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"rapaz" poems
Não sei como é viver em paz, Canta o sapo e bom rapaz. As cabras pastam nos montes, Burros e frescas fontes. Tantos problemas sociais, Politiquice e  coisas banais. O ser humano tenta ser justo, Hipócrita a qualquer custo. Sociedade portuguesa tão triste, Nossa identidade existe. Enfermo em águas termais bem quentes, Amor a nossos semelhantes. Outrora nossos navegadores o mar eternizaram, Dragões e tormentas ultrapassaram. Hoje estamos num tempo perdido sem beleza, Falta amor à mãe natureza. Victor Marques
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Jan 6, 2014
Jan 6, 2014 at 3:18 AM UTC
A nossa Identidade na Natureza
o vento fazia o pó levantar. de olhar maduro, óculos de protecção, casaco preto e chapéu, ao peito um medalhão. ele era um rapaz nobre. nunca se tinha visto ninguém como ele. que segredos antigos estavam à espreita? e ali estava ele, flutuando na magia da brisa. ao peito a mais perfeita arma de julgamento. cano curto. o segredo fora revelado, e o carrasco chegava para mim. com uma intenção maravilhosa de assassino malicioso, Spyglass olhou-me nos olhos e senti o vento no meu cabelo. flashes de fogo na calada da noite. a maravilhosa máquina de sua majestade. gritei: "semeador de chumbo". o sangue, escuro, corria, mortal.
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Apr 9, 2015
Apr 9, 2015 at 5:05 PM UTC
Semeador de chumbo
AGORA que partis-te a explorar o deserto e eu fiquei só AGORA que partis-te em procura do rapaz de preto Sento-me neste quarto onde só me restam paredes, e oiço o tráfego lá fora O teu fantasma imagem de um outro tempo persegue-me por todos os lados Deixa-me num sono profundo Deixa-me para poder escrever poesia e libertar as pessoas dos seus limites Já agora atravessa para o outro lado transpõe a porta o Patrão espera-te. Não te resta muito tempo que a viagem é longa.
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Apr 15, 2014
Apr 15, 2014 at 6:02 PM UTC
sem regresso aqui
En el asilo de las almas trastornadas Espera el Dr. de piel fría y azulada Hijo de cíclope y algún demonio de mar Sabe que piensas y te encontrara Lleva consigo un cabeza reducida Por si su ojo no es capaz La cabeza diminuta gritara Si tu alma esta atormentada el lo sabra Dice que es doctor Pero yo creo que es carnicero Carnivoro, como ave rapaz Le falta cuerda Le fala almorzar Yo preferiría morir Antes que volverlo a soñar.
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Dec 31, 2017
Dec 31, 2017 at 1:14 AM UTC
Quirófano del Dr. de un solo ojo
En el fósforo vago de la muerte anda la vida, fruta y ser latiente. Todo se vuelve cálido y sufriente en el juego de dados de la suerte. Espero inhábil, pálida y consciente la palabra, el sonido alerta y fuerte, que ha de hacerme saltar o caer inerte con mi furiosa sed, junto a la fuente. En el aire rapaz anda mi aliento, ya rezo, ya suspiro, ya lamento, fe iracunda o frenética esperanza. Con mi lengua de polvo estoy orando. Un santo mudo gira custodiando mi desazón o buenaventuranza.
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Espera
Mi madrina invitaba a mi prima Águeda a que pasara el día con nosotros, y mi prima llegaba con un contradictorio prestigio de almidón y de temible luto ceremonioso. Águeda aparecía, resonante de almidón, y sus ojos verdes y sus mejillas rubicundas me protegían contra el pavoroso luto...           Yo era rapaz y conocía la o por lo redondo, y Águeda que tejía mansa y perseverante en el sonoro corredor, me causaba calosfríos ignotos... (Creo que hasta le debo la costumbre heroicamente insana de hablar solo). A la hora de comer, en la penumbra quieta del refectorio, me iba embelesando un quebradizo sonar intermitente de vajilla y el timbre caricioso de la voz de mi prima.                                         Águeda era (luto, pupilas verdes y mejillas rubicundas) un cesto policromo de manzanas y uvas en el ébano de un armario añoso.
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A mi prima águeda