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"chegando" poems
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:12 AM UTC
Quarto crescente
O dia que chegou tão depressa ao seu final, Trouxe-me a certeza de uma noite fria e pálida, Onde chego à cama, e espero ver-te ali deitada, Pelos tempos fora, sinto a certeza desse sinal! Foram três longos anos de vazio, tais como os teus sinais, As estrelas que carregas nos ombros, são juntas na tua lua, São profundos sonhos de um golfinho que a ti, se junta, lua tua, Imensas vezes, a olhei, para te ver a ti brilhar em vendavais! Hoje percebo porque sentia e via o meu quarto sempre vazio, Quando chegaste em dia de temporal, na noite sadia e vadia, Estava eu junto daquele precipício, esperando sair desse presidio, De cores sem tom, de cheiros sem fragância, naquela estadia! E assim nas voltas que dei, das estrelas que vi, tu chegas-te, Mesmo na hora que tudo parecia perdido, desenhada perfeitamente, E de todas as preces e palavras que preguei a Deus e ele me advir-te, Trazendo-te a ti, contornada de perfeitas coisas, cantando acusticamente! E assim percebi que a força que têm a cobardia de destruição, De um coração como o meu, perfeitamente bom e agora teu, Me dá ganas de pegar em ti, ao meu colo teu, deitar-te no céu, Decorar as estrelas, contigo no centro, meu quarto cresceu, paixão! Autor: António Benigno Escusado será dizer-te a ti, que te vejo, sabia que virias, não te imaginava chegando, mas surpreendentemente, tudo que lhe havia pedido, ele me trouxe triplicando, abusando mesmo de galhardia, e eu agora me contemplando, porque tudo que me trazia, era muito mais do que lhe pedia. Liliana, lhe peço agora mesmo, que meu coração mereça sempre, tudo aquilo que Deus me prometia.
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A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão dormir e nós iremos assistir ao pôr do sol de dentro do farol. O rouxinol vai cantar quando a lua chegar e então você irá ouvir uma canção de ninar para dormir e terá belos sonhos todos eles risonhos. A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão adormecer e ao amanhecer todos irão acordar e então voar. E nós iremos acordar após toda a noite sonhar sorrindo para os pássaros, são momentos raros, ao raiar do dia cheios de euforia.
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:18 AM UTC
O rouxinol vai cantar
Sinto saudades… Do seu cheiro, dos seus beijos, Dos seus cabelos. De te assistir chegando quando estou te esperando Da forma que fico, sem graça, tímido, quase uma criança Na sua presença. Saudades… Do seu toque, da sua pele, do seu gosto Dos seus abraços, de te abraçar. De te segurar até dormir Da sua beleza, inefável Do jeito que voce me faz rir Colocar a palma da sua mão contra a minha, Das suas unhas roídas… Passo vontades, doídas, mas que vontades boas!
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Dec 21, 2021
Dec 21, 2021 at 3:32 PM UTC
Dela
A névoa e a neblina escura se misturam com a fuligem a chama se extinguiu e a fumaça carbônica adentra as narinas daqueles que sofrem chove nos olhos desses que não entendem porque choram talvez seja a irritação da fumaça talvez seja a tristeza mais que profunda Seria novamente o inferno que ganhou uma nova paisagem desolada? Outrora um pântano nojento e repugnante Agora uma caverna vulcânica de enxofre e brumas de veneno e morte Voltei ao inferno e cá estou perdido novamente Os gritos nunca estiveram tão desesperados A dor nunca se tornou tão angustiante Arrepio toda a espinha meu coração está estrangulado minha voz está muda enquanto meu grito interno é desolador é tão tórrido que estou embriagado é tão tórrido que estou congelando e é tão tão frio que minha pele se queima arranco com as unhas a minha própria carne até encontrar meus ossos quebrados estou quebrado, completamente quebrado estou destruído e ainda assim continuo a caminhar Eu mesmo proclamo a minha profecia Eu mesmo sabia o que estaria por vir E esse sorriso triste-alegre carrega o futuro que está chegando Talvez banhar-me no Lethe não seja o fim do mundo Talvez esquecer-me de tudo seja renascer como a fênix a dádiva do Elísio Por hora mergulho no profundo da minha inconsciência Por hora declamo para o mundo Por hora me perco Por hora me encontro Por hora...
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Mar 17, 2017
Mar 17, 2017 at 1:18 PM UTC
O Tártaro
Me sinto sozinha, Cercada por nada, Triste, um misto de mágoas. Eu choro por dentro, Por fora, Por todos os lados. Não sei o que é isso, Não sei o que faço, Estou desnorteada. Acendo um cigarro atrás do outro, Já acabei com um maço, Do whisky, bebi 1,3,6 doses. Isso é viver? Ou está chegando a morte?
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Apr 2, 2016
Apr 2, 2016 at 11:05 PM UTC
Untitled
Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be be found Oh, nothing can save us now Como poderíamos salvar esse amor? Sem dizer nada que poderia nos machucar Nós desejamos saber o que estava acontecendo na mente um do outro Sem nos bater em nossas próprias palavras Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be found Oh, nothing can save us now Eu sempre pensei nas memórias que passamos Com a nossa felicidade, construa como uma tenda Mas você nunca pensou que estava chegando ao fim Eu gostaria de ter recuperado essas palavras Isso te machuca mais Como poderíamos salvar este amor? Sem dizer nada que poderia nos machucar Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be found Oh, nothing can save us now
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Nov 8, 2018
Nov 8, 2018 at 3:58 PM UTC
hurting me, hurting you (Portuguese Vers.)
Chegando à junção da vida Calculando a disponibilidade, indisponibilidade A mente está transtornada O que queria e o que conseguiu? Bem no fundo daquela dor A frustração está o tempo todo. As esperanças são devastadas sob a roda da fortuna Então a vida chora por aí Recebimento de busca e não busca Cercou o pátio da vida.
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Apr 24, 2021
Apr 24, 2021 at 7:08 PM UTC
Junção da vida (Portuguese)