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"apelo" poems
Quando te conheci… Quando te conheci na noite solidária com o vento, Perdi-me no teu calor, no teu encanto. Quando te conheci teu cheiro me apaixonava, Deixava-me ao teu abandono e mais nada. Quando te conheci, não entendi mas senti, Aumentar o amor e a saudade, O destino não tem amor nem sentido, Tem a fragrância do desconhecido. Te recordo com primazia, Alegria que em mim se sentia, Te conhecer sem apelo nem agravo, Me contento com o futuro e o passado. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:26 AM UTC
Quando te conheci...
O beijo Um beijo doce, molhado, Dado na noite do sentimento. Odor sem neblina e vento, Fustigam meu pensamento, Beijo sem apelo nem agravo! Beijo com o cheiro das rosas, Toca nos seios das musas, Trilhos de caminhadas confusas, Beijo polar em terras lusas. Beijo pedido a preceito, Peito meu juntou teu peito, Sensações de um amor eleito, Beijo dado de qualquer jeito. Beijo incompleto na farsa da vida, Sentir-te mulher experiente, Dar um beijo já ausente, Beijo de uma saudade vivida. Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:44 AM UTC
Beijo...
Aproximação, silêncio total Sangue, **** Pesadelos nas ruas de néon Extensos desertos Um refúgio Lá fora, o apelo da boémia Um mar de asfalto Não, não vou só Uma garrafa de gin e um cigarro Para apaziguar as dores A escrita é meu refúgio Minha alegria, minha dor Vivo constantemente Num ritmo alucinado Estou só Nas entrelinhas de cada frase Está o corpo que as gerou Num instante de lucidez O perfume que hoje trago É das lágrimas que por ti verto.
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Mar 16, 2014
Mar 16, 2014 at 6:29 PM UTC
a ti
Amar o perdido Deixa confundido Este coração Nada pode o olvido Contra o sem sentido Apelo do não As coisa tangíveis Tornam-se insensíveis À palma da mão Mas as coisas findas Muito mais que lindas Essas ficarão
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 9:57 AM UTC
Memória