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"odeio" poems
A vida é o jogo de emoções total, É jogo sem regras, sem costumes, Quando a temos, muito formal, São mediações de perfumes! Mas se eu não gosto afinal, Ou se eu amo meu amigo, Sentimento é ser informal Importante se o consigo! As misturas de regras são vagas, As vagas de sentir, são viver, E assim afinal, planar e dizer, Te amo ou odeio, faz cócegas! Sentimentos não são de dizer, Palavras, não sentem o que fazer, Carinhos, toques, gestos, são prazer! É assim, um cheiro a perfume natural, Sentimentos, são trocas de atenção, Quem nunca sentiu chegar no plural? Sentimentos, são energia no coração! E assim sempre vou mostrar meus sentimentos, sejam duros, suaves ou possantes! É isto a natureza informal de eu chegar, junto de todos aqueles que no fundo, eu considero! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.25.02.11
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:07 AM UTC
Sentimentos
Luana; Tinha uma voz doce; Um cabelo ***** cumprido; Olhos de ressaca; Ficava bonita até de batom rosa; (Odeio, batom rosa). Mas melhor de tudo; Foi a mulher mais linda; Que eu já vi na vida. Ela não cabe em um livro; Ela está nos menores frascos; Até porque, Neles estão os melhores perfumes. E como diz aquele velho ditado: ''Secretárias são sensacionais''. Mas eu, [Tenho esse erro; De me apaixonar todo dia; Sempre pela pessoa errada].
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Aug 23, 2017
Aug 23, 2017 at 2:20 PM UTC
Morena dos Olhos de Ressaca
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 7:21 PM UTC
Oh, Vento
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
Oh, Vento
Jamais esqueci a tua face Neste Mundo, que foi Mundo outrora Apesar de tudo Procuro-te Apesar de tudo Desejo-te Porque te procuro e desejo? Porque te odeio e amo? Dois corações que se unem. Um sentimento que nasceu no passado Um sentimento seduzido por ti Um sentimento de amor Numa lágrima de esperança Ainda agora Uma lanterna brilha no vale.
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Mar 17, 2014
Mar 17, 2014 at 5:44 PM UTC
jamais
É noite... lá fora a cidade já dorme. Aqui, o tempo passa lentamente, abro o maço, tiro um cigarro, e puxo-lhe fogo. Penso na vida. Dias passados, dores sofridas, pontapés levados, lágrimas a rolar, enfim, um amontoado de coisas, hoje já sem nexo. Sofro, estou só, desamparado, e acima de tudo odeio a vida, ou melhor dizendo, a vida repugna-me. A noite vai longa, o sono não chega, dou voltas na cama... por fim adormeço. 7h15m, o despertador toca, acordo, . . . enfim foi só mais uma noite.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 6:24 PM UTC
last night
se chegar perto demais pode ser que você veja a cicatriz no meu rosto de quando eu era pequena e gostava de pular em cacos de vidro porque achava tão bonito ver o brilho dos caquinhos verdes contra a luz do sol se chegar perto demais pode ser que você veja a pintinha que tenho no meu rosto e que odeio porque é a mesma da minha mãe e eu não gosto de ter nada dela em mim pode ser que veja uma menina sentada no canto da sala enfiada em um livro fingindo nao escutar os gritos que derrubavam as paredes se chegar muito perto pode achar a adolescente que transava com os caras mais velhos da escola na tentativa de realocar os proprios caquinhos com sangue se chegar muito perto pode ser que descubra que ja pensei um milhão de vezes em envenenar um monte de gente da minha família se chegar perto assim pertinho vai ver que é tudo encenação e que na maioria das vezes calculo tudo o que eu to fazendo como se eu tivesse um roteiro o tempo todo em mãos e quando eu danço de olhos fechados é porque eu tô me observando de fora e ditando o ritmo dos meus próprios pés se chegar muito perto pode ser que veja que eu não sou de verdade que nem sequer existo se chegar muito perto vai ver dentro dos meus olhos preso na retina o terror que eu tenho de ser descoberta e por isso mantenho distância
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Oct 26, 2022
Oct 26, 2022 at 9:04 PM UTC
Untitled
Odeio ver o fim da estrada Fixo apenas esse ponto Não vejo nada É ainda não estou pronto Olho para a paisagem Finjo-me distraído Admiro das aves a plumagem Dos grilos o ruído Mas vivo no futuro Sempre no futuro Já sabe a podre O fruto maduro Sofro com o que ainda não aconteceu E mesmo o que nunca acontecerá Quando acontece já não é meu E quando não, penso no que virá Então aparece outra estrada Mas a mesma dor em mim Mudou a morada Mas fixo o mesmo fim
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Feb 11, 2019
Feb 11, 2019 at 9:17 AM UTC
A estrada
Odeio a forma como ela desacolhe, não se expressa e muito menos se interessa Vomita seu ego e seu caos Duvido de mim e dela seus sentimentos me quebram e os meus me desintegram Nosso lar é permeado por uma enorme serpente presente, invisível e insensível tenta me arrancar um riso antes de me esmagar com gosto Durmo num pântano de rancor e me sinto protegida enquanto estou despida e injuriada Ardo e desando a cada noite dormida De peito esmagado eu gargalho respiro suavemente o veneno e agradeço o meu apreço pela pena e pelo ódio é tudo o que eu conheço
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Jul 1, 2019
Jul 1, 2019 at 11:20 AM UTC
Ophidia