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"leva" poems
Spanish El ancla de oro canta…la vela azul asciende Como el ala de un sueño abierta al nuevo día. Partamos, musa mía! Ante lo prora alegre un bello mar se extiende. En el oriente claro como un cristal, esplende El fanal sonrosado de Aurora. Fantasía Estrena un raro traje lleno de pedrería para vagar brillante por las olas. Ya tiende La vela azul a Eolo su oriflama de raso… El momento supremo!…Yo me estremezco; acaso Sueño lo que me aguarda en los mundos no vistos!… Acaso un fresco ramo de laureles fragantes, El toison reluciente, el cetro de diamantes, El naufragio o la eterna corona de los Cristos?… English The golden anchor beckons, the blue sail rises Like the wing of a dream unfolding to a new day. Let us depart, my muse! Beyond an anxious prow, the sea stretches itself out. In the crystal clear East, Aurora's Blushed beacon shines. Fantasy Is donning a rare garment of gems To wander brilliantly over the waves. The blue sail Unfolds its private oriflamme to ****** The supreme moment!…I tremble: do I know– Oh God!–what awaits me in unseen worlds? Perhaps a freshly picked bouquet of fragrant laurels, The golden fleece, a diamond scepter, A shipwreck, or the eternal crown of the Anointed Ones?…
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El Poeta Leva El Ancla (Weighing The Anchor)
A rocha observa o movimento do mar com atenção. essa presença inconstante, essas oscilações de humor, esse vai e vem... Toda vez que parte leva consigo pedaços daquilo que parecia ser sólido, inabalável. Mas permanece ali, imóvel. Tenho certeza que se pudesse falar diria algo do tipo: calma, fica. Só dessa vez, fica. A natureza não deixa de ensinar. É impossível controlar qualquer coisa, mesmo podendo falar.
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 5:57 PM UTC
Taurus
Eres mi lucero Un sueño de amor Que me leva a los cielos Con un solo beso Y un roce de tus dedos Acelera mi corazon Un ser divino Con poder sobre el tiempo Pues pasa tan rapido a tu lado Y cuando te vas pasa tan lento De figura tan perfecta Que la luna refunfuña tu belleza Los mares celosos que bajo tus cejas Tus ojos inspiran a mil poetas Mas vives en mis tristes versos De mi imaginacion un fragmento Mi corazon tan desvalido y viejo Un inalcansable deseo Mi pasion corre fervorosa En la lineas de un poema Y mi labios se abotonan Al pensar en las rimas de una estrofa Y si mi musa llegara a mi E inspiracion inyectara a mis venas Sera ese dia cuando escribiera ya no mas poemas de Ti... Si no de ella...
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Sep 13, 2018
Sep 13, 2018 at 12:25 AM UTC
Musa Perfecta
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Re
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Há uma réstia de neblina em cada um dos meus pensamentos. Uma vez mais poesio o nada - A falta de percepção do meu eu interior - Numa tentativa, queira Deus que não vã, de entender...     Sinto, sinto tanto!     Sinto a testa arder e o pesar dos olhos.     Sinto.     Sinto o coração apertar e o medo     Corroer-me as veias como ácido.     Sinto.     Sinto...     Mas porquê? O que me impulsiona a sentir? Dou por mim mergulhada num rio gélido de angústia; Dou por mim - juntamente com todas as outras versões de mim - Perdida dentro de mim mesma,     às escuras, Sem saber como me encontrar.     Sinto. Sinto. Sinto por sentir     E por não saber porque sinto.     Sinto por medo do desconhecido que sou eu mesma     E do que me leva a desconhecer-me.     Sinto por medo de tantas mais coisas que desconheço também.     Sinto medo que todo este medo tome conta de mim. Por isso escrevo e sou um pouco mais eu E esqueço um pouco do medo no papel.
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Sep 14, 2017
Sep 14, 2017 at 5:14 PM UTC
O Medo e as Sensações
Flotante, sin asidero, nadador fuera del agua, voluntario a la deriva, por las horas, por el aire, por el haz de la mañana. Todo fugitivo, todo resbaladizo, se escapa de entre los dedos el mundo, la tierra, la arena. Nubes, velas, gaviotas, espumas, blancuras desvariadas, tiran de mí, que las sigo, que las dejo. ¿Estoy, estaba, estaré? Pero sin ir, sin venir, quieto, flotando en aquí, en allí, en azul. Una alegría que es el filo de la mañana rompe, corta, desenreda nudos, promesas, amarras. Tropeles de sombras ninfas huyendo van de sus cuerpos en islas desenfrenadas. Con su cargamento inútil de recuerdos y de plazos -¡ya no sirven, ya no sirven!- el tiempo leva las anclas. No se le ve ya. Sin tiempo, prisa y despacio lo mismo, ¡qué de prisa, qué despacio juegan los lejos a cercas colgados del verdiazul columpio de las distancias! Su silencio echan a vuelo enmudecidas campanas y cumplen su juramento los horizontes del alba: la vida toda de día, sin lastre, pura, flotando ni en agua, ni en aire, en nada.
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Deus Deu-me vida, Deus me leva A beleza de uma gaivota que voa, O trovão que ressoa, A existência de Deus, Os passos meus. A alegria quando algo se procura, Deus é remédio, melhor cura. Melro que voa em liberdade, Deus eterno com bondade. Deus formou o mundo com sabedoria, Os rios, as montanhas, os mares, Tudo o que nos foi dado, Só por Deus é levado. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 1:32 AM UTC
Deus deu-me a vida...
Je ne songeais pas à Rose ; Rose au bois vint avec moi ; Nous parlions de quelque chose, Mais je ne sais plus de quoi. J'étais froid comme les marbres ; Je marchais à pas distraits ; Je parlais des fleurs, des arbres Son oeil semblait dire : " Après ? " La rosée offrait ses perles, Le taillis ses parasols ; J'allais ; j'écoutais les merles, Et Rose les rossignols. Moi, seize ans, et l'air morose ; Elle, vingt ; ses yeux brillaient. Les rossignols chantaient Rose Et les merles me sifflaient. Rose, droite sur ses hanches, Leva son beau bras tremblant Pour prendre une mûre aux branches Je ne vis pas son bras blanc. Une eau courait, fraîche et creuse, Sur les mousses de velours ; Et la nature amoureuse Dormait dans les grands bois sourds. Rose défit sa chaussure, Et mit, d'un air ingénu, Son petit pied dans l'eau pure Je ne vis pas son pied nu. Je ne savais que lui dire ; Je la suivais dans le bois, La voyant parfois sourire Et soupirer quelquefois. Je ne vis qu'elle était belle Qu'en sortant des grands bois sourds. " Soit ; n'y pensons plus ! " dit-elle. Depuis, j'y pense toujours. Paris, juin 1831.
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Vieille chanson du jeune temps
Today I bought from the market a kilo of tomatoes and a few cucumbers. Totally 4.80 leva.* She also bought a kilo – less cucumbers more tomatoes. For 4.80 leva. A sunny day. * Bulgarian monetary unit, approximately - $ 1 is 1.5 leva.
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May 18, 2011
May 18, 2011 at 11:23 PM UTC
American poetry
O espectro é virtual por trás do vidro vive-se uma vida notícias seguem soltas e o rio desce A correnteza leva levas de burros que berram bobagens bradando incongruências aos seus estilos de vida e o rio desce A turba canta canções de esquecimento que em dias se esgotarão pelo cansaço, pela delonga e o rio desce Solitárias fotografias sorrisos que não riem os olhos e frases bonitas e ideologias baratas e batalhas inúteis e pratos ornados e opiniões passageiras reiteradas, reiteradas, reiteradas e o rio desce Como corpos despidos e livros abertos lê-se por ler fala-se por falar mostra-se pra ser e se é por mostrar e o rio desce
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Aug 27, 2015
Aug 27, 2015 at 12:53 AM UTC
Espectro de uma vida
Strö nu fröna uti mark Väx upp trädet, mitt och giv mig frukt Låt ingen stoppa dig nu Ut på grenen, bygg ditt hus Ta en dag i taget, vi kommer att se ljus Låt ingen stoppa dig nu Kom, vi går hem tillslut Där kan vi leva fritt, allt mitt är ditt Men låt lingen stoppa dig nu
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May 6, 2015
May 6, 2015 at 3:49 PM UTC
Låt ingen stoppa dig
Se eu sou neste mundo a lua e tu o sol, Se tu és a estrela, que me ilumina o meu dia, Porque teme o sol a lua, se é dela o seu brilho? Aparecerei nos momentos da tua maior luz, Nos dias fantásticos de magia da tua alegria, Na beleza da continuidade dos teus dias, Na herança dos nossos corpos unidos, Eu, lua, estarei ali, junto de ti, quando deres à luz! Quando estiver eu no céu pela manha, Esperando que chegues aos meus braços, Estarei ali para brilhar junto contigo, O meu brilho será reflectido para ti, Apesar das voltas que dês no mundo, Eu, estarei ali, sempre esperando por ti! Quando nos dias perderes o brilho, Virei abraçar-te para te mostrar que estou contigo, Leva os dias comigo, preciso de ti como és, Nos teus momentos de alegria e tristeza, Porque só assim eu poderei amar-te, Fazer-te a surpresa da minha companhia, E dar-te a ti a força e manter o teu lindo brilho, Em tão poucos dias que tem a nossa eternidade, Nas voltas todas que deu o mundo sobre nós, És o centro do mundo minha estrela brilhante, Não é um acaso é uma certeza bem divina, Não é coincidência, para nós é evidência, Darei voltas sempre sobre ti e pela terra, Porque ela é a família que temos E aquela que um dia com o teu dar de luz faremos, Mas eu e a família que é nossa, Há tua volta com tua luz, viveremos. Te adoro muito mesmo, Liliana minha estrela! Autor: António Benigno Esta é a lógica do que fazemos
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:56 AM UTC
Porque agora o mundo é nosso
Today I bought from the market a kilo of tomatoes and a few cucumbers. Totally 4.80 leva.* She also bought a kilo – less cucumbers more tomatoes. For 4.80 leva. A sunny day. * Bulgarian monetary unit, approximately - $ 1 is 1.5 leva.
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May 18, 2011
May 18, 2011 at 11:16 PM UTC
American poetry
É vento ou chuva, ou pequeno contratempo, Vêm o sol e brilha o céu, de me ouvir falar, As chamas se apagaram, num contratempo, A vontade de ver brilhar há, e não vai acabar! Os dias cinzentos não fizeram algum sentido, As pessoas pelos tempos afirmam vontades, Eu pinto o quadro de sangues e lealdades, Aqueceu-se o dia e para nós, céu bandido! Leva-nos as queridas saudades, sente o carinho, Destes seres de alma vadia e despreocupados, Nossas mentes não são seres assim, calçados, Têm asas que voam, esse é o nosso caminho! As angustias e tristezas, são certezas de alegria, Percebe-se e sente-se que momento, é fantasia, Aguas que passam, desentopem nossa artéria, A matéria-prima, decide por ficar doce e sadia! Sai-lhe das cores, nodoas incolores, não existiram, Sente-se na camisa estampada do soor do teu amaço, Mancha uniforme, redonda, penetrante que a queiram, Corações em sopros sufocantes, que deram este laço! Transpirações, pelo encontro de meus sonhos antigos, Vi-te de longe e apreciei tão de perto, a cor desse rosto! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.04.24.02.09
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
O retracto perfeito
Deus mergulha na nossa vida Quando acordares diz bom dia, Desperta com sua alegria, Deus mergulha no mar do além, Mergulha no seu amor tu também. Quando os sinos tocam as badaladas, Olha as crianças de mãos dadas. Deus mergulha com eterno perdão, Mergulha tu com leveza e devoção. Passarinhos com penas coloridas, Perigos nas nossas caminhadas. Deus mergulha no nosso ser e pensamento, Deus mergulha com suavidade e encanto. Quando um dia a morte te vier buscar por bem, Mergulha para a vida nova, do além. Deus ressuscitado te leva vivo, Deus mergulha sem aviso. Victor Marques
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May 30, 2014
May 30, 2014 at 6:31 AM UTC
Deus mergulha sem aviso
Sinto que eu posso pegar na viagem e levar comigo, Porque ela fica sempre junto de minhas recordações, Os teus olhos de lince fulminaram minhas emoções, Tua paciente espera preencheu meus espaços contigo! Acreditaste nas lágrimas quando quase desesperaste, Por aqui, o vazio era cada vez mais imenso e gaguejante, Também eu chorei que aparecesses e tu, meu amor vieste Foi longa a ilustre espera, mas eis que um dia tu apareceste! O que eu previa nos contos de fados era apenas fantasia, Escrita em livros como cativação de atenção da mordomia, De corações que como o meu e teu, viviam sem demasia, E hoje a quantidade que não cabia se descobriu anatomia! As nossas funções vitais estão em alerta e tão receptivas, Funcionam como correntes do mar que dão e recebem vida, O ar que inspiramos, traz e leva a galhardia, sem a dúvida, Porque hoje o sonho que era o nosso são mais perspectivas! As perspectivas se dissipem e surjam aquelas coisas alusivas, Ao que nos livros é tão igual afinal ao interior destes corações, Meu e teu, é tão nosso, como odor que se uniu nessas emoções, Descobri simples complexos e minha viaje, que tu sempre vivas! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.07.02.15
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:03 AM UTC
Hoje peguei na viagem
Videira do homem, de Deus, do amor…. Sentindo e compreendendo o amor em cada cepa torta bem ou mal formada, escrevo eu no lagar da vida que guarda segredos, e não esqueço folhas verdes que parecem se transformar num bonito por do sol, que ao fim do dia chega para aconchegar corações. O amor pela terra, por os montes sonolentos, pelos vinhedos durienses, seus muros graníticos e xistosos nos levam a perceber a colheita deste nosso precioso néctar que nos liga ao mundo e a Deus infinito e todo-poderoso. Recordar o ciclo da videira nos leva a perceber que também nos nascemos, damos frutos e tal como o vinho nos transformamos. Não poderia Jesus Cristo ter escolhido outra coisa, a não ser o vinho para nos dizer que um dia nossa alma vivera eternamente. Parece que nos durienses não queremos fazer outra coisa senão tratar a videira, e esperar pelas suas uvas mais doces que o mel. Sim precisamos de sensibilidade, amor para entender todo o processo desta planta maravilhosa que acolhe tempo tórrido de verão e um inverno chuvoso e friorento. Victor Marques
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Sep 19, 2016
Sep 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Videira do homem, de Deus, do amor...
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 7:21 PM UTC
Oh, Vento
Aceito todas  as pessoas assim como são (não se enganem, não disse que gosto) Simplesmente não vejo por quê não deveriam ser assim Vejo o fatalismo total e inevitável da vida A aleatoriedade dos factos A imaginação e a memória humanas A submissão incontrolável ante a força Não há destino, mas não há escolha Ser é simplesmente existir seguindo um fluxo Tornar expressivo e externo o caos íntimo da mente Não exite mentiras, nem falsidade, menos ainda heroísmos, ou coragem O homem é ser dotado de todos os sentimentos Impregnado (estupidamente impregnado) da certeza da vida de toda a moral e inescrupulosos egoísmos Não há como negar Nos resta observar e e rir... Toda ação gera consequências, se alguém faz é porque é inevitável que o faça e tudo o leva a fazer.
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Jun 9, 2014
Jun 9, 2014 at 11:36 AM UTC
Do fatalismo dos factos
Avrei voluto sentirmi scabro ed essenziale siccome i ciottoli che tu volvi, mangiati dalla salsedine; scheggia fuori dal tempo, testimone di una volontà fredda che non passa. Altro fui: uomo intento che riguarda in sé, in altrui, il bollore della vita fugace uomo che tarda all'atto, che nessuno, poi, distrugge. Volli cercare il male che tarla il mondo, la piccola stortura d'una leva che arresta l'ordegno universale; e tutti vidi gli eventi del minuto come pronti a disgiungersi in un crollo. Seguìto il solco di un sentiero m'ebbi l'opposto in cuore, col suo invito; e forse m'occorreva il coltello che recide, la mente che decide e si determina. Altri libri occorrevano a me, non la tua pagina rombante. Ma nulla so rimpiangere: tu sciogli ancora i groppi interni col tuo canto. Il tuo delirio sale agli astri ormai.
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Mediterraneo
Questa felicità promessa o data m'è dolore, dolore senza causa o la causa se esiste è questo brivido che sommuove il molteplice nell'unico come il liquido scosso nella sfera di vetro che interpreta il fachiro. Eppure dico: salva anche per oggi. Torno torno le fanno guerra cose e immagini su cui cala o si leva o la notte o la neve uniforme del ricordo.
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Questa felicità
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
Oh, Vento
E estas palavras que escorrem na vidraça ensanguentada, numa tarde em que a chuva cai tumultuosa. E estas palavras que escorrem junto com estas lágrimas, p’la face carregadas de um sentimento obscuro. E estas palavras que escorrem com o suor do nosso corpo, numa noite em que corpos ardem de paixão. E estas palavras que escorrem com o orvalho, num amanhecer em que o sol raia esplendoroso. E estas palavras que escorrem junto com o sangue, que corre nas nossas veias, numa violência interior. E estas palavras que escorrem com a tinta do pintor, pela tela que brota das suas mãos diabólicas. E estas palavras que escorrem nas ondas, que embatem violentamente nas rochas das praias. E estas palavras que escorrem como o álcool, e que inunda a alma pejada de medo e tristeza. E estas palavras que cheiram a **** e que o tempo impregnou nas páginas da vida. . . . São palavras que profiro em silêncio, são palavras em que eu te imploro, para que pares essa tua raiva mórbida e doentia que te leva à demente violência e me deteriora.
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Jan 3, 2014
Jan 3, 2014 at 7:12 AM UTC
violência
Errai nell'oblio della valle tra ciuffi di stipe fiorite, tra quercie rigonfie di galle; errai nella macchia più sola, per dove tra foglie marcite spuntava l'azzurra viola; errai per i botri solinghi: la cincia vedeva dai pini: sbuffava i suoi piccoli ringhi argentini. Io siedo invisibile e solo tra monti e foreste: la sera non freme d'un grido, d'un volo. Io siedo invisibile e fosco; ma un cantico di capinera si leva dal tacito bosco. E il cantico all'ombre segrete per dove invisibile io siedo, con voce di flauto ripete, Io ti vedo!
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Nella macchia
Talvez eu tenha te enterrado vivo e enquanto sufoca me sinto impotente, terra entra em teus poros e te leva de mim, te leva da vida, e eu não posso fazer nada, eu não posso nem dizer adeus, tem terra nos teus ouvidos, você não me ouviria. Então assisto ao teu enterro de longe, torcendo pra que levante e expulse todos os micróbios que tentam morar em seu corpo, mas você está tão imóvel quanto eu.
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Jun 16, 2014
Jun 16, 2014 at 11:44 PM UTC
Aquele Em Que Jimmy Jazz Morre