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"mudar" poems
Sinto vontade de ver o meu País viver, Como sinto vontade de ver as pessoas sonhar, Desejo diariamente ver a submissão morrer, E mais desejo que a perspicácia possa vingar! Quero mesmo ver o meu país mudar, Que todas as contas sejam transparentes, Quero um país com cidadãos coerentes, Sem rótulos, sem necessidade de catalogar! Todos sejam cidadãos de primeira linha, Que acordem em cada dia com vontade de vencer, Que se veja o esforço de todos a aparecer, Enfim, um Portugal digno que a todos convinha! Que todos os angariados milhões sejam prosperidade, Sejam semeados em benefício e para todos nós, Se invista sobretudo nos valores da boa seriedade, Na transparência leal de todos com todos nós! António Benigno Código de Autor: 2015012923340101
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Jan 29, 2015
Jan 29, 2015 at 7:03 PM UTC
Esperança
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sabe aquela gota gelada durante o banho quente? Então, nós acreditamos que pela intensidade que a água quente vem uma simples gota fria não causará incomodo algum É nesse momento que nós entramos embaixo do chuveiro e vemos que o que pensavamos daquela gota é totalmente equivocado pois ela se torna a pior coisa do nosso banho A distância pode ser vista da mesma forma que aquela gota fria Pois nós acreditamos que pela intensidade do sentimento que temos por aquela pessoa a distancia não mudará isso, e é aí que nós percebemos que sim, ela consegue mudar esse sentimento. O nosso afastamento me fez ver que as coisas não são mais como antes O nosso amor deu alguns passos para trás Os nossos planos se transformaram em nossas ilusões Nossas lembranças se transformaram em sofrimento E sim, eu só lamento, sei que as coisas do destino não tem saída E sei que devemos olhar pra frente e seguir nossas vidas!
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Apr 27, 2017
Apr 27, 2017 at 11:02 PM UTC
A metáfora da distância
Não é hoje o momento de escrever coisas bonitas, Nem é hoje o dia de cair no sofrimento, Não é hora, hoje de te trazer as cavalitas, Hoje é dia de procurar novo alento! É agora que decidi viver intensamente, Pois agora mesmo descobri que respiro, Que o sufoco que ficou, partiu arduamente, E luz se colocou diante do agulheiro! É agora a hora de decidir se ficar ou partir, É hora de mudar a trajectória deste trem, Que me conduz à viagem, vou-me divertir, Quando olhar em frente e levar outro alguém! Alguém existe de verdade, não é fantasia, E este, novo destino que quero perseguir, Faz-me feliz, como tinto de malvasia, Colorido, e aromaticamente de distinguir! Nem consigo olhar para trás ver o que restou, Nem quero repensar e mudar o que falhou, Porque eu acredito que de nada que me calhou, O importante é que para ti nunca estou! Autor: António Benigno Objectivo, de animar quem fantasiou!
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Rosa negra
Eu seria sínico se dissesse que estava tudo bem! Pois é nada esta bem, eu não estou bem, E dificilmente poderia nesta altura dizer o contrário. Mas é isto, a loucura do incrivelmente desolado. Desolado mas não acabado! E o que agora é assim eu sei que posso mudar! Hora ai está! Vou respirar fundo e UPS … Acordei, afinal estou num sonho concreto, Deixei esse medonho pesadelo muito profundo, Tão fundo que já nem o vejo, já nem sou capaz, De juntar dinheiro, pegar no carro, enche-lo de gasóleo, E perder este meu tempo precioso, par ir visitá-lo! Ganhei! Ganhei uma vida nova, sem compromissos válidos! Enfim! Eu sou livre! Mas eu sou quem ganha com isso, Afinal eu posso fazer o que eu quiser! Ihihih…. Eu deixei de ter que agradar seja a quem for. Ótima ideia esta. Vida eu estou aqui! Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.02
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:56 PM UTC
Como me encontrei
Iremos a buscar hojas de plátano al platanar.       Se alegra el mar. Iremos a buscarlas en el camino, padre de las madejas de lino.       Se alegra el mar. Porque la luna (cumple quince años a pena) se pone blanca, azul, roja, morena.       Se alegra el mar. Porque la luna aprende consejo del mar, en perfume de nardo se quiere mudar.       Se alegra el mar. Siete varas de nardo desprenderé para mi novia de lindo pie.     Se alegra el mar. Siete varas de nardo; sólo un aroma, una sola blancura de pluma de paloma.       Se alegra el mar. Vida -le digo- blancas las desprendí, yo bien lo sé, para mi novia de lindo pie.       Se alegra el mar. Vida -le digo- blancas las desprendí. ¡No se vuelvan oscuras por ser de mí!       Se alegra el mar.
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Se alegra el mar
Escrevo num velho caderno Velhas ideias Velhos sentimentos Que outrora estiveram cá dentro. Quero sentir o que já senti. Quero pensar o que já pensei. Não quero ser, porém, o que já fui. Mas como farei isso, de tal forma, eu? Como poderei eu ponderar tais feitos Sem mudar quem sou? Pois a pessoa que era antes era a pessoa Que sentiu e pensou aquilo Que no seu coração e mente passou. Se já não sou quem era, não posso reaver o que perdi Sentimentos que cá estiveram no meu antigo eu. Posso aspirar, desejar, pretender, querer, tencionar Mas se não quero quem eu era, porque é que quero o que quero? É uma inquietação constante, Uma busca estonteante, Um desejo extenuante. Penso eu, num pensamento abundante. Quero ser eu mas não ser eu. Quero sentir mas não sentir o novo. Quero pensar mas não pensar. Quero o que quero sem querer o que não quero. Não poder ter tudo mas não querer tudo. Que infelicidade do consciente.
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Mar 1, 2014
Mar 1, 2014 at 12:44 PM UTC
A busca em português - The search in portuguese
O oceano almeja pelo brilho do luar, o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia, as plantas necessitam da incandescente luz do sol, e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia. A bela menina do vestido preto, corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito, e o gentil homem de coração aberto, derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto. Não quero que o mundo tenha pena de mim, pois sei que eles não me entendem, e quando tudo for feito para ter um fim, daremos um jeito de mudar tudo. E da mesma maneira que todos almejam algo, eu preciso de você, do seu beijo, do seu abraço, de encanto e principalmente de seu coração. Vinícius Rozante
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Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Você
Você consegue enxergar a luz Através da escuridão? Dei-me suas mãos e vamos voar Sonhando juntos chegaremos longe. A solidão é um presente para os fracos Pois só os covardes não admitem que precisam de amor. E no meio do caminho percebe-se que está perdido e algo precisa mudar em você mesmo. As estrelas não chocaram-se para que se fique no meio da estrada. Vá ela será seu guia que pode te ferir ou até te cegar.
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Nov 18, 2015
Nov 18, 2015 at 1:20 PM UTC
Horizonte de Eventos
Sentada na porta de casa, Paro, reflito. Não sei a função da minha existência... Não sei qual a consequência, De levantar todo dia, Com a mesma rotina, Esperar mudança E não mudar nada. Eu sei, Falha minha. Mas eu não consigo ser descomplicada, Eu só vivo por viver. Sufoco o amor pra não sofrer, E morrendo vou aos poucos, Por não ter coragem suficiente, De assumir o fardo da vida.
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Oct 18, 2015
Oct 18, 2015 at 9:52 AM UTC
Fardo
para te ter pensei um dia mudar os hábitos e a alegria a forma de ser e estar desobedecer-me sem pensar para te ter perdia amigos enterrava os planos em jazigos esquecia como é bom sonhar só para ao teu lado poder estar mas... então descobri um dia que para te ter basta ser
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Mar 24, 2015
Mar 24, 2015 at 5:12 PM UTC
Para te ter
Sinto-me fraco e impotente Quando ouço o que dizes Só para me ver contente. Nessa vã tentativa, eu sorrio Para sentires que cumpriste o objetivo. Dizes-me que estou cada vez mais frio E eu calo-me para não ser repetitivo. Recuso-me a explicar-te novamente Que nada nem ninguém poderá mudar O que vai na minha mente E que ninguém me pode ajudar Mesmo que tente incansavelmente. É algo com que aprendi a lidar Embora contra a minha vontade E mesmo que tentasse explicar Iria ficar pela metade. Vou tentar: Talvez assim me sinta menos cobarde! É um sentimento que vem acompanhado... Por estar neste estado Acabo me sentindo culpado. Culpado por ser insuficiente. Insuficiente para o que quer que seja. Só quero seguir de forma prudente, Não é isso que todo o mundo deseja? Sinto-me um fardo, Não me leves a mal, Mas estou farto. São os sentimentos que se atropelam, Vozes na minha cabeça que não se calam, Dúvidas que se interpelam E outras coisas que me abalam E me deixam ansioso. A ansiedade gera medo E o medo gera ansiedade. É neste ciclo vicioso, Entre medos e outros enredos Que eu me encontro com a realidade.
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May 1, 2018
May 1, 2018 at 4:11 PM UTC
Eu
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:15 PM UTC
mania essa de escrever sem pensar num ponto
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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O cotidiano tem me afetado como nunca. Nesses últimos 23 anos de existência, Eu nunca tinha atingido o ponto de saturação máxima. Porém hoje, eis me aqui. Sofrendo pelo futuro, Chorando pelo passado. Revendo todos os meus atos, Os mínimos detalhes... E querendo mudar o que não pode ser mudado. Porque o ser humano é tão complicado. Quem dera eu, viver num cotidiano robotizado. Sabendo o que fazer a cada segundo. Com a respiração contada... Parece escravidão?! Mas e esse meu cotidiano não é, Um tipo diferente talvez, e digo talvez. Grafe bem o talvez. Porque a existência nestes últimos tempos, Tem se tornado tão pesada, Que ser cotidiana já não me basta.
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Aug 15, 2017
Aug 15, 2017 at 10:23 AM UTC
Cotidiano
Encurtei o monólogo Nascia no horizonte, não tão longe Um novo psicólogo. Um ano e meio de auto sabotagem Repetia e repetia: vai melhorar Mas só piorava, parecia tudo bobagem E eu seguia a me enganar, Achava que tinha que, logo, me formar. Aquilo foi, cada vez mais, pesando E eu, no fundo, sabia que tava me enganando Até pra sair da cama, me esforçando E quase em depressão, entrando. Num choro de desespero busquei auxílio espiritual Pedi pros preto, pelo amor de Deus, um sinal E ele veio. Veio muito claro. Explícito. Gutural. Enxerguei a possibilidade de cumprir minha missão, afinal. Fiz minha escolha e decidi mudar O campus do vale abandonar No tempo, voltar Até o vestibular prestar Pra poder me encontrar E a psicologia estudar. Com muita fé em mim e na minha capacidade Estudei muito. Tive vontade. Fiz o que pude num tempo que eu não tinha. Tive que ser crente. Era mãe doente, trabalho de 8h, namorado e cursinho. Podia ficar doente. Mas o sucesso é meu destino. Já tava escrito. Meu nome no listão parecia em negrito. O alívio se fez. Grande sinal. Me senti mais perto de cumprir minha missão, afinal. E agora sigo. Ávido pela descoberta Desse novo mundo. Estou alerta. Nascia no horizonte, não tão longe Um novo psicólogo.
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 1:41 PM UTC
16/06/18
Descansa, mal perdido en alta cumbre, donde a tantas alturas te prefieres; si no es que acocear las nubes quieres, y en la región del fuego beber lumbre. Ya te padece, grave pesadumbre, tu ambición propria; peso y carga eres de la Fortuna, en que viviendo mueres: ¡y esperas que podrá mudar costumbre! El vuelo de las águilas(1) que miras debajo de las alas con que vuelas, en tu caída cebaran sus iras. Harto crédito has dado a las cautelas. ¿Cómo puedes lograr a lo que aspiras, si, al tiempo de expirar, soberbio anhelas?
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Al ambicioso valimiento que siempre anhela a subir más
To think of you- love, is to invoke a hurricane of passion- that sweeps my sanity, that bristles my lust, spinning me my soporific life, in a torrential effusions that electrify my entire body. To think of you, is wilt away the discretion, to lose all control, and run towards your cyclones, that excite me, that roar at me, and, renders me languid, Yes, that’s how it is when I think of you. Is to feel strong gusts of desire, which destabilize the gable of my prudence, that enchant my mindfulness, that plummets modesty, that drags me to your ardor, and I plunges me, in the bursts of your passion. To think of you-my love is having to move my imagination, due to the discernable trail, that my trembling body leaves as evidence, in my immaculate snowy sheets. ******************************************************************************************************************************************************** Tu (mi huracán de pasión) Pensarte amor, es invocar un huracán de pasiones-- que me arrasa la cordura, que me eriza la lujuria, que me gira mis soporífera vida, en una lluvia torrencial de efusiones que electrifican mi cuerpo entero. Pensarte, es sudar la vergüenza, perder los estribos, de querer tras tus ciclones, que me alelan, que me excitan, que me gritan, que me bajan y me suben. Si, así, es pensarte. es sentir fuertes marejadas en mi centro, que desestabilizan el techo de mi prudencia, que me hechizan la conciencia, que empinan el pudor, que me arrastran a tu ardor, y me funden en la ráfagas de tu pasión. Pensarte, es tener que mudar mi imaginación, por los visibles daños, que deja mi tembloroso cuerpo como prueba en mis inmaculadas sábanas. LeydisProse 7/24/2017
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Jul 24, 2017
Jul 24, 2017 at 4:55 PM UTC
You (my cyclone of passion) //Tu (mi huracán de pasión)
To think of you- love, is to invoke a hurricane of passion- that sweeps my sanity, that bristles my lust, spinning me my soporific life, in a torrential effusions that electrify my entire body. To think of you, is wilt away the discretion, to lose all control, and run towards your cyclones, that excite me, that roar at me, and, renders me languid, Yes, that’s how it is when I think of you. Is to feel strong gusts of desire, which destabilize the gable of my prudence, that enchant my mindfulness, that plummets modesty, that drags me to your ardor, and I plunges me, in the bursts of your passion. To think of you-my love is having to move my imagination, due to the discernable trail, that my trembling body leaves as evidence, in my immaculate snowy sheets. ******************************************************************************************************************************************************** Tu (mi huracán de pasión) Pensarte amor, es invocar un huracán de pasiones-- que me arrasa la cordura, que me eriza la lujuria, que me gira mis soporífera vida, en una lluvia torrencial de efusiones que electrifican mi cuerpo entero. Pensarte, es sudar la vergüenza, perder los estribos, de querer tras tus ciclones, que me alelan, que me excitan, que me gritan, que me bajan y me suben. Si, así, es pensarte. es sentir fuertes marejadas en mi centro, que desestabilizan el techo de mi prudencia, que me hechizan la conciencia, que empinan el pudor, que me arrastran a tu ardor, y me funden en la ráfagas de tu pasión. Pensarte, es tener que mudar mi imaginación, por los visibles daños, que deja mi tembloroso cuerpo como prueba en mis inmaculadas sábanas. LeydisProse 7/24/2017
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Obrigado Mãe , obrigado Pai Não podemos fazer muito em mudar o curso da vida, mas podemos viver com a profundidade que ela te oferece. Existem momentos que o sofrimento é terrível e bloqueia o curso da vida. Levanta a cabeça e vê que o horizonte é imenso e cheio de possibilidades . Vive e sabe ser feliz com aquilo que tens e não hesites nunca em sorrir para Deus e para quem te deu a vida. Um noite abençoada para ti. Victor Marques
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May 9, 2023
May 9, 2023 at 12:23 AM UTC
Obrigado Mãe , obrigado Pai
Te veo mientras pasas sellado de granates primitivos, por el turquí completo de Moguer. Te veo sonreír; acariciar, limpiar, equilibrar los astros desviados con embeleso cálido de amor; impulsarlos con firme suavidad a sostener la maravilla exacta de este cuartel del incesante mundo. (No sé si eres el único o la réplica májica del único; pero, uno entre dioses descielados tú, solo entre carnes de ascensión, sin leyes que te afeen la mirada yo voy a ti porque te veo trabajando belleza desasida, en tus días sin trono, en tus noches en pie). Te veo infatigable variando con maestría inmensamente hermosa decoraciones infinitas en el desierto oeste de la mar; te veo abrir, mudar tesoros, sin mirar que haya ojo que te mire, ¡rey del gozo en la obra sola y alta, hado inventor, ente continuador de lo áureo y lo insólito!
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Hado español de la belleza
Amor é bondade, amor não pode se vangloriar, Amor é não se alegrar com a injustiça . Amor é gratuito e tem piedade   Amor é uma arte de se aperfeiçoar, Uma comunhão sem missa , Amor, amor  contigo e com verdade. Amor educa,nao maltrata te enlaça, É paciente e incolor. Não procura interesses, nem sofrimento,  nem até dor. Amor,  amor de quem ama e abraça. Com a emoção do amor nos vivemos com a saudade sentida , Amor por vezes quer estar ausente, Não ser nem futuro, nem presente, Quer tudo mudar e reclicar a própria vida! Amor é ser solidário e nunca julga ninguém, Amor, amor com ousadia e por bem . Amor existe com respeito e ao mesmo com compaixão , Amor é demonstrar cuidado e fugir da solidão. A paixão é diluída e  por vozes passa, Amor, amor é de quem vive em eterna graça! Amor é intimidade,prenúncio de eterna felicidade, A fé,  esperança dignificam o sentimento do amor sem falsidade. Sentimento ao amanhecer o mais puro e de singular odor, Ai amor,  dos amores e dos campos em flor.
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Feb 25, 2025
Feb 25, 2025 at 6:40 AM UTC
Amor é de quem ama e abraça