"existente" poems
Para sempre meu ser em náusea abundante
& o clarão do ontem navega falsas virtudes
Próprio ser finito pós – sentidos
(sente calma
Alma expulsa?)
Para sempre estarei longe percebendo o real
& as figuras bacantes em inefáveis folguedos invisíveis
Musicando deslizes performáticos
Resultados impossíveis do possibilitado
Para sempre a prisão alheia expulsa em mim
& as vertentes nas velhas ruínas
Partícula obscena de peles espessas
Filme novo de existências imortais
Para sempre estarei mudo conversando com o cordeiro
& as visões memoráveis calarão o estático mundo
Promessa revolta mensagem do paraíso
A deusa dança nos confins do firmamento
Em repúdio ao palpitar existente
Fora o mágico silêncio em noites sem fim
Fora o distúrbio em mim
( sente medo
Alma fugidia? )
Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:18 PM UTC
Fecho-me num quarto escuro, onde tudo se torna claro, acendo um cigarro, o último do maço... choro lágrimas de sangue por alguém que quero que morra; tento extrair de mim toda a dor existente, mas não consigo, enfim... bebo um gole para esquecer, mas não consigo! O que será de mim.
Refugio-me num copo de absinto, e tento arranjar solução para o que me é visível, mas estou só e desamparado. Não me é possível, . . . estou triste.
Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 6:15 PM UTC
Os dias acabam e a noite chega,
Acendo a minha pequena lanterna
Chamada consciência,
Com a minha solidão eterna.
A noite tranquiliza-me,
Meio mundo está a dormir
Sinónimo que está a progredir.
Durante o meu sonho
Nao existe gravidade
Posso voar, pecar ,
Ninguém estará lá para me julgar.
A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias,
Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora,
Nela encontro a minha esperança além da paranóia,
Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora.
O meu quarto escuro,
Com o passar das horas
Cria um clima soturno.
É nesse ambiente que travo os meus duelos
Batalhando sob o admirável céu noturno
Mudando o rumo dos asteróides,
Faço os explodir
Apenas para alimentar esta alma nervosa,
Corro pelos anéis de Saturno
Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo,
Enquanto gravito escrevo versos,
Sobre os mares, continentes
E formas de vida criadas na Terra.
Mas a minha mente envolvida por aquele espaço
É curiosa e faz me espreitar,
Procuro algo fantástico impossível de imaginar,
Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar.
Dormir tornou-se um luxo,
Que raramente consigo suportar
Mas sem ele o meu pensamento fica turvo
Turvo de desencanto e claro de paixão,
Tão desorganizado como esta selva de betão.
Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia,
Praias de naufragio onde Beethovem escreveu
Sonata ao luar á sua amada companhia..
Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar
Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar,
E sobre elas costumo meditar
Enumeros conflitos tento solucionar.
Quando tenho o corpo e a mente unidos
No unico tempo que interessa, o presente,
Foco me na respiraçao até que,
Subitamente uma decisão aparece,
Na minha totalidade transcendo-me
E vivo sem arrependimentos
Estando no presente,
Não me lamento do passado,
Não preparo o futuro ,
Apenas vivo no unico tempo existente,
Tudo o resto é a minha mente, que mente,
exageradamente.
Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
feiticeira irreal
dança teatral
rainha imoral
amor carnal
sonhos mórbidos
desejos sórdidos
mentes despidas
cores garridas
inspiração corrente
dor crescente
vida existente
no seio do teu ventre
Jul 16, 2015
Jul 16, 2015 at 5:12 AM UTC
Me gusta cuando el sol acaricia tus pestañas y estas hacen sombra en tus cachetes, dandome la mas hermosa obra de arte existente.
Es divertida la comparación; tu amor me acarició el alma y, sin hacer sombra, me curó el corazón.
Apr 4, 2019
Apr 4, 2019 at 1:57 AM UTC
Riéndose, burlándose con claridad del día,
se hundió en la noche el niño que quise ser dos veces.
No quise más la luz. ¿Para qué? No saldría
más de aquellos silencios y aquellas lobregueces.
Quise ser... ¿Para qué?... Quise llegar gozoso
al centro de la esfera de todo lo que existe.
Quise llevar la risa como lo más hermoso.
He muerto sonriendo serenamente triste.
Niño dos veces niño: tres veces venidero.
Vuelve a rodar por ese mundo opaco del vientre.
Atrás, amor. Atrás, niño, porque no quiero
salir donde la luz su gran tristeza encuentre.
Regreso al aire plástico que alentó mi inconsciencia.
Vuelvo a rodar, consciente del sueño que me cubre.
En una sensitiva sombra de transparencia,
en un íntimo espacio rodar de octubre a octubre.
Vientre: carne central de todo lo existente.
Bóveda eternamente si azul, si roja, oscura.
Noche final en cuya profundidad se siente
la voz de las raíces y el soplo de la altura.
Bajo tu piel avanzo, y es sangre la distancia.
Mi cuerpo en una densa constelación gravita.
El universo agolpa su errante resonancia
allí, donde la historia del hombre ha sido escrita.
Mirar, y ver en torno la soledad, el monte,
el mar, por la ventana de un corazón entero
que ayer se acongojaba de no ser horizonte
abierto a un mundo menos mudable y pasajero.
Acumular la piedra y el niño para nada:
para vivir sin alas y oscuramente un día.
Pirámide de sal temible y limitada,
sin fuego ni frescura. No. Vuelve, vida mía.
Mas, algo me ha empujado desesperadamente.
Caigo en la madrugada del tiempo, del pasado.
Me arrojan de la noche. Y ante la luz hiriente
vuelvo a llorar desnudo, como siempre he llorado.
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ser resistente,
de luta,
sempre presente.
existente.
resiliente.
sou preto.
sou de luta, resistente.
existente.
resiliência tá sempre
presente.
sou gay.
sou ser existente
de luta presente
assim me faço resistente
e resiliente
sou pobre
sou de luta existente
sempre presente
e assim resistente
resiliente.
gay, preto, pobre.
sou ser de luta presente,
resiliente
que existe
e resiste
sempre.
Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:25 PM UTC
Dame de todo a la vida inexacta, que tenéis que decirme vida propia y esclava a algo más puro y exacto.
De donde viene la radio de escenografías perfectas, echas y derechas, cambiando el mármol de las cosas.
Recién nace tu cara y vuelvo a la otra la que tenes cuando apenas te queda grandeza.
Tengo más pan que darte, si te esperas un poco, te lo daré a medias entre las manos de tu arena.
Te mantengo en mis poderes, que son de sal y de arena, por eso vives en el reflejo.
Propia compañía de asteroides y flores marcianas de donde viene tu dar a todo lo no existente.
La mano que escribe era poderosamente sublime, de allí yace la pureza, lo más puro.
Tenemos que lograr regresar a el paraíso, si no podemos perderemos la luz ancenstral, que te falta humanidad?
El error de la nuestra era la mujer acercándose a él otro mundo.
Apr 17, 2020
Apr 17, 2020 at 4:24 AM UTC
I've never loved someone.
Not that kinda love
which burns
or physically hurts
and makes you feel like
you're about to fly
or burst into flames
at the same time.
I've liked people,
had a crush on a few,
wasted a lot of time
with platonic feelings
but my heart never raced
for someone.
I've never felt goosebumbs
like they say you do
when you see someone u love.
And that feels just desperatly sad
and lonely,
makes me even doubt the existente
of love itself
'cause it seems like it just exists in the movies and books.
Is there something wrong with me?
To be unable to be loved
or ever create a strong bond with someone?
Or is love just an illusion
they invented
to make us think
we can find our own happiness
in someone else?
May 19, 2018
May 19, 2018 at 1:47 PM UTC