"desafiar" poems
¿Qué es lo que me dices del tiempo, dulce insecto diminuto?
Te veo desafiar los linderos de mi brazo, sin comprender.
Morirás a solas, tal vez, mañana,
o quizás ahora si sacudo el brazo con fuerza.
Eres de un color verde brillante parecido al pasto,
te me adheriste mientras esperaba el camión que me lleva a casa.
Te quiero indagar las entrañas, guardarte.
¿Para qué te sirven esos remedos de alas con las que no puedes volar?
Oct 12, 2014
Oct 12, 2014 at 12:50 AM UTC
Tenho medo o tempo todo
Medo de salas de aula
Escritórios
De atravessar a rua
Bancos
De esperar o ônibus
Da rua escura, do beco
De ser passageira num carro que vai bater
Ou ver quem amo morrer
Tenho medo porque amo tudo descontroladamente
Amo até o ódio que cria em mim rebeldia
Que me faz desafiar os dias
Tenho medo do tempo
De te esperar na fila do cinema e você finalmente decidir que não é a mim que quer para ti
Apavoro só com o pensamento de voltar para casa com outra frustração
Eu não aguentaria, tenho medo de não aguentar
Tenho medo do abandono
Dos olhares
Até de altares
Que me lembram o medo de infância de que talvez houvesse um demônio em mim
Um medo neurótico, paralisante
Que nem por um instante
Me deixa refletir quem sou
Apr 14, 2017
Apr 14, 2017 at 9:13 PM UTC
Cada respiración es una canción de amor
De izquierda a derecha, nos rebasa
Regresaremos al mundo del más allá.
A tal destino nadie puede desafiar.
Venimos de los cielos
Ahí fraternizamos con los Ángeles
Al mismo lugar nos elevaremos
A esa ciudad, pasando los siete cielos.
Estamos por encima de los cielos
y trascendemos a los ángeles
¿Por qué deberíamos transigir?
La Casa de las Canciones es nuestro destino.
Vivamos con buena Fortuna
El destino es contradictorio,
Alegres a nuestras vidas demos
La victoria del orgullo mundano.
El dulce aroma de esta brisa
Brota del rizo de ese cabello
Radiante fantasía sobre sus rodillas
Sobre de esa cara gustoso se fija.
Las personas son como los dementes
Nacen del mar del alma
Manténgase a flote muchas lunas
Al mar, el demente, controla.
Desde ese mar llegó la ola
Mientras el barco tomaba forma
Del naufragio nadie podría salvarse
Volviendo al mar por esa tormenta.
Lo que parecía malo, era la gracia
la amabilidad estaba en la ira de la ola
El amanecer de la conciencia aparece
Iluminando ese camino divino.
Desde Tabriz comenzó a brillar
La Luz de la Verdad, me llama
Tu luz que siendo la Distinta Luz
Divina, no obstante, conecta todo.
Rumi-Divan-e Shams
Tomado de la magnífica traducción al inglés de Shahriar Shahriari
Vancouver, Canada July 20, 1998
Jan 30, 2019
Jan 30, 2019 at 1:35 PM UTC
Histórias
Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada.
A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê?
-Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico.
Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises.
Nem sempre ouço discórdia ou oposição.
Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia.
Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo.
O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença.
A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais.
Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando?
O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios.
Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca.
Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida.
Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência.
Autor: António Benigno
Código de autor: 2020081022300801
Aug 10, 2020
Aug 10, 2020 at 6:48 PM UTC