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"alucinado" poems
Porque me ven la barba y el pelo y la alta pipa dicen que soy poeta..., cuando no porque iluso suelo rimar -en verso de contorno difuso- mi viaje byroniano por las vegas del Zipa..., tal un ventripotente agrómena de jipa a quien por un capricho de su caletre obtuso se le antoja, fingirse paraísos...! ¡al uso de alucinado Poe que el alcohol destripa!, 1 de Baudelaire diabólico, de angelical Verlaine, de Arthur Rimbaud malévolo, de sensorial Rubén, y en fin... ¡hasta del Padre Víctor Hugo omniforme...! ¡Y tánta tierra inútil por escasez de músculos! ¡tánta industria novísima! ¡tánto almacén enorme...! Pero es tan bello ver fugarse los crepúsculos... 2
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Tergiversaciones
Sinto o meu corpo voar como um passarinho, Nos teus braços, sinto conforto do nosso ninho! Os teus olhos, são a alegria do meu caminho, E quando chego a ti, sinto mesmo o teu carinho! Sinto-me a planar no ar como uma pena, A energia que vem de ti, me é tão amena, O teu perfume cor de energia tão plena, Teu abraço único é meu, querida Liliana! Nada é igual a ti, à tua doce presença, Tua imagem, sempre uma boa lembrança, Respiro melhor, estes sonhos de criança, A vida contigo, é agora a melhor aliança! Sinto-me tão grande no teu aconchego, Sinto-me vaidoso da tua companhia, Sinto a tua presença com muita alegria, Beijo teu, eu vejo e logo de vontade, pego! Esta noite eu vou deitar-me alucinado, Descanso sobre a almofada apaixonado, É tão leve minha consciência, abobadado, Vénia pela noite a teu ser, por mim amado! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.23.02.08
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:57 AM UTC
Os teus braços
Já depois de tanto tempo perdido Aqui, ainda quero que fique. Às 3h da matina, espero acordado olhando para a luz que queima minha minha alma e me mantem alucinado Alucinado e condicionado. Me viciei no celular, como em ti, um que me mantem desconectado Desfamiliarizado, com o sentir, que tu já não está aqui E me afogo afogo Em nada e perco perco Tempo Se já perdi Esperançaguardanaquelacaixasecreta mas cheia de tu. Naquela madrugada fui fumar para tentar me encontrar Choro até chegar em casa e só o celular e o sono afogam meus soluços Insônia
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Jan 8, 2017
Jan 8, 2017 at 10:59 AM UTC
Insônia #1
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
Fim, desdita é tua demora; Que é amarga, no entanto, Tua certeza de avigora Ao século qual pare teu pranto Fim, conta-me teu segredo; Que fazes neste mundo alucinado? Que eras? Trazes-me medo! Tens fé em um crepúsculo gelado? Fim, por tua espera, quantas almas emudeceram? És arcanjo dos gritos irreais! Quantas mágoas míseras no vazio colheram, As velas apagadas, as páginas finais?
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Jul 19, 2017
Jul 19, 2017 at 3:11 AM UTC
Paisagens do Inverno - II
Aproximação, silêncio total Sangue, **** Pesadelos nas ruas de néon Extensos desertos Um refúgio Lá fora, o apelo da boémia Um mar de asfalto Não, não vou só Uma garrafa de gin e um cigarro Para apaziguar as dores A escrita é meu refúgio Minha alegria, minha dor Vivo constantemente Num ritmo alucinado Estou só Nas entrelinhas de cada frase Está o corpo que as gerou Num instante de lucidez O perfume que hoje trago É das lágrimas que por ti verto.
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Mar 16, 2014
Mar 16, 2014 at 6:29 PM UTC
a ti
Era un vampiro que sorbía agua por las noches y por las madrugadas al mediodía y en la cena. Era abstemio de sangre y por eso el bochorno de los otros vampiros y de las vampiresas. Contra viento y marea se propuso fundar una bandada de vampiros anónimos, hizo campaña bajo la menguante, bajo la llena y la creciente sus modestas pancartas proclamaban, vampiros beban agua la sangre trae cáncer. Es claro los quirópteros reunidos en su ágora de sombras opinaron que eso era inaudito, aquel loco aquel alucinado podía convencer a los vampiros flojos, esos que liban boldo tras la sangre. De modo que una noche con nubes de tormenta, cinco vampiros fuertes sedientos de hematíes, plaquetas, leucocitos, rodearon al chiflado, al insurrecto, y acabaron con él y su imprudencia. Cuando por fin la luna pudo asomarse vio allá abajo el pobre cuerpo del vampiro anónimo, con cinco heridas que manaban, formando un gran charco de agua, lo que no pudo ver la luna fue que los cinco ejecutores se refugiaban en un árbol y a su pesar reconocían que aquello no sabía mal. Desde esa noche que fue histórica ni los vampiros, ni las vampiresas, chupan más sangre, resolvieron por unanimidad pasarse al agua. Como suele ocurrir en estos casos el singular vampiro anónimo es venerado como un mártir.
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Historia de vampiros