"perverso" poems
Me consumes
Me fatigas
Me desarmas
Me aniquilas
Me matas
Me encantas
Te deseo
Un deseo
Mi deseo
Deseando té
Té en la montaña
Té al medio día
Léeme. Embriagame. Destrozame.
Quiereme, suicida, loco.
Maniático, perverso.
Quitame el frío.
Agitame.
Llename la noche.
Llename la vida, mi vida.
Dec 24, 2014
Dec 24, 2014 at 2:02 PM UTC
Abri agora os olhos
uma luz
extremos
o desconhecido
tenho medo
sinto-me confuso
ao andar
estou só
ou isso penso
objectivo
neblina
navego nas lágrimas
saio
refugio-me
dor interior
inveja do pobre
confusão na alma
subconsciente perverso
riso
recordo a dor
que como dor permanece
obstáculo
anseio
ritual
sacrifício " tédio "
desespero.
Feb 18, 2014
Feb 18, 2014 at 4:23 PM UTC
Eu vi as nádegas da minha mulher sendo apertadas e abertas por mãos grandes e peludas enquanto um trombolho descomunal abria caminho à caverna escura que acredito nunca antes ter sido explorada.
Eu ouvi os ecos no corredor de nosso apartamento, de sons transmitidos pelo esgoelamento de suas cordas vocais delirantes e indiferentes à opinião da vizinhança. Provei o sabor acre da facada pelas costas sem derramar uma gota de lágrima ou de sangue.
Os braços estavam amarrados à cabeceira, sodomizada, num transe hipnótico engendrado pelo pecado. Não me viram entrando. Sentei-me numa poltrona, ainda imperceptível, quase inexistente, um magma quente borbulhava em meu estômago, um vulcão erodia em meu peito, sentia morrendo todos os meus valores, toda a minha compreensão de mim mesmo, faltava-me ar aos pulmões, faltava-me alma ao corpo, já não poderia ser compatível com a ideia de pecado, o ódio se apossava como um demônio em meu corpo obrigando meus braços a se moverem, um escravo arrastado por suas correntes, arranquei minhas roupas, meu pau ereto desprovido de qualquer amor, de qualquer sentimento humano, erguia-se pelo horror, pelo prazer perverso que se apoderava das minhas ideias, o que estaria por vir me excitava.
Aquele homem diante minha indiferença. Seu pau broxado pelo terror da minha imagem. Meu pau duro como uma muralha impenetrável, pontiagudo como uma estaca, atravessou seu peito como uma lança, empalado pelo ânus até a boca. Mudo como um peixe fisgado pelo arpão. Castrado engoliu seus próprios testículos.
Ela com a pele esfolada em músculo crú, estuprada como uma puta barata pelo meu punho a atravessar sua boceta seca, amarrada com suas entranhas gosmentas e fedidas de mentiras e recoberta por fezes, esquartejei em treze parágrafos seu falso discurso . Deixei sua cabeça largada ao canto daquele quarto sujo.
Estancaram-se me encarando. Nenhuma reação, nenhum movimento.
Nov 7, 2018
Nov 7, 2018 at 12:55 AM UTC