"sinfonia" poems
for mine own Yocum
<>
a strange parting shot,
that we are are the refuse
upon this island Earth,
the very last item on some being's
weekly grocery list,
a list composed 'illions of years ago,
of things that could be worthy of
"creating"
this thought sticks to my soul,
like a rosé pink colored
NYC street'd, well chewed,
gum piece
adheres to my sole
the musical companion to this ecrivez,
a sinfonia for strings politely begs to differ,
while a hard covered book
dances me over to Texas,
Dudamel conducts Barber,
all making the question of
man as an afterthought
in a divine master plan for a planet,
seems almost recklessly absurdly nonsensical
then
my cell buzzes me back to this
******** hell earth
seven more cops shot, three dead
down in the bayou of Baton Rouge,
on a sabbath Sunday morning
rouge red now assumes,
takes on a different
notation colorations,
to my bleeding eyes,
delivering importations
of headaches confusion rampage,
red rage
the amplification of the worst of we,
afterthought creatures surely,
why "create a destroyer,"
an absurd contradictory term,
so we are gift wrapped
beneath the misleading approbation -
human
there is no nobility in our savagery,
or dare I sneer and say,
in our humanity
you cannot seal a wound with music
you cannot revive the dead with a poem ear-whispered
sitting beneath the tree shade
of my privileged place,
my surrounding world is
bay blue and grass green,
my vision myopic,
I am a self-centered,
microscopic collection of red cells
conceding to you Sargeant,
this designer of the human form,
who wrought it from
soiled earth and excess rib bone,
had a peculiar sense of humor,
a comedian full of
malice aforethought,
for are we not
the final joke,
for someone's bemusement
we must have come last,
because you always
want to leave them
laughing
Jul 17, 2016
Jul 17, 2016 at 6:36 PM UTC
ESPELHO COLORIDO DO TEU OLHAR
Victor Alex Magalhaes Mar
Estrelas em sinfonia,
Natureza em harmonia,
Animais com suas crias,
Olhares nas pradarias.
Ribeiros e lamentos,
Saudade doentia,
Brilho da nostalgia,
Cabelos aos ventos.
Cacho sempre excelso,
Musgo e feto.
Barcos que navegais,
Vinho que embebedais.
Elas constroem suas casas,
Cartas voam ser ter asas,
Sentinelas da noite, silêncio do mar,
Espelho do teu olhar...
Vic Alex
Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:15 AM UTC
“Compus uma canção para dizer:
‘Amo-te descontroladamente!’
De ações tangentes; da equação complexa que é te amar.
E mesmo pacificamente;
Minha alma sem ti, não pode se encontrar.
Como contra o céu paradisíaco que constrói o tempo e investe areia contra mim;
Mesmo no pior dos casos, nos meus últimos gritos, altissonante direi:
’ EU VIM!’
Me encontre na beira de meu coração,
na ponte que causa essa estranha paixão;
E direi que não sabia que um anjo poderia possuir tão rápido todo meu sentimento assim.
Vem que em laços de eternos amantes, cada consoante, dirá e recitará meu amor celeste;
Rolando em campos grandes e em flores campestres
O céu sussura uma sinfonia recém escrita para o nosso caso infindável;
E jamais ouvi a voz dos anjos num tom tão amável
As lágrimas que derramo não reclamam de nenhuma tristeza desconhecida;
Mas sim da alegria pela qual minha alma foi tingida
Novamente nos encontraremos eternamente e direi mais um trilhão de vezes:
’ Amo-te descontroladamente!”
Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Venne in cerca di te
nella calda notte, lungo le strade dai fanali azzurri.
Tutte le strade, allora, la notte erano azzurre
come le vie dei cieli,
e il volto amato
non si vedeva: si sentiva in cuore
E ti trovò, o dolcezza, nell'ombra
casta, velata d'un vapor di stelle.
Fra quel tremolìo d'astri
discesi in terra,
in quell'azzurro di due firmamenti
l'uno a specchio dell'altro, ella
ella pure rispecchiò in te l'anima sua notturna.
E ti seguì con passo di bambina
senza sapere, senza vedere, tacita e fluida.
E allor che il giorno apparve
con fresco riso roseo su l'immenso turchino,
non trovò più se stessa
per ritornare.
1k
Esperar que o sono te leve para a cama,
Doce noite que nunca te engana,
Eu ouço os teus anseios, as tuas preocupações de acordar,
Novo dia sem a noite e o luar...
Ai que sinfonia que nunca canso de ouvir,
Bater do vento sem o sentir,
Olho para tudo e não vejo nada,
Mais sinto a natureza embriagada...
Noite,ai noite que tu escondes com mestria,
Em ti eu encontro paz e harmonia,
Me deleito com tanta serenidade,
Vales tanto para mim e para outros nada...
Os poetas contigo adormecem,
Ricos e pobres te recebem com satisfação,
Uns até te agradecem,
Outros dormem contigo e com sua solidão...
Mas tu noite amiga que pareces vadia,
Canta o mocho e que linda melodia.
Eu te venero com leveza e no leito eu sou simples sem hipocrisia...
Noite que sempre vem e faz tanta falta como o dia....
Victor Marques
Aug 31, 2018
Aug 31, 2018 at 5:32 PM UTC
Há em ti uma beleza
Transcendente
Extrafísica
Que extrapola barreiras tridimensionais
Para novas dimensões
Sutis
Suprassensíveis
Extrassensoriais
Que me tocam no âmago
só de olhar para ti
Olhar para ti
é sentir com olhos
é chorar com o coração
é respirar a liberdade em cada sorriso teu
Olhar para ti
é te amar de longe
sem jamais sofrer
Pois estando contigo
amo mais a mim mesmo
amando todas as coisas
Estar contigo
É sentir o som
de todos os teus gestos
Que vibram como a sinfonia
dos teus pensamentos
Através da orquestra
dos teus sorrisos
É esquecer do meu passado
Esquecer do meu nome
arrancar todas as máscaras
É te ver como Eu Sou
E te amar simplesmente por ser
Dec 31, 2015
Dec 31, 2015 at 1:42 PM UTC
Narrador:
Nestes flancos escuros, onde ardor carece
Um anseio de longo vislumbre subia;
Ora Idália aos *** "Canto do sol que emudece,
Dai-me prazer de outrora, bela sinfonia
Harpar áurea passageira, graça que visita;
Ó filha das luzes, que te cobres e te hesita?"
Hemera:
Que cessa-me, quão não depor a fatal império
Se minha luz, qual na própria noite encerra,
Tem de sua aurora, vasto mistério,
E perde-se nas trevas, no silêncio da Terra?
Senti, da mais cruel noite, doloroso espinho
Mas de teu ventre, escuro nascedouro, dei ao mundo claros caminhos;
[...]
Aug 31, 2017
Aug 31, 2017 at 8:27 PM UTC
Sus manos tejian poesia, como torteaba, como cosia, como ella hacia para que el chile se convirtiera en su sinfonia, como ella asaba chiles serranos, como sus manos tejian poesia...
Jan 14, 2019
Jan 14, 2019 at 7:24 PM UTC
A ETERNIDADE ESTÁ SEMPRE À NOSSA ESPERA.
As estrelas escrevem sempre que o sol se deita,
Eu sinto a natureza que me rodeia e me deixa mais feliz...
Que sinfonia com ruídos e tantos sons que na minha memória ficam...
Aqui estou eu aplaudindo aquilo que muitos se esqueçam de bendizer.
Velinhas acesas que Santo António veneram e a mim dão vida...
Que tormento medonho se encaixa no amor que tenho por Deus amor, eterno, fraterno. Rei e sempre Senhor.
Aqui estou eu sentado e deliciado com a bela orquestra que toca a mais linda balada quando morrer.
Na inspiração que me rodeia e de quem sabe compreender o amor que se tem pelo pelo anoitecer e amanhecer me consagro a Deus que me nos ama sem nos dizer....
Mas a vida é assim amiga e também agridoce como plantas silvestres que continuarão a nascer.
A Deus antes de dormir no travesseiro me confesso como um menino que quer água sem sede para beber..
Victor Marques
P. S DEDICADO A TODOS OS MEUS AMIGOS QUE FALECERAM COM ESTA TERRÍVEL DOENÇA COVID-19.
Abraço amigo.
Feb 1, 2021
Feb 1, 2021 at 8:48 AM UTC
a song never sung
a symphony never played
a lesson never learned
a language never spoken
a Sun that never warmed my face,
I miss,
yet I know
I was born times again in forgotten suburbs of the world
I still cherish caresses and cuddles of that miracle fo mine
secret sounds good heat
hope for a new day
of silence and happiness
come what may
....................................
una canzone mai cantata
una sinfonia mai suonata
una lezione mai imparata
una lingua mai parlata
un Sole che non mi ha mai riscaldato il viso
mi mancano
eppure lo so
che sono nato molte volte nelle periferie dimenticate del mondo
conservo ancora le carezze e la tenerezza di quel miracolo
il segreto suono, il caldo buono
speranza di un giorno nuovo
di silenzio e felicità
e così sia
..........
una canción nunca cantada
una sinfonía nunca tocada
una lección nunca aprendida
un idioma nunca hablado
un Sol que nunca me calentó la cara
yo extraño
pero sé
que nací muchas veces en los suburbios olvidados del mundo
todavía guardo las caricias y la ternura de ese milagro
el sonido secreto, el cálido bien
esperanza de un nuevo día
de silencio y felicidad
y que así sea
............
une chanson jamais chantée
une symphonie jamais jouée
une leçon jamais apprise
une langue jamais parlée
un Soleil qui n'a jamais réchauffé mon visage
ils me manquent
pourtant je sais
que je suis né plusieurs fois dans les banlieues oubliées du monde
Je garde toujours les caresses et les câlins de ce miracle
le son secret, la bonne chaleur
espoir de un nouveau jour
de silence et de bonheur
ainsi soit-il
Marco Bo https://cantidallaperiferiadelmondo.blogspot.com/2020/05/isolamento-n-37-e-senza-troppi-discorsi.html
May 18, 2020
May 18, 2020 at 5:33 AM UTC
respiramos em sincronia
para formarmos
uma sinfonia
Aug 12, 2017
Aug 12, 2017 at 12:44 AM UTC