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"sinfonia" poems
for mine own Yocum <> a strange parting shot, that we are are the refuse upon this island Earth, the very last item on some being's weekly grocery list, a list composed 'illions of years ago, of things that could be worthy of "creating" this thought sticks to my soul, like a rosé pink colored NYC street'd, well chewed, gum piece adheres to my sole the musical companion to this ecrivez, a sinfonia for strings politely begs to differ, while a hard covered book dances me over to Texas, Dudamel conducts Barber, all making the question of man as an afterthought in a divine master plan for a planet, seems almost recklessly absurdly nonsensical then my cell buzzes me back to this ******** hell earth seven more cops shot, three dead down in the bayou of Baton Rouge, on a sabbath Sunday morning rouge red now assumes, takes on a different notation colorations, to my bleeding eyes, delivering importations of  headaches confusion rampage, red rage the amplification of the worst of we, afterthought creatures surely, why "create a destroyer," an absurd contradictory term, so we are gift wrapped   beneath the misleading approbation - human there is no nobility in our savagery, or dare I sneer and say, in our humanity you cannot seal a wound with music you cannot revive the dead with a poem ear-whispered sitting beneath the tree shade of my privileged place, my surrounding world is bay blue and grass green, my vision myopic, I am a self-centered, microscopic collection of red cells conceding to you Sargeant, this designer of the human form, who wrought it from soiled earth and excess rib bone, had a peculiar sense of humor, a comedian full of malice aforethought, for are we not the final joke, for someone's bemusement we must have come last, because you always want to leave them laughing
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Jul 17, 2016
Jul 17, 2016 at 6:36 PM UTC
man was but a minor afterthought (you cannot seal a wound with a poem)
for mine own Yocum <> a strange parting shot, that we are are the refuse upon this island Earth, the very last item on some being's weekly grocery list, a list composed 'illions of years ago, of things that could be worthy of "creating" this thought sticks to my soul, like a rosé pink colored NYC street'd, well chewed, gum piece adheres to my sole the musical companion to this ecrivez, a sinfonia for strings politely begs to differ, while a hard covered book dances me over to Texas, Dudamel conducts Barber, all making the question of man as an afterthought in a divine master plan for a planet, seems almost recklessly absurdly nonsensical then my cell buzzes me back to this ******** hell earth seven more cops shot, three dead down in the bayou of Baton Rouge, on a sabbath Sunday morning rouge red now assumes, takes on a different notation colorations, to my bleeding eyes, delivering importations of  headaches confusion rampage, red rage the amplification of the worst of we, afterthought creatures surely, why "create a destroyer," an absurd contradictory term, so we are gift wrapped   beneath the misleading approbation - human there is no nobility in our savagery, or dare I sneer and say, in our humanity you cannot seal a wound with music you cannot revive the dead with a poem ear-whispered sitting beneath the tree shade of my privileged place, my surrounding world is bay blue and grass green, my vision myopic, I am a self-centered, microscopic collection of red cells conceding to you Sargeant, this designer of the human form, who wrought it from soiled earth and excess rib bone, had a peculiar sense of humor, a comedian full of malice aforethought, for are we not the final joke, for someone's bemusement we must have come last, because you always want to leave them laughing
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ESPELHO COLORIDO DO TEU OLHAR Victor Alex Magalhaes Mar Estrelas em sinfonia, Natureza em harmonia, Animais com suas crias, Olhares nas pradarias. Ribeiros e lamentos, Saudade doentia, Brilho da nostalgia, Cabelos aos ventos. Cacho sempre excelso, Musgo e feto. Barcos que navegais, Vinho que embebedais. Elas constroem suas casas, Cartas voam ser ter asas, Sentinelas da noite, silêncio do mar, Espelho do teu olhar... Vic Alex
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Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:15 AM UTC
ESPELHO COLORIDO DO TEU OLHAR
“Compus uma canção para dizer: ‘Amo-te descontroladamente!’ De ações tangentes; da equação complexa que é te amar. E mesmo pacificamente; Minha alma sem ti, não pode se encontrar. Como contra o céu paradisíaco que constrói o tempo e investe areia contra mim; Mesmo no pior dos casos, nos meus últimos gritos, altissonante direi: ’ EU VIM!’ Me encontre na beira de meu coração, na ponte que causa essa estranha paixão; E direi que não sabia que um anjo poderia possuir tão rápido todo meu sentimento assim. Vem que em laços de eternos amantes, cada consoante, dirá e recitará meu amor celeste; Rolando em campos grandes e em flores campestres O céu sussura uma sinfonia recém escrita para o nosso caso infindável; E jamais ouvi a voz dos anjos num tom tão amável As lágrimas que derramo não reclamam de nenhuma tristeza desconhecida; Mas sim da alegria pela qual minha alma foi tingida Novamente nos encontraremos eternamente e direi mais um trilhão de vezes: ’ Amo-te descontroladamente!”
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Amo-te!
Venne in cerca di te nella calda notte, lungo le strade dai fanali azzurri. Tutte le strade, allora, la notte erano azzurre come le vie dei cieli, e il volto amato non si vedeva: si sentiva in cuore E ti trovò, o dolcezza, nell'ombra casta, velata d'un vapor di stelle. Fra quel tremolìo d'astri discesi in terra, in quell'azzurro di due firmamenti l'uno a specchio dell'altro, ella ella pure rispecchiò in te l'anima sua notturna. E ti seguì con passo di bambina senza sapere, senza vedere, tacita e fluida. E allor che il giorno apparve con fresco riso roseo su l'immenso turchino, non trovò più se stessa per ritornare.
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Sinfonia azzurra
Esperar que o sono te leve para a cama, Doce noite que nunca te engana, Eu ouço os teus anseios, as tuas preocupações de acordar, Novo dia sem a noite e o luar... Ai que sinfonia que nunca canso de ouvir, Bater do vento sem o sentir, Olho para tudo e não vejo nada, Mais sinto a natureza embriagada... Noite,ai noite que tu escondes com mestria, Em ti eu encontro paz e harmonia, Me deleito com tanta serenidade, Vales tanto para mim e para outros nada... Os poetas contigo adormecem, Ricos e pobres te recebem com satisfação, Uns até te agradecem, Outros dormem contigo e com sua solidão... Mas tu noite amiga que pareces vadia, Canta o mocho  e que linda melodia. Eu te venero com leveza e no leito eu sou simples sem hipocrisia... Noite que sempre vem e faz tanta falta como o dia.... Victor Marques
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Aug 31, 2018
Aug 31, 2018 at 5:32 PM UTC
A noite tem encanto...
Há em ti uma beleza Transcendente Extrafísica Que extrapola barreiras tridimensionais Para novas dimensões Sutis Suprassensíveis Extrassensoriais Que me tocam no âmago só de olhar para ti Olhar para ti é sentir com olhos é chorar com o coração é respirar a liberdade em cada sorriso teu Olhar para ti é te amar de longe sem jamais sofrer Pois estando contigo amo mais a mim mesmo amando todas as coisas Estar contigo É sentir o som de todos os teus gestos Que vibram como a sinfonia dos teus pensamentos Através da orquestra dos teus sorrisos É esquecer do meu passado Esquecer do meu nome arrancar todas as máscaras É te ver como Eu Sou E te amar simplesmente por ser
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Dec 31, 2015
Dec 31, 2015 at 1:42 PM UTC
Poema de Amor
Narrador: Nestes flancos escuros, onde ardor carece Um anseio de longo vislumbre subia; Ora Idália aos *** "Canto do sol que emudece, Dai-me prazer de outrora, bela sinfonia Harpar áurea passageira, graça que visita; Ó filha das luzes, que te cobres e te hesita?" Hemera: Que cessa-me, quão não depor a fatal império Se minha luz, qual na própria noite encerra, Tem de sua aurora, vasto mistério, E perde-se nas trevas, no silêncio da Terra? Senti, da mais cruel noite, doloroso espinho Mas de teu ventre, escuro nascedouro, dei ao mundo claros caminhos; [...]
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Aug 31, 2017
Aug 31, 2017 at 8:27 PM UTC
Cena V - O lamento de Hemera [fragmento]
Sus manos tejian poesia, como torteaba, como cosia, como ella hacia para que el chile se convirtiera en su sinfonia, como ella asaba chiles serranos, como sus manos tejian poesia...
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Jan 14, 2019
Jan 14, 2019 at 7:24 PM UTC
Sus manos
A ETERNIDADE ESTÁ SEMPRE À NOSSA ESPERA. As estrelas escrevem sempre que o sol se deita, Eu sinto a natureza que me rodeia e me deixa mais feliz... Que sinfonia com ruídos e tantos sons que na minha memória ficam... Aqui estou eu aplaudindo aquilo que muitos se esqueçam de bendizer. Velinhas acesas que Santo António veneram e a mim dão vida... Que tormento medonho se encaixa no amor que tenho por Deus amor, eterno, fraterno. Rei e sempre Senhor. Aqui estou eu sentado e deliciado com a bela orquestra que toca a mais linda balada quando morrer. Na inspiração que me rodeia e de quem sabe compreender o amor que se tem pelo pelo anoitecer e amanhecer me consagro a Deus que me nos ama sem nos dizer.... Mas a vida é assim amiga e também agridoce como plantas silvestres que continuarão a nascer. A Deus antes de dormir no travesseiro me confesso como um menino que quer água sem sede para beber.. Victor Marques P. S DEDICADO A TODOS OS MEUS AMIGOS QUE FALECERAM COM ESTA TERRÍVEL DOENÇA COVID-19. Abraço amigo.
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Feb 1, 2021
Feb 1, 2021 at 8:48 AM UTC
A ETERNIDADE
a song never sung a symphony never played a lesson never learned a language never spoken a Sun that never warmed my face, I miss, yet I know I was born times again in forgotten suburbs of the world I still cherish caresses and cuddles of that miracle fo mine secret sounds good heat hope for a new day of silence and happiness come what may .................................... una canzone mai cantata una sinfonia mai suonata   una lezione mai imparata una lingua mai parlata   un Sole che non mi ha mai riscaldato il viso   mi mancano   eppure lo so   che sono nato molte volte nelle periferie dimenticate del mondo conservo ancora le carezze e la tenerezza di quel miracolo   il segreto suono, il caldo buono speranza di un giorno nuovo di silenzio e felicità e così sia .......... una canción nunca cantada una sinfonía nunca tocada   una lección nunca aprendida un idioma nunca hablado   un Sol que nunca me calentó la cara   yo extraño   pero sé   que nací muchas veces en los suburbios olvidados del mundo todavía guardo las caricias y la ternura de ese milagro   el sonido secreto, el cálido bien esperanza de un nuevo día de silencio y felicidad y que así sea ............ une chanson jamais chantée une symphonie jamais jouée   une leçon jamais apprise une langue jamais parlée   un Soleil qui n'a jamais réchauffé mon visage   ils me manquent   pourtant je sais   que je suis né plusieurs fois dans les banlieues oubliées du monde Je garde toujours les caresses et les câlins de ce miracle   le son secret, la bonne chaleur espoir de un nouveau jour de silence et de bonheur ainsi soit-il Marco Bo https://cantidallaperiferiadelmondo.blogspot.com/2020/05/isolamento-n-37-e-senza-troppi-discorsi.html
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May 18, 2020
May 18, 2020 at 5:33 AM UTC
isolation n. 37 - and without other words someone will disappear
a song never sung a symphony never played a lesson never learned a language never spoken a Sun that never warmed my face, I miss, yet I know I was born times again in forgotten suburbs of the world I still cherish caresses and cuddles of that miracle fo mine secret sounds good heat hope for a new day of silence and happiness come what may .................................... una canzone mai cantata una sinfonia mai suonata   una lezione mai imparata una lingua mai parlata   un Sole che non mi ha mai riscaldato il viso   mi mancano   eppure lo so   che sono nato molte volte nelle periferie dimenticate del mondo conservo ancora le carezze e la tenerezza di quel miracolo   il segreto suono, il caldo buono speranza di un giorno nuovo di silenzio e felicità e così sia .......... una canción nunca cantada una sinfonía nunca tocada   una lección nunca aprendida un idioma nunca hablado   un Sol que nunca me calentó la cara   yo extraño   pero sé   que nací muchas veces en los suburbios olvidados del mundo todavía guardo las caricias y la ternura de ese milagro   el sonido secreto, el cálido bien esperanza de un nuevo día de silencio y felicidad y que así sea ............ une chanson jamais chantée une symphonie jamais jouée   une leçon jamais apprise une langue jamais parlée   un Soleil qui n'a jamais réchauffé mon visage   ils me manquent   pourtant je sais   que je suis né plusieurs fois dans les banlieues oubliées du monde Je garde toujours les caresses et les câlins de ce miracle   le son secret, la bonne chaleur espoir de un nouveau jour de silence et de bonheur ainsi soit-il Marco Bo https://cantidallaperiferiadelmondo.blogspot.com/2020/05/isolamento-n-37-e-senza-troppi-discorsi.html
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respiramos em sincronia para formarmos uma sinfonia
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Aug 12, 2017
Aug 12, 2017 at 12:44 AM UTC
Orquestrando