTC
De quem é a imagem que vejo no espelho?
Não é a mesma que me observo sem vê-la
Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior
A única diferença entre mim e o que me permeia
É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las
Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego).
De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa?
Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê
Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha.
Mas como eu me vejo?
Me vejo como acredito que os outros me vêem?
Eu sou o fruto das experiências passadas
Eu sou inconstante.
Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência
Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil
O medo da solidão,
O medo da rejeição,
O ódio que é o medo de amar
O medo de amar que é o ódio por si mesmo
O **** é a carta coringa do desespero
O prazer de calar a dor
Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar,
odiamos os outros, odiamos a nós mesmos
Mas é tudo ilusão
Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado
Mas é tudo ilusão
"O que está em cima está em baixo, não há diferença"
O que me define como singular?
Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa
meu carro, minha família, minha história
Fora isso quem sou?
Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta?
(Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas
Eu sou o vazio)
Encontra-se no vazio, onde todos são iguais
Onde uma coisa não se diferencia da outra
Onde só nos resta amar, sem dor
A realidade é simplesmente aquilo em que acredito
Nada mais, nada menos
Pois o que os olhos não vêem o coração não sente
Melhor dizendo:
O que a mente não sente os olhos não vêem!
Depois de todo o devaneio
Me lembro...
Uma mulher, cujo a forma de sorrir,
a forma de morder os lábios,
o jeito com que ela me olha com o canto do olho
é totalmente singular, única
Mas não depende do ego, e nem de experiência
é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente
Amor? sim
Mas algo diferente também
a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga
Amo sua existência como um todo
e não sei explicar
Ela escolheu não ficar comigo,
mas sempre vem a mim
Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento
Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
HEIMEKEHR
Alexander K Opicho
(Eldoret, Kenya; [email protected])
Meine lieb ist kommen heime
Mene susslich kinder ist kommen
Ist auf die kehle kommen
Meine gute junge ist kommen heime
Meine gute tochter ist kommen heime
Meine jungen leute sie kommen heime
Diese Sonntag meine sohn ist kommen
Weg raumen zweibel von meine auge
Diese montaf meine tochter ist kommen
Weg raumen stumpfsinning von meine leben
Diese Dienstag meine sohn ist kommen
Weg raumen hunger von mein mangen
Diese mtiwoch meine sohn ist kommen
Weg raumen ungeschutzt von meine korper
Diese Donnerstag von domeine jungen kommen
Weg raumen schand von meine gesicht
Diese Freitag meine tochter ist kommen
Weg raumen qual von meine hertz
Diese Samstag meine jungen kommen
Weg raumen armut von meine leben
Diese woche meine retter ist kommen
Weg raumen verzweiflung von meine leben
Vergnugen!
Dec 1, 2013
Dec 1, 2013 at 5:00 AM UTC
How much can a lizard know, I wonder,
looking out my window at my rock
in the shadow of my house,
always a glance away when
an I am in this position
and aware there is
there, the rock, the still threaded witness,
in granite,
the shaking that shook up all the mountains
shook them all all up
at once
it was a whole planet shaking at once, rung
like abaodingball
abiding in the echoes we can hear with our augmental
ears,
we know whales sing when no one is listening,
as we know the sound of a certain tree
falling
in
a legend, new and old, a sticky thought,
ancient of days, is this lizard brain,
you still work?
WOW, OLD CODE FROMe ericfrome-ish havingbeing
Tomas Auge, reviewexpress weighting algorythm,
it tipped. 13 years, 327 days, 57 minutes 13. nnnnnnnnnnnnn
Any time this happens we yoostasay selah,
now we breathe,
once to be
once to have
once to hold and look around. are we dragging any fool
to madness?
Sep 13, 2020
Sep 13, 2020 at 8:03 PM UTC
Tu t'en vas ? Reste encore :
Je te perds pour longtemps !
Et tu vois que l'aurore
Luit depuis peu d'instants.
Tantôt sur le rivage
Je marcherai sans toi :
J'y reste en esclavage,
Pauvre de moi !
Nous avons vu la vie
Sous les mêmes couleurs ;
Elle a pu faire envie,
Car elle eut bien des fleurs.
La guerre était la gloire,
J'y courus avec toi :
J'ai payé la victoire,
Pauvre de moi !
Sur combien de blessures
A-t-on rivé nos fers !
Ils en font de plus sûres,
Dans leurs prisons d'enfers.
J'ai raillé ma souffrance,
Enchaîné près de toi ;
Mais tu pars pour la France,
Pauvre de moi !
Ma plaie envenimée
Arrête ici mes pas ;
Mortelle et renfermée,
Elle s'aigrit tout bas.
Sur un ponton de guerre
Faut-il languir sans toi ?
Je te suivais naguère,
Pauvre de moi !
Si ma blonde Angeline,
En te voyant passer,
Inquiète s'incline,
Timide à t'embrasser ;
A cet auge modeste,
Qui m'attend avec toi,
Ne dis pas où je reste,
Pauvre de moi !
Au foyer de ton père
Si le mien va s'asseoir,
Mon nom sera, j'espère,
Dans vos récits du soir,
Quand ses yeux pleins de larmes
S'attacheront sur toi,
Fais-lui bénir nos armes,
Pauvre de moi !
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Un bouvreuil, un corbeau, chacun dans une cage,
Habitaient le même logis.
L'un enchantait par son ramage
La femme, le mari, les gens, tout le ménage :
L'autre les fatiguait sans cesse de ses cris ;
Il demandait du pain, du rôti, du fromage,
Qu'on se pressait de lui porter,
Afin qu'il voulût bien se taire.
Le timide bouvreuil ne faisait que chanter,
Et ne demandait rien : aussi, pour l'ordinaire,
On l'oubliait ; le pauvre oiseau
Manquait souvent de grain et d'eau.
Ceux qui louaient le plus de son chant l'harmonie
N'auraient pas fait le moindre pas
Pour voir si l'auge était remplie.
Ils l'aimaient bien pourtant, mais ils n'y pensaient pas.
Un jour on le trouva mort de faim dans sa cage.
Ah ! Quel malheur ! Dit-on : las ! Il chantait si bien !
De quoi donc est-il mort ? Certes, c'est grand dommage !
Le corbeau crie encore et ne manque de rien.
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