"escuros" poems
Parte do tempo percebemos que somos perfeito
A maior parte não paramos de falar
Eu seguro sua mão, você dá um sorriso
A gente se beija no meio fio
Meu corpo se mexe pra trás e pra frente
Aqui está pra prefeitura, aqui está o bar que nos vende tequila
Somos tão esquisitos que daria certo
Os cartões de crédito dela me perdoaram
Os cabelos enrolados me perdoaram
Por que você não pode me perdoar?
Somos tão esquisitos que daria certo
O garoto de óculos escuros me deu um gole daquela ***** barata
Você me deixou colocar a cabeça no seu ombro
Quando fomos embora você me seguro no colo
Somos tão esquisitos que daria certo
Esquerda, direita, cima e baixo
Só porque não temos joguinhos não quer dizer que não é certo
Você vive dizendo que quer me ver
Amo essa mescla de felicidade e receio
Quando fico triste você faz uma dança engraçada
Somos tão esquisitos que fica perfeito
Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 1:35 AM UTC
Olhos escuros,
Noites insones,
Tantos amores,
E eu fiquei só.
Eu escolhi tantos,
Pra não ver minha amargura voltar,
E agora eu só quero o teu olhar,
Que mesmo ao me ver,
Não quer sonhar.
Vai entender o que eu quis de mim,
O que eu quis de você,
Vou demorar a ter.
E eu não sei saber disfarçar,
O amor em meus olhos,
E o fogo a queimar
Dec 6, 2013
Dec 6, 2013 at 4:15 PM UTC
Narrador:
Nestes flancos escuros, onde ardor carece
Um anseio de longo vislumbre subia;
Ora Idália aos *** "Canto do sol que emudece,
Dai-me prazer de outrora, bela sinfonia
Harpar áurea passageira, graça que visita;
Ó filha das luzes, que te cobres e te hesita?"
Hemera:
Que cessa-me, quão não depor a fatal império
Se minha luz, qual na própria noite encerra,
Tem de sua aurora, vasto mistério,
E perde-se nas trevas, no silêncio da Terra?
Senti, da mais cruel noite, doloroso espinho
Mas de teu ventre, escuro nascedouro, dei ao mundo claros caminhos;
[...]
Aug 31, 2017
Aug 31, 2017 at 8:27 PM UTC
Dos mistérios escuros, os gritos convocam
Mil sombras perdidas ao mundo que pungem,
Rompendo os ossos, cruas almas que tocam
Da carne agredida, os corpos ressurgem
Atravessam o vestíbulo e os cadáveres deslocam
Permitem o fogo e o enxofre que o mundo turgem
Em mar de sangue, no inferno desembocam
Aqueles que a luz e o paraíso urgem
Com fúria ensurdecedora, o céu troveja
A face da estrela, na neblina encoberta
Suportando a noite d'alma que a flerta
Das montanhas, um último sol alveja
Lacrimeja a pálpebra antes aberta
Pois nas terras do anjo caído agora deserta
Jan 25, 2018
Jan 25, 2018 at 12:54 AM UTC
Local de homens mortais e transcendentais venerados,
Que viveram honrando os seus compromissos passados.
Seres celestiais que querem ser reincarnados ,
Voltando à vida de humanos santificados.
Lugar alto, o mais importante e sagrado,
Sem inferno nem submundo,
Divindade com amor ao mundo,
Do homem bom e amado.
Vivendo com piedade e fé também,
Acreditando no céu que se tem.
Delícias de uma felicidade infinita,
Que santifica a terra bendita.
Espaço onde os astros por vezes estão escuros e de repente tudo clareia,
Universo do mundo temporal que nos rodeia,
Céu meu do paraíso celestial da vida ,
Nobreza de minha alma incompreendida.
Jul 2, 2023
Jul 2, 2023 at 3:39 PM UTC