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"pau" poems
Tanha yuhi kat jata safar agar tum sath na hote..... manzil yuhi rhe jaati agar tum sath na hote.... dekhu to duniya mai saari magar.... ye rang dekh na pau.... jee kar bhi is duniya me.... adhoora bin tere rhe jau.... ye baarish yuhi tham jaati ager tum sath na hote.... ye duniya meri tham jaati agar tum sath na hote.... me jaanu to duniya ko kaeyi naam se..... me jaanu mujhe bs tere naam se.... ye duniya na jaan paati mujhe.... jo ye lafz meri phechaan na hote.... ye naam yu he bikhar jata ager jo tum sath na hote.... hasti meri mar jaati ager tum phechaan na hote.... By : HR COLLECTION
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Dec 18, 2015
Dec 18, 2015 at 2:47 AM UTC
Tanha safar
** ti hai Suru Jb Mohababt k lamhe, Shuruaat Khushiyo se Gam Sare Lmahe. Bina Kuch Shune Bina kuch Khe, Hoti Hai Anokhi Mhababt k Lamhe. Magar Mai Sa Janu, Na Phchan Pau, Kaisi Hai Mohababt Yhe Koi Btade. Punchhu Mai Us Se Yhe mohabat tu batade , Dard Hai Jaiyada Tujhme, Kyu Tu Na Is Ko Mitade. Hai Viswas Mujhko , Tu Kr Dega Dur Isko. Hoti Hai Dukh Bddi Is DILL Me Agar DILL Tutte KIshika BHari Mhafil Me. Sambhalana Hai Mushkill, Btau mai Kaise , Ye Dard Ki Khahani , Shunau Mai Kaise. Bina Kuch Khe Bina Kuch Sune , Hoti Hai Anokhi Mohabat Ke lamhe . Manau Mai DILL Ko , Bhulau Us Pal Ko , Jo Biti Hai Kal Ko , Hamari Wo lamhe. Hai Mushkil Bddi Ye Dard Chupana , Bithen Huye Kal Ke , Yadash Mitana. Magar Mai Na Jan Na Pachan Pau. Kaishi Hai Mohabat Yhe Koi Btade. Bhot Log Krte Hai , Is Pe Bharoshe, magar Sab Ko Milte Hai Isme Ye Dhokhe. Jo Kha Lete Dhokhe , Wo Firte Hai Rothe. Magar Mai Na Janu Na Pachanan Pau Kaishi Hai Mohabat Ye koi Btade. ROHINI RAJ
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Feb 9, 2015
Feb 9, 2015 at 5:41 AM UTC
MOHABABT KE LAMHE
Aapko paake aisa laga jaise humne apna khuda paa liya, Kami zindagi mein nahi hai koi aapko deke rab ne sab de diya. Zindagi ki har khushi mil gyi hai humein aap mile zindagi mil gayi, Is dil ki har saans mein aapke dil ki dadhkane hain samayi. In labon par muskurahat hai sirf aapse , Aapko pakar khushnaseeb hain hum bhut kasam se. In hawao ki sarsarahat mein bhi hai aapka ehsaas, Fark nahi padta kitne meelon ke ** faasle dil ke ** aap humesha pass. Aapke naam se poora hota hai humara naam, Hum humesha hai aapke sirf aapke sanam. Aapki har khwaiysh poori ** Sabse jyada khushi milegi humko. Aapse hai wajood humara, Dil ki dadhkano ko aapka hai sahara. Kayenaat ki khwaiysh nahi hai mujhe, Humari duniya tou hai aapse. Lafzon ke dehleez par shabd nahi hai koi, Jo bayan kar sake ki humein aapse kitni mohabbat hoyi. Sacchi mohabbat aapki shiddat se badhkar ki hai aapse, Zinda rehne ke liye humein saanso ki nahi zindagi hai aapse. Labon ke peeche ki khamoshi padh lete ** Bin dekhe hi humein dil ka haal samjh lete ** Kaise keh du meri dua ** jati hai beasar, Jab bhi dil se yaad karun aapko humesha apne pass pau mere humsafar. Jis kadar aap fikar karte ** humari, Mil jaati hai khushiyan saari. Achha lagta hai aapke chehre ki dekh muskurahat, Aapko khush dekh milti hai is dil ko rahat. Jaanejaan aap itne pyaare ** bhut acche ** Kisi ki bhi nazar na lage kabhi aapko. Ishwar humesha aapko mehfooz rakhe, Har janam aapki shivani humesha mere shivai ki rahe.
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Nov 13, 2019
Nov 13, 2019 at 2:12 AM UTC
I love you dear
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Jan 7, 2016
Jan 7, 2016 at 11:24 AM UTC
RECORDA O QUE TIVESTE DE BOM
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Eu vi as nádegas da minha mulher sendo apertadas e abertas por mãos grandes e peludas enquanto um trombolho descomunal abria caminho à caverna escura que acredito nunca antes ter sido explorada. Eu ouvi os ecos no corredor de nosso apartamento, de sons transmitidos pelo esgoelamento de suas cordas vocais delirantes e indiferentes à opinião da vizinhança. Provei o sabor acre da facada pelas costas sem derramar uma gota de lágrima ou de sangue. Os braços estavam amarrados à cabeceira, sodomizada, num transe hipnótico engendrado pelo pecado. Não me viram entrando. Sentei-me numa poltrona, ainda imperceptível, quase inexistente, um magma quente borbulhava em meu estômago, um vulcão erodia em meu peito, sentia morrendo todos os meus valores, toda a minha compreensão de mim mesmo, faltava-me ar aos pulmões, faltava-me alma ao corpo, já não poderia ser compatível com a ideia de pecado, o ódio se apossava como um demônio em meu corpo obrigando meus braços a se moverem, um escravo arrastado por suas correntes, arranquei minhas roupas, meu pau ereto desprovido de qualquer amor, de qualquer sentimento humano, erguia-se pelo horror, pelo prazer perverso que se apoderava das minhas ideias, o que estaria por vir me excitava. Aquele homem diante minha indiferença. Seu pau broxado pelo terror da minha imagem. Meu pau duro como uma muralha impenetrável, pontiagudo como uma estaca, atravessou seu peito como uma lança, empalado pelo ânus até a boca. Mudo como um peixe fisgado pelo arpão. Castrado engoliu seus próprios testículos. Ela com a pele esfolada em músculo crú, estuprada como uma puta barata pelo meu punho a atravessar sua boceta seca, amarrada com suas entranhas gosmentas e fedidas de mentiras e recoberta por fezes, esquartejei em treze parágrafos seu falso discurso . Deixei sua cabeça largada ao canto daquele quarto sujo. Estancaram-se me encarando. Nenhuma reação, nenhum movimento.
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Nov 7, 2018
Nov 7, 2018 at 12:55 AM UTC
Capítulo 1 - O prazer da Carne
Eu vi as nádegas da minha mulher sendo apertadas e abertas por mãos grandes e peludas enquanto um trombolho descomunal abria caminho à caverna escura que acredito nunca antes ter sido explorada. Eu ouvi os ecos no corredor de nosso apartamento, de sons transmitidos pelo esgoelamento de suas cordas vocais delirantes e indiferentes à opinião da vizinhança. Provei o sabor acre da facada pelas costas sem derramar uma gota de lágrima ou de sangue. Os braços estavam amarrados à cabeceira, sodomizada, num transe hipnótico engendrado pelo pecado. Não me viram entrando. Sentei-me numa poltrona, ainda imperceptível, quase inexistente, um magma quente borbulhava em meu estômago, um vulcão erodia em meu peito, sentia morrendo todos os meus valores, toda a minha compreensão de mim mesmo, faltava-me ar aos pulmões, faltava-me alma ao corpo, já não poderia ser compatível com a ideia de pecado, o ódio se apossava como um demônio em meu corpo obrigando meus braços a se moverem, um escravo arrastado por suas correntes, arranquei minhas roupas, meu pau ereto desprovido de qualquer amor, de qualquer sentimento humano, erguia-se pelo horror, pelo prazer perverso que se apoderava das minhas ideias, o que estaria por vir me excitava. Aquele homem diante minha indiferença. Seu pau broxado pelo terror da minha imagem. Meu pau duro como uma muralha impenetrável, pontiagudo como uma estaca, atravessou seu peito como uma lança, empalado pelo ânus até a boca. Mudo como um peixe fisgado pelo arpão. Castrado engoliu seus próprios testículos. Ela com a pele esfolada em músculo crú, estuprada como uma puta barata pelo meu punho a atravessar sua boceta seca, amarrada com suas entranhas gosmentas e fedidas de mentiras e recoberta por fezes, esquartejei em treze parágrafos seu falso discurso . Deixei sua cabeça largada ao canto daquele quarto sujo. Estancaram-se me encarando. Nenhuma reação, nenhum movimento.
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it's but the choir-imbued presence of god, and the vacuous presence of a devil that tempts me in both thought & deed, to attempt the puritanical testimony of evil... it's so quiet down in hell, you can even hear the devil think, and be made to testify as a schizoid fakery. of men hell-bound, so few are of stock that might make them interesting. ex homines      obligatus infernum paucci sic ex est truncus id potentia illis facere dulcis.                   it's beyond testifying "pig" latin, not porcus latin... it's copernican latin - given that the ancients wrote like the modern arabs, i.e. grammatically from e.g. **** sapiens, i.e. man wise -   i.e. wise man, i.e. copernican with a wonder: left to right, or right to left?            is that dull-cheese though? and is that fuck-er-er, or foo-cciere? i invoked the cappuccino for the pau-ki... but it's true:   the most interesting of men never gravitate to fathom heaven, or abide by a presence in such a realm: the brilliant genius, or puritanical evil leaves them lost for words before the scorn of god... no man of interest ever resides in heaven, hell scolds god's wrath by inviting all the interesting fellows to its womb's abode -          question is:              where do all the ****** go?
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Sep 13, 2017
Sep 13, 2017 at 9:57 PM UTC
doubled truth