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"encerra" poems
António teu nome, Agricultor, vitivicultor. Apaixonado pela terra, Pelo Douro, pelos Montes. Aquele amor que não se encerra, Dorme na colina, na serra. Colheu tristeza na Guerra Colonial, Amou o Douro e Portugal. Semeou a terra que alegrias lhe traria, Amou seus filhos e sua esposa Maria. Plantou videiras que olhavam o céu estrelado, Fez vinho com amor imaculado. As uvas são um amor para toda a vida, Deus nos ama até na despedida. Olhou para o Rio Douro eTua , E na memória de um povo com glória, Com aquela lágrima que eu sinto agora. Me conforto no horizonte duriense, Hoje, amanhã e sempre. Victor Marques
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Oct 18, 2010
Oct 18, 2010 at 6:47 AM UTC
Última Lágrima....para meu Pai
perfura-me os olhos perpétuo motor da sombra há tempo o que move esta senda é o regurgitar do vômito por obsessiva garganta de um estômago de Cronos entremeia com violência o claro e escuro invalida pupilas uma vez ágeis até que Sacra Dualidade seja conjunto vazio e nega dadas respostas e insiste que são impossíveis questões num antigo e ébrio laço encerra o deísmo em ti mesmo macromania moral macerada em fermento que tem por Sol os teus olhos perfura-o pois e encerra, agora, suserano da perspectiva
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May 29, 2016
May 29, 2016 at 9:18 PM UTC
Vassalo
E no infinito do teu ser, oiço murmúrios de uma voz magoada, no meio de um silêncio puro e perfeito. Lábios sedentos de um beijo, olham-me cegos do meu ser, e minha alma perdida na nostalgia de uma noite invernosa caminha para junto do teu eu. E junto à relva eu me encontrei, a ouvir os murmúrios de um ribeiro, e a pensar nos teus olhos cor de violeta como estrelas, na tua face terna e suave e nos teus cabelos de oiro fino que brilham ao luar de uma noite que encerra grandes mistérios.
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Feb 23, 2014
Feb 23, 2014 at 5:43 PM UTC
ser
Narrador: Nestes flancos escuros, onde ardor carece Um anseio de longo vislumbre subia; Ora Idália aos *** "Canto do sol que emudece, Dai-me prazer de outrora, bela sinfonia Harpar áurea passageira, graça que visita; Ó filha das luzes, que te cobres e te hesita?" Hemera: Que cessa-me, quão não depor a fatal império Se minha luz, qual na própria noite encerra, Tem de sua aurora, vasto mistério, E perde-se nas trevas, no silêncio da Terra? Senti, da mais cruel noite, doloroso espinho Mas de teu ventre, escuro nascedouro, dei ao mundo claros caminhos; [...]
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Aug 31, 2017
Aug 31, 2017 at 8:27 PM UTC
Cena V - O lamento de Hemera [fragmento]