"caros" poems
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré una piel una capa
Pero no es un abrigo de piel auténtica, eso es cruel
Y si tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré una mascota exótica
Sí, como una llama o un emú
Y si tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré los restos de John Merrick
Todos esos huesos de elefante loco
Y si tuviera un millón de dólares me compraría tu amor
Si yo tuviera un millón de dólares
No tendríamos que caminar a la tienda
Si yo tuviera un millón de dólares
Nos tomamos causa de una limusina 'cuesta más
Si yo tuviera un millón de dólares
No tendríamos que comer la cena Kraft
Pero nos gustaría cenar Kraft
Por supuesto que nos gustaría, acabábamos de comer más
Y comprar ketchups muy caros con ella
Así es, las más elegantes ketchups Dijon
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré un vestido verde
Pero no es un vestido verde verdadero, eso es cruel
Y si tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré un poco de arte
A Picasso o Garfunkel
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Bueno, me compraré un mono
¿Siempre ha querido un mono?
Si yo tuviera un millón de dólares me compraría tu amor
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Si yo tuviera un millón de dólares
Sería rico
Jul 6, 2013
Jul 6, 2013 at 12:12 AM UTC
Meus caros, eu vi!
Quem sabe num sonho, ou talvez não fosse exatamente um sonho
Quem sabe as luzes estivessem baixas demais
E a escuridão que promove vultos, houvesse enegrecido minha mente
-Entorpecido por meus próprios pensamentos-
Ali estava, a visão atemporal da existência
Trafegando por aterradores espaços infinitos
A escuridão assombrava o devastado pântano das almas amaldiçoadas
ouvia-se os gritos daqueles que encontravam ali o fatal destino
Os mortos que estavam aprisionados ansiavam por companhia
Uma fumaça fétida pairava sobre as águas apodrecidas
Animais se decompunham retidos pela lama pegajosa
Vermes se proliferavam naquele ambiente hostil enquanto o atormentador zumbido de moscas preenchia o silêncio daquele lugar horrível
As criaturas mais horrendas e bestiais ali faziam sua morada
à espreita das desavisadas presas que por aquele caminho se perderam
Há um homem perdido em seus próprios passos
Ele caminha ao longo da estrada
Entre-a-vida-e-a-morte
Ele está vivo, mas nunca viveu
Como também está morto, sem de fato ter morrido
Anseia por luz, mas se perde na escuridão do pântano
O bater de asas dos abutres lhe contam que tudo é um sonho, mas também uma profecia
Abaixo da árvore da vida sete urubus mortos estão se decompondo
Não há quem possa devorar seus cadáveres apodrecidos
Uma formosa águia sobrevoa o pântano
Sete ratos tentam se esconder
Sete cobras tentam fugir
Mas a águia devora os sete ratos
E também devora as sete cobras
O homem se torna dois, e um terceiro que não é homem
Ambos deverão transitar pelo inferno
Arrastar-se pela terra infértil da morte
Um morrerá para si mesmo
E renascerá como a fênix mitológica
O outro morrerá eternamente
Consumido pela legião de sombras
Sua tristeza será incomensurável
E como se uma ira brotasse em seu âmago
E uma dor gigantesca consumisse todo o seu ser
Sem derramar uma lágrima
Mergulhará sua existência nas águas esquecidas do Lethe
Embora o primeiro igualmente experimentasse dor tamanha
Ele encontrará seu guia dentro de si mesmo
Pois o guia na escuridão é a luz
Na luz nenhuma escuridão prevalece
O terceiro é como se jamais existisse
Permanecendo no limbo do crepúsculo
Sem dormir ou acordar
Apodrecendo como os urubus mortos aos pés da árvore da vida
Sem jamais experimentar seus frutos
Os três se tornam um só novamente
Mas algo havia mudado
Já não poderia mais ser o mesmo
E como num súbito – abri meus olhos
Não poderia ter sido um sonho
Por mais que estivesse sonhando…
Meus caros, eu vi!
Dec 29, 2016
Dec 29, 2016 at 4:38 PM UTC
A vida é um mistério geral cheia de condolências,
Os cínicos do costume que peneiraram na nossa vida,
Das águas saloias consolidaram a nossa intimidade!
Mas será que lá longe ainda o céu é distante,
Ou gentes carentes procuram aliviar coisas irritantes?
É, essa foi a verdade, numa historia idiota,
Na procura de esquecer um amor ampliatório!
Já eu não tão sóbrio, um perfeito idiota,
Deixei que apreciassem de uma fraqueza minha!
Lol. A solidão que eu tanto gostava, separei-me dela pela mentira!
Mas são assim todos os idiotas como eu,
Gostam, e aventuram-se no desconhecido de gentes bestiais,
Desprovidos de tristeza e fortes em avareza!
Aparentam o que não são e fazem-se vender mais caros!
Mas e eu que sou um idiota puro e aventureiro,
Não pensei que traria comigo no bolso as coordenadas
De uma nova vida! Em segundos tudo mudou,
A besta que me tornei é realmente feliz!
Autor: António benigno
Código de autor: 2012.02.12.01.01
Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:54 PM UTC
Faz um tempo que venho tentando encontrar alguém que me ame, eu achava que era suposto amar e ser amada de volta… não sei o que está a acontecer, será que o problema sou eu? Será que meu Romeu está realmente morto ou Homens não são capazes de amar? Ou eu é que dou passos errados?
Estou cansada de acordar com um homem diferente em cada final de semana que decido ir para aquele maldito bar para afogar minhas mágoas, só tenho 25 anos, com quantos anos é suposto encontrar o homem certo? Porque que só querem se aproveitar de mim? Será esse corpo que dizem ser perfeito? Será esse rosto que dizem ser lindo? Isso não devia ser motivação eles me levarem a serio? Deus, estou a começar a odiar este corpo perfeito e essa cara linda, só quero um pouco de amor. Todas as minhas amigas me falam de coisas que seus namorados fazem por elas, falam-me sobre as declarações de amor e flores que recebem e a mim só dão orgasmos atrás de orgasmos, meu ex namorado era um Brutamontes que achava que os presentes caros e **** eram as únicas coisas que eu queria, EU SÓ QUERO UM POUCO DE AMOR…
Aqui estou de novo, neste maldito bar, porquê que sempre venho parar aqui? Quem são essas pessoas comigo? Acho que estou bêbada, mas é assim que eu decidi fugir da realidade de não ser amada, e essas pessoas, que nem conheço fazem-me companhia, “Garçom, mais uma rodada” “ adiciona na minha conta por favor”.
Feb 26, 2017
Feb 26, 2017 at 11:04 AM UTC
Museus e construções em chamas
Invadem sonhos dos quais não me recordo
Acordo, então, com teias em meu coração
E um sentimento vazio em meio as tramas
Sem lembranças e sem desejar vingança
Primeiro aqui, depois lá
E tantos outros ocorreram
E você nem irá recordar
Pois não era Estados Unidos ou Europa
Se for Rússia, Alemanha ou China
Se lembrará então da Índia, Chile ou Argentina
Pois construções divinas como esta e outras mais
Mal se comparam com as árvores centenárias e os rios que aqui não mais jazem
Nas mãos dos donos do primeiro mundo
Possíveis conspiracionistas enquanto tomam seu chá
E fumam seus charutos caros, despreocupados
Exalando a fumaça de Notre Dame, de museus nacionais e ainda mais
Bebendo em seus chás
As águas dos rios que assistiram secar
Apr 16, 2019
Apr 16, 2019 at 10:07 PM UTC
Muitas são as cabeças que se agilizam em governar Portugal. Sim cabeças de políticos, que bem, ou mal formados nos encaminham no fracasso.
Aquilo que é de todos e contributo de todos deveria ser nosso. Falo do Sistema Nacional de Saúde em primeiro, para o qual todos contribuímos e onde muitos dos que lá trabalham, optam por de uma necessidade populacional fazer uma fonte de rendimento. A seguir e porque também a mim me toca, justiça. Como pode ser possível que a justiça, solene e a segunda coisa mais importante da Constituição, esteja hoje nas mãos da comunicação social que diariamente condena e absolve tanta gente, cometendo diariamente vários crimes de devassa e nada lhes acontece.
Infraestruturas de Portugal, redes viárias construídas com o dinheiro de todos nós e muitas delas exploradas por particulares.
TAP, EDP, PT, Correios de Portugal, águas e outras instituições privatizadas que hoje só esvaziam os nossos bolsos.
Em tempos Portugal era mais que um retângulo ao largo da península ibérica, era o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Macau e muito mais ainda foi derretido nas mãos de quem as teve.
Cá dentro, apesar de pequenos hoje, Portugueses julgam-se os que vivem em cidades grandes e o interior cada vez mais é esquecidos e despovoado, onde os Portugueses que lá vivem apenas servem para pagar impostos, e no resto cada vez mais esquecidos, até o direito há saúde tem horário para se estar doente.
Caros senhores do poder, se querem que o interior do país não seja habitado mas sim esquecido, entreguem aos espanhóis o que lhes foi tirado tal como fizeram quando entregaram Macau há China, talvez assim as pessoas que lá vivem consigam sentir-se como pertencendo a um país .
Chega de arruinar a vida de quem trabalha e vangloriarem-se com a epidemia de gente que quer morrer, com a pandeleiragem e a prostituição humana que nos assola diariamente por nossas casas a dentro e nos chegam pela TV desde manhã cedo. Basta de maus costumes e má gente.
António Benigno
Codigo Activista 2018.06.04.01.06.2050
Jun 4, 2018
Jun 4, 2018 at 4:52 PM UTC
Me enluto por ti, Mireya,
y te rezo esta epopeya.
Mis entrañables provincianas mías:
no sospeché alabar vuestro suicidio
en las facinerosas tropelías.
Antes de sucumbir al bandolero
se amortizaron las sonoras alas
que aleteaban en el fiel alero.
Cúspide del teatro pueblerino:
en un martirologio de palomas
tú las viste volar a su destino.
El novio llorará a su mártir perla,
y que luego lo mate la nostalgia
de no haber acertado a defenderla.
La amó porque tejía, y por su traza
de ángel custodio, cual la amó el gatito
juguetón con la bola de su hilaza.
¡Pobre novio aldeano! ¡Ya no teje
su perla, ya no lee el Oficio Parvol
¡El cabriolé del novio va sin eje!
Me enluto por ti, Mireya,
y te rezo esta epopeya.
Honorable pajar de la cosecha
honorable: tu incendio es la basílica
en que se ahoga la virgen deshecha.
¡Morir al fuego, si olían tan bien
y tenían su alma como el plúmbago
y un guardarropa como un almacén!
Gemirán las cocinas en que antes
las Mireyas criollas fueron una
bandeja de pozuelos humeantes.
Gime también esta epopeya, escrita
a golpes de inocencia, cuando Herodes
a un niño de mi pueblo decapita.
Santas de los terruños, cuerpos caros
y gratas almas: ved que me he hecho añicos
y azul celeste, y luz para rezaros.
Me enluto por ti, Mireya,
y te rezo esta epopeya.
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En la noche callada, muchas veces,
Cuando el sueño se aleja de mis ojos,
El recuerdo de días que pasaron
Flota como una luz... y entonces oigo
Juramentos de amor, gratas canciones,
y veo en un crepúsculo radioso
Dulces sonrisas en amados labios
y en brillantes pupilas dulce lloro,
Ojos que se apagaron para siempre,
y corazones en la tumba rotos.
y al recordar a los amigos caros
Al corazón, que de mi vida en torno
Fueron cayendo, por la muerte heridos,
Cual hojas amarillas en otoño,
De un banquete el salón abandonado
Entonces me parece que recorro,
Donde las luces a extinguirse empiezan,
y las guirnaldas a secarse... y todos
Los convidados veo que se alejan,
¡Todos... excepto yo, que vago solo!
En la noche callada, cuando el sueño
No ha cerrado mis párpados piadoso,
El recuerdo tenaz que nunca duerme
Flota como una luz ante mis ojos.
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