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"falso" poems
Spanish La princesita hipsipilo, la vibrátil filigrana, —Princesita ojos turquesas esculpida en porcelana— Llamó una noche a mi puerta con sus manitas de lis. Vibró el cristal de su voz como una flauta galana. —Yo sé que tu vida es gris. Yo tengo el alma de rosa, frescuras de flor temprana, Vengo de un bello país A ser tu musa y tu hermana!— Un abrazo de alabastro…luego en el clavel sonoro De su boca, miel suavísima; nube de perfume y oro La pomposa cabellera me inundó como un diluvio. O miel, frescuras, perfumes!…Súbito el sueño, la sombra Que embriaga..Y, cuando despierto, el sol que alumbra en mi alfombra Un falso rubí muy rojo y un falso rizo muy rubio! English The amazonian little princess, a vibratile filagree, —Turquoise eyes sculpted of porcelain, little princess— Called one night at my door with her small hands of iris. And the trilling crystal of her voice was like an elegant flute: —I know your life is gray. I have the soul of a rose, the dew of budding flowers, I come from a beautiful country To be your sister and muse!—. An arm of alabaster…then, in the sonorous carnation Of her mouth, softest honey; in a cloud of gold and perfume She surrounded me, brash horsewoman, like a deluge. Oh honey, freshness, perfumer!…The sudden dream, the shadow Which intoxicates…and when I wake, the sun that falls on my carpet In a false ruby very red, and a false ringlet very blond.
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El Poeta Y La Ilusion (The Poet And The Illusion)
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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En Sevilla a un sevillano siete hijas le dio Dios, todas siete fueron hembras y ninguna fue varón. A la más chiquita de ellas le llevó la inclinación de ir a servir a la guerra vestidita de varón. Al montar en el caballo la espada se le cayó; por decir, maldita sea, dijo: maldita sea yo. El Rey que la estaba oyendo, de amores se cautivó, -Madre los ojos de Marcos son de hembra, no de varón. -Convídala tú, hijo mío, a los rios a nadar, que si ella fuese hembra no se querrá desnudar. Toditos los caballeros se empiezan a desnudar, y el caballero Don Marcos se ha retirado a llorar. Por qué llora Vd. Don Marcos por qué debo de llorar, por un falso testimonio que me quieren levantar. No llores alma querida no llores mi corazón, que eso que tú tanto sientes, eso lo deseo yo.
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Romance de la doncella guerrera
El mundo es falso, y las sonrisas son falsas. Todos los días en que vivimos es simplemente pintado, Nadie lo quiere decir más. A todos nos causan nuestros propios problemas. En algún lugar de su inicio, hacia atrás y hacia atrás y hacia atrás- Una palabra desagradable, un retorcido pensamiento- Y ahora es el caos. Si, de alguna manera, yo podría dispersar las sombras del mundo Y soportar todo el peso para usted, lo haría. Me harìa llevar todo el sufrimiento del mundo en mis hombros Para la humanidad. Ahora lo sé eso. No puedo creer que alguna vez fui tan egoísta Para derramar una sola lágrima por mí mismo. Yo podía soportarlo. Yo podría tomar en el mundo Si eso significa que ninguno de ustedes tenía que sentir que el dolor por más tiempo. Se amo incondicionalmente.
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Mar 17, 2012
Mar 17, 2012 at 3:47 AM UTC
Unconditionally
Diamante falso y fingido, Engastado en pedernal, &c.; "False diamond set in flint! the caverns of the mine Are warmer than the breast that holds that faithless heart of thine; Thou art fickle as the sea, thou art wandering as the wind, And the restless ever-mounting flame is not more hard to bind. If the tears I shed were tongues, yet all too few would be To tell of all the treachery that thou hast shown to me. Oh! I could chide thee sharply--but every maiden knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes. "Thou hast called me oft the flower of all Grenada's maids, Thou hast said that by the side of me the first and fairest fades; And they thought thy heart was mine, and it seemed to every one That what thou didst to win my love, from love of me was done. Alas! if they but knew thee, as mine it is to know, They well might see another mark to which thine arrows go; But thou giv'st me little heed--for I speak to one who knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes. "It wearies me, mine enemy, that I must weep and bear What fills thy heart with triumph, and fills my own with care. Thou art leagued with those that hate me, and ah! thou know'st I feel That cruel words as surely **** as sharpest blades of steel. 'Twas the doubt that thou wert false that wrung my heart with pain; But, now I know thy perfidy, I shall be well again. I would proclaim thee as thou art--but every maiden knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes." Thus Fatima complained to the valiant Raduan, Where underneath the myrtles Alhambra's fountains ran: The Moor was inly moved, and blameless as he was, He took her white hand in his own, and pleaded thus his cause. "Oh, lady, dry those star-like eyes--their dimness does me wrong; If my heart be made of flint, at least 'twill keep thy image long; Thou hast uttered cruel words--but I grieve the less for those, Since she who chides her lover, forgives him ere he goes."
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Fatima And Raduan (From The Spanish)
Diamante falso y fingido, Engastado en pedernal, &c.; "False diamond set in flint! the caverns of the mine Are warmer than the breast that holds that faithless heart of thine; Thou art fickle as the sea, thou art wandering as the wind, And the restless ever-mounting flame is not more hard to bind. If the tears I shed were tongues, yet all too few would be To tell of all the treachery that thou hast shown to me. Oh! I could chide thee sharply--but every maiden knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes. "Thou hast called me oft the flower of all Grenada's maids, Thou hast said that by the side of me the first and fairest fades; And they thought thy heart was mine, and it seemed to every one That what thou didst to win my love, from love of me was done. Alas! if they but knew thee, as mine it is to know, They well might see another mark to which thine arrows go; But thou giv'st me little heed--for I speak to one who knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes. "It wearies me, mine enemy, that I must weep and bear What fills thy heart with triumph, and fills my own with care. Thou art leagued with those that hate me, and ah! thou know'st I feel That cruel words as surely **** as sharpest blades of steel. 'Twas the doubt that thou wert false that wrung my heart with pain; But, now I know thy perfidy, I shall be well again. I would proclaim thee as thou art--but every maiden knows That she who chides her lover, forgives him ere he goes." Thus Fatima complained to the valiant Raduan, Where underneath the myrtles Alhambra's fountains ran: The Moor was inly moved, and blameless as he was, He took her white hand in his own, and pleaded thus his cause. "Oh, lady, dry those star-like eyes--their dimness does me wrong; If my heart be made of flint, at least 'twill keep thy image long; Thou hast uttered cruel words--but I grieve the less for those, Since she who chides her lover, forgives him ere he goes."
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Si la muerte no es la solo gracia, estamos solos. Siempre de, nosotros es uno si de todos solamente muertes todo en gracia de estamos solamente, solo de nosotros, todos nosotros, solo que si muertamos es la solo gracia nos encontramos con. Si la muerte es la única gracia, estamos unidos. Esta en contra del sentido visión duele como mirando hacia el sol. Ceguera, es siempre difícil de entender- para los cuerdos que no puede ver con ojos normales Sabiduría es en sus sin ayuda de cielo corazon y sus monstruo cabeza el reconocer la realidad de duele, con ojos por dentro y afuera de, la mente Mirando hacia del sol puede ciegos que de lo falso, así. Unser ist mit treue halten liebe die genug zwei Toden heilig wobei einander der zwei toden beide schaden aus Liebe Doch dass zweite Tod ist meine schade Dies zweite Tod ist die eine freude Wenn erst eine Tod ist die dass ist Sein lieblos, nein liebe Das die tod ist bis die einen toden der alles nicht Zu vergleichen nun ist Tod bis euchen eine freude?
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Jan 2, 2013
Jan 2, 2013 at 11:31 AM UTC
Código Einheiten: Mirando falso , aun asi realidad ... bis dass der Tod euch scheidet?
No puedo escribir. Trato de redactar, de escribir. Sentada en una mesa que pudo haber bien sido de cualquier otra persona menos mía. Mi vida es complicada. Tengo más problemas de los que una persona que se considera normal tendría usualmente y se que eso esta mal. Siempre he sido un poco más de lo anormal. Trato de estirar mis dedos sobre las teclas y en lo único que pienso es en que debe de haber una razón oculta por la cual aún no haya recaído. Veo mis brazos y los veo limpios, mi cabeza no lo esta tanto. Siempre he sido un poco sucia en ese aspecto. Busco tu aprobación por cada palabra que escribo. Un paso en falso y todo el texto tendrá que ser borrado. Necesito que vivas, necesito que me veas vivir. Ilógico, loco, pero cierto. Siempre he sido una persona extremadamente exagerada, pero no para esto. Trato de concentrarme en mirarte por menos tiempo de lo que debería y no puedo. Aveces me encuentro con los ojos clavados en tu nuca. Estas de espaldas, estas durmiendo. Yo floto por algún lugar de tu techo, techo que nos mira cada tarde. Ahí estoy, pero no estoy. ¿Estaré en tu cabeza? -Mi pequeño cerebro siempre dirá que no. Trato de contarle un cuento a los pequeño monstruos que viven dentro de este diminuto pero expandido cuerpo, y lo único que sale de mi boca son fragmentos de como te veías. Y sonrisas, muchas sonrisas. Hay veces en las que lo único que repito es tu nombre, y los bichos que me infestan se esconden, ¿Estará loca? -Nosotros la volvimos así. Trato de escribir, otra vez. Trato de encontrarle un sentido a lo que pienso y solo sale esto. Palabra tras palabra por tí. Sílaba por sílaba, medida y corregida en un lapso mayor al que usualmente mido. Siempre he sido una obsesiva, perdón por eso. Trato de redactar, pero solo redacto para tí.
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May 28, 2014
May 28, 2014 at 11:18 PM UTC
No puedo escribir
No puedo escribir. Trato de redactar, de escribir. Sentada en una mesa que pudo haber bien sido de cualquier otra persona menos mía. Mi vida es complicada. Tengo más problemas de los que una persona que se considera normal tendría usualmente y se que eso esta mal. Siempre he sido un poco más de lo anormal. Trato de estirar mis dedos sobre las teclas y en lo único que pienso es en que debe de haber una razón oculta por la cual aún no haya recaído. Veo mis brazos y los veo limpios, mi cabeza no lo esta tanto. Siempre he sido un poco sucia en ese aspecto. Busco tu aprobación por cada palabra que escribo. Un paso en falso y todo el texto tendrá que ser borrado. Necesito que vivas, necesito que me veas vivir. Ilógico, loco, pero cierto. Siempre he sido una persona extremadamente exagerada, pero no para esto. Trato de concentrarme en mirarte por menos tiempo de lo que debería y no puedo. Aveces me encuentro con los ojos clavados en tu nuca. Estas de espaldas, estas durmiendo. Yo floto por algún lugar de tu techo, techo que nos mira cada tarde. Ahí estoy, pero no estoy. ¿Estaré en tu cabeza? -Mi pequeño cerebro siempre dirá que no. Trato de contarle un cuento a los pequeño monstruos que viven dentro de este diminuto pero expandido cuerpo, y lo único que sale de mi boca son fragmentos de como te veías. Y sonrisas, muchas sonrisas. Hay veces en las que lo único que repito es tu nombre, y los bichos que me infestan se esconden, ¿Estará loca? -Nosotros la volvimos así. Trato de escribir, otra vez. Trato de encontrarle un sentido a lo que pienso y solo sale esto. Palabra tras palabra por tí. Sílaba por sílaba, medida y corregida en un lapso mayor al que usualmente mido. Siempre he sido una obsesiva, perdón por eso. Trato de redactar, pero solo redacto para tí.
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Tenia mis dudas, no lo puedo negar. Pero el sol aun brilla, Mi corazon no te ha dejado de amar. Pense que te alejabas, Que a mi lado no querias estar, Pero me equivocaba, El amor que sientes,      te ha hecho retornar. Seria mentira decir que te olvide, Seria falso profesar la muerte de este amor; Porque la verdad es que te pensé, Y que en mis sueños aun te amé. Respiré de tus memorias, Vivi de tu sonrisa, Y cada momento que pasaba Aunque no estabas aqui, Me traias alegria. Pero no todo se ha perdido, Al fin has regresado. Mi amor, espero que te quedes, Quisiera de nuevo despertar a tu lado. Soy un hombre sencillo, Sin brillantes que ofrecer. Mi corazon entero te entrego Quisiera que este amor pueda florecer. Te ofresco mi vida y mi alma. Te ofresco mi cuerpo y todo mi ser. Porque este amor que por ti siento Jamas lo sentire otra vez.
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Nov 22, 2011
Nov 22, 2011 at 5:19 PM UTC
No Todo se ha Perdido
O tempo é escasso e o espaço, amplo. O prazo é laço e engancha o pampo**. o BERRO é surdo sem algum alcance pra que o ouvido mudo do Universo dance. Galanteiam nebulosas em destino infante e trazem, ao eterno, singular instante. Cada transição traçada a que avance é passo dado em falso a fortuito lance. Aferir feridas de um pleno plano levará o homem a estado insano: a narcose de saber um objeto nulo. Na movimentação estática do engano, toda teoria traz na cura um dano entoado na garganta que, portanto, engulo. * bestia cupidissima rerum novarum  - animal ansiosíssimo por coisas novas. **Pampo - rebento tardio de cana de açucar: pampos de cana caiana (Dicionário UNESP do Português contemporâneo)
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Sep 8, 2010
Sep 8, 2010 at 5:05 AM UTC
bestia cupidissima
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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acallado el fuego, imperecedero, y la sed de tu piel, saciada con creces. vacilante nunca, pues tus ojos brillan,de placer, deseo, satisfaccion total y absoluta. la humedad en mi pelviz, el brillo sedoso, y agridulce en mi regazo de leon amado. y por un momento, justo en ese momento, estoy completo, sereno, amado, deseado, una bestia plena, serena, agradecida. la pena, el dolor, la ira y su desidia, y el latrocinio brutal, son solo escollos borrados con la humedad de tu **** vacilante es aquella, que no ha amado, su mentira es una cruz pesada, oscura, fatua, inerte, su alma jamas podra amar, bajo  el falo divino. en cambio, tus ojos, verdad, amor y ventura, amando un imposible, y aun asi amando, los estertores de tu ****** amada, besada, penetrada, tierna y ferozmente, son el eco del fuego chocando con el mar, provocando la vida, el vapor, que riega la tierra, que genera el ciclo troffico de la vida, fuego y agua, vapor de vida, pasion, entre dos bestias, bellas y amadas. tu miel y tu deseo, SALVAJE, intenso, perenne, son vitales en la soledad, de una bestia de montecristo, que solo, acarrea el daño y el dolor, de las traiciones, cada corte y puñalada, me hicieron el hombre fuerte, que ahora soy. indestructible, y viviendo, amando imposibles, destruyendo la mentira, acabando con las debilidades, de los que solo mienten, llenos de odio, envidia y rencor, por haber perdido el tornillo que sujeta nuestra vida. luego de eso, y por sus debilidades, montecristo es vencedor, una bestia con corazon, que aprendio a amar, lo imposible y lo posible, a desaparecerse en el otro, envuelto en su luz, y su belleza, y la debilidad y maldad de aquellas chicas mondego, solo apuraron la debacle, me bato solo frente a sus errores, riendo y contestando a las mentiras, sus mentiras y anatemas, se volvieron en su contra, la verdad limpio el agua, y el fuego hizo el vapor, completando el ciclo de vida. asi, mediante el deseo, y  la mutua pasion, ocurrioze lo imposible, en pos de la vida, y el amor. la quimera del deseo, nunca borro, aquella vez que nos tocamos, a pesar de las diferencias, plenos, salvajes. generando el vapor, cogiendo, gruñendo, bramando, en mi mente y en la tuya, el mismo deseo, la inconmesurable verdad, nuestra verdad, y la incomprensible mentira, fatua, el eco de lo falso, y sus mentiras infecciosas, corrompiendo, y enlutando lo que siempre fue luz y vida. la falsa nocion de amor, en el yerro, y sus secuazes, con su engaño de la no aceptacion, la necedad, u la locura, fatuos oscuros incompletos.
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Jul 8, 2016
Jul 8, 2016 at 1:09 AM UTC
completo
acallado el fuego, imperecedero, y la sed de tu piel, saciada con creces. vacilante nunca, pues tus ojos brillan,de placer, deseo, satisfaccion total y absoluta. la humedad en mi pelviz, el brillo sedoso, y agridulce en mi regazo de leon amado. y por un momento, justo en ese momento, estoy completo, sereno, amado, deseado, una bestia plena, serena, agradecida. la pena, el dolor, la ira y su desidia, y el latrocinio brutal, son solo escollos borrados con la humedad de tu **** vacilante es aquella, que no ha amado, su mentira es una cruz pesada, oscura, fatua, inerte, su alma jamas podra amar, bajo  el falo divino. en cambio, tus ojos, verdad, amor y ventura, amando un imposible, y aun asi amando, los estertores de tu ****** amada, besada, penetrada, tierna y ferozmente, son el eco del fuego chocando con el mar, provocando la vida, el vapor, que riega la tierra, que genera el ciclo troffico de la vida, fuego y agua, vapor de vida, pasion, entre dos bestias, bellas y amadas. tu miel y tu deseo, SALVAJE, intenso, perenne, son vitales en la soledad, de una bestia de montecristo, que solo, acarrea el daño y el dolor, de las traiciones, cada corte y puñalada, me hicieron el hombre fuerte, que ahora soy. indestructible, y viviendo, amando imposibles, destruyendo la mentira, acabando con las debilidades, de los que solo mienten, llenos de odio, envidia y rencor, por haber perdido el tornillo que sujeta nuestra vida. luego de eso, y por sus debilidades, montecristo es vencedor, una bestia con corazon, que aprendio a amar, lo imposible y lo posible, a desaparecerse en el otro, envuelto en su luz, y su belleza, y la debilidad y maldad de aquellas chicas mondego, solo apuraron la debacle, me bato solo frente a sus errores, riendo y contestando a las mentiras, sus mentiras y anatemas, se volvieron en su contra, la verdad limpio el agua, y el fuego hizo el vapor, completando el ciclo de vida. asi, mediante el deseo, y  la mutua pasion, ocurrioze lo imposible, en pos de la vida, y el amor. la quimera del deseo, nunca borro, aquella vez que nos tocamos, a pesar de las diferencias, plenos, salvajes. generando el vapor, cogiendo, gruñendo, bramando, en mi mente y en la tuya, el mismo deseo, la inconmesurable verdad, nuestra verdad, y la incomprensible mentira, fatua, el eco de lo falso, y sus mentiras infecciosas, corrompiendo, y enlutando lo que siempre fue luz y vida. la falsa nocion de amor, en el yerro, y sus secuazes, con su engaño de la no aceptacion, la necedad, u la locura, fatuos oscuros incompletos.
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En los solares de Burgos   a su Rodrigo aguardando, tan encinta está Jimena,   que muy cedo aguarda el parto; cuando demás dolorida   una mañana en disanto, bañada en lágrimas tiernas,   escribe al rey don Fernando: «A vos, el mi señor rey,   el bueno, el aventurado, el magno, el conquistador,   el agradecido, el sabio, la vuestra sierva Jimena,   fija del conde Lozano, desde Burgos os saluda,   donde vive lacerando. Perdonédesme señor,   que no tengo pecho falso, y si mal talante os tengo,   no puedo disimulallo. ¿Qué ley de Dios vos otorga   que podáis, por tiempo tanto como ha que fincáis en lides,   descasar a los casados? ¿Qué buena razón consiente   que a mi marido velado no le soltéis para mí   sino una vez en el año? Y esa vez que lo soltáis,   fasta los pies del caballo tan teñido en sangre viene,   que pone pavor mirallo; y no bien mis brazos toca   cuando se duerme en mis brazos, y en sueños gime y forcejea,   que cuida que está lidiando, y apenas el alba rompe,   cuando lo están acuciando las esculcas y adalides   para que se vuelva al campo. Llorando vos lo pedí   y en mi soledad cuidando de cobrar padre y marido,   ni uno tengo, ni otro alcanzo. Y como otro bien no tengo   y me lo habedes quitado, en guisa lo lloro vivo   cual si estuviese enterrado. Si lo facéis por honralle,   asaz Rodrigo es honrado, pues no tiene barba, y tiene   reyes moros por vasallos. Yo finco, señor, encinta,   que en nueve meses he entrado y me pueden empecer   las lágrimas que derramo.   Dad este escrito a las llamas,   non se fega de él palacio, que en malos barruntadores   no me será bien contado».
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Romance viii carta de doña jimena al rey
En los solares de Burgos   a su Rodrigo aguardando, tan encinta está Jimena,   que muy cedo aguarda el parto; cuando demás dolorida   una mañana en disanto, bañada en lágrimas tiernas,   escribe al rey don Fernando: «A vos, el mi señor rey,   el bueno, el aventurado, el magno, el conquistador,   el agradecido, el sabio, la vuestra sierva Jimena,   fija del conde Lozano, desde Burgos os saluda,   donde vive lacerando. Perdonédesme señor,   que no tengo pecho falso, y si mal talante os tengo,   no puedo disimulallo. ¿Qué ley de Dios vos otorga   que podáis, por tiempo tanto como ha que fincáis en lides,   descasar a los casados? ¿Qué buena razón consiente   que a mi marido velado no le soltéis para mí   sino una vez en el año? Y esa vez que lo soltáis,   fasta los pies del caballo tan teñido en sangre viene,   que pone pavor mirallo; y no bien mis brazos toca   cuando se duerme en mis brazos, y en sueños gime y forcejea,   que cuida que está lidiando, y apenas el alba rompe,   cuando lo están acuciando las esculcas y adalides   para que se vuelva al campo. Llorando vos lo pedí   y en mi soledad cuidando de cobrar padre y marido,   ni uno tengo, ni otro alcanzo. Y como otro bien no tengo   y me lo habedes quitado, en guisa lo lloro vivo   cual si estuviese enterrado. Si lo facéis por honralle,   asaz Rodrigo es honrado, pues no tiene barba, y tiene   reyes moros por vasallos. Yo finco, señor, encinta,   que en nueve meses he entrado y me pueden empecer   las lágrimas que derramo.   Dad este escrito a las llamas,   non se fega de él palacio, que en malos barruntadores   no me será bien contado».
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Erano i capei d'oro a l'aura sparsi che'n mille dolci nodi gli avolgea, e'l vago lume oltra misura ardea di quei begli occhi, ch'or ne son si scarsi; e il viso di pietosi color'farsi, non so se vero o falso, mi parea: i'che l'esca amorosa al petto avea, qual meraviglia se di subito arsi? Non era l'andar suo cosa mortale, ma d'angelica forma, e le parole sonavan altro, che pur voce umana. Uno spirito celeste, un viso sole fu quel ch'i'vidi; e se non fosse or tale, piaga per allentar d'arco non sana.
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Erano i capei d'oro a l'aura sparsi
Fontefrida, Fontefrida,   Fontefrida y con amor, do todas las avecicas   van tomar consolación, si no es la tortolica   que está viuda y con dolor. Por ahí fuera pasar   el traidor del ruiseñor, las palabras que él decía   llenas son de traición; -Si tú quisieses, señora,   yo sería tu servidor. -Vete de ahí, enemigo,   malo, falso, engañador, que ni poso en ramo verde,   ni en prado que tenga flor, que si hallo el agua clara,   turbia la bebía yo; que no quiero haber marido,   porque hijos no haya, no, no quiero placer con ellos,   ni menos consolación. Déjame, triste enemigo,   malo, falso, mal traidor, que no quiero ser tu amiga   ni casar contigo, no.
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Romance de fontefrida
as luzes e os sons da cidade que nessa penumbra são meus fantasmas atraem os sentidos da racionalidade e repelem o instinto de minha consciência o melhor dos meus acidentes e minha doença a incurável, que me faz trabalhar a todo tempo e que me faz saber o que só eu sei; todos os bons rapazes de barbas feitas com argumentos irrefutáveis e namoradas invejáveis têm olhos tão bons quanto os de minha rola eu sou falso, não me atrevo a debater pois, afinal, por que lhes dar meu tempo? eu o faria com algumas poucas pessoas apenas as que me pudessem compreender como as principais moças de meu inconsciente; mas até que alguém assim me encontre sigo caminhando sozinho no início de noite tentando compreender o que é isso e qual a importância de tudo que me circunscreve enquanto sei que nada importa andando a passos lentos fazendo o que calho de fazer encarando minha sombra recém criada pela lua hasteada no céu de piche sentindo o orvalho beijar minhas canelas enquanto espero que alguém jamais se importe comigo.
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May 24, 2014
May 24, 2014 at 7:11 PM UTC
Sereo, eu ser
Variaciones que enseñaban en la escuela: Egeo, Atlántico, Indico, Caribe, Mármara, mar de la Sonda, mar Blanco. Todos sois uno a mis ojos: el azul del Contemplado. En los atlas, un azul te finge, falso. Pero a mí no me engañó ese engaño. Te busqué el azul verdad; un ángel, azul celeste, me llevaba de la mano. Y allí en tu azul te encontré jugando con tus azules, a encenderlos, a apagarlos. ¿Eras como te pensaba? Más azul. Se queda pálido el color del pensamiento frente al que miran los ojos, en más azul extasiados. Eres lo que queda, azul; lo que sirve de fondo a todos los pasos, que da lo que pasa, olas, espumas, vidas y pájaros, velas que vienen y van. Pasa lo blanco, mortal. Y tú estás siempre llenando, como llena un alma un cuerpo, las formas de tus espacios. Cada vez que fui en tu busca, allí te encontré, en tu gloria, la que nunca me ha fallado. Tu azul por azul se explica: color azul, paraíso; y mirarte a ti, mirarlo.
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Variación i
Ritrovarmi in questo ovale con un legame vitale in solitudine a volteggiare con l 'infinito aspettare di qualcosa. Sognare di poter camminare in un nuoto perpetuo di pensieri intravedendo una luce bianca. La fine di tutto. Uno schiocco Un pianto. La nascita della vita in bracccio a giganti biancheggianti. Crescendo vidi cose senza senso cosciente del perduto collettivo senno. Vidi uomini con biancheggianti vestiti baciare e non procreare di fronte a un freddo altare in nome di una croce e un continuo narrare. Esseri travestiti professare falsi miti e scuole dove si imparava a vivere lasciando l'intelligenza reprimere. Sicuri di un tranquillo lavoro si sedevano su un falso trono lasciando che un finto quadrato rubassero loro gli anni d'oro. Ed ora piano piano mi invecchio sperando ancora in un qualche cambiamento. Disteso in un biancheggiante letto rimango cosciente che della vita e delle esperienze connesse ad essa non mi interessa piu niente. Tutto improvvisamente si illumina di bianco e mi appresto al grande salto. Ma con me non posso portare nient'altro che un tatuaggio situato dentro al cuore con impresso dentro il nome di quella persona che in questa vita mi diede tanto amore.
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Esistenza
Helo, helo por do viene   el infante vengador, caballero a la jineta   en un caballo corredor, su manto revuelto al brazo,   demudada la color, y en la su mano derecha   un venablo cortador; con la ***** del venablo   sacarían un arador, siete veces fue templado   en la sangre de un dragón y otras tantas afilado   porque cortase mejor, el hierro fue hecho en Francia,   y el asta en Aragón. Perfilándoselo iba   en las alas de su halcón. Iba buscar a don Cuadros,   a don Quadros, el traidor. Allá le fuera a hallar   junto al emperador, la vara tiene en la mano,   que era justicia mayor. Siete veces lo pensaba   si lo tiraría o no y al cabo de las ocho   el venablo le arrojó; por dar al dicho don Cuadros,   dado ha al emperador, pasado le ha manto y sayo,   que era de un tornasol, por el suelo ladrillado   más de un palmo lo metió. Allí le habló el rey,   bien oiréis lo que habló: -¿Por qué me tiraste, infante?   ¿Por qué me tiras, traidor? -Perdóneme tu alteza,   que no tiraba a ti, no, tiraba al traidor de Cuadros,   ese falso engañador, que siete hermanos tenía   no ha dejado si a mí, no. Por eso delante de ti,   buen rey, lo desafío yo. Todos fían a don Cuadros   y al infante no fían, no, sino fuera una doncella,   hija es del emperador, que los tomó por la mano   y en el campo los metió. A los primeros encuentros   Cuadros en tierra cayó. Apeárase el infante,   la cabeza le cortó y tomárala en su lanza   y al buen rey la presentó. De que aquesto vido el rey   con su hija le casó.
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Romance del infante vengador
Helo, helo por do viene   el infante vengador, caballero a la jineta   en un caballo corredor, su manto revuelto al brazo,   demudada la color, y en la su mano derecha   un venablo cortador; con la ***** del venablo   sacarían un arador, siete veces fue templado   en la sangre de un dragón y otras tantas afilado   porque cortase mejor, el hierro fue hecho en Francia,   y el asta en Aragón. Perfilándoselo iba   en las alas de su halcón. Iba buscar a don Cuadros,   a don Quadros, el traidor. Allá le fuera a hallar   junto al emperador, la vara tiene en la mano,   que era justicia mayor. Siete veces lo pensaba   si lo tiraría o no y al cabo de las ocho   el venablo le arrojó; por dar al dicho don Cuadros,   dado ha al emperador, pasado le ha manto y sayo,   que era de un tornasol, por el suelo ladrillado   más de un palmo lo metió. Allí le habló el rey,   bien oiréis lo que habló: -¿Por qué me tiraste, infante?   ¿Por qué me tiras, traidor? -Perdóneme tu alteza,   que no tiraba a ti, no, tiraba al traidor de Cuadros,   ese falso engañador, que siete hermanos tenía   no ha dejado si a mí, no. Por eso delante de ti,   buen rey, lo desafío yo. Todos fían a don Cuadros   y al infante no fían, no, sino fuera una doncella,   hija es del emperador, que los tomó por la mano   y en el campo los metió. A los primeros encuentros   Cuadros en tierra cayó. Apeárase el infante,   la cabeza le cortó y tomárala en su lanza   y al buen rey la presentó. De que aquesto vido el rey   con su hija le casó.
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Vengada la hermosa Filis de los agravios de Fabio a verle viene al aldea enfermo de desengaños. A ruego de los pastores baja de su monte al prado, que como se ve querida da a entender que la forzaron. Eso mismo que desea, quiere que la estén rogando, que sube al gusto los precios amor conforme a los años. Huyóse Fabio celoso, pensó Fabio hallar sagrado, pero hay estados de amor que está en el remedio el daño. ¡Desdichado del que llega a tiempo tan desdichado que le matan los remedios con que muchos quedan sanos! En fin, a Fabio rendido viene a ver su dueño ingrato, alegre porque es amor en las venganzas villano. No va sin galas a verle, aunque pudiera escusarlo, que la mayor hermosura no deja en casa el cuidado. Lleva de palmilla verde saya y sayuelo bizarro, con pasamanos de plata si en ellos pone las manos. No lleva cosa en el cuello que Fabio le hubiese dado, porque no entienda que viven memorias de sus regalos. Joyas lleva que él no ha visto, no porque le ha hecho agravio, mas porque sepan ausencias que no está seguro el campo. Con una cinta de cifras lleva el cabello apretado, que quien gusta de dar celos se vale de mil engaños. De rebociño le sirve para mayor desenfado el capote de los ojos bordado de negros rayos. En argentadas chinelas listones lleva, admirados de que quepan tantos bríos en tan pequeños espacios. Llegó Filis al aldea, entró en su casa de Fabio, los pastores la reciben como al sol los montes altos. Dando perlas con la risa extiende a todos los brazos, que gana mares de amor y da perlas de barato. Apenas Fabio la mira cuando a un tiempo se bañaron el alma en pura alegría, los ojos en tierno llanto. No hablaron los dos tan presto, aunque los ojos hablaron, Filis porque no quería, Fabio porque quiere tanto. Cuando en esta suspensión los dos se encuentran mirando a un tiempo bajan los ojos como que envidian de falso. Habló Filis y tuvieron alma de coral sus labios, que ver humilde al rendido hace piadoso al vengado. A Fabio culpa le pone que es error hacer, amando, con la lengua valentías, si el alma no tiene manos. Él responde y se disculpa, que viendo cerca los brazos, pide perdón ofendido quien ama desengañado.
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Guzmán el bravo
Vengada la hermosa Filis de los agravios de Fabio a verle viene al aldea enfermo de desengaños. A ruego de los pastores baja de su monte al prado, que como se ve querida da a entender que la forzaron. Eso mismo que desea, quiere que la estén rogando, que sube al gusto los precios amor conforme a los años. Huyóse Fabio celoso, pensó Fabio hallar sagrado, pero hay estados de amor que está en el remedio el daño. ¡Desdichado del que llega a tiempo tan desdichado que le matan los remedios con que muchos quedan sanos! En fin, a Fabio rendido viene a ver su dueño ingrato, alegre porque es amor en las venganzas villano. No va sin galas a verle, aunque pudiera escusarlo, que la mayor hermosura no deja en casa el cuidado. Lleva de palmilla verde saya y sayuelo bizarro, con pasamanos de plata si en ellos pone las manos. No lleva cosa en el cuello que Fabio le hubiese dado, porque no entienda que viven memorias de sus regalos. Joyas lleva que él no ha visto, no porque le ha hecho agravio, mas porque sepan ausencias que no está seguro el campo. Con una cinta de cifras lleva el cabello apretado, que quien gusta de dar celos se vale de mil engaños. De rebociño le sirve para mayor desenfado el capote de los ojos bordado de negros rayos. En argentadas chinelas listones lleva, admirados de que quepan tantos bríos en tan pequeños espacios. Llegó Filis al aldea, entró en su casa de Fabio, los pastores la reciben como al sol los montes altos. Dando perlas con la risa extiende a todos los brazos, que gana mares de amor y da perlas de barato. Apenas Fabio la mira cuando a un tiempo se bañaron el alma en pura alegría, los ojos en tierno llanto. No hablaron los dos tan presto, aunque los ojos hablaron, Filis porque no quería, Fabio porque quiere tanto. Cuando en esta suspensión los dos se encuentran mirando a un tiempo bajan los ojos como que envidian de falso. Habló Filis y tuvieron alma de coral sus labios, que ver humilde al rendido hace piadoso al vengado. A Fabio culpa le pone que es error hacer, amando, con la lengua valentías, si el alma no tiene manos. Él responde y se disculpa, que viendo cerca los brazos, pide perdón ofendido quien ama desengañado.
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Me cuesta entender, me duele aceptar esta gran verdad, no soy mas que maldad he tenido un concepto tan alto y falso de mi erróneamente pensaba  en mi dualidad pensaba que había una batalla constante entre mi perversidad y mi bondad pero ahora entiendo el gran contraste no soy yo contra mi misma ayer miré al espejo y lo entendí ira, egoísmo, venganza, soberbia esa soy yo, luchando contra la luz luchando contra Ti estoy renuente, me resisto a cambiar estoy muy a gusto no lo quiero dejar soy un desastre ¿Cómo me puedes amar? estoy ennegrecida hasta las entrañas es verdad lo que dices que viniste por personas como yo pero no lo entiendo, ¿por qué? de verdad me doy asco tanta gente diciendo que soy buena no tienen idea, pero Tú si sin embargo aquí estás, y no te rindes, nunca te rindes ya no quiero ser yo, me cansa ser así me molesta ser así, tan llena de basura y me alimento de más basura a diario, alejándome de Ti quisiera ser más como Tú llena de amor, prudente, paciente, no ofenderme hablar lo bueno, alejarme de lo malo, no rendirme en lo que me toca hacer, morir para que otros vivan, creer aunque no vea la lucha continúa, por favor, no me dejes ganar, toma Tú lugar
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May 9, 2017
May 9, 2017 at 1:19 AM UTC
Ø
Porque se tiene conciencia de la inutilidad de tantas cosas a veces uno se sienta tranquilamente a la sombra de un árbol -en verano- y se calla. (¿Dije tranquilamente?: falso, falso: uno se sienta inquieto haciendo extraños gestos, pisoteando las hojas abatidas por la furia de un otoño sombrío, destrozando con los dedos el cartón inocente de una caja de fósforos, mordiendo injustamente las uñas de esos dedos, escupiendo en los charcos invernales, golpeando con el puño cerrado la piel rugosa de las casas que permanecen indiferentes al paso de la primavera, una primavera urbana que asoma con timidez los flecos de sus cabellos verdes allá arriba, detrás del zinc oscuro de los canalones, levemente arraigada a la materia efímera de las tejas a punto de ser polvo.) Eso es cierto, tan cierto como que tengo un nombre con alas celestiales, arcangélico nombre que a nada corresponde: Ángel, me dicen, y yo me levanto disciplinado y recto con las alas mordidas -quiero decir: las uñas- y sonrío y me callo porque, en último extremo, uno tiene conciencia de la inutilidad de todas las palabras.
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Preámbulo a un silencio
** tinto i capelli di turchese, c'è qualcosa di nuovo nella mia faccia, qualcosa di diabolico. ** scoperto di provare odio, di saper odiare, guarda che belle le mie labbra che si incurvano per sputarti addosso, per sputare su qualsiasi cosa ci sia stato. melenso e falso. guarda che belle le mie dita che danzano sulla tastiera scrivendo parole di disprezzo, guarda che bello il ghigno si è formato sulla mia faccia. vorrei avere una spada (emblema di verità) e mozzarti la testa vorrei avere un'automobile ed investirti ed ancora ed ancora ed ancora vorrei che tutto ciò che scrivo trafiggesse il tuo cervello, aghi appuntiti nelle pupille, un tatuaggio mentale che ti ricordi perennemente che sei un qualcosa di marcio perché adesso che ** scoperto la verità è tutto cambiato. ** vinto io. **non mi sono mai sentita bene come ora non mi sono mai sentita bene come ora non mi sono mai sentita bene come ora non mi sono mai sentita bene come ora non mi sono mai sentita bene come ora non mi sono mai sentita bene come ora**
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May 4, 2016
May 4, 2016 at 2:00 PM UTC
7:59 pm
Te dejo con tu vida tu trabajo tu gente con tus puestas de sol y tus amaneceres sembrando tu confianza te dejo junto al mundo derrotando imposibles segura sin seguro te dejo frente al mar descifrándote sola sin mi pregunta a ciegas sin mi respuesta rota te dejo sin mis dudas pobres y malheridas sin mis inmadureces sin mi veteranía pero tampoco creas a pie juntillas todo no creas nunca creas este falso abandono estaré donde menos lo esperes por ejemplo en un árbol añoso de oscuros cabeceos estaré en un lejano horizonte sin horas en la huella del tacto en tu sombra y mi sombra estaré repartido en cuatro o cinco pibes de esos que vos mirás y enseguida te siguen y ojalá pueda estar de tu sueño en la red esperando tus ojos y mirándote.
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Chau número tres
I do it because I have to Waiting around is not beneficial Falso hope isn't good company So why not move on? You had me hooked With the sweet words and tender kisses The love you shared was far from fake But this time apart is real Temporary love we exchanged To be apart was planned and arranged Time keeps going, moving forward; and so should I
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Apr 14, 2013
Apr 14, 2013 at 11:27 AM UTC
Onward I Go
I miss you I have no clue why I barely know you This feeling, Logic it defies Pero este poema Pensando en ti lo escribo Porque contigo, es real Porque contigo, todo es falso You’re Beautiful Indefectible If anyone says otherwise They’re Delusional How your eyes smile at me How your smile eyes me Mis Ojos no te ven Pero mi corazón te siente A conclusion I’ve come to In this world, there’s no one like you No hay un momento que no te tenga en mente Como me enamore tan pesadamente
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Aug 17, 2017
Aug 17, 2017 at 11:01 AM UTC
Te Extraño